Thursday, April 17, 2014

Márcio Bomfim e banda no Aniversário de Brasília

Publicado em: 17/04/2014 pela equipe do Brasília Web
Márcio Bomfim - Aniversário de Brasília

Tocando o melhor da MPB, Márcio Bomfim e Banda se apresentação neste sábado na Torre de TV pela programação do Aniversário de Brasília no Palco MPB e Samba
   

Local: Torre de TV
Data: 19/04/2014

Marcio Bomfim é uma presença constante no cenário artístico de Brasília desde os anos 90. Ele já atuou como compositor e intérprete nos principais palcos e projetos de Brasília, outras cidades do Brasil e se apresentou em festival no México com o espetáculo Somos una Misma Historia.
Compôs trilhas para teatro como Dias Felizes e Bela Ciao de Mangueira Diniz, Moby Dick de Humberto Pedrancini, o Boi Amalarelim de Murilo Eckhardt e chegou a receber o prêmio de melhor trilha pelo trabalho em A História do Balão Vermelho do grupo Celeiro das Antas.
Marcio foi contemplado com o Prêmio Renato Russo de 1997 com a canção Todos os Tempos. Participou também dos projetos Temporadas Populares (1998) e Classe Arte (1998) e Arte Por Toda a Parte (1999) e Arte na Quadra (1999), promovidos pelo Governo do Distrito Federal.
Em 2000 foi escolhido como cantor destaque do ano pelo Correio Braziliense.
Foi o responsável pelo toque cultural de inúmeras Sessões Solenes da Câmara Legislativa, incluindo a concessão do Título de Cidadão Honorário de Brasília ao ex-presidente Lula, Carlos Mariguela, Jorge Amado, desvelamento do busto de Salvador Allende, dia Internacional da Mulher (2000 e 2001), entre outros.
A partir dos anos 2000, Marcio se concentra em duas frentes principais no trabalho de intérprete, a parceria com Rodrigo Vivar e Jorge Macarrão, com quem forma o trio Nosotros del Mundo, voltado para a música latino-americana e um trabalho com banda que lhe deu oportunidade de desenvolver seus poderes vocais e aprimorar as técnicas de guitarrista de rock.
Nos últimos anos vem apresentando seu trabalho de pop-rock em lugares como o Gabrielas Bar (Guará), Nosso Mar (Asa Norte), Feitiço Mineiro, Bar Devassa (Águas Claras), Bar do Ferreira e é presença constante no Restaurante chileno de seu amigo Rodrigo Vivar.
Como parte dos eventos em comemoração ao 53º Aniversário de Brasília em 2013, Marcio esteve ao lado do ator Adeilton Lima do Sarau Plural – Semana de Poesia na Rodoviária.
Sempre muito bem acompanhado por Luis Henrique no baixo e Denis Torre na bateria, Marcio desfia sua técnica de guitarrista competente e vocalista privilegiado num repertório eclético que passeia pelas décadas de 1970 a 1990, com ênfase nos anos 80. Beatles, Pink Floyd, Stepenwolf, Led Zeppelin, além dos brasileiros, Paralamas, Titãs e Lulu Santos, entre outros, são apresentados, ora em versões fiéis aos originais, ora em releituras muito pessoais e cheias de energia.

Márcio Bomfim e Banda
19/04/2014 às 15:00 horas
Torre de TV
Foto: Luiz Carlos Gomes - Brasília Web

SERVIÇOS

Local: Torre de TV
Endereço: -
Telefone do Local:
Data: 19/04/2014
Ponto(s) de Venda(s):
Entrada Franca
Valor dos Ingressos:
Entrada Franca

http://www.brasiliaweb.com.br/integra.asp?id=38432&canal=14&s=83&ss=0


OMM alerta para possível elevação “dramática” das temperaturas neste ano devido à combinação El Niño e aquecimento global



17/4/2014 - 11h39

OMM alerta para possível elevação “dramática” das temperaturas neste ano devido à combinação El Niño e aquecimento global


por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil


Em seu mais recente boletim, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) destacou que há sinais de que teremos a formação do fenômeno conhecido como El Niño em 2014, e que isso poderá resultar em altas temperaturas em todo o planeta, agravando os efeitos do aquecimento global.
“O El Niño possui um importante efeito de aquecimento nas temperaturas globais, como vimos durante o forte El Niño de 1998. Porém, somente dois dos últimos 15 anos apresentaram o fenômeno, e mesmo assim foram mais quentes do que a média. Assim, a combinação entre o aquecimento natural do El Niño com o aquecimento provocado pelos gases do efeito estufa resultantes das atividades humanas podem causar uma alta dramática nas temperaturas globais”, explicou Michel Jarraud, secretário-geral da OMM.



Segundo a entidade, a maioria dos modelos indica o desenvolvimento de um El Niño em meados de 2014, apesar de ainda ser muito cedo para confirmar a força do evento.

“Para junho e agosto, cerca de dois terços dos modelos predizem que as condições para o El Niño serão atingidas. Uma quantidade menor de modelos indica que isso pode acontecer ainda antes, em maio. Nenhum modelo prevê a ocorrência da La Niña em 2014”, afirma o boletim.

O El Niño é o aquecimento acima da média da temperatura da superfície do Oceano Pacífico na região equatorial, enquanto o La Niña é o resfriamento. Os dois fenômenos formam o chamado ciclo ENSO.

Para o Brasil, além da elevação das temperaturas, as consequências comuns do El Niño costumam ser a seca no Norte e o excesso de umidade no Sul.

A expressão El Niño é derivada do espanhol, e refere-se à presença de águas quentes na costa norte do Peru que costuma ocorrer na época de Natal. Os pescadores da região chamaram esse fenômeno de ‘Corriente de El Niño’ em referência ao Niño Jesus ou Menino Jesus.

* Publicado originalmente no site CarbonoBrasil.
(CarbonoBrasil) 



Press Release No. 990

For use of the information media
Not an official record
WMO Update Indicates Possible onset of El Nino Around Middle of Year
Geneva, 15 April 2014 (WMO) - Sub-surface water temperatures in the tropical Pacific have warmed to levels similar to the onset of an El Nino event, and climate models surveyed by WMO experts predict a steady warming of the tropical Pacific during the months ahead, according to the latest Update from the World Meteorological Organization. A majority of models indicate that an El Niño may develop around the middle of the year, but it is still too early to assess the strength of any such event.
El Niño is characterized by unusually warm ocean surface temperatures in the central and eastern tropical Pacific. It has a significant impact on climate in many parts of the world and has a warming influence on global temperatures. It is the opposite of the La Niña phenomenon, which is associated with cooling.
Since the second quarter of 2012, El Niño-Southern Oscillation (ENSO) indicators (e.g., tropical Pacific sea surface temperatures, sea level pressure, cloudiness and trade winds) have generally remained at neutral levels. This is expected to continue into the earlier part of the second quarter of 2014, according to the WMO Update.
However, since February there have been two strong westerly wind events, and a general weakening of the trade winds in the tropical Pacific. This has led to a significant warming of the waters below the surface of the central Pacific, which historically has been one of the precursors to El Niño development. While there is no guarantee this situation will lead to an El Niño event, the longer the trade winds remain weakened, and subsurface temperatures stay significantly warmer than average, the higher the likelihood of the emergence of an El Niño.
“Model forecasts indicate a fairly large potential for an El Niño, most likely by the end of the second quarter of 2014,” said the Update, which is compiled from inputs from climate experts and prediction models around the world. “For the June to August period, approximately two-thirds of the models surveyed predict that El Niño thresholds will be reached, while the remaining models predict a continuation of neutral conditions. A few models predict an earlier El Niño onset, such as in May. No model suggests a La Niña in 2014.”
However, the strength of the possible El Niño cannot be reliably estimated at the current time.
“El Niño and La Niña are major drivers of the natural variability of our climate. If an El Niño event develops – and it is still too early to be certain – it will influence temperatures and precipitation and contribute to droughts or heavy rainfall in different regions of the world,” said WMO Secretary-General Michel Jarraud. “The major advances in our forecasting capabilities mean that we will be better prepared to manage the impact of these events especially if extreme on agriculture, water, health and many other climate-sensitive socio-economic sectors.”
“El Niño has an important warming effect on global average temperatures, as we saw during the strong El Niño in 1998” said Mr Jarraud. “Only two out of the past 15 years were categorized as El Niño years, and yet all were warmer than average. “The combination of natural warming from any El Niño event and human-induced warming from greenhouse gases has the potential to cause dramatic rise in global mean temperature,” he said.
It is important to stress that no two El Niño events are the same, and that other drivers also influence climate patterns. At the regional level, seasonal outlooks are needed to assess the relative impacts of both the ElNiño/La Niña state and other locally relevant climate drivers. For example, the state of the Indian Ocean Dipole, or the Tropical Atlantic SST Dipole, may impact the climate in adjacent land areas.
Locally applicable information will be available via regional/national seasonal climate outlooks, such as those produced by WMO Regional Climate Centres (RCCs), Regional Climate Outlook Forums (RCOFs) and National Meteorological and Hydrological Services (NMHSs).
Background:
ENSO stands for El Niño/ Southern Oscillation. The ENSO cycle refers to the year-to-year variations in sea- surface temperatures, convective rainfall, surface air pressure, and atmospheric circulation that occur across the equatorial Pacific Ocean.
El Niño – Spanish for boy child because it often develops in December and is identified with the Christ Child - and La Niña represents opposite extremes in the ENSO cycle.
El Niño refers to the above-average sea-surface temperatures that periodically develop across the east-central equatorial Pacific. It represents the warm phase of the ENSO cycle. La Niña refers to the periodic cooling of sea-surface temperatures across the east-central equatorial Pacific. It represents the cold phase of the ENSO cycle.
The fluctuations in ocean temperatures during El Niño and La Niña are accompanied by even larger-scale fluctuations in air pressure between the western and eastern tropical Pacific known as the Southern Oscillation.
During El Niño events, the eastward shift of thunderstorm activity from Indonesia into the central Pacific can result in abnormally dry conditions over northern Australia, Indonesia and the Philippines. Drier than normal conditions are also often observed over southeastern Africa and northern Brazil, during the northern winter season. During the northern summer season, Indian monsoon rainfall tends to be less than normal, especially in northwest India where crops are adversely affected. Wetter than normal conditions are observed along the west coast of tropical South America, and at subtropical latitudes of North America (Gulf Coast) and South America (southern Brazil to central Argentina).
During an El Niño event in winter, mid-latitude low pressure systems tend to be more vigorous than normal in the region of the eastern North Pacific. These systems pump abnormally warm air into western Canada, Alaska and the extreme northern portion of the contiguous United States. Storms also tend to be more vigorous in the Gulf of Mexico and along the southeast coast of the United States resulting in wetter than normal conditions in that region. (source)






















(Source NOAA NCEP)
Weather, Climate and Water
For more information, please contact Clare Nullis at +41 22 730 8478 (fixed), +41 79 709 1397 or cnullis(at)wmo.int

 

Wednesday, April 16, 2014

Bate Papo - Crônica: a literatura de bermudas - Roberto Klotz



II Bienal Brasil do Livro e da Leitura

Segunda-feira 21, no Café Literário
11h – Bate Papo - Crônica: a literatura de bermudas - Roberto Klotz
16h – Mesa – O Conto Hoje
Nena Medeiros
Roberto Klotz
Raúl Larrosa


Roberto Klotz é um engenheiro que saltou do topo do prédio recém-construído e estilhaçou-se em parágrafos.
Publicou Pepino e Farofa – aventuras culinárias resultantes de 50 anos de inexperiência na cozinha; Quase pisei! – crônicas de caminhadas bem-humoradas e Cara de crachá – contos onde um funcionário carimba 35 anos na mesma repartição.
Conquistou mais de 20 prêmios literários. Foi jurado em vários concursos e desafios literários. Foi, recentemente, Conselheiro de Cultura do Distrito Federal.

Escritor Mia Couto conversa com o Correio sobre as influências poéticas

Autor falou sobre a realidade em que o país está imerso após a guerra civil, com episódios que ainda podem ocasionar conflitos

Vanessa Aquino
Publicação: 16/04/2014 07:00 Atualização: 16/04/2014 08:43
 

Escritor Mia Couto ( Arquivo Pessoal )
Escritor Mia Couto

De Maputo ao norte de Moçambique, Mia Couto se divide entre as atividades de escritor e o trabalho como biólogo e gestor de empresa que estuda impactos ecológicos. Filho de poeta, Mia aprendeu a se apaixonar pelas coisas que não são visíveis e a encontrar harmonia em pequenos detalhes do mundo. O autor conseguiu, então, transferir para sua escrita as impressões sensíveis de um personagem e testemunha de uma guerra civil que nunca teve fim, de fato. Mia Couto aprendeu a se calar para ouvir as palavras, descobri-las e salvá-las do esquecimento.

Em entrevista ao Correio, o festejado escritor moçambicano — vencedor, entre outros prêmios, do Camões, em 2013 — falou sobre a realidade em que o país está imerso após a guerra civil, com episódios que ainda podem ocasionar conflitos. Os contextos político e social do país estão, portanto, presentes na literatura de Mia Couto, que teve a família ameaçada de sequestro em um dos auges da violência em Maputo.

Confira entrevista:

Você é filho de poeta. Seu pai o incentivou a escrever?

De um modo muito sutil, sem que déssemos conta de que acontecia ali alguma mensagem. A paixão que ele tinha pela vida, pelas coisas que não eram visíveis, a busca pela beleza, um modo de estar sem estar completamente; tudo isso era já um incentivo. Ele foi um homem muito feliz, capaz de construir felicidade a partir de pequenos detalhes. Esse olhar ensina-se, sim. Ele nos ensinou a todos nós, seus filhos, esse modo de olhar o mundo. Depois, quando já eu me encontrei no prazer da escrita, ele, então, se apresentou como um companheiro, sem nunca se impor com argumentos de autoridade.

Que autores mais o influenciaram você e o que tem lido atualmente?

Foram os poetas que me marcaram mais. Eu venho da poesia, entendendo que a poesia não é apenas um gênero literário, mas uma filosofia, um modo de saber de mim, dos outros e do mundo. Os poetas moçambicanos, brasileiros e portugueses foram os que mais me influenciaram. Alguns franceses e espanhóis que moravam na estante de nossa casa, esses também me marcaram. Devo mencionar, do Brasil, Manuel Bandeira, Drummond de Andrade, João Cabral Melo e Neto e Hilda Hilst. E um outro que, não se assumindo poeta, levou mais longe o labor poético e que foi João Guimarães Rosa. Dos moçambicanos devo referir José Craveirinha e Rui Knopfli. Dos portugueses, não é possível contornar Fernando Pessoa. Mas Sophia de Mello Breyner foi com quem mais aprendi.

Como biólogo e escritor, você se divide entre a biologia e os livros? De que maneira uma atividade interfere na outra?Inferem uma na outra a ponto de eu não saber onde começa uma e acaba a outra. Da ciência não quero certezas, mas aprender idiomas e sensibilidades para eu poder reconquistar uma familiaridade perdida com outras criaturas que, parecendo distantes, tem uma relação de parentesco com a humanidade. São bichos, são plantas mas possuem afinidades e linguagens que é preciso nós voltarmos a saber. O relato das lendas incluíam esse ritual de iniciação que anuncia o tempo da história nesse outro tempo em que os animais falavam. É o inverso: houve um tempo em que nós escutávamos e entendíamos os idiomas dos bichos.

Você é um dos donos de uma empresa que estuda o impacto ambiental. Como conseguem evitar um quadro de desgaste ecológico?
Fazendo com o desenho de projetos saiba conviver com regras e equilíbrios ecológicos. Não é muito, porque seria necessário todo um quadro diferente em que não se separassem os modos de fazer economia e os modos de o fazer com outra racionalidade que não fosse a ganância do Mercado e do lucro. O que eu faço é muito pouco e sinto que, muitas vezes, é apenas um remendo. Mas também acredito que é preciso uma espécie de Guerra de guerrilha e aproveitar as frestas de um sistema que não é omnipoderoso.

A ciência peca em algum aspecto?
Quando ela é assumida como a resposta única e total. E quando ela deixa de lado as inquietações e se torna funcionária de certezas e de interesses. Nesse caso, ela deixa de ser ciência, abandona a sua missão da busca de resposta mas, sobretudo, de perguntas. Mas a ciência, apesar de tudo isto, continua a ser uma das mais importantes frentes para combater o fundamentalisto religioso, a falsa moralidade construído sobre a ignorância. Não podemos esquecer que mesmo em países ditos evoluídos o preconceito é dominante: é surpreendente que até hoje em nações que levaram o homem à lua não hajam largas porções de gente que nega a evolução e pretende que o seu ensino seja praticado nas escolas.

Como o homem pode se relacionar com o meio ambiente de maneira harmoniosa?

Seria preciso uma mudança radical no nosso modo de pensar. O nosso pensamento já surge viciado à partida, separando-nos da natureza. O meio rural moçambicano não perdeu nunca uma visão mais holística e integrada da humanidade. Não existe em nenhum língua moçambicana de raiz bantu palavra par dizer natureza ou meio ambiente. Isso não é uma menoridade. É um modo de não colocar o Homem no centro. Inicialmente, a ecologia tinha esse potencial de mudança. Mas ela foi absorvida pela sistema, foi domesticada. Hoje contentamo-nos em melhorar a miséria e reduzir os impactos de uma economia que pode levar o planeta à exaustão. Temos que aprender a ser inquilinos e não proprietários da Terra.

Seminário Krisis

“A Sociedade Global e a utopia do desenvolvimento sustentável”, com John Dramani Mahama (Gana), Mia Couto (Moçambique), Carlos Nobre (SP) e Rosana Jatobá (SP) — Esplanada dos Ministérios. Senhas serão distribuídas antes dos eventos. Entrada franca. Classificação indicativa livre.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2014/04/16/interna_diversao_arte,423240/escritor-mia-couto-conversa-com-o-correio-sobre-as-influencias-poeticas.shtml

Drone brasileiro para monitoramento de águas


Monitoramento de águas

Com os reservatórios de água nos menores níveis da história em algumas partes do Brasil, cresce a preocupação em monitorar melhor a quantidade de água armazenada, minorando os prejuízos para a população.

A proposta de uma equipe da Universidade de Brasília (UnB) é automatizar a tarefa usando veículos aéreos não tripulados (VANTs) - mais conhecidos como drones ou cópteros.

A ideia é capturar imagens difíceis de obter em campo e por satélite e, assim, preencher uma lacuna existente no sistema de sensoriamento remoto.

"O drone pode voar abaixo das nuvens logo após uma chuva forte, por exemplo, e registrar a movimentação de sedimentos na água, coisa impossível de ser vista das estações terrestres e orbitais," disse o professor Henrique Roig, um dos responsáveis pelo projeto.

Assim, haverá ganhos também na resolução das imagens, já que os cópteros vão "ver" tudo mais de perto, permitindo seu uso também para monitoramento de vazamentos de petróleo e outros produtos químicos.

Batizado de AquaVant, o veículo robótico será desenvolvido em parceria com o Instituto Francês de Pesquisa e Desenvolvimento (IRD) e com as universidades federais do Amazonas (Ufam) e do Ceará (UFC).

Drone das águas

"Drones existem às centenas, mas quase todos estão voltados para segurança, mapeamento territorial e agricultura de precisão," observa o professor.

Assim, a principal parte do trabalho não será exatamente desenvolver um veículo robótico, mas verificar qual tipo de aeronave se adequa melhor para levar o equipamento necessário para o tipo de observação que se tem em mente.

O projeto inicial prevê uma carga útil com cerca de 700 gramas, consistindo principalmente de câmeras multi e hiperespectrais - uma câmera hiperespectral registra 232 pontos em um único disparo.

"Nosso trabalho é descobrir qual das aeronaves servirá melhor para o transporte das câmeras e, assim, obter os resultados desejados", diz Roig.

Os primeiros testes estão sendo feitos com cópteros de seis e oito hélices. Os vários eixos de motor proporcionam mais equilíbrio à aeronave. A expectativa é que aeronaves de asas fixas sejam usadas para sobrevoar áreas maiores no futuro.

O protótipo pesa 2,5kg e tem um metro de diâmetro, podendo voar a altura máxima de 150 metros. A autonomia de voo é de até 30 minutos - o tempo de duração da bateria varia de acordo com o peso dos sensores transportados.


Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

Na tarde que se avizinha e outros poemas, de Marcos Freitas

 

SELETA POÉTICA

Formato: ePub
Autor: FREITAS, MARCOS
Idioma: PORTUGUES
Editora: EMOOBY EBOOK
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - POESIA


http://www.livrariacultura.com.br/Produto/E-BOOK/NA-TARDE-QUE-SE-AVIZINHA-E-OUTROS-POEMAS/17564388
 

O livro 'Na tarde que se avizinha e outros poemas” enfeixa uma seleção de poemas dos seis primeiros livros de poesia do autor , a saber: 'Raia-me Fundo o Sonho tua Fala', 'Na Curva de um Rio, Mungubas', 'Quase um Dia', 'Moro do Lado de Dentro', 'A Terceira Margem do Rio' e 'A Vida Sente a Si Mesma'. A Antologia segue a divisão por livros e obedece a ordem cronológica inversa, do mais recente ao mais antigo. Com ilustração da capa da artista curitibana Manoela Afonso, a obra reúne poemas autobiográficos, de cenas cotidianas, de meditações sobre o tempo e a finitude da vida.

Onde comprar:

Tuesday, April 15, 2014

Artistas lançam carta aberta para salvar ateliê de Picasso em Paris


Na carta, os signatários pedem a Anne Hidalgo e a Valls "a classificação urgente" do Grenier de Grands-Augustins, como é conhecido o ateliê situado nessa rua de Paris, "como lugar de memória"

France Presse
Publicação: 14/04/2014
Paris - Um abaixo-assinado para salvar o ateliê onde Picasso pintou "Guernica" foi lançado nesta segunda-feira (14/4) na forma de uma carta aberta à prefeita de Paris, Anne Hidalgo, e ao primeiro-ministro francês, Manuel Valls, ambos de origem espanhola. A atriz Charlotte Rampling, o cantor Bernard Lavillier, o fotógrafo Lucien Clergue, o cineasta Jean-Pierre Mocky e o violinista Didier Lockwood são algumas das personalidades signatárias dessa carta aberta, lançada pelo jornal digital "Opinion Internacional".

Na carta, os signatários pedem a Anne Hidalgo e a Valls "a classificação urgente" do Grenier de Grands-Augustins, como é conhecido o ateliê situado nessa rua de Paris, "como lugar de memória".

"Ambos nasceram na Espanha e escolheram viver na França e em Paris. Também foi em Paris que Picasso pintou a tela mais importante do século XX, a 'Guernica', no ateliê (...) no qual viveu de 1937 a 1955. À sua maneira, vocês são herdeiros singulares do 'Guernica', e seus destinos seguem os passos de Picasso", destaca a carta aberta.

Localizado no Quartier Latin, o sótão está fechado ao público desde novembro de 2013, após a expulsão do Comitê Nacional para a Educação Artística, a pedido da Câmara de Oficiais de Justiça de Paris, proprietários do edifício.

Segundo o "Opinion International", o imóvel poderia ser transformado em um hotel de luxo, mas "um dos herdeiros do pintor estava disposto a financiar, integralmente, uma Fundação que mantivesse a vocação patrimonial do edifício". A comissão regional do patrimônio se reúne em 13 de maio para decidir sobre uma eventual extensão da proteção do edifício, informa o jornal.