Tuesday, April 28, 2015

A duradoura poesia de José Décio Filho, o insone “São Francisco agnóstico” de Goiás



A duradoura poesia de José Décio Filho, o insone “São Francisco agnóstico” de Goiás



Depois de 35 anos desde a publicação da 2ª edição de “Poemas e Elegias”, a Editora Caminhos relança o título e reacende o debate sobre o poeta goiano



O poeta José Décio Filho, com reedição de seu único livro, volta aos debates literários de Goiás | Reprodução

Adalberto de Queiroz
Especial para o Jornal Opção

A poesia de José Décio Filho (1918-1976) ganha ainda maior relevância. com o lançamento recente da 3ª edição do único volume de poemas deixados pelo poeta goiano, agora acrescido de “poemas recolhidos”. A inicia.tiva da Editora Ca­mi­nhos é merecedora do aplauso dos amantes da boa poesia. De fato, trans­corridos 35 anos desde a publicação da 2ª edição de “Poe­mas e Ele­gias”, era mais do que hora de corrigir uma grave falha de nossa memória literária e recolocar em circulação esta poesia que continua tão natural e atual.

O pensador francês Gaston Ba­chelard, em sua “Poética do Espa­ço”, afirma ser o poeta uma espécie de “ser novo” que, nesta condição, passa a ser um homem feliz na palavra. No entanto, adverte o filósofo: “Este ser é feliz na palavra e infeliz no fato”. Tomada como premissa a afirmação de Bachelard e, mesmo correndo o risco de cair no “arraigado psicologismo” –– que consiste em passar da análise puramente centrada no “estudo ontológico da imagem” e seguir por outras sendas ––, eis aqui seguindo o risco desejado, ousado até, uma análise da obra de José Décio com um olho focado na imagem poética e outro no duplo ser da equação “feliz-e-infeliz”.

Enveredando por essa tortuosa linha do estudo, como uma tentativa de entendimento (afinal, é este o objetivo do ensaio), garimpo na poesia de José Décio “os sofrimentos secretos do poeta”, quase 40 anos depois de sua morte e 35 da publicação de seu único livro, o recém-reeditado “Poemas e Elegias”.

“Feliz na palavra. Infeliz no fato”

A expressão-síntese do pensador francês anda comigo, como que de­marcando o território poético de on­de retiro essas linhas sobre a poesia de José Décio. Martela a frase, de fato em minha mente, desafiando-me como a todo aquele leitor que não tendo convivido com o poeta e apenas olhando para sua obra possa en­contrar, nas imagens poéticas de sua poesia, as evidência.s objetivas de que a infelicidade bateu à porta do poeta, enquanto a poesia lhe batera na aor­ta, latejante e eficazmente capaz de pro­duzir imagens duradouras, eternas.

Um amigo que com o poeta conviveu, Oscar Sabino, disse que José Décio foi homem que viveu “tormentosa existência.”. Outro de seus amigos, Haroldo de Britto Gui­ma­rães, quando nos dá notícia. da morte do poeta, acentua com pesar que, “ten­do morrido aos 58 anos de ida­de, José Décio teve, nos seus últimos tempos de vida, diversos problemas de saúde que minaram sua extraordinária resistência. física”.

Não apenas os problemas físicos, senão também os espirituais, de­cor­rentes da inserção do poeta na vida do país, sua inadequação aos diversos empregos e a frustração com quase tudo da vida prática, deixaram o poeta Zé Décio (no­me carinhoso usado por amigos e familiares) diante daquele dilema do homem sob “a hostilidade da sociedade” e vítima da conjuntura e da situação política.

Declarado comunista, o poeta José Décio lutou contra a ditadura Vargas e envolveu-se em embates com a polícia., tendo sido vítima de agressão em 1946, em Goiânia, de tal forma que o fato repercutiu até no Rio de Janeiro. Esse fato parece tê-lo marcado profundamente e aprofundado a depressão moral do poeta.

Mas o mal maior foi mesmo a esquizofrenia e, como consequência. ou causa, o terrível mal da insônia. As consequência.s maléficas da prisão a que foi submetido, além de outros males físicos, “não conseguiram, porém, afogar sua imensa poesia”, como escreveu o amigo Britto, e o levou a reinventar o gênero elegia, como a que se segue:

Elegia feita no Cárcere (III)
Eu conheci a noite.
no segredo de todos os seus tormentos.
Vi também as auroras
vestidas de orvalhos.

Os animais – entes meus irmãos –
me contaram os mistérios
de minha mãe, a terra.
Os peixes estão dormindo
no seio escuro das águas.
Os pássaros estão cantando
para acalentar minha tristeza
que é o peso do mundo.

Do seio profundo do sol
busquei para meus olhos
essa luz inextinguível.

Fruí teus beijos
e de tantas outras
que nem sei quem o amor
há de me trazer
para o meu eterno consolo.

Não estou cansado,
mas os homens que tanto amei
me algemaram à solidão.
Vou encontrar a mim mesmo
no fundo da minha origem.
Lúcido, sereno e humilde,
eu voltarei um dia.

O poeta José Décio é situado no cenário da poesia feita em Goiás como um antecipador. O então jovem crítico Gilberto Men­donça Teles –– mesmo tendo na vida prática suas rugas e disputas pessoais com o poeta (como pela direção da UBE-GO) –– credita ao poeta analisado em “A Poesia em Goiás” o seguinte elogio:

A sua obra poética é a mais perfeitamente coesa e homogênea em Goiás, constituindo-se numa peça inteiriça os vários poemas que compõem o livro “Poemas e Elegias”. E de tal maneira esses poemas se completam, se identificam nas suas estruturas e vivência.s, que os sentimos harmonizados numa única mensagem, altamente humana, marcada, entretanto, por um vínculo profundo de tristeza e intensa amargura pessoal.

Este vínculo profundo de tristeza e intensa amargura pessoal que o jovem crítico já enxergava na poesia de José Décio tem, segundo Sabino, “alguma afinidade com a doutrina existencia.lista de Kierke­gaard”. Esse existencia.lismo do poeta tem uma marca de desespero, doença, morte, salvação e, mesmo sendo um agnóstico, haverá o leitor de encontrar, como Sabino, dados desse existencia.lismo em José Décio.

Em “Áspera Elegia”, há pistas desta dimensão existencia.lista que Sabino viu ligada à estrutura da obra (sem desligá-la dos preceitos de Tzeván Todorov do juízo sobre a obra de arte); nem tampouco de isolá-la do sujeito que a criou (o sujeito que articula o discurso –– o poeta). Essa advertência. de Sabino faz crer ao leitor atento que se “o valor da obra deve ser o da sua estrutura”, por outra parte o permanente frescor da permanência. da obra e sua sobrevida é sua capacidade de diálogo com o leitor, para além do aspecto sépia de sua mera estrutura:

–– Tenham paciência. comigo!
(quero gritar às vezes).
Não me transformem de súbito
num escoadouro tormentoso
de angústia e de ternura.
Aonde levarei essa música,
essa dor e surda alegria
ou essa dura tristeza?

E o poeta-profeta Kierkerga­ardiano parece ameaçar o leitor, como um poeta judeu, alguns versos adiante na mesma “áspera” elegia numa linguagem “bíblica” como a dos profetas judaicos:

Mas vos prometo, no entanto,
que não dormireis quietos
nestas noites aflitas:
irei pelas ruas tranquilas
das vossas almas mofadas,
semeando o vento do fogo
para crestar vossas banhas
e acelerar vossos pulsos
exauridos pelo tédio.

O poeta noturno goiano, insone, cochicha em nossa vigília: “não durmo, não dormes –– em paz –– ao menos”, se o mundo, este áspero e bruto e doloroso artífice da antipoesia, mantiver sua mão de exclusão permanente sobre a visão poética da vida e possa ter alguma vitória sobre a arte.

Depois, ao me sentir exausto,
aguardarei em silêncio a madrugada,
para chorar sobre sua pureza
todo o velho desespero.

O desespero é derivado de crises de depressão do poeta. A depressão e outros males menores do poeta o faziam ausente do convívio socia.l por longos períodos. A humanidade entrevista por suas tristezas, seus destinos, no entanto, se não abandonam o poeta são o que o impulsionam a criar intensa poesia, resistente ao tempo, duradoura com esta amostra em “Grave Elegia”:

Quando me acho triste,
(e isto acontece muito)
Gosto de sair pelas ruas
Qual um homem sem fichas,
Vagamente deslambrado
De todos os compromissos.
(…)
É um conforto sentir
Que nunca me agradaria
Ser general, estadista, chefe,
Ou diretor das ondas hertzianas.
Simplesmente quero ser um homem,
Pois a vida é muito séria.

A dita “seriedade da vida” era o fator que inabilitava o poeta para as tarefas mais comezinhas do dia-a-dia e o que o levou a ser redator, funcionário público não permanente e até diretor de zoológico; o que se não lhe trouxe o sonho do conforto material, nem a realização de ter seu pedacinho de terra, criou em suas memórias uma fraternidade com os bichos que dá ao noturno goiano uma aura de São Francisco agnóstico.

Epitáfio de um Lobo
Ó lobo, companheiro de solitude!
irmão de São Francisco.
Também meu irmão das selvas,
portador de estranhas gentilezas.
Trouxeste-me o sabor dos campos,
as distância.s dos gerais imensos,
o cheiro da terra virgem
dos brejos de buritis perdidos,
o canto nostálgico da graúna
nos pantanais de minha terra.

De novo, recorro ao amigo Britto que nos reporta que “uma vez, pescando, notamos que o poeta tinha há muito tempo o anzol dentro d’água, sem que qualquer peixe o beliscasse. Sugerimos-lhe que botasse outra isca, pois aquela já devia ter sido comida, mas, com um riso irônico, José Décio explicou: ‘Eu sei disso, mas não estou querendo pescar nada. Eu desejo apenas fazer parte da natureza. Sento aqui e em pouco tempo sou como um tronco de árvore ou como essas águas que passam’” (Notícia.s de José Décio Filho, Poemas e Elegias, 2ª ed.).

E um episódio assim que se transforma naquele magistral trecho do poema “Grave Elegia”, já citado:

Enquanto os pescadores atentos
colhem peixe das águas,
estou pescando mistérios
para meu repasto.

Ou ainda o São Francisco agnóstico que coberto de um humanismo profundo é capaz de nos levar de pronto da “ternura espinhosa e tirânica” do lobo à pequena obra-prima de tradução da solidão do poeta; poema este, por vez mostrado primeiramente a uma sobrinha, Cláudia Falluh Balduíno, quando tinha seus 14 anos; hoje, Cláudia é docente na UnB.

À guisa de inconclusão, fecho o ensaio com este trecho de Sabino:

“A poesia parecia. a ele, José Décio, como também pareceu a Rainer Maria Rilke (o canto é a existência.) um processo da existência. em ação e, por isso, distante do pensamento participante… Para ele, como para Rilke, a poesia era uma escolha de destino exigente dos maiores sacrifícios”.

Entre o dia e as noites insones, entre o delírio e a razão 



Autor: José Décio Filho
Pre­ço: R$ 30 – Caminhos
Foto: Divulgação

O leitor amante da poesia lerá em “Poemas e Elegias” a grande e a re­duzida poesia. Reduzida porque em um só volume, mas ainda assim potente, capaz de impacto em pequena extensão; e grande, apesar de sabermos e conhecermos do autor apenas este volume recém-relançado.
O respeitável crítico Álvaro Lins deixou numa página inesquecível o que pode ser aplicável à poesia de José Décio e à poesia da pós-modernidade:

Toda a poesia moderna oscila entre estes dois polos: o delírio e a razão. Mas a possibilidade de uma harmonia entre os dois, entre o inconsciente e o consciente, en­tre o ilógico e o lógico, entre o vidente e o racionalista, é uma constatação que podemos verificar tanto em filosofia da arte como na própria obra de arte. Esta harmonia é que vamos encontrar, por exemplo, o poeta que é considerado a primeira figura da poesia moderna: Baude­laire. Como se sabe, Marcel Raymond colocá-lo, com muita exatidão, como centro das duas principais correntes da poesia moderna –– a dos “artistas”, através de Mallarmé e de Valéry e a dos “videntes”, através de Rimbaud.

Na verdade, todo o ensaio de Lins é de uma bela rosa-dos-ventos para quem queira entender a poesia que permanece do período em que escreveu José Décio, o poeta noturno goiano, perdido entre o dia e as noites insones, entre o delírio e a razão poética.

Entender a esquizofrenia e sua influência. na vida de um artista pode ter alguma importância. para a melhor fruição crítica do que se lê. A insônia de José Décio é sabidamente matéria de poemas e tema de conversas com os amigos. Haveria vínculo clínico entre insônia e esquizofrenia?

Sabemos que no quadro da esquizofrenia, os estados melancólicos são relevantes. Resta descobrir o quê, na visão de um profissional da psicologia atual, isso pode representar para a produção de um poeta (ou do artista em geral). Apesar de não termos fontes que nos apontem como ele soube que era esquizofrênico, sabemos que a esquizofrenia em José Décio se manifestou loucura quando preso pela polícia. de Vargas no Rio; notícia. dado pelo Correio da Manhã, em setembro de 1946 e transcrita na “Nota dos Editores” no recém-lançado livro:

O jornalista José Décio, vítima de estúpida agressão policia.l, foi recolhido à enfermaria da Penitenciária do Estado, a pedido de pessoas da família. O referido jornalista sofreu uma grave depressão moral, em consequência. da prisão e do espancamento, parecendo estar sofrendo de sérios distúrbios mentais.

A psicanalista Stella van der Klugt, membro da Sociedade Bra­si­leira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP), diz que “a esquizofrenia uma forma de loucura –– em que a pessoa ou­ve vozes, tem alucinações, sofre de violentas alterações de humor; pode ter insônia, mas esta não é uma decorrência. da depressão”.

A especia.lista também afirma que “a esquizofrenia pode ter muita influência. na produção artística, tal como ocorreu na arte de Arthur bispo do Rosário que estava internado num hospício e foi considerado um grande artista reconhecido internacionalmente, uma mente brilhante que se manifestou através da doença”.

Segundo a escritora Lucia.na Hidalgo, Arthur Bispo do Rosário perambulou numa delicada região entre realidade e delírio, vida e arte: No refúgio de sua cela no Hospital Nacional dos Alienados, na Praia Vermelha, o paciente psiquiátrico produziu mais de mil obras consagradas no mercado internacional de arte contemporânea. Criou um universo lúdico de bordados, assemblages, estandartes e objetos durante os mais obscuros períodos da psiquiatria –– época dos eletrochoques, lobotomias e tratamentos violentos aplicados para o controle de crises. Sem se dar conta, Bispo não só driblou os mecanismos de poder no manicômio como utilizou sobras de materiais dispensados no hospital para criar suas obras, inventando um mundo paralelo, feito para Deus.

Uma boa analogia literária, levando para o caso-extremo que se tornou para os psicanalistas o de Arthur Bispo do Rosário, teria seu similar na literatura em Antonin Artaud. Outras analogias mais próximas seriam o de Nijinski, na dan­ça, Klaus Kinski, no teatro. Nas artes visuais, há o exemplo melhor e mais recorrente de Van Gogh ou, se quisermos ser mais modestos, o de Camille Claudel, como destaca Zeidler Filho.

O fato comum é que a percepção, a sensibilidade, a transformação em palavras que transmitem coerência. e profundidade das emoções, mesmo tendo um rótulo, um diagnóstico de esquizofrenia, ainda assim tornam-se brilhantes para a arte, assegura Stella van der Klugt. E prossegue: “O estado melancólico na esquizofrenia é o estado mais tranquilo. Penso que é aí que se consegue trabalhar. Na psicanálise, a linguagem seria o sistema de defesa mais sofisticado. A poesia é a linguagem por excelência. onde se condensam as emoções, as imagens, as histórias do ser humano”.

Por ser o poeta o artista mais completo e como a melancolia é por definição um estado permanente, diferente da depressão que pode ser passageira, vale lembrar um dos grandes melancólicos: o poeta francês Charles Baudelaire, que no poema “Spleen” demonstra até no seu último pa­rá­grafo um estado de não-esperança:

E os carros funerais, sem música ou tambor.
Vão desfilando em mim e a esperança dest’arte
Vencida, chora; e a angústia, a estorcer-se de dor,
Sobre o meu crânio implanta o seu negro estandarte.
(Flores do Mal, Baudelaire, trad. de Jamil Almansur Haddad, 1958)

O editor Mário Zeidler Filho também vê na melancolia, mesmo que em seu estágio “pós-crise” uma boa chave para a poesia de José Décio. Esse “estado melancólico” pode fazer surgir momentos de “hiperlucidez”, uma visão por demais cruenta ou desesperançada do mundo; uma falta ao mesmo tempo de solução e de mistério. Daí o desespero de Antonin Artaud ou de um Van Gogh, o louco como (e por ser) hiperlúcido.

Há ainda o exemplo de outro melancólico produtivo, o judeu-austríaco W. Benjamin. Num comentário à obra de Susana Kampff Lages (“Walter Benjamim –– Tradução e Melancolia”), Cláudia Santana Martins, assim resumiu a situação:

A melancolia se caracterizaria por um desânimo doloroso, desinteresse pelo mundo exterior, perda da capacidade de amar, inibição da produtividade e baixa autoestima. Trata-se de um delírio predominantemente moral. O “eu” do melancólico cinde-se e uma parte analisa criticamente a outra. Na base do sentimento melancólico, estaria a decepção com um objeto amoroso a que o “eu” se ligou de modo narcisista.

Em vez de criticar o objeto a­ma­do diretamente, o melancólico volta as críticas para si mesmo. O es­tado melancólico corresponderia, de modo aproximado, ao que ho­je em dia chamamos de depressão.


 

 

 

Wednesday, April 22, 2015

SARAU DO COLETIVO DE POETAS HOMENAGEIA OS 55 ANOS DE BRASÍLIA



Com a participação do cantor e compositor René Bonfim, de dois poetas nascidos em Brasília – Hilan Bensusan e Wélcio de Toledo – do historiador Adirson Vasconcelos e de do escritor e sociólogo Wagner Sresthas – autor de “Brasília, a cidade mais inteligente do mundo”–, o Coletivo de Poetas faz sarau sexta-feira, 24 de abril, em homenagem aos 55 anos de Brasília (DF). O sarau será realizado no Empório Mineiro (CLN 104).

Também homenagearão Brasília os poetas Antonio Miranda, Basilina Pereira, Mauro Nobre, Alceu Brito Corrêa e Menezes y Morais. No quadro Poesia na Roda, a plateia é convidada a prestar sua homenagem, junto com o Coletivo de Poetas. Haverá sorteio de livros.

Adirson Vasconcelos é considerado a maior referência, talvez a única, na historiografia de Brasília. Ele e Wagner Sresthas, separadamente, farão minipalestra sobre Brasília, com direito a perguntas do público.

René Bonfim é compositor da banda Paraíbola, que faz forró de raiz e nasceu em Taguatinga (DF), criada, entre outros, por Paulo de Tarso e o saudoso Francisco Morojó (Pezão). RB mostrará composições próprias ao violão.

SERVIÇO

Coletivo de Poetas homenageia os 55 anos de Brasília

Onde: Empório Mineiro (CLN, Bloco B, loja 22, fone 3340.2283 r 8116.6988).

Quando: dia 24 de abril, sexta-feira, das 18h30 às 22h30.

Couvert artístico: R$ 5 (cinco reais).

Tuesday, April 14, 2015

Que Venha a Seca, de Marcos Freitas



Autor: Marcos Airton de Sousa Freitas
ISBN: 8578106601 ISBN-13: 9788578106607
Brochura, 1ª Edição – 2010, 413 pág. Preço médio R$ 80,00

O autor não se propõe a lutar quixotescamente contra a seca e derrotá-la, mas sim compreender os fenômenos envolvidos nos diversos tipos de seca, conjeturar sua ocorrência, sua duração e sua intensidade, e estabelecer critérios para que sejam tomadas decisões realistas. Trata-se de um livro complementar à cadeira de Hidrologia, para ser utilizado principalmente pelos cursos que têm em vista a formação de hidrólogos que vivem e trabalham nas regiões assoladas pelas secas, constituindo-se em uma fonte segura de pesquisa sobre o tema. Embora haja interdependência entre os capítulos, eles podem, até certo ponto, ser lidos independentemente uns dos outros, fazendo com que o livro possa ser também usado como manual de procedimentos por gestores, administradores públicos e demais tomadores de decisão, uma vez que cada capítulo possui sua própria lista bibliográfica.

Onde adquirir o livro:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9044208&sid=97511819712322634963904325&k5=D11FF6E&uid=

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3373355/que-venha-a-seca-modelos-para-gestao-de-recursos-hidricos-em-regioes-semiaridas/?ID=BD4B76C57DB01150C1D160306

http://www.fnac.com.br/pesquisa/undefined/fnac.html?=que%20venha%20a%20seca

http://www.siciliano.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ESTRUTN1=0301&ORDEMN2=E&PALAVRASN1=que+venha+a+seca&x=44&y=13

http://www.martinsfontespaulista.com.br/ch/prod/382548/que-venha-a-seca---modelos-para-gestao-de-recursos-hidricos-em-regioes-semiaridas.aspx

http://www.livrariagalileu.com.br/home/detalhe.asp?id_livro=177871&buscape

http://www.leonardodavinci.com.br/descricao.asp?cod_livro=FRE025

http://www.livrariacanalenergia.com.br/sinopse.asp?id_obra=157

http://www.casasbahia.com.br/Que-Venha-a-Seca-Modelos-Para-Gestao-de-Recursos-Hidricos-em-Regioes-Semiaridas-296956.html
QUE VENHA A SECA
Sumário
AGRADECIMENTOS
APRESENTAÇÃO
PREFÁCIO
CAPÍTULO 1 MUDANÇAS CLIMÁTICAS E SECAS
CAPÍTULO 2 O FENÔMENO DAS SECAS, A GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS E O NORDESTE DO BRASIL
CAPÍTULO 3 ANÁLISE INTEGRADA DO FENÔMENO DAS SECAS (SIGES)
CAPÍTULO 4 MODELAGEM CHUVA-VAZÃO EM RIOS DO SEMIÁRIDO
CAPÍTULO 5 GERAÇÃO SINTÉTICA DE VAZÃO EM RIOS DE REGIÕES SEMIÁRIDAS
CAPÍTULO 6 MODELOS DE ESTIMATIVA DE DEMANDA
CAPÍTULO 7 MECANISMOS DE ALOCAÇÃO E NEGOCIAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
CAPÍTULO 8 APLICAÇÕES DO SIGES AO SEMIÁRIDO BRASILEIRO
CAPÍTULO 9 ANÁLISE MULTICRITÉRIO E TOMADA DE DECISÃO EM REGIÕES SEMIÁRIDAS
CAPÍTULO 10 ANÁLISE DE RISCO NA GESTÃO HIDROAMBIENTAL
CAPÍTULO 11 OPERAÇÃO DE RESERVATÓRIOS EM SITUAÇÕES DE ESCASSEZ
CAPÍTULO 12 INTEGRAÇÃO SETORIALNA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
CAPÍTULO 13 PLANOS DE CONVIVÊNCIA COM AS SECAS E MITIGAÇÃO DOS IMPACTOS
CAPÍTULO 14 CONSIDERAÇÕES FINAIS
 
 

O livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”

A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos


APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor


Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)


Apoio: ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos - Regional Piauí

Para a aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

Thursday, April 09, 2015

Processo Seletivo de Projetos Culturais no Instituto Cervantes.

 

Publicado em 9 de April de 2015
Cervantes Brasilia Foto Lula Lopes
O Instituto Cervantes Brasília, por meio do Departamento de Cultura, abre as inscrições do Processo Seletivo de Projetos Culturais para o 2º Semestre de 2015 – período de 1º de julho a 20 de dezembro de 2015. O cadastro é gratuito e permite aos selecionados desenvolverem seus trabalhos no Espaço Cultural do instituto (sala de exposição, auditório e pátio).
Os projetos cadastrados irão compor a grade da programação cultural do Instituto Cervantes nas áreas de Cinema, Audiovisuais, Literatura, Ciência, História, Sociologia, Antropologia, Tecnologia, Arquitetura, Design, Artes Plásticas, Fotografia, Gastronomia, Artes Cênicas (Teatro, Dança, Performance e Circo) e Música.
O prazo de inscrições encerram no dia 04 de junho de 2015. Os interessados deverão consultar o edital em www.brasilia.cervantes.es em PROCESSO SELETIVO DE PROJETOS CULTURAIS 02/2015.
Serviço: Processo Seletivo de Ocupação de Espaços do Instituto Cervantes
Até 4 de junho
Entrega das propostas: Segunda a sexta – de 9 às 19 horas, e sábados – de 8:00 as 12:30
Inscrição: gratuita
Local: Espaço Cultural Instituto Cervantes (Seps 707/907 – Lote D – Asa Sul)
Informações: 3242-0603
Site: http://brasilia.cervantes.es
Foto: Lula Lopes. Divulgação.

Cine PE anuncia programação e novidades para a edição 2015

 

Longa "A luneta do tempo", do cantor Alceu Valença, está entre os destaques da grade

postado em 08/04/2015 17:17
Diário de Pernambuco

Um dos maiores festivais de cinema do estado, o Cine PE anunciou, nesta quarta-feira (08), a programação e as novidades da edição 2015. O evento, que ocorre de 2 a 8 de maio, volta a ser realizado no Cinema São Luiz, local que abrigou a primeira mostra, em 1997. Os ingressos custarão R$ 4, com direito a meia-entrada.
                               
Entre os filmes que serão exibidos, destacam-se produções como História natural, de repórter do Viver e crítico de cinema Júlio Cavani, e Permanência, de Leonardo Lacca. A luneta do tempo, de Alceu Valença, foi confirmado. No fim de setembro, o longa-metragem entrará em circuito nacional. No mesmo mês, será lançada a trilha sonora em CD e o livro Por trás da luneta, também pela editado pela Chiado. A obra se debruça sobre os bastidores da produção e foi escrito por Júlio Moura, com fotografias de Antônio Melcop. Vale lembrar que o filme também teve estreia no Festival de Gramado, de onde saiu com duas estatuetas.

evento marcará também a primeira exibição do longa O exótico Hotel Marigold 2, do cineasta John Madden (Shakespeare apaixonado), que também vem ao festival. O cronograma de exibição dos filmes será definido nas próximas semanas. Na abertura, os homenageados serão o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e o escritor Ariano Suassuna, ambos falecidos em 2014.

Confira a programação do Cine PE 2015:

MOSTRA ESPECIAL


O exótico Hotel Marigold 2, de John Madden

A luneta do tempo, de Alceu Valença

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS

Aqui deste lugar, de Sérgio Machado e Fernando Coimbra

Cavalo dinheiro, de Pedro Costa

Mães do Pina, de Leo Falcão

O amuleto, de Jeferson De

O gigantesco ímã, de Petrônio Lorena e Tiago Scorza

O vendedor de passados, de Lula Buarque de Holanda

Permanência, de Leonardo Lacca

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS NACIONAIS

Alegria, de Hsu Chien Hsin

Até a China, de Marão

Bajado, de Marcelo Pinheiro

Como são cruéis os pássaros da alvorada, de João Toledo

Fim de semana, de Pedro Diógenes e Ivo Lopes Araújo

O segredo da Família Urso, de Cintia Domit Bittar

Palace Hotel, de Cao Guimarães

Simulacro, de Miguel Moura

Vestibular, de Toti Loureiro e Ruy Prado

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS PERNAMBUCANOS


Brócolis, de Valentina Homem

Encantada, de Lia Leticia

História natural, de Julio Cavani

O Gaivota, de Raoni Assis

O poeta americano, de Lírio Ferreira

Salu e o Cavalo Marinho, de Cecilia da Fonte

Xirê, de Marcelo Pinheiro.

MOSTRA DE CINEMA INFANTIL


Amazônia, de Thierry Ragobert

Minhocas, de Arthur Nunes e Paolo Conti
 
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2015/04/08/interna_diversao_arte,478702/cine-pe-anuncia-programacao-e-novidades-para-a-edicao-2015.shtml

     

14ª Mostra do Filme Livre - MFL 2015

 

Divulgação
Em sua 14ª edição, a Mostra do Filme Livre traz para o público candango um panorama completo da produção brasileira de filmes independentes em todos os formatos, gêneros e durações.

Dia 08/04 - Quarta-feira

Cinema

18h30 - Destaque 3 Dellani - 16 anos - 77 min
O tempo Não Existe No Lugar Em Que Estamos, de Dellani Lima, MG, 2015, 77min

20h - Capovilla 1 - 14 anos - 80 min
Subterrâneos do Futebol, de Maurice Capovilla, RJ, 1964, 30min
Bahia de Todos os Santos, de Maurice Capovilla, SP, 1974, 56min

Cabines
Cabine Livre 1 - Livre - 14h às 20h
Outras Mitologias, de Marcelo Salum, RJ, 2014, 9min

Dia 09/04 - Quinta-feira

Cinema
16h30 - Capovilla 7 - 14 anos - 60 min
Crônica à Beira do Rio, de Maurice Capovilla, SP, 1981, 60min

18h30 - ESPECIAL CARLOS MAGNO - 14 anos 83 min *sessão seguida debate
ANDRÔMEDA - a menina que fumava sabão, de Carlos magno Rodrigues,MG, 2009, 15min
1976 - Lugar Sagrado, de Carlos magno Rodrigues, MG, 2010, 6min
Alexandre Illich, de Carlos magno Rodrigues, MG, 2008, 12min
Sebastião, o homem que bebia querosene, de Carlos magno Rodrigues, MG, 2007, 10min
IGRREV - Igreja Revolucionária dos Corações Amargurados, de Carlos magno Rodrigues, MG, 2007,

20h - Capovilla 2 - 14 anos - 103 min
Bebel, Garota Propaganda, de Maurice Capovilla, SP, 1967, 108min

Cabines
Cabine Livre 2 - Livre - 14h às 20h
Abdução, de Nelton Pellenz, SC, 2014, 4min
Abordagem, de Joacélio Batista e Nelton Pellenz, RS, 2014, 13min
Imerso, de Joacélio Batista e Nelton Pellenz, RS, 2014, 10min
Maré, de Nelton Pellenz, RS, 2014, 2min
Diuturnamente, de Nelton Pellenz, RS, 2013, 9min
Terra do meio, de Joacélio Batista e Nelton Pellenz, RS, 2014, 8min

Dia 10/04 - Sexta-Feira

Cinema

16h30 - Pílulas - 18 anos - 74min
A câmera, de Germano Weiss, RJ, 2014, 3min
A Gal and A Gun, de Raquel Gandra, RJ, 2013, 3min
Atemporal, de Sara Não Tem Nome, MG, 2013, 1min
Carros Carros Carros, de Fernanda Almeida, RJ, 2014, 1min
Carta de meu pai, de Marta Chamarelli, RJ, 2014, 1min
Ciclo, de Arthur Cavalcante, AL, 2013, 3min
Coffee Break, Ernesto Molinero, BA, 2014, 3min
Como seria?, Daniel Gonçalves, RJ, 2014, 3min
CorpoFala, de Marina Gurgel, RJ, 2013, 3min
Distância, de Aline Paiva, RJ, 2010, 3min
Estudo de Persistência, de Krefer, PR, 2014, 2min
Estudo de Sobreposição, de Krefer, PR, 2014, 3min
Eu Venus aqui, de Aline Brune, BA, 2013, 3min
Evidências (primeira: tchauzinho), de Tatiana Nascimento dos Santos, DF, 2014, 2min
Felappi: Do Sub, de Fela Montparnasse, RJ, 2015, 2min
4 x 1, de Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano, RJ, 2011, 2min
Graffiti, de Bruno Vianna, RJ, 2014, 3min
Música da Luz #1, de Renato Coelho, SP, 2013, 1min
O babado da Toinha, de Julia Aguiar, André de Oliveira, Cauê Rocha, BA, 2014, 3mi
O cinema segundo Luiz Rô, de Renato Coelho, SP, 2013, 3min
O Recordista, de Marcelo Rivelino, RS, 2011, 1min
Ordem e Progresso, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 1min
Os Cegos, de Bruno Risas, SP, 2014, 2min
Punk, de Alex Fedox, CE, 2014, 1min
Rua Julieta Palhares, 295, de Renato Coelho, SP, 2013, 3min
Samba é Madeira, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 1min
Saudade Bandida, de Anno Birkin, BA, 2014, 3min
Sonia, de Lud Mônaco, CE, 2013, 1min,
Texto Simples, de Francisco Franco e Josimar Freire, MG, 2014, 3min,
Transitório, de Duda las Casas, RJ, 2014, 2min
VICACHÁ, de Sávio Leite, MG, 2014, 3min
Visão 2013 para Roberto Piva, de Priscyla Bettim, SP, 2013, 3min

18h30 - Capovilla 3 - 14 anos - 93min
O Profeta da Fome, de Maurice Capovilla, SP, 1970, 93min

20h15 - Capovilla 4 - 14 anos - 90 min
O Jogo da Vida, de Maurice Capovilla, SP, 1977, 90min
Cabines
Cabine Livre 3 - Livre - 14h às 20h
Videoscópio X, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 4min

Dia 11/04 - Sábado

Cinema

14h - Mostrinha Livre 1 - Livre - 39min
Fora da caixa, Edemar Miqueta, MA, 2013, 5min
Toda Forma se transforma, SP, 2014, 1m
Amarelinha, de Rafael Jardim, BA, 2013, 12min
A varinha mágica, de Ramon Faria, MG, 2012, 5min
A Piscina do Peri, de Fábio Gavião, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
Acadêmicos do Morrinho - Parte 1, de Fábio Gavião, Nelcirlan Souza, Rodrigo de Maceda, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
Acadêmicos do Morrinho - Parte 2, de Fábio Gavião, Nelcirlan Souza, Rodrigo de Maceda, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
O Saci no Morrinho, de Renato Dias , Nelcirlan Souza, José Carlos (Junior), Rodrigo de Maceda, RJ, 2007, 4min

16h30 - Curta Brasília - 18 anos - 80 min
Crônicas de uma Cidade Inventada, de Luísa Caetano, DF, 2014, 25min
Meio fio, de Denise Vieira, DF, 2014, 20min
Cabeça, tronco, rodas, de Thiago Zacarias Amâncio, 2014, 20min
Desova, de Algodão Choque, DF, 2014, 15min

18h30 - Nervos de Aço - Livre - 90 min, RJ, 2015 . A sessão será seguida de debate com Maurice Capovilla e mediação do curador Marcelo Ikeda.

Dia 12/04 - Domingo

Cinema

14h - Mostrinha Livre 2 - Livre - 40 min
Samba é Madeira, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 1min
O Reino do Chocolate de Rafael Jardim, BA, 2011, 4min
Ciclo - Inédito, de Arthur Cavalcante, AL, 2013, 3min
Ordem e Progresso, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 1min
Inexorável, de Juliano Coacci, DF, 2009, 3min
Garoto Barba, de Christopher Faust, PR, 2010, 14min
O Saci no Morrinho, de Renato Dias , Nelcirlan Souza, José Carlos (Junior), Rodrigo de
A Piscina do Peri, de Fábio Gavião, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
Erros, de Rodrigo Soldado, RJ, 9min.

Teatro do CCBB

15h %u2013 Debates Livres %u2013 Políticas Audiovisuais %u2013 Discussão sobre a atual política audiovisual, com Ana Arruda, Frederico Cardoso, Leo Rossato, Norlan Silva e convidados.

16h30 - Destaque 2 Atores Livres - 14 ANOS - 99 min
Pé sem chão, de Sérgio Ricardo, RJ, 2014, 14min
Ossos, de Helena Ignez, CE, 2014, 19min
Gira, de Sergio Santeiro, RJ, 2014, 3min
Dois casamentos, de Luiz Rosemberg Filho, RJ, 2014, 63min

18h30 - Capovilla 5 - 16 anos - 91min
Harmada, de Maurice Capovilla, RJ, 2003, 100min

20h15 - Capovilla 6 - 14 anos - 110min
O Último Dia de Lampião, de Maurice Capovilla, SP, 1975, 50min
O Boi Misterioso e o Vaqueiro Menino, de Maurice Capovilla, SP, 1981, 60min

Dia 13/04 - Segunda

Cinema

16h30 - Outro Olhar 1 - 12 anos - 84min
Capela, de Ramon Batista, PB, 2014, 12min
Um Filme Para Michal, de Violeta Martinez, BA, 2013, 72min

18h - Politykas 1 - Livre - 83 min
É Tudo Mentira, de Coletivo No Pasaran!, RJ, 2014, 83min

20h - Politykas 2 - 12 anos - 74 min Ressurgentes, de Dácia Ibiapina, DF, 2014, 74min
A sessão será seguida de debate com a cineasta Dácia Ibiapina e mediação do curador Marcelo Ikeda.

Dia 15/04 - Quarta

Cinema

16h30 - Outro Olhar 2 - 12 anos - 71min
A doce Flauta de Liberdade, de George Varanese Neri, BA, 2014

18h30 - Panorama Livre 1 - 14 anos - 66 min
Vislumbres, de Andre Pyrrho, RN, 2014, 7min
Vistos em volta, de Thiago Zamprogno, RJ, 2014, 10min
Efeito Casimiro, de Clarice Saliby, RJ, 2013, 15min
Erivaldo - O Astronauta Místico, Gurcius Gewdner, SC, 2013, 6min
Pequeno Objeto A, de Daniel Abib, RJ, 2014, 15min
Filme caseiro - noite estrelada, de Dirnei Prates, RS, 2014, 13min

20h - Longa Livre 1 - 10 anos - 78 min
Rito de Passagem, de Juliette Yu-Ming, RJ, 2014, 11min
A mulher que amou o vento, de Ana Moravi, MG, 2014, 67min
Cabines
Cabine Livre 4 - Livre - 14h às 20h
Triptyques Atypiques, de Cavi Borges, RJ, 2014, 4min

Dia 16/04 - Quinta-feira

Cinema

16h30 - Outro Olhar 3 - Livre - 73min
Flutuantes, de Rodrigo Savastano, RJ, 2013, 73min

18h30 - Panorama Livre 2 - 14 anos - 73 min
10-5-2012, de Álvaro Andrade, BA, 2014, 19min
Edifício Tatuapé Mahal, de Carolina Markowicz e Fernanda Salloum, SP, 2014, 10min
Gigante, de Rafael Spínola, RJ, 2014, 12min
E - Inédito, de Alexandre Wahrhaftig, Helena Ungaretti e Miguel Antunes Ramos, SP, 2013, 17min
Retrato n.1 Povo acordado e suas 1000 Bandeiras, de Edu Yatri Ioschpe, SP, 2013, 5min
Onde vivem os monstros?, de Ythallo Rodrigues, CE, 2014, 10min

20h - Longa Livre 2 - 10 anos - 85min
Dromedário no Asfalto, de Gilson Vargas, RS, 2014, 85min
Cabines
Cabine Livre 5 - Livre - 14h às 20h
Toda cor abandonada é violenta, de Ulisa Carmens, RJ, 2014, 14min

Dia 17/04 - Sexta-feira

Cinema

16h30 - Outro Olhar 4 - Livre - 72 min
Nós Outros, de Marina Weis, SP, 2013, 72min

18h30 - Panorama Livre 3 - 16 anos - 75 min
SeteOito, de Luciana Barretto Lemos, SP, 2014, 18min
Loïe e Lucy, de Isabella Raposo e Thiago Brito,RJ, 2014, 16min
Nua por Dentro do Couro, de Lucas Sá, MA, 2014, 21mi
Être chat, de Juliette Yu-Ming e Sebastian Wiedemann, RJ, 2014, 20min

20h - Longa Livre 3 - 14 anos - 92 min
A Vida Privada dos Hipopótamos, de Maíra Bühler e Matias Mariani, SP, 2014, 91min
Cabines
Cabine Livre 6 - Livre - 14h às 20h

Prostração, de Roderick Steel, SP, 2014, 5min

Dia 18/04 - Sábado

Cinema

14h - Mostrinha Livre 2 - Livre - 40 min
Samba é Madeira, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 1min
O Reino do Chocolate de Rafael Jardim, BA, 2011, 4min
Ciclo - Inédito, de Arthur Cavalcante, AL, 2013, 3min
Ordem e Progresso, de Fernanda Vogas e Xabier Monreal, RJ, 2012, 1min
Inexorável, de Juliano Coacci, DF, 2009, 3min
Garoto Barba, de Christopher Faust, PR, 2010, 14min
O Saci no Morrinho, de Renato Dias , Nelcirlan Souza, José Carlos (Junior), Rodrigo de
A Piscina do Peri, de Fábio Gavião, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
Erros, de Rodrigo Soldado, RJ, 9min.

16h30 - Longa Livre 4 - 16 anos - 85min
Ruídos Mudos - Inédito, de Haendel Melo, MG, 2014, 23min
A Misteriosa Morte de Pérola, de Guto Parente, CE, 2014, 62min

18h30 - Panorama Livre 4 - 14 anos 75 min
Vailamideus, de Ticiana Augusto Lima, CE, 2014, 8min
Como se fosse da família, de Alice Riff, Luciano Onça, SP, 2013, 14min
CLORO, de Marcelo Grabowsky, RJ, 2014, 18miN
Geru, de Fábio Baldo e Tico Dias, SP, 2014, 23min
Sujeito Oculto, de Amanda Gracioli ,BA, 2014, 12min

20h - Sexuada 1 - 18 anos - 68min
Repúblico - Inédito, de Jefferson Parreira, Keu Andrade e Raquel Vasconcelos, BA, 2013, 16min
Action Painting No. 1 / No. 2, de Krefer & Turca, PR, 2014, 7min
Fonte Invertida, de Krefer, SP, 2014, 1min
Virgindade, de Chico Lacerda, PE, 2014, 15min
Como dois amantes, de Eduardo Brandão Pinto, RJ, 2014, 12min
Nothing to adjust, de Duo Strangloscope (Rafael Schlichting e Cláudia Cárdenas), SC, 2014, 5min
Nascedouro, de Bernardo Teodorico Costa Souza, PB, 2014, 12min
Cabines
Cabine Livre 7 - Livre - 14h às 20h

Abraço, de Igor Câmara, CE, 2014, 10min

Dia 19/04 - Domingo

Cinema

14h - Mostrinha Livre 1 - Livre - 39min
Fora da caixa, Edemar Miqueta, MA, 2013, 5min
Toda Forma se transforma, SP, 2014, 1m
Amarelinha, de Rafael Jardim, BA, 2013, 12min
A varinha mágica, de Ramon Faria, MG, 2012, 5min
A Piscina do Peri, de Fábio Gavião, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
Acadêmicos do Morrinho - Parte 1, de Fábio Gavião, Nelcirlan Souza, Rodrigo de Maceda, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
Acadêmicos do Morrinho - Parte 2, de Fábio Gavião, Nelcirlan Souza, Rodrigo de Maceda, Renato Dias, Chico Serra, RJ, 2006, 4min
O Saci no Morrinho, de Renato Dias , Nelcirlan Souza, José Carlos (Junior), Rodrigo de Maceda, RJ, 2007, 4min

16h30 - Longa Livre 5 - 16 anos - 73 min
Untitled: não identificado, de Sidney Schroeder, RJ, 2014, 9min
Intervenção, de Pedro Maia de Brito, PE, 2014, 4min
Aquilo que Fazemos com as Nossas Desgraças, de Arthur Tuoto, PR, 2014, 60min

18h30 - Panorama Livre 5 - 10 anos - 67min
O que se memora, de Caio Dornelas e Ernesto Rodrigues, PE, 2014, 10min
E O Amor Foi Se Tornando Cada Dia Mais Distante, de Alexander de Moraes, RJ, 2014, 9min
A Clave dos Pregões, de Pablo Nóbrega, PE, 2014, 15min
História Natural, de Júlio Cavani, PE, 2014, 12min
De Profundis, de Isabela Cribari, PE, 2014, 21min

20h - Sexuada 2 - 18 anos - 54min
Exquisite Corpse Video Project Vol. 4 - Porn and Politics, de Kika Nicolela e outros 37 autores, SP, 2014, 54min
Cabines
Cabine Livre 8 - Livre - 14h às 20h
Faraway, de Fábio Bardella e André Michiles, SP, 2014, 2min
Sem Título # 1: Dance of Leitfossil, de Carlos Adriano, SP, 2014, 6min

Dia 20/04 - Segunda

Cinema

16h30 - Outro Olhar 5 - 14 anos - 86min
Filme Selvagem, de Pedro Diogenes, CE, 2014, 12min
Com os Punhos Cerrados, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes, Ricardo Pretti, CE, 2014, 74min

18h30 - Longa Livre 6 - 16 anos - 83min
Jardim Atlântico, de Jura Capela, PE, 2012, 83min

20h15 - Politykas 3 - Livre - 80 min
Rio Ano zero, de Aude Chavalier, RJ, 2013, 118min
Cabines
Cabine Livre 9 - Livre - 14h às 20h
%u2026%u2026%u2026%u2026%u2026... - , de Duo Strangloscope (Rafael Schlichting e Cláudia Cárdenas), SC, 2014, 9min, 6
Spinoff , de Duo Strangloscope (Rafael Schlichting e Cláudia Cárdenas), SC, 2014, 5min

Dia 22/04 - Quarta-feira

Cinema

16h30 - Outro Olhar 6 - 16 anos - 104 min
Metamorfismo, de Pedro Leite, SP, 2014, 39min
Jericó, de Victor Ruano, RJ, 2011, 38min
Os cantos da terra verde, de Gabriel Bilig, MG, 2014, 27min

18h30 - Panorama Livre 6 - 16 anos - 76 min
Nunca Fomos Emboram, de Samuel Carvalho, CE, 2014, 24min
O tempo entre o sopro e o apagar da vela, de Rodrigo Fernandes, CE, 2013, 12min
AQUENDA NELA, de Bárbara Cabeça Rangel, CE, 2014, 18min
O Completo Estranho, de Leonardo Mouramateus, CE, 2014, 24min

20h - Longa Livre 7 - 14 anos - 80min
Pingo d´agua, de Taciano Valério, PB, 2014, 80min

Cabines
Cabine Livre 10 - Livre -14h às 20h
Autorretrato com círculo vermelho, de Nadam Guerra, RJ, 2013, 5min

Dia 23/04 - Quinta-feira

Cinema

16h30 - Outro Olhar 7 - 16 anos - 87min
O spleen de São Paulo, de Priscyla Bettim, SP, 2014, 10min
Querido capricórnio, de Amanda Devulsky, DF, 2014, 12min
Loja de Répteis, de Pedro Severien, PE, 2014, 17min
Teresa, de Lilih Curi, BA, 2014, 4min
Com Fome no Fim do Mundo, de Marcus Curvelo, BA, 2014, 30min
BRISA SECRETA DAS ALTURAS, de Fábio Carvalho, MG, 2014, 14min

18h30 - Panorama Livre 7 - 14 anos - 68 min
Ela - Inédito, de Nivaldo Vasconcelos, AL, 2014, 8min
Tigre, de João Borges, MG, 2013, 15min
Cenário, de Carol Veras, Felipe Gurgel, Mariana Lage e Régis Cunha, CE, 2014, 6min
Visita ao filho - Inédito, de Frederico Benevides, CE, 2014, 24min
Ilha - Inédito, de Ismael Moura, PB, 2014, 15min

20h - Longa Livre 8 - Livre - 108 min
Ela volta na quinta, de André Novais Oliveira, MG, 2014, 108min
Cabines
Cabine Livre 11 - Livre - 14h às 20h
[distopia], de Eduardo Brandão Pinto, RJ, 2014, 14min


Dia 24/04 - Sexta-feira

Cinema

16h30 - Trash - 18 anos - 77 min
Judas, de Joel Caetano, SP, 2015, 10min
O Laboratório do Dr. Sepúlveda, de Coffin Souza, SC, 2015, 8min
Vamos Lá, Camarada. Aperte a Mão do Coleguinha, de Ângelo Sousa, CE, 2014, 9min
sede, de Cleiner Micceno, SP, 2013, 14min
A Cor Que Caiu do Espaço, de Petter Baiestorf, SC, 2015, 7min
Carniçal, de Rubens Mello, SP, 2014, 15min
REVELAÇÕES DE UM CINEASTA CANIBAL, de Rodrigo Aragão, ES, 2014, 12min

18h30 - Panorama Livre 8 - 16 anos - 74 min
Jacklegal, de Wanessa Malta, CE, 2014, 24min
Corações Sangrantes, de Jorge Polo, RJ, 2014, 24min
A outra margem, de Nathália Tereza, MS, 2015, 26min

20h - Longa Livre 9 - 18 anos - 74min
Batguano, de Tavinho Teixeira, PB, 2013, 74min

Cabines
Cabine Livre 12 - Livre - 14h às 20h
Três ratos, de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes, RS, 2013, 12min

Dia 25/04 - Sábado

Cinema

14h - Caminhos 1 - Livre - 57 min
Archângelo, de Davi Mello, SP, 2014, 4min
Catarinas, de Daniela Verztman Bagdadi, RJ, 2014, 7min
Carta para um fantasma, de Marcelo Moura, RJ, 2014, 6min
Quando Rosa Virou Azul, de Raí Gandra Moreira, BA, 2014, 7min
Que a saudade se faz tarde, de Júlia Vilhena, RJ, 2014, 5min
Rua dos Bobos, de Ohana Sousa, BA, 2012, 7min
Ventania, de Matheus Peçanha, Renata Spitz e Thiago Yamachita, RJ, 2014, 21min

16h - Mundo Livre 1 - 14 anos - 84 min
Se o mundo acabar, me dê um toque, de Renato Sircilli, SP, 2014, 17min
De repente, Barbara, de Antoine Guerreiro do Divino Amor, RJ, 2013, 12min
Time Gap, de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting, SC, 2014, 11min
La Llamada, de Gustavo Vinagre, SP, 2014, 19min
A vaca, de Mariana Tesch Morgon, SP, 2014, 6min
Bashar, de Diogo Faggiano, SP, 2014, 19min

18h30 - Panorama Livre 9 - 18 anos - 87 min * seguido de debate
Nada É, de Yuri Firmeza, CE, 2014, 34min
O Bagre Africano de Ataléia, Aline X e Gustavo Jardim, MG, 2014, 52min

20h15 - Longa Livre 10 - Livre - 72min
O Gigantesco Ímã, de Petrônio Lorena e Tiago Scorza, PE, 2014, 72min

Cabines
Cabine Livre 13 - 14 anos - 14h às 20h
Tympanum, de Bruno Costa,PR, 2014, 10min

Dia 26/04 - Domingo

Cinema

14h - Caminhos 2 - 14 anos - 62 min
Achados e Perdidos, de Camila Lamha, Guilherme Ferraz e Luisa Mello, RJ, 2014, 6min
Fragmentos de uma cronologia inerte, de Lucas Simões, PE, 2013, 8min, 6
Vila - Aeroporto, de Danilo Vilaça, MG, 2014, 10min
Oná, de Coletivo Crua, RJ, 2014, 5min
BARBEIRO, de Felipe Kusnitzki, RJ, 2014, 9min
Monolito Carnaval, de Dora de Andrade, Daniel Ruiz e Felipe Barros, RJ, 2014, 9min
Sobre Trilhos, de Oficina de Produção Audiovisual da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, RJ, 2014, 14min

16h30 - Mundo Livre 2 - 12 anos - 68 min
NEWCOMERS (Recém-chegados), de Mariana Duarte, RJ, 2013, 18min
Sebas es como es, de Juliana Brombim, SP, 2012, 22min
O arquipélago, de Gustavo Beck, RJ, 2014, 28min

18h30 - Panorama Livre 10 - 18 ANOS - 84 min
Nova Dubai, de Gustavo Vinagre, SP, 2014, 50min
Verona, de Marcelo Caetano, SP, 2013, 34min

20h15 - Longa Livre 11 - 14 anos - 80 min
Rio Cigano, de Julia Zakia, SP, 2013, 80min

Cabines
Cabine Livre 14 - Livre - 14h às 20h

Blank, de Ali Khodr, Camila Mello e Mauro Espíndola, RJ, 2013, 43min


Dia 27/04 - Segunda

Cinema

16h30 - Coisas Nossas - Livre - 75 min
FORTALEZA É UM OVO, de Marcelo Ikeda, CE, 2014, 3min
Digitaria ex Machina, de Gabraz, RJ, 2015, 24min
Dale, de Patrícia Francisco, SP, 2014, 12min

18h30 - Curta o Curta - 12 anos - 71 min
Estátua!, de Gabriela Amaral Almeida, SP, 2014, 24min
Tormenta, de Fernanda Salgado e Fernando Mendes, MG, 2014, 14min
Araca - O Samba em Pessoa, de Aleques Eiterer, RJ, 2014, 20min
Castillo y el Armado, de Pedro Harres, RS, 2014, 13min

20h - Longa Livre 12 - Livre - 116min
Yorimatã, de Rafael Saar, RJ, 2014, 116min
Cabines
Cabine Livre 15 - Livre - 14h às 20h
Diários - Inédito, de Patricia Gouvêa, RJ, 2010, 29min

Informações:

Data - 08/04/2015 a 27/04/2015
        
    
 
 
                                            

Conexão Kebab (Kebab Connection)



Endlich Feierabend!
 
Em abril, o Happy Hour Cultural do Goethe-Zentrum Brasília vem com novidades!
 
Além da exibição do filme alemão e venda de especialidades da gastronomia alemã, vamos ter um brechó onde você poderá encontrar livros, revistas, dicionários, CDs, DVDs, comics, etc, em alemão ou traduzidos.
 
Não perca esta oportunidade de ter uma verdadeira experiência da cultura alemã!
 
Apresentaremos o filme:
 
Conexão Kebab (Kebab Connection)
 
Direção: Anno Saul, 96 min, 2005
Roteiro: Fatih Akin
Classificação indicativa: 12 anos
Alemão com legendas em português
 
Comédia sobre o choque de culturas em Hamburgo: um aspirante a cineasta turco-alemão quer fazer o primeiro filme de kung-fu alemão e sonha com filmes de ação, mas na vida real tem que enfrentar a concorrência do restaurante grego e os preconceitos de sua família para desempenhar o papel de pai.
 
Data: terça, 14/4/2015
Horários: a partir das 16h: brechó e gastronomia alemã
                 18h30: início da sessão
Local: Goethe-Zentrum Brasília, EQS 707/907, bloco F, andar térreo

Wednesday, April 08, 2015

Poeta Hardi Filho




(Foto: Francisco Gilásio/Arquivo Pessoal)


(Fortaleza, 5 de julho de 1934 - Teresina, 27 de março de 2015)


Hardi Filho


É tarde / é cedo

é tarde, o sol declina no horizonte, os pássaros procuram o arvoredo, desde ontem juntos, tenho de ir embora mas meu amor sugere que ainda é cedo. — é tarde, eu digo, a noite vai vestir o manto que acoberta o seu segredo; já nos amamos o bastante, amor. e meu amor me diz: — amor, é cedo. retruco: é tarde, as sombras mais se adensam e os caminhos, escuros, causam medo. — isso mesmo, — diz ela me beijando — espera amanhecer... amanhã cedo... ela é divina! eu sou feliz! atendo ao seu convite e aos seus carinhos cedo: mais momentos de amor então gozamos; até que, de repente acordo, é cedo? é tarde? a claridade de outro dia, para nós dois, severa, aponta o dedo. vou levantar, ela também acorda, me abraça, e fala, insiste que inda é cedo. — é tarde, eu mostro, há luz em toda a alcova, impondo fim ao nosso doce enredo. — não! — ela diz — isto é clarão da lua... amor, não vá, ainda é muito cedo!

 

Sobre a vida e obra de Hardi Filho em:
http://www.portalodia.com/blogs/chico-miguel/hardi-filho,-sua-vida,-nossa-vida-e-a-poesia-208407.html


Obras Cinzas e Orvalhos (1964) Gruta Iluminada (1971) Poesia e Dor (1974 – Ensaio sobre Celso Pinheiro, poeta piauiense) Poesias de Desencanto e de Amor (1983) Teoria do Simples (1986) Cantovia (1986) Poesia e Dor no Simbolismo de Celso Pinheiro (1987) Suicídio do Tempo (1991) Oliveira Neto (Ensaios – 1994) Estação 14 (1997) Veneno das Horas (2000) O Dedo do Homem (Diário – 2000)

Tuesday, April 07, 2015

Relações entre Brasil e Alemanha na Época Contemporânea


Inquietudes de horas e flores, de Marcos Freitas


 
 
 
 
 

Billie Holiday, a voz mais especial do jazz, completaria cem anos hoje



Billie Holiday tinha uma voz tão rouca e especial que não precisou estudar para dominar com facilidade os complicados giros do jazz e criou interpretações tão intensas que continua a ser a número um, mesmo cem anos após seu nascimento.

Uma voz privilegiada e uma vida errática, com uma mãe que a teve com apenas 13 anos, um marido abusivo e a dependência de álcool e heroína que a levou a morrer arruinada e sozinha, na cama de um hospital e sob prisão domiciliar, com apenas 44 anos, em 1959.

Mas, apesar de tanto tempo após sua morte e uma vida tão curta, a cantora é lembrada e aclamada como uma das maiores, o que se reflete nas diversas homenagens que tem recebido pelo centenário, principalmente em Nova York, cidade que a acolheu.

O mítico teatro Apolo, no Harlem, a incluirá hoje em sua Calçada da Fama, onde já estão Ella Fitzgerald, James Brown, Gladys Knight & the Pips, Etta James e Louis Armstrong.
"Sua voz e sua presença foram rapidamente consolidadas na cultura popular, o que a tornou a cantora mais influente do jazz em sua época e uma das cantoras mais apreciadas do século", afirmou o produtor executivo do Apolo, Mikki Shepard, quando da divulgação da estrela para a cantora.

Além disso, a cantora Cassandra Wilson lançará seu novo disco, "Coming Forth By Day", uma homenagem "à beleza, ao poder e ao gênio de Billie Holiday", reunindo 11 de suas canções, e uma nova, "Last Song (For Lester)".

Por sua vez, o nova-iorquino Lincoln Center programou dois shows em que Cécile McLorin Salvant cantará Billie Holiday, e de 7 a 10 de abril acontecerá o "Billie Holiday Festival" em diversas salas de Nova York.

São todas homenagens a uma das cantoras mais influentes do jazz, que soube fazer de sua voz um dos instrumentos mais precisos e eficazes, como lembrou Wynton Marsalis em entrevista na revista "Life" na qual confessou que, quando tinha 24 anos, passou um ano ouvindo, todos os dias, todas as canções gravadas por Holiday.

A cantora nasceu Eleanora Fagan em 7 de abril de 1915 na Filadélfia, filha de dois adolescentes. Sua mãe, Sarah Julia "Sadie" Fagan tinha apenas 13 anos, e seu pai, Clarence Holiday, que tinha 15, a abandonou ainda bebê.

Criada até os dez anos por sua tia Eva Miller - meia-irmã de sua mãe -, sofreu uma tentativa de estupro por um vizinho, foi levada para um reformatório, para depois viajar de forma intermitente com sua mãe, que não tinha trabalho fixo.

Aos 14 anos se reuniu com sua mãe no Harlem e começou a se prostituir até ser detida e presa por quatro meses. Após essa estadia na prisão começou a cantar profissionalmente junto com um vizinho, o saxofonista Kenneth Hollan.

Já com o nome de Billie Holiday - em homenagem a seu pai, guitarrista -, começou a deslumbrar com uma voz que tinha sido lapidada à sua maneira, com imitações de Louis Armstrong e Bessie Smith.
"Não acho que cante. Sinto como se tocasse uma buzina. Tentava improvisar como Les Young, como Louis Armstrong ou qualquer outro que admire. O que sai é o que sinto. Odeio simplesmente cantar. Tenho que mudar o tom para adaptá-lo à minha forma", afirmava Holiday quando perguntavam seu estilo.

Um estilo rompedor e sofisticado, uma forma especial de fraseado e uma entonação profunda que se diferenciava imediatamente do tradicional jazz que imperava na época.
Sua primeira gravação foi em 1933 - "Your Mother's Son-in-Law" -, ajudada pelo então pouco conhecido Benny Goodman.

Pouco a pouco foi ganhando prestígio no mundo do jazz e sua ascensão começou com a série de gravações junto com o saxofonista Lester Young, que a apelidou de "Lady Day", e que se tornou um de seus melhores amigos.

Mas foi sua interpretação de "Strange Fruit", a história do linchamento de um negro e uma dura condenação ao racismo em um Estados Unidos ainda segregado, em 1939, que a consolidou como uma das estrelas do jazz e marcou um antes e um depois em sua carreira.

"God Bless the Child", "Trav'lin' Light", "Gloomy Sunday", "Lover Man", "Summertime", "I'll be seeing you", "Crazy calls me", "Body and Soul" são algumas de suas canções mais famosas.
Billie Holiday deixou mais de uma centena de músicas gravadas, hipnóticas e encantadoras que continuam atuais, assim como sua imagem, em preto e branco, com seu sorriso melancólico e a eterna gardênia branca que adornava seu cabelo.

http://musica.uol.com.br/noticias/efe/2015/04/07/billie-holiday-a-voz-mais-especial-do-jazz-completaria-cem-anos-hoje.htm

 

Wednesday, April 01, 2015