Friday, December 18, 2009

Lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos" , em Teresina


A Editora CBJE e o escritor Marcos Freitas convidam para o lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”.

Local: CENAJUS - Centro Nacional de Cultura da Justiça
Data: 22 de dezembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 19:00 às 20:30 horas.


APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor


Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)


Apoio: ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos - Regional Piauí

Para a aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

O livro foi lançado recentemente na 28ª Feira do Livro de Brasília, no Shopping Pátio Brasil – Estande-Espaço Mangueira Diniz, em 24 de novembro de 2009.


“Se tratti di acqua anteponi l'esperienza alla teoria.”
Leonardo da Vinci


"Chuu-á ! Chu-áa ! - ruge o rio, como chuva deitada no chão"
“ O Burrinho Pedrês, primeiro conto de Sagarana - João Guimarães Rosa

Mais artigos do autor em:

http://www.scribd.com/mfreitas_pi

http://emversoeprosa.blogspot.com/

Tuesday, December 15, 2009

Monday, December 07, 2009

Terapoética, como transformar problemas em poemas, de Alessandro Uccello


Uccello toca a vida com palavras
Alessandro Uccello é um caso de resistência explícita, teimosia evidente, flor insistentemente brotada de seus atuais abismos, que me faz perguntar: quem de nós, à beira de tantas limitações – neurais, musculares e físicas – se preservaria combatente, tendo como instrumento e bandeira a poesia? É ela a vela, é ela a proa.
Tenho interesse em vos situar nos bastidores, nos cenários do nascedouro deste novo livro do Uccello, não para que vos apiedeis dele e do que nele avança e cujos mistérios a medicina ainda se esforça para decifrar. Não! Estou contextualizando a vida e a lida deste valente poeta que, mesmo golpeado pelas garras da esclerose lateral amiotrófica, faz brotar o “Terapoética – como transformar problemas em poemas”, porque aí todos vós compreendereis melhor o título do livro.
Inteligente, amoroso, puto, divertido, sem autopiedades mas realista e sonhador, outra vez Alessandro Uccello nos brinda com sua coletânea de filosóficas e cotidianas observações masculinas. Estão aqui os olhos de um homem inteiro, com o seu tesão, seu raio curioso, moderno e paterno de observação, seu coração luminoso digitando sem parar, teclando, por cardíacos batimentos, a construir uma poesia que todo mundo gosta de provar: jovens, maduros, homens e mulheres; todo mundo quer Uccello recitar.
Não é por acaso que no trabalho que fizemos, eu e minha equipe de professores da Escola Lucinda de Poesia Viva, o pessoal da Casa Poema, numa comunidade vulnerável de S. Pedro 1, no antigo lixão da cidade de Vitória, no Espírito Santo, a poesia deste poeta danado tenha feito tanto efeito e sucesso. Foi muito emocionante ver escolherem, entre Mário Quintana, Drummond, Manoel de Barros e outros bambas, os poemas tão claros do Uccello. Como pode um homem, habitante da capital federal, agrônomo, servidor público, pai de família e poeta, ser a voz de um menino lá dessas impossibilidades de um outro Brasil? Dar voz a ele? Ser por ele escolhido para em seu nome discursar? : “Deus Eu - Andei colhendo as flores / que a vida deu para mim / mas nunca fiz jardim / Venho comendo as frutas / à beira do pomar / mas nada de plantar / Tenho amado as mulheres que me querem / e aceitado os amores que me vêm / quando elas partem, não me ferem / se elas morrem, não me têm / Serei um dia agente de mim mesmo / Deus Eu, dono do próprio destino? / Ou passarei a vida amando a esmo / vivendo só de amores inquilinos? ”. O impressionante é que o refrão “Deus eu” virou uma vinheta, um rap arrepiante que a turma toda afirmava junto com o dizedor. Vale esclarecer que este poema que citei pertence ao seu trabalho anterior, “Eu com verso”.
Então é assim: a poesia, forma milenar de preciosíssima autoajuda, faz um serviço, um refinamento sem nome, sem medida para qualquer lado, dentro do coração do ser humano. Basta que ela encontre uma porta para entrar. A poesia prolongou a vida de Fernando Pessoa. Ainda que ele nos tenha deixado cedo, aos 47, duvido que sem a poesia tivesse até ali chegado. Eu mesma, talvez fosse uma pessoa perdida, se de poesia não tivesse sido cedo medicada.
Mergulhando nesta obra de Alessandro Uccello, vejo sua coragem, provo de sua valentia, admiro seu sofisticado jeito de falar, mesmo que paralisado pela filha da puta da esclerose que atingiu este homem de ouro, que pegou o cara errado, considerando que tanta gente existe só para produzir guerras e outras aberrações. Que outra alma humana, nestas adversas condições, se manteria assim tão viva? Caminhante, apesar da atrofia? Realizadora, apesar da limitação neuromuscular? Faladora, apesar da impossibilidade de pronunciar palavras?
Mesmo angustiado, em versos como “de nada me adiantaram alimentação saudável / esporte com frequência / casamento estável / ética amor e paciência / A Kriptonita está dentro de mim” ou em “Renato Russo morreu aos trinta e seis / Ayrton Senna morreu aos trinta e quatro / Jesus Cristo morreu aos trinta e três / Eu? Sou o mais morto dos quatro”; mesmo triste muitas vezes, vendo sua bela e querida Sonia, amada, dedicada e valente companheira, cujo coração de quase viuvez ele avista com sua visão de raio X, mesmo assim seu livro é de altíssimo astral e a leitura destes versos nos fortalece e diverte, dando-nos uma dimensão concreta da finitude.
O poeta, corajoso que é, nos oferece seu natural bom humor e irreverente lirismo, mesmo estando com uma bomba dentro de si (bomba que todos trazemos, mas que, no seu caso, ganha em terror por conta das ignorâncias que a ciência tem desta enfermidade veloz e daninha). Alessandro não desperdiça as alegrias vividas, não as despotencializa; ao contrário, com sua sensibilidade, estende a fértil memória dos dias felizes como águas do passado movendo os moinhos de agora. Por meio de sua verve poética, o autor nos atinge, iguais mortais, com uma saúde literária indiscutível, toca numa certa eternidade, visto que o que ele fala vale para todos que estamos sempre às portas da morte, moribundos ou não, quem saberá? Ainda assim, ele cria novos futuros para si e para nós, seus privilegiados leitores.
É com este coquetel de palavras diárias que Alessandro Uccello vem driblando as intempéries de sua vida presente, mandando ver na veia poética como nunca. E o remédio que era só dele, agora está, com este “Terapoética”, disponível a todos, ajudando-nos a transformar nossos próprios problemas em poemas ou a diluí-los através de seus versos.
Você tem razão, Uccello, meu querido: “tudo é relativo pra quem está vivo”. E, enquanto a ciência não realiza seu oficio por meio das células-tronco, a poesia vai produzindo seus milagres.

Elisa Lucinda, primeiro de novembro, primavera bela e chuvosa de 2009.


Serviço:
Sarau de lançamento do livro de poesias - Terapoética.
Data: 13 de dezembro (domingo)
Horário: 18 h
Local: Restaurante El Paso Texas, no Terraço Shopping.
http://eucomverso.blogspot.com/

Tuesday, December 01, 2009

POEMAÇÃO CINCO (Uma Homenagem a Cassiano Nunes)


A Biblioteca Nacional abre suas portas para o quinto POEMAÇÃO privilegiando a poesia brasiliense, trazendo de volta o projeto de grande sucesso da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, em 2008.
Sob a coordenação dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio, o quinto Sarau Videoliteromusical será realizado no dia 2 de dezembro de 2009 no auditório da BNB sito no 2º andar.
O Poemação 5 prestará uma homenagem ao poeta santista brasiliense universal Cassiano Nunes Botica (1921-2006)
Música e Poesia com Paulo Djorge, o acordeom de João Nascentes e o violão do cantor e compositor Márcio Bomfim estarão presentes no Sarau Videoliteromusical.
A poeta mineira, multifacetária, Brenda Mar(que)s Pena lança Poesia Sonora: história e desdobramentos de uma vanguarda poética.
O jornalista, escritor e documentarista Paulo José Cunha lançou recentemente, em terras piauienses, "Perfume de Resedá", uma poesia épica que conta a estória afetiva da Nação do Phyauí.
Nicolas Behr nos traz o seu recente La Brasíliada edição bilíngue traduzida pelo poeta cubano Jesús J. Barquet.
O livro “O Amor de Mariano” reúne os contos publicados inicialmente em jornais, do maranhense Marco Paulo Haickel.
A poesia do criador do Coletivo dos Poetas, patrono da feira do livro da cidade de Alto no Piauí neste ano Menezes y Morais, e o poeta e engenheiro Marcos Freitas, piauiense, nascido na rua do barrocão mostram seus versos, prosas e algumas idéias.
O público apresenta a sua poesia em Poesia na Plateia.

PROGRAMAÇÃO

Abertura Marcos Freitas e Jorge Amâncio
Homenagem a Cassiano Nunes
Nicolas Behr
Brasíliada Poesia
Brenda Marques
Poesia Sonora
Paulo Djorge
Poesia e música brasileira
Paulo José Cunha
Livro Perfume de Resedá poesia
Menezes y Morais
Poesia
Marcos Freitas
Poesia
Márcio Bomfim & João Nascentes
Música e Poesia
M. P. Haickel
Amor de Mariano
Poesia na Roda

LOCAL: Auditório da Biblioteca Nacional ( 2º Andar)
Data : 02 de Dezembro de 2009
Horário: das 19h00min às 21h00min
Entrada Franca

Encontro de Escritores no T-Bone

Por Francisca Azevedo
30 de novembro de 2009

Livro apresenta a evolução política de Brasília em meio século de vida
O Açougue Cultural T-Bone recebe nesta quinta-feira, 03/12, para participar de bate-papo literário o escritor e jornalista, editor-chefe do Observatório da Imprensa, Luiz Egypto, sobre o livro Memórias do Distrito Federal: a Luta pela Autonomia Política. A noite terá ainda apresentação musical de Tonicesa Badu, lançamentos literários de Manoel Augusto Marques Lima e Wellington Lavareda, apresentação do coral “Coral da melhor idade – Brilhantes de Formosa-GO” e da peça de teatro “Detalhes do nosso cotidiano”, com direção e textos de Gilson Montblanc. O evento começa às 20 horas e a entrada é de graça.

Bate-papo literário:
Memórias do Distrito Federal: a Luta pela Autonomia Política.
Livro apresenta a evolução política de Brasília em meio século de vida

Publicação reúne histórias de personalidades que participaram de episódios que ajudaram a construir a identidade e autonomia política na capital do país

O livro foi construído a partir de depoimentos de 30 personalidades, de diversos segmentos sociais, que participaram da luta pela autonomia política do Distrito Federal, resgatando o papel das organizações de moradores, dos sindicatos e dos partidos políticos nesse processo.

É a partir da voz desses atores e de suas experiências individuais que se constrói o relato de um processo histórico político e social. Isso foi possível a partir da adoção de uma metodologia desenvolvida pelo Museu da Pessoa. A publicação é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil e da Abravídeo e faz parte do Programa Memória Documental da Fundação Banco do Brasil.

Luiz Egypto de Cerqueira, um dos coordenadores da obra, é bacharel em Jornalismo (Universidade Federal de Juiz de Fora, 1976), mestre em História (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1983). Editor-chefe do Observatório da Imprensa (www.observatoriodaimprensa.com.br), coordenador de projetos do Museu da Pessoa (www.museudapessoa.net). Atividades exercidas: professor do Departamento de Jornalismo da PUC-SP (1979-2006), editor da revista Comunicação Empresarial (1992-1999), editor da revista Imprensa (1989-1991) e (1992-1994), repórter de O Estado de S.Paulo (1991-1992); repórter e editor de texto do caderno “Folhetim” (Folha de S.Paulo) (1978-1979), editor do jornal Versus (1977-1979); colaborador das revistas Goodyear, Ícaro e Unibanco; do jornal Leia Livros; do suplemento “Livro” e do “Caderno B” (Jornal do Brasil).

Apresentação musical:
Tonicesa Badu - Natural de Goiânia, cantor e compositor, tem origem nas folias, congadas, catiras que passavam pelas ruas da capital goiana. Apresentará no palco do Açougue T-Bone repertório diversificado: choro, samba, bossa nova. Interpretando os grandes compositores brasileiros de todos os tempos e suas canções, o canto afro-soul-brasileiro, em sintonia com o que há de melhor na música nacional. O artista já á dividiu o palco com grandes músicos de renome nacional e como Gilberto Gil, Tim Maia, Martinho da Vila e outros.

Lançamento literário:
ECOS INFINDÁVEIS do escritor paraense Manoel Augusto Marques Lima. A obra é resultado de 236 crônicas escritas no período de nove anos, publicadas no jornal O Liberal de Belém do Pará, sobre os mais variados assuntos: educação, violência, idosos, aposentados, corrupções, drogas, e as administrações públicas, etc.

Livro PEÇA DE MUSEU, aborda situações cotidianas descrita de forma irreverente com a intenção de fazer o leitor refletir sobre o dia a dia, e O BEIJO, publicado pela Ed. Thesaurus do escritor Wellington Lavareda. O autor já morou em várias cidades brasileiras e hoje reside em Taguatinga/DF, onde se dedica a ler, escrever e a divulgar seu trabalho. Já recebeu dois prêmios literários pelo conto “A cigana”, pela Academia de Letras de Araguari e pela Associação Niteroiense de Escritores. Seus livros têm sido adotados como paradidáticos em escolas no DF.

Teatro:
Peça “Detalhes do nosso cotidiano”, com direção e textos do ator Gilson Montblanc, encenada pelo o grupo teatral BlefArts de Taguatinga. O espetáculo é composto por várias esquetes com situações engraçadas do nosso dia a dia, com temas que abordam o convívio de muitos casais brasileiros, tais como; convenções, política, reforma ortográfica, aposentadoria, sexo, saúde, dinheiro, enfim, fatos que ocorrem diariamente nas nossas vidas.

Coral:
“Coral da melhor idade – Brilhantes de Formosa-GO”. Fundado há 5 anos, o grupo apresenta canções natalinas, em alemão, entre outras. O grupo já se apresentou em vários eventos nacionais, inclusive na Octoberfest e na abertura da Semana Farroupilha no Rio Grande do Sul.

Informações:
Data: 03/12
Horário: 20 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA

Monday, November 30, 2009

O Bagaço da Laranja, de Nicolas Behr

25 poetas atuam no lançamento da II BIP na Feira do Livro


Com a participação de cinco grupos de poesia que levaram 25 poetas brasilienses ao palco do Café Literário da 27ª Feira do Livro de Brasília, o poemação Esquentando os Tamborins marcou, na noite de 26 de novembro, o lançamento da II Bienal Internacional de Poesia de Brasília (II BIP). Auditório repleto, platéia atenta e calorosa aos recitais de poetas a um só tempo espontâneos e performáticos, foram os sinais que levaram o diretor da Biblioteca Nacional de Brasília, mentor da II BIP e anfitrião da noite, Antonio Miranda, a reconhecer o êxito do evento.

“Fiquei feliz com o êxito do ato de lançamento da 2ª Bienal”, disse Miranda, que abriu o poemação relatando ao público as propostas de atividades e os nomes confirmados para o projeto, que será realizado na primeira semana de setembro de 2010. Em seguida, a poesia ocupou a cena por duas horas seguidas. Várias pessoas manifestaram encantamento com o que viram e ouviram e se disseram surpresa com a quantidade de grupos de poesia que Brasília já conta, em apenas meio século de existência.

O poeta e ministro da Justiça do Trabalho, Alberto Bresciani, por exemplo, fez o seguinte comentário: “Foi muito bom o evento. Acho fantásticos todos esses falares tão diversos e, em especial, o tom de graça que lança ramos para a felicidade”. Os temas abordados foram a ecologia, a metalinguagem, o protesto social e político, os embates amorosos, a cultura brasiliense e a popular nordestina, e os lamentos existenciais e filosóficos.

OS POETAS - Sids Oliveira foi o primeiro a entrar no palco para mostrar um pouco do trabalho que realiza de com O Grande Barco, espetáculo em que mescla versos, rap e outros ritmos, com efeitos sonoros tecnológicos. O Oi Poema participou com Nicolas Behr, Luiz Turiba, Bic Prado e Marina Mara, jovem poeta convidada do grupo. Primeira a recitar, Bic Prado agradou a platéia com dois poemas ecológicos de protesto às agressões praticadas no meio ambiente de Brasília. O Coletivo de Poetas com suas apresentações anárquicas arrancou aplausos e ovações; participaram do grupo Menezes y Morais, Isolda Marinho, Zé Edson dos Santos, Marcos Freitas e Jorge Amâncio.

O VivoVerso deu o tom profissional da noite, ao apresentar a íntegra do espetáculo Fale-me de Amor, baseado na poesia lírica de Affonso Romano de Sant’Anna, que abriu, em 2008, a I Bienal de Poesia, no auditório do Museu Nacional. A criadora do grupo e diretora do espetáculo, poeta e professora Sylvia Cyntrão (UnB), apresentou o grupo de nove integrantes à platéia e anunciou o lançamento, na Feira, do livro Poesia: o lugar do contemporâneo, que traz encartado o cd com a récita de Fale-me de Amor – ambos os projetos empreendidos por ela.

Última a entrar em cena, a Tribo das Artes, grupo de Taguatinga, apresentou a poesia de Augusto Cacá, Máximo Mansur, Deliane Leite e Daniel Pedro. Máximo Mansur fez também um pequeno show de voz e violão, com as canções de sua autoria que compõem o cd independente, recém-lançado. Movimento cultural importante no DF hoje, a Tribo distribuiu à platéia a revista que o grupo publica com o dinheiro que arrecada em seus recitais, e apresentou o livro de sua trajetória de 20 anos, que será lançado em dezembro. Por fim, extra-programa, subiu ao palco a violonista Letícia Fialho, integrante do Vivoverso, para mostrar o seu talento como compositora, em recital solo.

OS GRUPOS – Conheça um pouco sobre os grupos convidados por Antonio Miranda para alardear e dar a largada na jornada de preparação do evento para 2010.

O GRANDE BARCO – Vem navegando desde 1997 pela experimentação da poesia com a música, a “poemúsica”. Tem um cd gravado, que acompanha o livro Um dedo de prosa, uma mão de poesia, de Sids Oliveira, com vários ritmos mesclados a novas tecnologias. Com Sids Oliveira (voz e programações) e Davi Abreu (flauta e programações).

OIPOEMA
Criado há 10 anos para comemorar o Dia da Poesia, em 14 de Março, o OIPOEMA deu origem à Barca Poética, ao fazer uma série de recitais na Barca Brasília, e se apresentou também durante a I BIP. É formado por Nicolas Behr, Luis Turiba, Cristiane Sobral, Amneres, Bic Prado, Paulo Djorge e Angélica Torres Lima.

COLETIVO DE POETAS
Pioneiro na realização de saraus em Brasília, o Coletivo existe desde 1990 com a filosofia de levar a Poesia para todos. Publicou cinco coletâneas independentes: Contos, Poemas, Outros Poemas, Ibirapitanga, Mais Uns, e prepara Fincapé para lançamento no cinquentenário de Brasília.

VIVOVERSO
Grupo de pesquisa e performance, o VivoVerso é coordenado pela poeta e professora Sylvia Cyntrão e formado por alunos, ex-alunos e professores da UnB. Recentemente, o grupo lançou o CD Fale-me de Amor, do espetáculo que vão assistir agora. Com Brunna Guedes, Deliane Leite, Julliany Mucury, Maxçuny Alves, Mateus Alves, Patrícia Corrêa, e os músicos Felipe Corrêa, Letícia Fialho, Darlan Carvalho.

TRIBO DAS ARTES
Surgiu em 2000, em Taguatinga, fazendo saraus mensais no Botiquim Blues e publicando a revista Tribo das Artes com o dinheiro da bilheteria. Hoje a Tribo é um movimento cultural de militantes de todo o DF e sua atuação abarca teatro, cinema, música, exposições, lançamentos. As apresentações agora são feitas no Teatro da Praça, onde, em 8 de dezembro lançam o livro de sua história Não basta fazer arte.

(Angélica Torres)

Friday, November 27, 2009

Homenagem mais que justa a Menezes y Morais


PRIMAVERA DE SI


a usina do tempo

turbina a aurora

no cio de si a felicidade se renova


Extraído de Na micropiscina da lágrima feliz. Brasília: Ed. do Autor, 1999.

Lilia Diniz, acompanhada de Maximo Mansur, na 28ª Feira do Livro de Brasilia


Dia 27 de Novembro, no Café Literário da 28ª Feira do Livro de Brasilia, das 18h as 20h, contaremos com a presença da Poeta maranhense Lilia Diniz, acompanhada pelo músico baiano Maximo Mansur.
Após um ano fora dos palcos de Brasília a poeta e também atriz tras para a Feira do Livro o espetaculo poético Miolo de Pote em Cantigas e Versos, permeado de personagens dos interiores do Brasil e com enfase na cultura maranhense.
Lília Diniz comemora a 4ª Ediçao do Livro Miolo de Pote, o que segundo ela "é uma vitória para uma artista do circuito alternativo". Na verdade Lília Diniz já é bastante conhecida dos palcos do Brasil e recentemente foi citada na revista TRIP como "voz de trovão" que declama patativa do assaré.
Vá a Feira do Livro de Brasilia e se embriague de poesia e cantigas com "cheiro de terra, mato e fulô" e confira a força da poesia feminina, maranhense e cheia de brasileirismos.
Fátima Flores

RELEASE ARTISTICO
Lília Diniz é maranhense, nascida no povoado de Creoli do Bina, Município de Tuntum-MA. Faz teatro desde 1992 e escreve poesias desde 1995, costuma dizer que foi alfabetizada (tanto nas letras como no meio artístico) pela literatura de cordel e pelos repentistas.
Desenvolve pesquisa constante em cultura popular, circulando por vários eventos ligados à temática e tem três títulos publicados: Babaçu, Cedro e outras poéticas em Tramas, Miolo de Pote da Cacimba de Beber(4ª Ed) e Ao que vai chegar..
Circula em vários estados brasileiros com o espetáculo poético musical chamado: Miolo de Pote em Cantigas e Versos. No qual canta e interpreta poemas de sua autoria e de outros poetas populares como Patativa do Assaré e Louro Branco. Passeiam pelos versos de Lília Diniz as lavadeiras, as quebradeiras de coco e um cheiro de mato que permeia toda a obra.

Tuesday, November 24, 2009

Lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”


A Editora CBJE e o escritor Marcos Freitas convidam para o lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”.
28ª Feira do Livro de Brasília
Local: Shopping Pátio Brasil – Estande-Espaço Mangueira Diniz
Data: 24 de novembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 11 às 12 horas.

APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor

Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)

Para aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

Tributo ao Poeta Oswaldino Marques encerra projeto que durou três anos


Após quase três anos em cartaz homenageando mês a mês poetas brasileiros, o projeto Tributo ao Poeta chega ao último da série de 2009, dedicado à obra do maranhense Oswaldino Marques (1916-2003), que atuou também como crítico, ensaísta e professor de literatura, por 38 anos, em Brasília. Aberto ao público, o Tributo ao Poeta Oswaldino Marques será realizado no dia 1º de dezembro, 3ª feira, às 19h, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília, com apresentação da escritora Margarida Patriota e recital com a participação de Cristiane Sobral (atriz e poeta) e de José Humberto Fagundes e Menezes y Moraes (jornalistas e poetas).

O Tributo ao Poeta se despede do público brasiliense por determinação de Antonio Miranda, diretor da BNB e poeta, que o idealizou e o lançou em 2007, quando a Biblioteca ainda era apenas um prédio inacabado para o propósito ao qual deveria servir. Ou seja, foi o primeiro evento cultural da história da BNB (que, mesmo em processo de construção e acabamento, foi oficialmente aberta à comunidade em 12 de dezembro de 2008). Nesses quase três anos na ativa, os tributos atraiam por sessão um público médio de 60 pessoas, que não se importavam com a precariedade das instalações, levando em conta a oferta da poesia de bons nomes nacionais e locais – em formato de aula literária, mas também de espetáculo, ainda que despojado como tal.

Leia mais em: http://www.bnb.df.gov.br/index.php/noticias/364-tributo-ao-poeta-oswaldino-marques-encerra-projeto-que-durou-tres-anos-

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3325-6257 Ramal 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br
http://www.bipbrasilia.unb.br

O amor de Mariano e outros folhetins, de M. P. Haickel


O livro “O Amor de Mariano”, já na Nova Ortografia da Língua Portuguesa, reúne os contos publicados inicialmente em jornais: O Funcionário, Jogo Duplo, O Segredo de um Mistério, A Procissão dos Ossos e Homem é Tudo Igual são alguns dos folhetins que esperam por você nesse pequeno compêndio, cheio de recursos cinematográficos dos quais o Autor lança mão para construir uma prosa encantadora e reflexiva.

Publicado em 2009, ilustrado, formato 14x21cm, 120 páginas.

O amor de Mariano e outros folhetins
Autor: M. P. Haickel
Editado por Thesaurus Editora
ISBN: 9788570928169

Lançamento:
Dia 24/11
Local: Feira do Livro de Brasília
Pátio Brasil, no Espaço Mangueira Diniz,
Horário: às 18h

http://www.thesaurus.com.br/livro/1921/o-amor-de-mariano-e-outros-folhetins

Monday, November 23, 2009

Ecologizar - Princípios, Métodos e Instrumentos para a ação ecológica


Editora Universa lança a 4ª edição do livro Ecologizar, de Maurício Andrés, no dia 23 de Novembro, às 20h40 na Feira do Livro de Brasília, no espaço Mangueira Diniz. A obra é uma compilação da trilogia do autor, mas pode ser comprada separadamente. Ao todo são 18 capítulos nos quais se agrupam cerca de 200 textos que refletem sobre a ação ecológica, definem os vários princípios, abordam a questão dos métodos de gestão participativos em várias escalas. O livro conta ainda com os prefácios de Pierre Dansereau, professor emérito da universidade de Quebec em Montreal e de Pierre Weil, da Unipaz.
A trilogia é dividida em volumes, sendo o primeiro sobre os princípios para a ação no qual cinco capítulos abordam o tema a partir das perspectivas da cultura, consciência, ecologia e evolução, valores humanos e economia, realçando a abordagem histórica das questões ecológicas e sua relação com a evolução. O segundo volume é um relato sobre os métodos para a ação, possui oito capítulos sobre a ação estratégica, gestão colegiada e sobre os temas setoriais da gestão da segurança, do clima, das águas, da cidade e da saúde. Já o ultimo volume trata dos instrumentos para a ação, tem cinco capítulos sobre os instrumentos de ordenamento territorial, regulatórios, econômicos, socioculturais e instrumentos educacionais.
Em 2007 houve uma explosão de interesse sobre os temas ambientais a partir da divulgação de relatórios sobre a influência humana nas mudanças climáticas. Desde então há uma necessidade perceptível de agir diante das mudanças climáticas e de exercer a consciência ecológica. O livro também enfatiza a perspectiva temporal e evolucionista da história humana como parte da história da vida, que por sua vez é parte da história do planeta e assim por diante. Ele oferece subsídios para se formar uma visão integral, sistêmica e ecológica.
Segundo o autor, hoje há um déficit de informação sobre o que é a ecologia e o livro procura organizar e sistematizar conhecimentos voltados para a ecoalfabetização. Da mesma forma ele aborda as questões ligadas à consciência ecológica. “O livro coloca em foco a questão ecológica. Defende a necessidade de superarmos a ecoalienação, de nos ecoalfabetizarmos e de conhecermos o que são as ciências ecológicas, fundamentais para orientar a ação. É um livro com abordagem cultural da ecologia, do ser humano, sua vida e consciência”, afirma Maurício Andrés.
O livro se destina ao público em geral, considerado pelo autor como gestores da evolução e aos gestores públicos e privados para que participem conscientemente da evolução, bem como aos gestores ambientais proporcionando visão panorâmica do contexto em que desenvolvem sua atividade, municiando-os com ferramentas conceituais e operacionais para desenvolverem sua atuação.


Sobre o autor
Maurício Andrés Ribeiro foi presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil-MG, Secretário do Meio Ambiente de Belo Horizonte, Presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais - FEAM, diretor do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e vice-presidente da Fundação Cidade da Paz - Brasília. Foi pesquisador visitante do Instituto de Administração de Bangalore, na Índia e militante de movimentos pacifistas pelo federalismo mundial. Foi professor de Gestão Ambiental Urbana na Universidade Católica de Brasília, na FUMEC-MG e na UNIPAZ-RJ. Atualmente é assessor na Agência Nacional de Águas.


Serviço
Lançamento da 4ª Edição do livro Ecologizar
Autor: Maurício Andrés
Local: Feira do Livro de Brasília – Espaço Mangueira Diniz
Área externa do Shopping Pátio Brasil.
Onde Comprar:
Estande 04 – Editora Universa (61) 3356-9030
www.editorauniversa.ucb.br
Preços:
Volume 1 - R$ 38,00
Volume 2 - R$ 48,00
Volume 3 – R$ 32,00

Friday, November 20, 2009

Música clássica na rua: T-Bone traz Orquestra de Viena a Brasília

Música clássica na rua: T-Bone traz Orquestra de Viena a Brasília
Por Francisca Azevedo
12 de novembro de 2009
A Orquestra Johann Strauss Capelle fará apresentação única em Brasília no próximo 11 de dezembro no Açougue Cultural T-Bone

Dezembro é um mês importante para o T-Bone. O Açougue Cultural trará uma das orquestras mais importantes do mundo: a Orquestra "Johann Strauss Capelle", de Viena. A apresentação é no dia 11 de dezembro, de graça, às 19h. Com 23 músicos selecionados entre orquestras austríacas, a filarmônica abre, em Brasília, uma série de apresentações em todo País.

Sob a regência do maestro Rainer Ross, viloncelistas, violinistas, contrabaixistas e outros membros da camarata vão interpretar composições de Johann Strauss, o “pai da valsa”. Com trajes do século XIX, os músicos usarão partituras originais e não deixarão de proporcionar ao público brasiliense o tão famoso “Danúbio Azul” – uma das obras mais conhecidas de Strauss.

Outras composições dos filhos de Strauss (Johann Strauss e Eduard) também farão parte do repertório da Orquestra. Pela primeira vez em 12 anos, o T-Bone recebe um concerto tão importante para a música clássica no mundo. Essa iniciativa inovadora do Açougue Cultural privilegia o DF como primeira apresentação no País a receber a turnê que passará por Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e depois segue para Xangai.

A Noite Cultural T-Bone será de muita música clássica de qualidade. Quem abre o concerto é o Quarteto de Brasília. Já conhecido pelo público há 17 anos, o grupo já se apresentou em várias cidades do Brasil, EUA, Europa, Ásia e América Latina. O quarteto, que já levou alguns Prêmios Sharp e outros pelo País, levará ao palco do T-Bone composições populares e eruditas.

O T-Bone já é conhecido por trazer para a capital nomes importantes da arte local e nacional. Os shows começaram em 1998 e desde então já passaram pelo palco do açougue artistas de peso na MPB como Tom Zé, João Donato, Geraldo Azevedo, Erasmo Carlos e Elba Ramalho, entre outros.

Informações:
Data do concerto: 11 de dezembro
Local: Comercial da 312 Norte
Patrocínio: BRB e SESI
Apoio: Petrobras e Secretaria de Cultura do DF
Hora: 20 horas
Entrada de Graça
Indicativa LIVRE
Contatos: Francisca Azevedo – (61) 8432-3669
Ivana Sant’Anna – (61) 9212-7401
e-mail: imprensatbone@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Cláudio Gadotti - 0043-676-5347040
e-mail: claudio@matogrosso.atEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
http://www.strausscapelle.at/lang/en/download/bilder/
Foto: Wiener Johann Strauss Capelle/Divulgação

Monday, November 16, 2009

Maratona Poética em Divinopólis, Minas Gerais


No dia 21.11.2009 ocorrerá em DV a maratona poética BARKAÇA, aos moldes da Festa Cultural |EM|BARKAÇÃO. O evento terá início às 10hs da matina na Livraria Boutique do Livro, com apresentações musicais, recital e lançamento de 10 edições do jornal DEZFACES (BH) + Livro de Papel - Adriana Versiani (BH) + CD da banda Drublic.
Às 14hs levantaremos velas e nos direcionaremos para o Bar da Claudete para nos confraternizarmos com mais apresentações musicais, performances poéticas, mostras e exposições de artistas independentes. Todos estão convidados.

Fonte: http://www.barkaca.blogspot.com/

Friday, November 13, 2009

Lançamento do livro "atarantada", de Noélia Ribeiro

Divisão do Estado do Piauí: necessidade ou conveniência?


Divisão do Estado do Piauí: necessidade ou conveniência?
Por tradição, em nosso país, os mesmos agentes do Legislativo, (vereadores, deputados e senadores), em regra, são os do Executivo (prefeitos, governadores e presidente), mediante trânsito por conveniência.
A legislação referente a repasse de verbas aos municípios de um mesmo estado é igual para todos, ou seja, não há discriminação com relação às fontes e ao percentual. E não é incomum algumas regiões de determinados estados serem menos assistidas que outras pelo Executivo dos estados, os governadores. E para corrigir tal descriminação administrativa, o mais sensato é cobrar ao Executivo discriminador o cumprimento das leis pertinentes.
Propor a divisão de um estado em razão de um fato resultante de possível discriminação administrativa, violentará toda uma tradição histórico- cultural, e toda uma memória social, especialmente para o caso em questão.
Em 1990, o deputado Jesualdo Cavalcanti Barros, natural de Corrente – PI, do Legislativo piauiense, sugere a divisão do estado do Piauí em dois, com a fundação do estado do Gurgueia, que compreenderia 87 municípios, dentre os quais Guadalupe, minha cidade natal. O Gurgueia é região pioneira da colonização do Piauí, localizado no Sul do estado. Os deputados Paes Landin e Júlio César de C. Lima, e o senador João Vicente Claudino são autores de proposta de plebiscito para a execução da idéia do ex-parlamentar Jesualdo, mas ainda não realizado.
Se há realmente boa intenção do autor e de seus pares, apoiadores dessa proposta, por que ao longo das gestões dos parlamentares referidos a realidade da região Sul do Estado não melhorou, quando bastaria o empenho sistemático deles, cobrando do governo estadual tratamento igualitário, em relação aquela região?
Propor dividir o estado, realizar plebiscito, montar o novo projeto administrativo, identificar os futuros gestores, e elegê-los, seria mais viável que exigir a atenção do governo para aquela região e o cumprimento da lei? Ademais, um dos apoiadores da proposta acima mencionado goza de reputação sabidamente questionável, por má gestão de verba pública. Reporto-me ao triste legado que o referido parlamentar deixou para Guadalupe, cidade com a elevada taxa de arrecadação tributária, oriunda da hidroelétrica de Boa Esperança. No entanto, após três décadas de gestão, entregou-a ao sucessor em quase estado de terra arrasada.
Prezado escritor conterrâneo, Jesualdo Cavalcanti, se realmente há boa intenção em resolver aquele problema, talvez preceda a tudo isto uma campanha sistematizada dos senhores para a moralização das gestões municipais. Quantos prefeitos da região Sul desviam em proveito próprio e do seu grupo de apoio os já minguados recursos de suas prefeituras? Será se combater o privilégio da imunização parlamentar (ficha suja) quanto aos crimes cometidos habitualmente não seria mais urgente que a sua proposta? A vergonhosa prática dos parlamentares de legislarem em causa própria, principalmente quanto aos já privilegiadíssimos salários, não seria mais urgente combater? Diante dos senhores há uma legião de piauienses na linha da miséria, sobrevivendo de um e até menos de um salário mínimo, com família numerosa e sem teto próprio, entregue, pois, à própria sorte. Se realmente há uma boa intenção na proposta, talvez preceda a ela o engajamento dos senhores numa séria campanha de combate ao cartel do elevado preço do combustível no Brasil, preço que diretamente eleva a inflação e causa o terrível sofrimento pela dor da saudade de tantos brasileiros privados de visitarem seus entes queridos em suas cidades de origem, devida ao preço abusivo das passagens. E são majoradas principalmente no período das férias tradicionais sem a tão necessária fiscalização do governo.
Se todos os prefeitos dos municípios da região Sul, representantes parlamentares e vereadores até agora foram impotentes para reverter o quadro em questão, que inovação extraordinária iria assegurar vida nova, com garantia de verba e administração decente ao futuro estado, quando sabemos da imagem tão desgastada, e de atuação desvirtuada, seja no Executivo ou Legislativo? É uma proposta que carece de um fato bem mais convincente, para justificar tamanha empreitada.
Alguns programas de menores amplitudes e urgentes serão bem mais úteis aos municípios daquela região, tais como: criação de cooperativas para produção alimentícia, a partir dos frutos sazonais, o que fixaria nossos conterrâneos em suas cidades de origem, garantindo-lhes a sobrevivência com dignidade; incremento de projetos turísticos, pois cada município detém pelo menos um atrativo turístico, potencialmente rentável; projeto Aluno Escritor, objetivando revelar talentos literários entre jovens alunos, despertando-lhes o interesse pela leitura e elevando-lhes a autoestima, uma vez que seus textos serão publicados em livros e divulgados em ambiente escolar e na comunidade de sua cidade. Aqui em Brasília, implantamos e executamos aquele projeto, com resultado altamente positivo. Instalar um programa similar à Mala do Livro, a exemplo do que funciona aqui em Brasília, objetivando levar o livro às residências da população com menor poder aquisitivo, a título de empréstimo, a fim de acessar-lhe o conhecimento e fortalecer sua cidadania, o que naturalmente contribuirá para melhorar a imagem de nosso estado pelo Brasil afora.
O momento exige mais mudança de mentalidade e mais compromisso dos deputados legisladores e executivos municipais que a fragmentação do estado, com o que perderia sua identidade, sedimentada por quatro longos séculos, com muita luta e derramamento de sangue.
É bom trazer para reflexão de todos nós o princípio que norteou a luta abnegada do Marechal Cândido Rondon pela pacificação, emancipação indígena e pela instalação das comunicações às regiões inóspitas do Brasil, especialmente a Amazônica: amor, por princípio, a ordem, por base e o progresso, por fim. E por máxima virtude, “viver para outrem”. À hora da morte, em 1958, segurando a mão do antropólogo, indigenista e educador Darcy Ribeiro, Cândido Rondon deixou-nos esta auspiciosa mensagem: Creio que, ao lado das forças egoístas, existem no coração do homem tesouros de amor que a vida em sociedade sublimará cada vez mais.
Creio (...) que a missão dos intelectuais é, sobretudo, o preparo das massas humanas desfavorecidas, para que se elevem, para que se possam incorporar à Sociedade.
Prezado conterrâneo Jesualdo, reconheço sua trajetória de cidadão progressista e homem público correto e de escritor competente, mas já fui violentado uma vez com a perda da minha cidade original, Guadalupe, engolida pela represa da Hidroelétrica de Boa Esperança. Não gostaria de sofrer outra, com a perda da denominação do meu estado, que nos viu nascer e nos acolheu, a nós guadalupenses.
Deixem quieto o nosso delicado estado. Ele não necessita ser fragmentado, mas, ao contrário, consolidado em sua una e inteireza concepção geográfica e geométrica. Salvo engano, ele é o 10° menor estado do Brasil em território. Dividi-lo só vai diminuí-lo, sob todos os aspectos.
Brasília, novembro de 2009.
Ronaldo Alves Mousinho - Escritor. E-mail: ronmousinho@yahoo.com.br

Friday, November 06, 2009

El quechua y el aymara en Perú


El quechua y el aymara en Perú
Ponente: Profa. Karen Patricia Laveriano Jiménez
Fecha: 6 de noviembre, viernes, de 14.30 a 17.00h
Participación: Asistencia gratuita.

El quechua y el aymara no tuvieron un solo punto de partida, sino que eran utilizados en distintas ciudades de los países andinos, con variaciones, pero no impedía la comunicación entre los diferentes grupos étnicos. Es así que el quechua y el aymara no pertenecían a un solo sector, sino que forman parte de toda una red de comunicaciones que abarca el Tahuantinsuyo.
En ese sentido, es importante conocer, estimar y respetar el bagaje cultural del hombre antiguo, su forma de vida, sus ritos y creencias, sus costumbres, y por supuesto su lengua. Recordar que sin esta herramienta, su lengua, el poblador de antaño no hubiese sido capaz de sobrevivir, ya que, observando la misma geografía del Perú, le era necesario intercambiar especias, textiles, o productos ganaderos, los cuales conseguía de otros pisos ecológicos. El idioma, por lo tanto, siempre ha sido el engranaje principal para la evolución del hombre en la sociedad.

Secretaria de Cursos
Instituto Cervantes de Brasilia
SEPS 707/907- Conj. D- DF
Tel.: 3242 0603
informabras@cervantes.es
www.brasilia.cervantes.es

Pintura en el camino-Bomoro/Benmayor/Pinto d´Aguiar

28ª Feira do Livro de Brasília


Programação Parcial
Solenidade de Abertura 20/11
Homenageado - Ziraldo
Patrôno - Reynaldo Jardim
Adirson Vasconcelos lançando o livro - Efemérides, As Grandes Datas de Brasília e JK
Grupo Teatral Esquadrão da Vida
Grupo de Percurssão Batalá

1° Dia 21/11
Atriz/ Violeira/ Palhaça e Escritora - Manuela Castelo Branco
Atriz/ Musicista e Acrobáta - Rosana Loren
Bonequeira - Zete Gomes
Grupo Pirilambpo Teatro de Bonecos
Grupo Ataque Beliz (Ganhador do Festival Rap Popular Brasileiro - RPB, pela CUFA do RJ)
Ator e Diretor - Plínio Mósca
Escritor - Gustavo Chauvet
Professor/ Escritor/ Ator e Poeta - Marco Antunes

2° DIA 22/11
Escritor - Chico Salles
Musical Infantil - Bia Bedran
Escritor - Carlos Marcelo
Músico - Paulo Kauim
Escritor - Patrick Selvatti
Editor do Correio Brasiliense - Zé Carlos
Músico - Chico César, lançando o livro - "Cantáteis" Elegias de Amozade

3° Dia 23/11
Contadora de História - Clara Rosa
Contadora de História - Maristela Papa
Músico e Escritor - Morais Moreira, lançando o livro A HIstória dos Novos Baianos e Outros Versos
Professora - Dinorá Couto
Atriz/ Escritora - Noeme Rocha

4° Dia 24/11
Contadora de História - Fabíola Rezende
Diretor/ Ator/ Dramaturgo - José Celso Martinez Corrêa

5° Dia 25/11
Escritor/ Cantor - James Misse
Grupo Tribo das Artes, lançando o livro 5 Anos de Tribo
Cantor - Rubi

http://www.camaradolivrodf.com.br/camara/feiradolivro2009.htm

Mais sobre a feira:
http://www.nosrevista.com.br/

Quinta Cultural do dia 12 de novembro terá vários lançamentos


Por Francisca Azevedo
27 de outubro de 2009

Músico Aloísio Brandão fará show acompanhado de Lucas Araújo (violão de sete cordas) e Felipe Costa (sax-soprano e sax-tenor).

Há mais de dez anos, o Açougue T-Bone promove atividades culturais gratuitas e sempre valorizando os escritores, músicos e diversos artistas da cidade. Só este ano foram 23 encontros culturais realizados. Na próxima edição do Quintas Culturais, agendado para 12 de novembro, teremos duas apresentações musicais, Aloísio Brandão, que fará show com músicas inéditas, e Luiz Carlos Vidal com lançamento do CD Tributo a Jessé. A noite terá também dois lançamentos literários: LEVIATÃ ELETRÔNICO de Marcello Cavalcanti Barra e ABECEDÁRIO de Paulo Siqueira. O evento começa às 20 horas e a entrada é de graça!

Apresentação musical:
Luiz Carlos fará homenagem a Jessé
Lançamento do CD Tributo a Jessé com Luiz Carlos Vidal
O CD reúne as principais músicas imortalizadas na voz do cantor Jessé Florentino dos Santos, cuja carreira teve início em Brasília. Músicas como Porto Solidão, Solidão de Amigos, Voa Liberdade e Estrela de Papel. O show tem a direção de Felipe Alves, músico de Brazlândia e contará com a participação de Cleofas Florentino dos Santos, irmão de Jessé.

Aloísio Brandão traz sua música vigorosa para o T-Bone
Música brasileira da melhor qualidade - instigante, complexa e sofisticada - é o mínimo que se pode dizer do trabalho do cantor, compositor e violonista Aloísio Brandão que estará acompanhado de Lucas Araújo (violão de sete cordas) e Felipe Costa (sax-soprano e sax-tenor).

O compositor levará ao palco do T-Bone um show com músicas inéditas. “Borboleta” e “Beduína” (parceria com Vicente Sá); “Pessoinha” e “Tempo do poeta” (com Lucina), “A poesia é um brinquedo” e “O Sobrevivente” (com Climério Ferreira) são algumas delas. E dão a idéia do quanto o trabalho de Aloísio Brandão é vigoroso e sinaliza para uma proposta estética definida.

Baiano da pequena Santana dos Brejos, dublê de jornalista e artista, Brandão criou-se sob a cultura dos alto-falantes, da qual colheu importantes elementos para a sua música. A ela, agregou as múltiplas interferências urbanas vindas de Brasília. Ressalte-se que os elementos mais definidores de sua criação estão mesmo em seu gosto pela experimentação.

Para a sua parceira, Luli (que fazia dupla com Lucina e é co-autora de sucessos, como “Bandolero”, “O Vira” e “Fala”, cantadas por Ney Matogrosso), “Aloísio Brandão compõe como quem tece uma colcha barroca, tantos são os detalhes e sutilezas que podem ser observados em seu trabalho”.

O show, no T-Bone, é uma boa oportunidade para quem não conhece, ainda, o trabalho deste compositor inquieto na busca de respostas sonoras e de uma poesia que brilhe. O compositor ressalta a excelência dos músicos que o acompanham. “Os talentosos instrumentistas Lucas Araújo (violão de sete cordas) e Felipe Costa (sax-soprano e sax-tenor) são a cara da moderna música brasiliense. Eles são de uma geração que não se satisfaz apenas com o dom que tem e, por isso, estuda muito e persegue a perfeição técnica conciliada com a vazão da emoção”, conclui Aloísio Brandão

Lançamentos literários:
LEVIATÃ ELETRÔNICO de Marcello Cavalcanti Barra
A obra traz histórias de lutas de grupos sociais para terem segurança na internet. Políticos, técnicos e banqueiros combateram professores, parlamentares, advogados, empresários e representantes da tecnologia da informação (TI). Ao final, os primeiros conquistaram a vitória e colocaram o Estado na internet, garantindo a vida digital.
O autor é especialista em políticas públicas e gestão governamental do Ipea. Formou-se administrador pela USP e mestre em sociologia pela UnB, com estudos na Columbia University. Mais informações no site http://www.marcellobarra.com.br/

ABECEDÁRIO - 3º livro de Paulo Siqueira (o segundo foi o “Lâmina” — LGE Editora), de contos; e o primeiro, “O Tao da Coisa” — Casa da Anta — de poesia), que desta vez assina o nome completo, Vicente de Paulo Siqueira, brinca com os conceitos, dialoga com a Bíblia, Guimarães Rosa, poesia concreta, Elza soares, Ezra Pound; traz o verso verso, a visualidade e até surpresas, quando se pensa que está tudo dito e feito.

Apresentação:
Mímico Miquéias Paz

Informações e contatos:
Aloísio Brandão aloisio.brandao@ig.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo (61)9171-5459

Marcelo Cavalcante (61) 9618-3422 (Mariana Resende)
Paulo Siqueira (61) 8177 -36 72 / 4101-36 77
Luiz Carlos Vidal (CD Tributo a Jessé) lvmaia2004@yahoo.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo (61) 8139-8113

Data: 12/11
Horário: 20 horas
Indicativa: livre
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA
Última Atualização ( 05 de novembro de 2009 )

Tuesday, November 03, 2009

POEMAÇÃO QUATRO


não deixe o 20 de novembro passar em branco
Sarau da Consciência Negra: Um Sarau Videoliteromusical

A Biblioteca Nacional abre suas portas para o quarto POEMAÇÃO privilegiando a poesia brasiliense, trazendo de volta o projeto de grande sucesso da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, em 2008.
Sob a coordenação dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio, o quarto Sarau Videoliteromusical será realizado no dia 3 de novembro de 2009 no auditório da BNB sito no 2º andar.
O Poemação 4 homenageia Solano Trindade (1908/1974), poeta ativista e homem de teatro. O Sarau Videoliteromusical 4 saúda os poetas afros brasileiros pela poesia afro brasiliense de Jarbas Junior (As Marcas do Chicote – ed. Thesaurus) e os poemas de Jorge Amâncio (NegrojorgeN - ed. Thesaurus) numa breve mostra de seus trabalhos literário.
O poeta Antonio Miranda num mini recital com poemas de Aimé Cesarie (1945/1993), poeta antilhano criador do movimento “negritude”, juntamente com o senegalês Leopold Sedar Senghor e o guaianês Leon-Gontran Damas.
A arte educadora Neide Rafael nos mostra a obra literária de Helena do Sul, Maria Helena Vargas de Oliveira, autora de vários livros e falecida em janeiro deste ano.
Capoeira, Saúde & Bem-Estar Social, ed. - Thesaurus, de André Luiz Teixeira Reis, PhD em Atividade Física e Saúde pela Universidade de Bristol – Inglaterra e uma roda de capoeira de angola com o mestre Valmir de Moraes (Valmir King) estarão presente no Sarau da Consciência Negra o Poemação 4.
A percussionista Nãnan Matos e o violonista Diogo Cerrado apresentam um repertório de sambas afro. O Hip-Hop em sua leitura musical, ritmo e poesia vêm representados por Diego Durtenn e o músico poeta Máximo Mansur nos mostra a sua poesia e o seu mais recente trabalho, o Cd - Em Construção - independente, pela ó nós brother.
O público apresenta a sua poesia em Poesia na Plateia.

LOCAL: Auditório da Biblioteca Nacional ( 2º Andar)
Data : 03 de Novembro de 2009
Horário: das 19h00min as 21h00min
Entrada Franca

Sarau da Consciência Negra
Um Sarau Videoliteromusical

PROGRAMAÇÃO
Abertura
Marcos Freitas e Jorge Amâncio
Homenagem a Solano Trindade
Antonio Miranda
Aimé Cesarie poemas
Nãnan Matos e Diogo Cerrado
música afro brasileira
Neide Rafael
homenagem Póstuma a Maria Helena Vargas de Oliveira – Helena do Sul
Jarbas Junior
As Marcas do Chicote - Poemas
Diego Durtenn
música Hip- Hop
Jorge Amâncio
NEGROJORGEN - Poemas
Máximo Mansur
música e Poesia
Poesia na Plateia
auditório
Valmir King
Capoeira de Angola

Friday, October 30, 2009

SELVAGENS EM BRASÍLIA... Festival FERROCK, em Brasilia, DF


Por Cleber Silva
“Em junho de 1986, jovens amantes do rock, não muito diferente dos jovens de hoje, decidiram que era hora de movimentar a cultura da Ceilândia através do som pesado e das mensagens sociais ainda mais fortes. Nascia ali o mais antigo festival de rock em atividade do país, o Ferrock - Festival Revolução e Rock”, diz a apresentação do festival.

Serão dois dias de shows de bandas do Nordeste, São Paulo e Centro-Oeste. Tudo “na faixa” pela promoção da cultura rocker na localidade. Bandas como Decomposed God [PE], Expose Your Hate [RN], Obskure [CE], Karne Krua [SE] e Ulo Selvagem [BA], entre outras, farão a Ceilândia tremer com suas sonoridades pesadas.

A banda baiana de Hardcore Crossover, Ulo Selvagem – uma das mais antigas ainda atuantes no cenário baiano, foi convidada a fazer parte do lineup do festival após exatos dez anos de sua primeira apresentação no mesmo. Para vocalista da Ulo, Sandra de Cássia, “é um reflexo imediato de um trabalho firmado com o passar dos tempos. Passamos muito tempo nos dedicando integralmente aos processos da ACCRBA [Associação Cultural Clube do Rock da Bahia] e não priorizamos a banda. Não há como não fazer um paralelo da banda com a associação, pois a banda, quando em circulação constante em shows e festivais pelo país, sempre levava o nome do festival Palco do Rock e dos trabalhos da associação. Lutamos pelo coletivo e essa luta deu frutos após conseguirmos o que tanto almejamos, que foi o retorno do festival às ruas após o seu corte, melhorias estruturais, e agora, após 11 anos de muita labuta, o retorno dos cachês. Assim, agora podemos dar prosseguimento à carreira da banda e tentar o lançamento de um EP para o ano que vem.”

Gabriel Amorim, um dos guitarristas da banda, ressalta que é mais uma vitória para o trabalho coletivo responsável: “Para nós, que também somos produtores, a responsabilidade de não usar os nossos contatos para favorecer única e exclusivamente a banda é fruto da ética que sempre pregamos e cobramos em outrem em nossos discursos e ações. Senão, poderíamos estar fazendo muitos mais shows nos últimos anos, que foram dedicados exclusivamente para a ACCRBA, o que tem causado uma cobrança tanto dos outros integrantes como dos fãs.”

O Ferrock será realizado nos dias 31/10 e 01/11, na Praça da Administração, na Ceilândia Sul, a partir das 15 horas. Serão 22 shows e o tema desse ano é a Paz, além da homenagem ao Nordeste brasileiro. Outros temas já foram abordados pelo festival, tais como: “Tóxicos, consciência nos relacionamentos (1987); Negro: liberdade, justiça e paz (1988); Nação indígena (1989)." Sugere-se, apesar da gratuidade da entrada, a doação de um quilo de alimento não-perecível.

Mais informações: www.festivalferrock.blogspot.com
SITE: www.accrba.com.br
PALCO DO ROCK: www.palcodorock.com.br
TWITTER: www.twitter.com/accrba
BLOG: www.accrba.blogspot.com
FOTOLOG: www.fotolog.com/accrba
TV ACCRBA: www.accrba.com.br/tvaccrba.htm
RÁDIO/PODCAST: www.accrba.com.br/radio.htm
ORKUT: www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5760159
MSN: accrba@hotmail.com

Poemação 4: Sarau da Consciência Negra, dia 3/11, 3ª feira

Wednesday, October 28, 2009

Lançamento do Nós da Poesia em São Paulo


Lançamento do Nós da Poesia em São Paulo nesse fim-de-semana durante festa de 4 anos do Instituto Imersão Latina.

Horário: 31 outubro 2009 de 16:00 a 20:00
Local: Espaço Cultural Antonio Adolpho / All Print Editora
Organizado por: Brenda Marques Pena
Descrição do evento:
A antologia poética organizada pelo Instituto Imersão Latina (IMEL) será lançada no próximo sábado, 31 de outubro em São Paulo, com recital de poesia e música no Espaço Cultural Antonio Adolpho, no Jardim Saúde.

“Começamos pelo Brasil e no próximo ano faremos uma edição com poetas de todos os países da América Latina. A cada livro publicado pelo IMEL traremos um destaque infantil “Criança não é Brinquedo”. O deste ano é Jéssica Araújo, que mostra aos 12 anos um futuro promissor como poetisa”, explica Brenda Marques, Presidente do Instit uto Imersão Latina.


O livro já está à venda no site da editora All Print. Parte do valor da venda da antologia e dos quadros de Neuza Ladeira, expostos no Cozinha de Minas serão revertidos ao Projeto Criança Não é Brinquedo, do Instituto Imersão Latina, que este ano adotou dois projetos do Morro dasPedras como beneficiários: o Projeto Reconstruir, onde sou voluntária dando aulas semanais de literatura na biblioteca comunitária e o Centro Cultural ECO das Pedras, onde damos suporte de comunicação trabalhamos na captação de recursos para um projeto de dança e de inclusão digital com crianças e adolescentes de famílias de baixa renda.

Nós da Poesia foi lançado na Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro no dia 11 de setembro com um ato poético pela paz, em um memorial às vítimas do golpe militar de 1973 no Chile e aos atentados de 2001 nos Estados Unidos. Esse volume reúne mais de 30 autores e duas homenagens: à poetisa e contista goiana Cora Coralina, no aniversário dos seus 120 anos e ao poeta e radialista mineiro Vicente Lima. A publicação foi lançada também em Belo Horizonte, dia 18 de outubro e deve passar ainda por Brasília, em dezembro, Aracaju e Montevideo, Uruguai, no próximo ano. Aidéia é fazer uma festa poética em cada cidade dos autores
participantes.

Autores da antologia: Angela Togeiro, Aníbal Albuquerque, Avelin Rosana, Bilá Bernardes, Brenda Mars, Carmem
Cristal, Cláudio Márcio, Clevane Pessoa, Dimythryus, Filipe Marks, Graça Campos, Helenice Rocha, Iara Abreu, Jéssica Araújo, Karina Campos, Lívia Tucci, Lucas Guimaraens, Luciana Campos, Luciana Tannus, Luiz Lyrio, Marco Llobus, Maria Moreira, Marta Reis, Nina Reis, Neuza Ladeira, Regina Mello, Rosângela Ferris, Silvia Motta, Soninha Porto, Tânia Diniz, Rosa Pimentel, Roberto Bianchi, Terezinha Romão, Vagnér Santo e Vicente Ferrer.

Informações para imprensa (31) 88119469/ (31) 87883820
Brenda Marques Pena, Presidente do IMEL
www.imersaolatina.blogspot.com

Tuesday, October 27, 2009

Alfonsina y el Mar

Show em homenagem a Mercedes Sosa


Repertório:
1. Si se calla el cantor
2. Canción y Huayno
3. Los Hermanos
4. Gracias a la vida
5. La Maza
6. Las Estatuas
7. Alfonsina y el Mar
8. Ay este Azul
9. Unicornio
10. Como la Cigarra
11. Serenata para la Tierra de Uno
12. Sólo le Pido a Diós
13. Volver a los 17
14. Duerme Negrito
15. Vengo a Ofrecer mi Corazón
16. Sueño com Serpientes
17. Años
18. Todo Cambia
19. Maria, Maria
20. Canción com Todos

Friday, October 16, 2009

Duplo tributo à Cecília Meireles na Biblioteca Nacional de Brasília


Tema do mês no projeto Tributo ao Poeta, a poesia de Cecília Meireles estará no palco da Biblioteca Nacional de Brasília, na próxima 4ª feira, 21, com direito a dois espetáculos concebidos e dirigidos por Sylvia Cyntrão, poeta e professora da Universidade de Brasília. O primeiro compõe-se de uma palestra dela sobre a obra de Cecília e recital com participação da poeta Deliane Leite; em seguida, o grupo VivoVerso (UnB) apresenta o espetáculo Fale-me de Amor!, em diálogo temático da poética de Cecília com a poesia de Affonso Romano de Sant’Anna; por fim, será lançado o livro Poesia: O Lugar do Contemporâneo, organizado pela professora. Aberto ao público, o Tributo à Cecília Meireles começa às 19h, com 40 minutos dedicados à aula recital e 16 minutos ao espetáculo seguinte.

Durante a aula-recital, Sylvia Cyntrão contará com a parceria de Deliane Leite, integrante do VivoVerso, grupo formado por alunos de graduação e pós-graduação e também por ex-alunos da UnB. Para o espetáculo seguinte, todo o elenco do VivoVerso estará no palco da Biblioteca. Sylvia explica que o encerramento do Tributo com mais este recital é uma homenagem “à inspiradora e mestra de todos os poetas da geração posterior, como Affonso Romano de Sant’Anna”, autor dos versos do espetáculo em questão.

SHOW, LIVRO E CD - A presença do VivoVerso no Tributo à Cecília Meireles cumpre mais um duplo ritual: o de homenagem à sua poética por meio da interação com o tema de Fale-me de Amor, e o de ilustrar ao vivo para o público o conteúdo do CD do Grupo, que encarta o livro Poesia: O Lugar do Contemporâneo, a ser lançado durante o coquetel de encerramento do evento.

Sylvia Cyntrão foi parceira da Biblioteca Nacional de Brasília para a organização, na Universidade de Brasília, do Simpósio de Crítica de Poesia, que fez parte da programação da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), empreitada comandada pelo diretor da BNB, Antonio Miranda, em setembro do ano passado. Após o Simpósio, ela reuniu e organizou a edição dos ensaios apresentados no Anfiteatro 9 da UnB, por 30 intelectuais brasileiros e estrangeiros convidados, como Antonio Carlos Secchin (RJ), Antonio Pietroforte (SP), Eduardo Garcia (Espanha), Soledad Bianchi (Chile), Daniel Chirom (Argentina), Zélia Bora (PB) e Anderson Braga Horta (DF).

Os textos abordam o diálogo da poesia contemporânea com as artes visuais, a canção, o ensino, o gênero, a imprensa, a memória, as mídias, o teatro, as tipologias do discurso e a tradução, e compõem o testemunho da participação acadêmica no programa da I BIP.

UM POUCO DA POETA-MOR BRASILEIRA
Cecília Meireles (07.11.01 – 09.11.64) mostrou talento e aplicação desde a infância. Escreveu aos oito anos seu primeiro poema, e recebeu de Olavo Bilac medalha de ouro pelo curso primário feito com "distinção e louvor". Após publicar com 18 anos o primeiro livro, Espectro, não demoraria a se tornar um dos nomes-símbolo da poesia moderna brasileira, recebendo ao longo de duas décadas, uma série de prêmios literários. Entre eles, recebeu um Jabuti de Tradução de Obra Literária, uma vez que foi também exímia tradutora de peças teatrais de Lorca, Rilke e Virgínia Wolf, entre outros dramaturgos. Sua poesia está traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindu e urdu, e foi musicada por Camargo Guarnieri, Lamartine Babo, Bacharat e Fagner, para citar alguns. De 1923 até 2007, sua obra compreende cerca de 50 títulos. (Angélica Torres)

TRIBUTO À POETISA CECÍLIA MEIRELES – Com Sylvia Cyntrão, participação de Deliane Leite, intervenção do Grupo VivoVerso e lançamento de Poesia: o lugar do contemporâneo. Dia 21.10.09, às 19h, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília. Entrada Franca. Apoio: Fundo de Arte e Cultura/ Secretaria de Cultura/DF.

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3325-6257 Ramais 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br
http://www.bipbrasilia.unb.br

Friday, October 09, 2009

Poemação 3 homenageia o poeta Paulo Tovar na BNB


O 3º Sarau Videoliteromusical, organizado pelos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília, será realizado no próximo dia 14, 4ª feira, com a participação dos poetas Ariosto Teixeira, Gustavo Dourado, Maria Félix, Gustavo Fonteneli Dourado, José Edson dos Santos e Reginaldo Gontijo. O evento vai homenagear Paulo Tovar Hummel, poeta e letrista da banda Liga Tripa, falecido em 14 de setembro em Catalão (GO), e terá também a presença do poeta Fernando Dusi e do ator Adeilton Lima na leitura dos poemas de seu novo livro Lições de Taxidermia (Ateliê Editorial), a ser lançado durante o evento.

Infininho é o título de um conjunto de jogos poéticos em forma de videogame que Reginaldo Gontijo vai mostrar no palco. Gustavo Dourado, Maria Felix e Gustavo Fontele Dourado vão apresentar uma poesia em família, cada um com seu estilo próprio. José Edson subirá ao palco junto com Liminha (no violão) e Fernando (na clarineta), e Chico Nogueira e o grupo Mambembrincante farão também um recital híbrido de poesia e música, no quadro Poesia na Platéia.

POEMAÇÃO 3 - Um Sarau Videoliteromusical – No dia 14.10, às 19h, em homenagem a Paulo Tovar, com Ariosto Teixeira (poesia), Reginaldo Gontijo (videopoesia), Maria Felix, Gustavo Dourado e Gustavo Fontele Dourado (poesia), Zé Edson, Liminha e Fernando (poesia e música), Chico Nogueira e o grupo Mambembrincante (Poesia na Platéia). Adeilton Lima recita Fernando Dusi, que lança Lições de Taxidermia. No 2º andar da BNB. Entrada franca.
Foto: Divulgação.

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
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Thursday, October 08, 2009

A Lecture by Joyce Cavalccante


UNIVERSITY OF MIAMI
COLLEGE OF ARTS AND SCIENCES

THE DEPARTMENT OF MODERN LANGUAGES AND LITERATURES
& THE PROGRAM IN WOMEN'S AND GENDER STUDIES
HAVE THE PLEASURE OF INVITING YOU TO

A LECTURE BY JOYCE CAVALCCANTE
A história da literatura feminina no Brasil
La historia de la literatura femenina en el Brasil
The History of Brazilian Women Writers

MONDAY, OCTOBER 19, 2009, 4:00 P.M.
MODERN LANGUAGES AND LITERATURES CONFERENCE ROOM
Merrick Building Room 210-01)

Author of six novels and numerous short stories and articles that today appear in eight anthologies, Joyce Cavalccante is the Founder and President of REBRA, Rede de Escritoras Brasileiras (Network of Brazilian Women Writers) and Director of RELAT--Red de Escritoras Latinoamericanas, associations devoted to the dissemination of women writers worldwide. Born in Fortaleza, Ceará, Joyce Cavlaccante currently resides in São Paulo, Brazil. Her works have been translated to English, Swedish, French, Italian, Spanish, and Dutch. She is the recipient of numerous literary awards, including the Prize of the Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) for best novel in 1993 for her piece Inimigas ĺntimas (Intimate Enemies). In 2002, Joyce Cavalccante won the Radio France Internationale Prize for her short story "Neguinha" ("Little Black Girl"). In 2007, Ms. Cavalccante was honored with the Academie de Arts, Sciences et Lettres, conferred in Paris. Much of her work is considered "erotic" in nature, notably O discurso da mulher absurda (The Discourse of the Absurd Woman, Global Editora, 1985) and she has devoted her corpus to portrayals of the resigned lives of women in a patriarchal, machista society, socialized to pray, marry and die.
Joyce Cavalccante is currently engaged in completing a saga of the retirante nordestino (Brazilian immigrant from the Northeast), historically framed between 1954 and 2004, a trilogy consisting of the already published Inimigas ĺntimas (Editora Maltese, 1993) and O cão chupando manga (Editora Bertrand Brasil, 2001), literally, "The Mango-Sucking Dog," a figurative expression used in Northeastern Brazilian slang for one who is physically very ugly. The third and final edition of the trilogy will appear soon and is entitled Deus é brasileiro mas mora em Miami (God is Brazilian but lives in Miami).
Ms. Cavalccante has lectured in various North American and European institutions, including, in the United States, at the University of Arizona, University of Massachusetts-Amherst, and the University of New Mexico. In France and Italy, she has delivered talks on the topic of Brazilian women writers at the Université de Paris III-Sorbonne, Université de Paris IV- Sorbonne, Université de Provence, Université D'Aix-Marseille, the Université de Bordeaux, and the Università di Bologna.


THIS EVENT IS ORGANIZED WITH THE SUPPORT OF THE MODERN LANGUAGES AND LITERATURES DEPARTMENT AND THE PROGRAM IN WOMEN'S AND GENDER STUDIES IN THE
COLLEGE OF ARTS & SCIENCES AT THE UNIVERSITY OF MIAMI

Tuesday, October 06, 2009

Teresa Lopes no Açougue Cultural T-Bone


Show da cantora Teresa Lopes
Por Francisca Azevedo
29 de setembro de 2009

Após a 25ª Noite Cultural T-Bone com a participação do cantor e compositor Antonio Nóbrega e da banda brasiliense Brazilian Blues Band, no último 10 de setembro, o Projeto Quintas Culturais retorna às atividades no próximo dia 08 de outubro com show da cantora Teresa Lopes e lançamentos literários: O Filho da Revolução, do escritor Carlos Marcelo, e ABC de Vladimir Carvalho, do poeta e escritor Gustavo Dourado e O Destino de Um Certo Frank Zappa e Outros Contos, do escritor brasiliense Lourenço Dutra. O evento começa às 20 horas e a entrada é gratuita.

Apresentação musical:
Brasiliense e de família artística, Teresa Lopes herdou do pai o talento e o excelente timbre de voz aliado ao conhecimento por notáveis intérpretes e compositores brasileiros. Intérprete do samba, tem como raiz o samba cadenciado. Essa é a sua origem! Seu tom de voz é vibrante não só para o samba, mas para outros segmentos da MPB e Bossa Nova. A fluência nas línguas inglesa e francesa, favorece ao belíssimo repertório internacional, que vai do jazz, passando pelo blues, até os grandes intérpretes da música espanhola, francesa, italiana e de alguns dialetos africanos.

Atualmente faz apresentações em diversas casas brasilienses, teatros e espaços culturais, entre os quais destacamos: Clube do Choro, Seresta da Turma do Gambá, Espaço Kituarte, Hotel Nacional, Lounge I Maestri, Villa Tévere, Oca da Tribo, Armazém do Ferreira, Feitiço Mineiro (Projeto Gente do Samba) com o grupo Samba Choro, Café Cancun com o grupo Coisa Nossa, Arena Futebol Clube, Barracão do Samba no Clube da Imprensa, Terraço Shopping e Teatro SESC Garagem. Participou da 23ª Noite Cultural T-Bone abrindo o show do cantor Alceu Valença (set/2008). Foi selecionada no Projeto Bibliomúsica da Biblioteca Demonstrativa de Brasília (set/2008) no show “Passeio Musical”. Em 2009, foi selecionada para disputar o samba-enredo da Escola de Samba Beija-Flor, para o carnaval de 2010, onde o enredo: Brasília 50 anos “Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília do sonho à realidade, a capital da esperança", em Nilópolis/RJ.

Participou de apresentações com diversos artistas, dentre eles: Arlindo Cruz, Tia Surica, Noca da Portela, Tantinho da Mangueira, Toninho Geraes, Grupo Toque de Prima, Daniel Júnior, Leonel Laterza, Ângela Regina, Célia Rabelo, Cássia Portugal, Sérgio Magalhães, Wilson Bebel, Makley Mattos, Salomão di Pádua, entre outros. Integra o projeto “Nós Negras” com cantoras de Brasília (Cris Pereira, Dhy Ribeiro, Kiki Oliveira, Kris Maciel e Renata Jambeiro), onde fazem uma homenagem as divas do samba de raiz.

Lançamentos literários:

RENATO RUSSO – O FILHO DA REVOLUÇÃO
Nascido em João Pessoa (PB), em 1970, o jornalista Carlos Marcelo vive em Brasília desde 1985. Hoje, é editor-executivo do Correio Braziliense. No mesmo jornal, já foi repórter de música e editor do suplemento juvenil X-Tudo e do caderno de cultura. Renato Russo – O filho da revolução, é uma mistura de biografia e livro-reportagem que, em mais de 400 páginas, após uma pesquisa exaustiva de mais de 8 anos, examina a história e a formação de um dos maiores ícones do rock brasileiro.

ABC DE VLADIMIR CARVALHO
Escrito pelo poeta, ensaísta, pesquisador e cordelista Gustavo Dourado baiano radicado há mais de 30 anos em Brasília lança seu ABC de Vladimir Carvalho, escrito em forma de cordel. Editora: Edições Cinememória.

O DESTINO DE UM CERTO FRANK ZAPPA E OUTROS CONTOS
Nas treze narrativas que integram, sua quarta obra, Lourenço Dutra tematiza a dura realidade contemporânea. São contos pungentes, de elevada carga dramática, que não nos deixam indiferentes nem imunes a todas as formas de violência. Editora Artepaubrasil. O escritor brasiliense Lourenço Dutra é graduado em História e Jornalismo.

Apresentação:
Mímico Miquéias Paz
Indicativa: Livre
Informações e contatos:
Teresa Lopes: 8454-3631 / 3315-3234
Renato Russo – O filho da revolução Carlos Marcelo
Telefones 3214 1116/3214 1110/3214 1119

ABC de Vladimir Carvalho
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br
61-34562049

Lourenço Dutra 61-911-82-966 / 3485-0702 ldutrajr@terra.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

Data: 08/10
Horário: 20 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA
Última Atualização ( 29 de setembro de 2009 )

Lançamento do livro QUASE PISEI, de Roberto Klotz


O evento:
Lançamento do livro QUASE PISEI, de Roberto Klotz.
Gênero: crônicas bem humoradas
Data: 6 de outubro de 2009, a partir das 18h
Local: Carpe Diem da 104 Sul


O autor:
Roberto Klotz é um cara que se reinventou: dormiu engenheiro e acordou escritor.
A partir daí, partiu para construir essa nova história, essa persona, com a mesma obstinação e humor com que construiu, antes, casas, prédios, lugares.
A diferença é que ao invés de ferro, cimento e brita, começou a usar palavras.
O resultado desse processo de aprendizado e feitura de um novo mundo está traduzido em livros: Pepino e Farofa, lançado em março deste ano, e Quase pisei, cujo lançamento será no próximo dia6/10, às 18h, no Carpe Diem

Os dois livros são crônicas deliciosas e divertidas que retratam as aventuras, desventuras e observações do autor, a partir de uma ótica cuja tônica principal é o humor, resultando em imagens com as quais o leitor se identifica facilmente.

Para saber mais sobre o autor: http://robertoklotz.blogspot.com/

Friday, October 02, 2009

II Conferência Distrital de Cultura


Um novo modo de fazer cultura! Este é o objetivo da II Conferência Distrital de Cultura que acontece nos dias 17 e 18 de outubro no Museu Nacional de Brasília. O encontro será realizado pela Secretaria de Cultura do DF, Ministério da Cultura, Fórum de Cultura do DF e Entorno, UnB e Funarte. Além de uma reunião entre artistas, comunidade e Estado, a Conferência tem como objetivo propor diretrizes para a construção de um Plano Distrital de Cultura e de um Sistema Distrital de Cultura.

Para debater o que será tratado no encontro, o DF foi dividido em seis macro-regiões, nas quais tem realizado pré-conferências no intuito de pautar as necessidades de cada local. No próximo sábado (3) a Pré-conferência acontecerá na Administração de Ceilândia, a partir das 13 horas.

Fazem parte da macro-região as seguintes cidades: Taguatinga, Ceilândia, Brazlândia, SCIA, Águas Claras e Vicente Pires.

A II Conferência Distrital será dividida nos seguintes Eixos Temáticos:

I. Gestão Pública da Cultura;
II. Cultura: Direito e Cidadania;
III. Economia da Cultura;
IV. Patrimônio Cultural e Imaterial;
V. Comunicação e Cultura.

No DF também serão abordados os seguintes eixos temáticos:
VI. Cultura e Diversidades: étnica, de gênero, racial, orientação sexual e religiosa;
VII: Cultura e Educação.

As Comissões Organizadoras das Conferências Inter-regionais podem propor outros Eixos Temáticos que abordem a realidade local.

Entre as competências das Comissões Organizadoras das Conferências Inter-regionais estão:

· elaborar o Regimento Inter-regional com base no Regimento da Conferência Distrital,

· coordenar o processo de realização da conferência em cada macro-região,

· sistematizar as informações colhidas e encaminhar à Comissão Organizadora Distrital.

Brasília é o único sítio contemporâneo tombado como Patrimônio Cultural da Humanidade. Preservar sua história e cuidar para que seu futuro e sua cultura sejam resguardados é um dever de todos. As Conferências Distritais são um dos caminhos para garantir que os novos rumos sejam tomados em conformidade com quem, de fato, produz a cultura na capital: seu povo. Mais informações acesse: conferenciadistritaldf.ning.com, ou blogs.cultura.gov.br/CNC. Você também pode enviar sua pergunta para, scdfassessoria@gmail.com

Próximos encontros:

Ceilândia
Auditório da Administração Regional
A partir das 13 h.

Santa Maria
Galpão Cultural, ao lado da Administração Regional
A partir das 18 h

Brasília
Sala Martins do Teatro Nacional
A partir das 14 h

Paranoá
Quadra coberta ao lado da Administração Regional (Área Eepecial 01)
A partir das 18h

Fonte: http://www.sc.df.gov.br/exibe_materia.php?id=724
Mais informações: http://www.conferenciadistritaldf.ning.com
blogs.cultura.gov.br/CNC

Thursday, October 01, 2009

Cineclube Cultura - Filmes Italianos


Cineclube Cultura - outubro/2009
O CINEMA DE VALERIO ZURLINI

Com uma carreira de mais de trinta anos dedicados ao cinema e apenas oito longas-metragens realizados, o falecido cineasta italiano Valerio Zurlini (1926-1982) vem sendo redescoberto em inúmeras retrospectivas pelo mundo afora. Neste mês, chegou a vez de o público do Cineclube Cultura conhecer algumas de suas obras-primas. Para o diretor de cinema Carlos Reichenbach, ”Não é exagero dizer que Zurlini foi o cineasta que melhor soube filmar os sentimentos mais triviais (nobres ou aviltantes) do homem moderno e cuja obra é uma perfeita simbiose do essencial do cinema da Península: a crise dos sentimentos e as dificuldades de comunicação da sociedade burguesa no cinema de Antonioni, o rigor e o humanismo de Visconti, a angústia e o ascetismo cristão de Rosselini e a convicção marxista e a ênfase poética de Pasolini.”
Dia 03 - sábado
Verão violento
(L`Estate violenta, Itália, 1959)
Direção de Valerio Zurlini
Com Eleonora Rossi Drago, Jean-Louis Trintignant, Jacqueline Sassard, Cathia Caro.
Em 1943, em plena Segunda Guerra Mundial, alguns jovens italianos, ricos e desocupados, gastam seus dias à beira do mar, animados por romances passageiros e inconseqüentes. Burgueses e urbanos, eles pouco se preocupam com os rumos que a política fascista de Benito Mussolini impõe ao país. O filme se passa em Rimini, um dos cenários preferidos de Zurlini.P/b, 100 min.
Dia 04 – domingo
A moça com a valise
(La ragazza con la valigia, Itália, 1960)
Direção de Valerio Zurlini
Com Claudia Cardinale, jaques Perrin , Luciana Angiolillo, Corrado Pani, Gian Maria Volontè.
Marcello Mainardi é um galanteador incurável. Um dia conhece Aida e a conquista com falsas promessas. Depois de seduzi-la, tenta se livrar dela. Marca um novo encontro, mas não comparece. Ela não aceita ser abandonada e procura Marcello, que pede então ao seu irmão mais novo, Lorenzo, para substituí-lo. Ele aceita ajudar Marcello, mas de seu encontro com Aida acaba nascendo uma forte amizade. Entretanto, como Lorenzo é muito jovem ainda, sua família insiste para que a garota deixe os irmãos em paz e saia da cidade. Desiludida, Aida vai para Rimini, mas Lorenzo não aceita a separação e vai ao seu encontro. P/b, 111 min.
Dia 16 – sexta-feira
Mulheres no front
(Le soldatesse, Itália, 1965)
Direção de Valerio Zurlini
Com Anna Karina, Marie Laforêt, Lea Massari, Valeria Moriconi, Milena Dravic, Mario Adorf.
Esta obra-prima de Zurlini, narra a história de um grupo de prostitutas “convocadas” para trabalhar em prostíbulos militares italianos durante a Segunda Guerra, com o objetivo de animarem seus soldados. A trama, no entanto, se desenvolve a partir do relacionamento das garotas com os três militares que as conduzem na longa viagem que empreendem em direção à base militar, localizada em uma região montanhosa da Grécia. P/b, 114 min.
Dia 24 – sábado
A primeira noite de tranquilidade
(La prima notte di quiete, Itália, França, 1972)
Direção de Valerio Zurlini
Com Alain Delon, Giancarlo Giannini, Lea Massari, Sonia Petrovna, Alida Valli.
O protagonista Daniele (Alain Delon) é um angustiado professor de literatura que se envolve afetivamente com uma de suas alunas (Sonia Petrovna). Trata-se de um personagem à deriva. Ateu e alcóolatra, Daniele logo se apaixona, mas acaba descobrindo que ela está envolvida em um esquema de pornografia e prostituição. O fato acentua ainda mais o desespero existencialista do protagonista, que se atormenta com a falta de perspectivas em sua vida. Cor, 105 min.
Dia 25 – domingo
O deserto dos Tártaros
(Il deserto dei Tartari, Itália, 1976)
Direção de Valerio Zurlini
Com Vittorio Gassman, Giuliano Gemma, Philippe Noiret, Jacques Perrin, Francisco Rabal, Fernando Rey, Max von Sydow.
No meio do deserto, abrigado em um forte, um grupo de soldados espera por um inimigo que nunca chega. Dias e anos passam despercebidamente, sem que absolutamente nada aconteça. No posto de sentinela, um soldado (Jacques Perrin) observa a linha do horizonte. Aquele forte representa uma prisão espiritual da qual ele quer se livrar, onde se sente asfixiado pela paisagem e pelos rituais impostos pela hierarquia. Este é o último filme de Zurlini e foi adaptado do romance homônimo de Dino Buzzati. Cor, 140 min.

Horário: 20 horas
Local: Oficina Cultural de Uberlândia - Sala Roberto Rezende
Pça. Clarimundo Carneiro, 204 - Bairro Fundinho
Entrada Franca

Blog da Oficina Cultural: http://www.oficina-cultural.blogspot.com/