Monday, August 13, 2012

Programa de televisão mostra rotina de bolsistas do Ciência sem Fronteiras na Alemanha


 

O programa de televisão Globo Universidade, da Rede Globo, produziu um especial sobre estudantes brasileiros em intercâmbio na Alemanha, entrevistando bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras.
O programa de televisão Globo Universidade, da Rede Globo, produziu um especial sobre estudantes brasileiros em intercâmbio na Alemanha, entrevistando bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras.
Um dos entrevistados foi o bolsista Carlos Antonio Ribeiro Duarte, estudante de graduação em Engenharia Mecânica, que deixou Minas Gerais para fazer intercâmbio em Berlim. Ele fala sobre sua rotina na cidade e seu trabalho no laboratório de mecânica de fluidos da Universidade alemã.
Já a estudante de geografia Mariana Cerca, que está estudando gestão ambiental na Freie Universitat , também em Berlim, falou sobre sua vida entre a casa de um família local e as salas de aula da universidade durante o intercâmbio. Para assistir o programa acesse o site da Rede Globo clicando aqui.
O Ciência sem Fronteiras é um programa governamental que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional.
A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes.
Assessoria de Comunicação Social do CNPq






Clara Nunes - Sagarana

FEIRA DE MANGAIO - CLARA NUNES



Clara Nunes nasceu em Paraopeba, MG, em 12 de agosto de 1943. O pai, Mané Serrador, era violeiro e cantador de folias-de-reis. Órfã desde pequena, aos 16 anos foi para Belo Horizonte, onde conseguiu empregar-se como operária numa fábrica de tecidos.

Por essa época cantava no coral de uma igreja, ao mesmo tempo em que, ajudada pelos irmãos, concluía o curso normal. Em 1960 foi a vencedora da final do concurso A Voz de Ouro ABC, em sua fase mineira, com Serenata do Adeus (Vinícius de Moraes), e obteve o terceiro lugar, na finalíssima realizada em São Paulo, com Só Adeus (Jair Amorim e Evaldo Gouveia). Contratada pela Rádio Inconfidência, de Belo Horizonte, durante um ano e meio teve um programa exclusivo na TV Itacolomi. Nessa mesma época, cantava em boates e clubes, tendo sido escolhida, por três vezes, a melhor cantora do ano.

Em 1965 foi para o Rio de Janeiro e passou a apresentar-se na TV Continental, no programa de José Messias. Ainda nesse ano, após teste, foi contratada pela Odeon, que, em 1966, lançou seu primeiro LP, A voz adorável de Clara Nunes, em que interpreta boleros e sambas-canções. Em 1968, gravou Você passa e eu acho graça (Ataulfo Alves e Carlos Imperial), que foi seu primeiro sucesso e marcou sua definição pelo samba.

Em 1972, além de ter realizado seu primeiro show, Sabiá, sabiô (com texto de Hermínio Bello de Carvalho), no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro, lançou o LP Clara, Clarice, Clara, com musicas de compositores de escolas de samba e outras de Caetano Veloso e Dorival Caymmi. Ainda nesse ano, gravou o samba Tristeza pé no chão (Armando Fernandes), apresentado no Festival de Juiz de Fora, que vendeu mais de 100 mil copias. Em fevereiro 1973, estreou no Teatro Castro Alves, em Salvador, com o show O poeta, a moça e o violão, ao lado de Vinícius de Moraes e Toquinho. Em 1973 gravou na Europa o LP Brasília e, no Brasil, o LP Alvorecer, que chegou ao primeiro lugar de todas as paradas brasileiras com Conto de areia (Romildo e Toninho). Em 1974, ao lado de Paulo Gracindo, atuou no Canecão, no Rio de Janeiro, na segunda montagem do espetáculo Brasileiro, profissão esperança, de Paulo Pontes (do qual foi lançado um LP), que contava as vidas de Dolores Duran e de Antônio Maria. Em 1975, ano do seu casamento com o compositor Paulo César Pinheiro lançou Claridade, seu disco de maior sucesso. Outro grande sucesso veio em 1976, com o disco Canto das três raças. Em 1977 lançou As forças da natureza, disco mais dedicado ao samba e ao partido-alto. Em 1978 lançou o disco Guerreira, interpretando outros ritmos brasileiros. Em 1979 lançou o disco Esperança. No ano seguinte veio Brasil mestiço, que incluiu o sucesso Morena de Angola, composto por Chico Buarque para ela. Em 1981 lançou Clara, com destaque para Portela na avenida. No auge como intérprete, lançou em 1982 Nação, que seria seu último disco.

Morreu em 02 de Abril 1983, depois de 28 dias de agonia, hospitalizada após um choque anafilático ocorrido durante uma cirurgia de varizes. Em dezembro de 1997, a gravadora EMI reeditou a obra completa da artista, em 16 CDs remasterizados no estúdio de Abbey Road, em Londres, e embalados em capas que reproduzem as originais.
Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira
Art Editora e PubliFolha

Inquietudes de horas e flores, de Marcos Freitas



INQUIETUDES DE HORAS E FLORES

EDIÇAO BILINGUE - PORTUGUES/ESPANHOL

Formato: Livro





ISBN: 857984262x

ISBN-13: 9788579842627

Idioma: português

Encadernação: Brochura

Dimensão: 21 x 14 cm

Peso: 0,050 kg

Edição:

Ano de Lançamento: 2011

Número de páginas: 116
Irreversibilidade
o tempo presente,/presente de um deus?/o tempo passado,/passado sem os meus./o tempo futuro,/futuro para os seus?

Para adquirir o livro:

Thursday, August 09, 2012

I Festival de Land Art


              
A Land Art, também conhecida como Arte Ambiental, é aquela em que o terreno natural e a obra se fundem. Em sintonia com esse conceito, o projeto Galeria Aberta - I Festival de Land Art de Brasília propôs transformar o Jardim Botânico em um museu a céu aberto até 30 de novembro. Trata-se de um acontecimento inédito na América do Sul.

O projeto reune doze artistas e um coletivo, que apresentam obras pelo período de quatro meses. A ideia é apontar para novas tendências, promovendo troca de experiências criativas entre jovens artistas que lançam novos olhares sobre a Land Art e incentivar a preservação do patrimônio do cerrado.

Todos os artistas participaram de uma residência durante os sete dias que precederam o evento, em uma ação que visa promover intercâmbios culturais, sociais e ambientais.

Os visitantes terão a oportunidade de acompanhar o processo de produção e pesquisa dos artistas pela internet e participar de apresentações e palestras que acontecem durante o período de exposição.
Outras informações: www.1galeriaaberta.com.br
Fotos: Divulgação | Arte: Destaque: Andy Goldsworthy; Interna: Robert Smithson


Dia 30 tem LENINE na 32ª Noite Cultural T-Bone

Tuesday, August 07, 2012

Artigos na Revista Tecnologia - Freitas, M. A. S.

Modelos diários chuva-vazão em bacias do semi-árido brasileiro

Considerações sobre um modelo determinístico chuva-vazão aplicado à bacias do semi-árido nordestino

Aspectos a serem considerados quando de uma análise regional integrada de secas

Modelos computacionais baseados na biologia: algoritmos genéticos e redes neurais artificiais

Análise estatística dos parâmetros de secas e de cheias hidrológicas em rios intermitentes do semi-árido brasileiro

Previsão de cheias usando redes neurais artificiais

Um sistema de suporte à decisão para o monitoramento de secas meteorológicas em regiões semi-áridas

Celso Blues Boy - por um MONTE de cerveja

Celso Blues Boy - Aumenta que isso ai é Rock n' Roll

Celso Blues Boy - Mississipi

Monday, August 06, 2012

Escritor Gustavo Dourado recebe homenagem na BNB

Qui, 02 de Agosto de 2012 17:41

Escritor Gustavo Dourado recebe homenagem na BNB

A 27ª edição do Sarau Videoliteromusical Poemação homenageia o escritor e poeta Gustavo Douradoe sua literatura de cordel na próxima terça-feira, 7, a partir das 18 horas, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). A entrada é gratuita e o evento é aberto ao público.
Natural de Ibititá, Bahia, Gustavo Dourado mora em Brasília há 35 anos. É autor de 13 livros dentre os quais Brasília 5.0 - Antologia de Cordel. Vencedor de importantes prêmios literários, Gustavo Dourado tem significativa atuação nos campos da linguística, da semiótica e da semiologia. Atualmente é o presidente da Academia de Letras de Taguatinga (ALT).
Maria Félix Fontenele, Gustavo Fontenele, Elias Fontenele, Meireluce Fernandes, Lilia Diniz, Chico Nogueira, Jairo Mozart e Compadre Anselmo, participam da homenagem. O Sarau Videoliteromusical Poemaçãoacontece na BNB sempre na primeira terça-feira do mês, sob a coordenação dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio.
HOMENAGEM A GUSTAVO DOURADO - 27ºSarau Videoliteromusical Poemação. No auditório da BNB, 2º andar, no dia 7 de agosto de 2012, a partir das 18 horas. Entrada livre. Informações: Jorge Amâncio e Marcos Freitas.

Compartilhamento



Struga Poetry Evenings [Poesia ao Final das Tardes] - Mais antigo Festival Internacional de Poesia



Struga Poetry Evenings (SVE) (Macedonian: Струшки Вечери на Поезијата, СВП; tr. Struški Večeri na Poezijata, SVP) is an international poetry festival held annually in Struga, Republic of Macedonia. During the several decades of its existence, the Festival has awarded its most prestigious award, the Golden Wreath, to some of the most notable international poets, including: Mahmoud Darwish, W. H. Auden, Joseph Brodsky, Allen Ginsberg, Bulat Okudzhava, Pablo Neruda, Eugenio Montale, Léopold Sédar Senghor, Artur Lundkvist, Hans Magnus Enzensberger, Nichita Stănescu, Ted Hughes, Makoto Ooka, Miroslav Krleža, Yehuda Amichai, Seamus Heaney and domestic authors such as Blaže Koneski.

The festival began in 1962 in Struga, then People's Republic of Macedonia with Macedonian poets only, while in 1963 it expanded its list of participants with poets from all around the former Socialist Federal Republic of Yugoslavia.[1] The Miladinov Brothers Award was established for a best poetry book published between two consecutive festivals. By 1966 the event turned into an international cultural festival. The Golden Wreath international award was established in the same year and its first recipient was Robert Rozhdestvensky. Two years later, in a close cooperation with UNESCO, the Festival established another international award called The Bridges of Struga, for a best debut poetry book by a young author. During its long successful existence, the festival has hosted about 4,000 poets, translators, essayists and literary critics from about 95 countries of the world.
The festival has awarded some of the world's most eminent literary figures, including several Nobel Prize for Literature winners such as Joseph Brodsky, Eugenio Montale, Pablo Neruda and Seamus Heaney, the first African member of the French Academy Léopold Sédar Senghor who was also a President of Senegal, the official royal Poet Laureate Ted Hughes, W. H. Auden who is regarded by many as one of the greatest writers of the 20th century, and many others.
A point of interest is that the festival often awarded foreign poets who were considered dissidents in their countries, including for example the Russian exiled poet Joseph Brodsky, the Chilean poet Pablo Neruda, the American beatnik Allen Ginsberg, the Soviet bard Bulat Okudzhava and many others.

In memory of the laureates, the Park of Poetry featuring memorial boards dedicated to each of them was established near the Struga Cultural Center.

Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Struga_Poetry_Evenings

Arrocha, Sarah!


Edmar Oliveira
Esmirradinha, magrelinha como baby no coração do Brasil da música do Melodia. Metro e meio de altura em quarenta e oito quilos. Peso de um bode, diria meu avô, especialista no sacrifício da criação e magarefe do mercado de Palmeirais.

Sarah Menezes saiu do Piauí para ganhar uma medalha de ouro em Londres, segunda medalha feminina para o Brasil na história das Olimpíadas. Primeira feminina do Judô. Não é pouca coisa para nosso ufanismo e deve aumentar a autoestima de um povo rejeitado em seu próprio país. A nossa bandeira de couro de bode tremula no pavilhão da glória. Sarah, cara de palestina com nome de judia é filha do sol do equador. Ela desceu da nave mãe pousando no planeta terra mostrando que os filhos do sertão também têm lugar nessa corrida de visibilidade no mundo da globalização.

E ela não precisou sair do Piauí para chegar aonde chegou. O seu treinador, Expedito Falcão, compôs a equipe de treinadores da COB. A bichinha mora na Piçarra o seu tatame é ali por perto. Prometeu a família e conciliou o esporte com os estudos. Termina agora a faculdade de educação física. E foi no calor de Teresina que aprendeu os golpes de entortar os japoneses. Depois que ganhou o ouro declarou que vai se dedicar a formar novos atletas, entre meninos pobres, no seu espaço em Teresina, o que merece ser destacado tanto quanto a medalha ganhada.

Já tinha nome na praça, por esforço e persistência. Apesar de eliminada nas Olimpíadas do Japão, foi bicampeã de Juniores (2008, Amsterdã; 2009, Paris), no Campeonato Mundial de Judô teve bronze em 2010 (Tókio) e prata em 2011 (Paris). Mas a glória maior aconteceu em Londres.
Imagino uma transmissão da luta na qual ganhou a medalha, derrotando a romena Alina Dimitru, no idioma piauiês:

“Sarah avança, parece um frango querendo ser galo. Uma rudopia em vorta da outra. A miúda empurra a gringa não querendo intimidade, nem mais-mais-mais. Ataca a lourona, que ficou meio desprevenida. Dá uma imprensada “decumforça” no braço da fogoió, que a loura réia quaje desiste. Mas não. Parece que era fuleragem da oxigenada. Volta pra luta. Sarah tá doida pra sapecar um bufete na fuça da curica, mas se contém pra num ser desclassificada. Fica ar duas estudando umas zazoutra. A esmirradinha vai pra cima da loura giganta. Arruma outra chave de braço na fogoió que sentiu o braço réi já estrumbicado. Sarah sapeca um contrapedá. A loura disguia e nossa atleta cai no chão. Mesmo caída, a esmirrada joga as pernas no rumo das cadeiras da lourona e atraca com os cambitos o mucumbu da fogoió. Que qui tu acha Zezim? ‘Isso é só fogoió de água doce, dá um peido, se acabou-se’ – Brigago Zezim, pelos comentários. Sarah continua arrochando. Arrocha e a  loura parece sentir a passarinha.Sentiu a passarinha! Vai se arriando que nem gai réi pôde. A piá acocha uma chave de perna na cunhã, que vem de riba pra baixo encostando o cucuruto no chão.  A fogoió estibucha, faz munganga, mas o nó de pernas da piçarrenta é pra botar a gata pra miá. A foigoió tá pedindo penico. Sarah sem dó nem piedade acocha o buriti. Mesmo de cabeça pra baixo a baixinha aperta mais o mói de vara. A fogoió já tá esverdeada e azeda réia. Nem se bule mais. Arrocha, Sarah! Segura a cunhã! Gãiemos! Gãiemos! Sarah de ouro nos estrangeiros!  O mundo todo de ‘juei’ respeita nóis! O mundo todo se ajueia! O mundo todim: Oropa, França e Bahia!” 

Mas isso é quando não havia ainda a globalização e nós falávamos esta língua. Agora tá tudo globalizado e igualizado. Mas lá no fundo a “rente” ainda grita: Arrocha, Sarah!

Fonte: http://piauinauta.blogspot.com.br/

Friday, August 03, 2012

Vídeo registra desmatamento na Amazônia no estado de Rondônia entre 1975 e 2012





Devastação em Rondônia, nos anos 2000, pelas lentes dos satélites Landsat (Nasa)
A Nasa, a agência espacial americana, divulgou um vídeo que registra o intenso desmatamento da Amazônia no estado de Rondônia entre 1975 e 2012. As imagens foram feitas pelos satélites do Landsat, o mais duradouro programa de observação da Terra a partir do espaço, que em 2012 completa 40 anos.

O vídeo mostra um pedaço central do estado de Rondônia pelas lentes dos satélites americanos durante 37 anos. As imagens mostram que o desmatamento na região teve um padrão conhecido como "espinha de peixe". Esta "espinha" é formada por uma estrada principal e diversas secundárias. O desmatamento avança primeiro ao longo da via principal, a mais antiga, depois pelos novos caminhos que são abertos perpendiculares à estrada original. No vídeo da Nasa, a via principal possui 50 quilômetros, e as secundárias, até 4 quilômetros.

Com base nas imagens do Landsat, cientistas avaliam que a taxa de desmatamento da Amazônia entre os anos de 1978 e 1988 foi menor do que se pensava. No entanto, o impacto na biodiversidade foi bem maior. Isso porque o padrão "espinha de peixe" de desmatamento provoca a rápida fragmentação da floresta, isolando as espécies, e cria muito mais bordas entre as áreas desmatadas e a floresta natural, aumentando sua exposição à atividade humana.

Momentos, Crônicas de Nelson Manzatto





NELSON MANZATTO E

EDITORA IN HOUSE

CONVIDAM

PARA O LANÇAMENTO

DO LIVRO

“MOMENTOS – CRÔNICAS

DE NELSON MANZATTO”

NA 22ª BIENAL

DO LIVRO,

NO ANHEMBI, SÃO PAULO,

DIA 15/08 ÀS 18 HORAS

(FERIADO EM JUNDIAÍ)

E 18/08 ÀS 17 HORAS,

NO ESTANDE DA

EDITORA IN HOUSE

NA RUA G, 98