Thursday, January 24, 2008

Geração de 1970 ganha antologia de contos

Será lançado amanhã, 25, na Sala Torquato Neto – Clube dos Diários, às 19h, o livro “Geração de 1970 no Piauí: contos antológicos”, obra que contém textos representativos de oito autores
piauienses que pertencem à referida geração. Organizado pelo contista e professor do Departamento de Letras da Universidade Federal do Piauí – UFPI, Airton Sampaio, a publicação faz alusão
aos 35 anos do surgimento do jornal Lingüinha, em Parnaíba, e aos 33 anos da edição do livro-apostila Tudo é melhor que nada, em Teresina.
Lançado sob incentivo da Lei A. Tito Filho e mediante patrocínio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Teresina, a obra faz um apanhado significativo de contos que se destacam não apenas pelo esperado engajamento político, mas também pela renovação da narrativa curta e pela consolidação
das conquistas de 1922. Textos de José Pereira Bezerra, Austregésilo Brito, Rosa Kapila, M. de Moura Filho, J. L. Rocha do Nascimento, João Pinto, Wellington Soares e do próprio Airton
Sampaio integram a antologia.
Considerada mais cultural do que somente literária, a Geração de 1970 marcou o surgimento de poetas e prosadores, músicos e bailarinos, cineastas e dramaturgos “entre tantos outros protagonistas de diversos gêneros artísticos”, explicou o contista Airton Sampaio.
Além disso, a Geração trouxe à tona a linguagem coloquial, tida pelos puristas - defensores da arte pela arte - como não-literária; temáticas, tramas, cenários e personagens marcados pelo urbano; análise introspeccional dos personagens; conexão profunda com a cultura pop, o movimento
contra cultural ou underground e intercâmbios similares; e não compromisso com a verossimilhança
plena e conseqüente ênfase na ficção.
Com a coletânea, Airton espera contribuir não só para a compreensão da evolução da história literária local, mas ainda reunir de forma criteriosa, em um só volume, textos desencadeadores
dos mais variados sentimentos. “Isso trará, quem sabe, como efeito colateral, o desenvolvimento de projetos afins e pesquisas literárias outras, ficando sublinhado, desta forma, a relevância da organização e publicação deste (livro)”, disse o professor. (BB)

http://www.portalodia.com/jornal/default.asp?d=24&m=1&a=2008&c=6

Wednesday, January 23, 2008

Terra do Gado – A conquista da capitania do Piauí na pata do boi



Terra do Gado – A conquista da capitania do Piauí na pata do boi
Afonso Ligório Pires de Carvalho

Neste livro o autor registra e interpreta aspectos históricos, sociais e econômicos da origem do Piauí, as primeiras incursões, desbravamento e colonização do seu território. A formação dos primeiros currais, a instituição de um patriarcado rural assentado na criação extensiva e numa agricultura apenas de subsistência. Parte das terras do Piauí já vinha sendo visitada desde o século XVI, muito antes da fundação, no século XVII, das primeiras fazendas nos vales dos rios Gurguéia, Piauí e Canindé. Fala também que o atual Piauí era um território que abrigava grupos tribais de diferentes etnias, porém poucas informações foram guardadas dessas culturas que desapareceram de modo violento na ocupação do território pelos europeus, quase sem deixar vestígio dos seus usos e costumes. Pesquisas recentes na Serra da Capivara concluíram que os primitivos habitantes do Piauí foram os mais antigos moradores das Américas. Explica porque o Piauí optou pela criação de gado em vez da agricultura e o papel da Casa da Torre de Garcia d`Ávila na imposição da pecuária. O latifúndio dos jesuítas que a Coroa tomou. A prosperidade e a grandeza das charqueadas que impressionaram o inglês Henry Koster. A estagnação econômica e o extrativismo. O livro assinala ainda que o Piauí só em 1823 conseguiu independência, depois de uma luta prolongada, uma cruenta guerra contra o exército português comandado pelo major (depois brigadeiro) Fidié. É um trabalho sério de pesquisa inclusive genealógica, que dá notícias também sobre algumas das primeiras famílias chegadas de Portugal e que no Piauí fincaram raízes, responsáveis em parte pela futura sociedade. O editor ISBN 9788570626684 224 páginas, 1ª edição 2007

Preço: R$ 30,00
http://www.thesaurus.com.br/produto.asp?produto=1615

Monday, January 21, 2008

10 Anos da Noite Cultural T-Bone

Jorge Antunes será homenageado em Madri

O professor do Departamento de Música (MUS) da UnB e maestro Jorge Antunes será homenageado no festival da Feira do Arco, em Madri, que acontece entre 21 de janeiro e 28 de fevereiro. Ele será o único compositor celebrado no evento, com concerto inteiramente dedicado ao seu trabalho. Antunes apresentará obras antigas e recentes para diversas formações, com um grupo composto por flauta, clarineta, piano, viola, violoncelo e computador. A cada ano, o festival é dedicado a um país diferente, e em 2008 é a vez da produção cultural brasileira. O concerto de Jorge Antunes fechará o evento, no dia 28 de fevereiro. O professor da UnB também ministra, neste mês, um curso no Laboratório de Informática e Eletrônica Musical, no Centro de Artes Reina Sofia. Seus estudos envolvem a utilização musical de figuras de construção e de linguagem.
Informações pelo site www.museoreinasofia.es.

Friday, January 18, 2008

PANORAMA VISTO DA PONTE - TORQUATO NETO

Azulejos retorcidos pelo tempo
Fazem paisagem agora no abandono
A que eu mesmo releguei um mal distante.

Faz muito tempo e a paisagem é a mesma
Não muda nunca – sempre indiferente
A céus que rolem ou infernos que se ergam.

Alguns vitrais. E em cinerama elástico
O mesmo campo, o mesmo amontoado
Das lembranças que não querem virar cinzas.

Três lampiões. As côres verde e rosa
A brisa dos amores esquecidos
E a pantera, muito negra, das paixões.

Não passa um rio enlameado e doce
Nem relva fresca encobre a terra dura.
É só calor e ferro e fogo e brasa

Que insistem como cobras enroladas
Nos grossos troncos, medievais, das árvores.
Uma eterna camada de silêncio

E o sol cuspindo chumbo derretido.
O céu é azul – e como não seria?
mas tão distante, tão longínquo e azul

TORQUATO NETO. Panorama visto da ponte. In: CASTELO BRANCO, Edwar de A. Todos os dias de Paupéria: Torquato Neto e a invenção da Tropicália. São Paulo: Annablume, 2005, p. 158.

SAMPOEMAS III

25 de janeiro de 2007
Comemoração do aniversário de São Paulo
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

Para comemorar o aniversário da nossa cidade, a Casa das Rosas –
Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura convida a todos para
um dia de apresentações poéticas e musicais com a participação de
algumas das mais importantes vozes poéticas de São Paulo, incluindo a
sua! Venha participar e apresentar o seu poema sobre a nossa Paulicéia
Desvairada!

14:00h – Água: entre o rio e o mar
Recital de Átila Almada, jovem poeta paulistano cujo trabalho se volta
para a reflexão sobre o cotidiano nesta grande metrópole. Nesta edição
do Sampoemas, os poemas apresentados abordam primordialmente a questão
da água, um dos tópicos mais relevantes para o futuro da humanidade.

15:30h ¬– O Último Canto da Cigarra
Lançamento do último número da revista A Cigarra,
publicada por Zhô Bertholini e Jurema Barreto de Souza desde 1982.
Esta edição, de número 42, conta com a colaboração de, entre outros,
Glauco Mattoso, Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, Alberto Marsicano,
Cláudio Daniel, Júlio Mendonça, Tom Zé, Jomard Muniz de Britto,
Ronaldo Azeredo, Marcelo Montenegro e Walter Silveira. O recital conta
com a presença confirmada de Hélio Néri, Fabiano Calixto, Beth Brait
Alvim e Tarso de Melo.

17:00h – Perseptom Banda Vocal
São sete vozes apenas, mas que têm a sonoridade de uma banda inteira.
É na voz, com a técnica do beat box e da percussão vocal, que eles
trazem a bateria, o pandeiro e os chocalhos, além de todo o
preenchimento harmônico. Trabalho internacionalmente reconhecido, são
o segundo melhor grupo vocal do mundo na categoria World Álbum (Melhor
CD) e World Song (Melhor canção), segundo a CASA (Contemporary A
Cappella Society of America) dos EUA. Também no Brasil alcançaram o
reconhecimento do seu trabalho diferenciado, estando entre os três
finalistas do Prêmio TIM 2007 na categoria Melhor Grupo de MPB.
Integrantes: Eloíza, Estela Paixão, Cristiano Alberto, Aníbal e Valter
Macário, Diego de Jesus e Du Machado.


18:30h – Especial Roberto Piva
Récita e entrevista pública com Roberto Piva, um dos poetas
paulistanos que, desde a década de 1960, mais e melhor cantou a nossa
cidade. Segundo João Silvério Trevisan, "Piva mora em São Paulo,
cidade que lhe parece apocalíptica, exemplo do que não deve ser feito
contra o meio ambiente, mas que forneceu todo o pano de fundo para sua
obra poética."
A entrevista será conduzida por Roberto Bicelli e Cláudio
Willer, grandes poetas e companheiros de geração de Piva.

20:30h A Meditação sobre o Tietê
O ator Pascoal da Conceição explora sua semelhança física com o
escritor Mário de Andrade (1893-1945) na interpretação do seu último
poema, "A meditação sobre o Tietê", no qual o autor de Macunaíma
colocou o ponto final 13 dias antes de sua morte. A leitura terá o
acompanhamento musical de Luiz Gayotto, Maria Alvim, Paulo Padilha e
Marcelo Ferretti.

21:00h Saraokê Sampoemas
Mais uma edição do já famoso "Saraokê" da Casa das Rosas, em que o
público é convidado a apresentar poemas com o acompanhamento dos
talentosos músicos Luiz Gayotto, Maria Alvim, Paulo Padilha e Marcelo
Ferretti. Nesta edição especial do aniversário de São Paulo,
intitulada Sampoemas, os participantes são convidados a declarar seu
amor pela cidade, seu ódio, seu carinho, sua indignação... Em suma,
sua emoção. Participação especial do Grupo Rascunhos Poéticos e de
todos que queiram transformar tudo o que sentem por São Paulo em poema
e mostrá-lo ao som do improviso dos nossos músicos no Saraokê
Sampoemas!

E mais...

Exposição "Fotografando o Poema", de Selma Fernandes
Coquetel de abertura, 8 de janeiro às 19h

Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Casa das Rosas
Av. Paulista, 37
01311-902 São Paulo SP
Fs: 3288-9447 ou 3285-6986

Thursday, January 17, 2008

DOTA KEHR - "KLEINGELDPRINZESSIN"

Dota Kehr, "A Princesa da Gorjeta"

vem a Brasília para um único show antes de voltar para Berlim.

Com data marcada para retornar para a Alemanha - 30/01/2008, a cantora e compositora alemã Dota Kehr, se apresenta neste domingo, dia 20 de janeiro, a partir das 14h30, no Bistrô Bom Demais, pelo projeto Música & Gastronomia Alemã.

Nascida em Berlim, Kleingeldprinzessin, Dota Kehr ficou conhecida como a "Princesa da Gorjeta". Este título foi adquirido por ela ter cantado muito tempo pelas ruas da sua cidade.

Dota apaixonou-se pela música brasileira ainda criança, quando teve a oportunidade de ouvir o cineasta Carlos Leite e sua esposa Aenne Bussmann cantarolarem para ela, enquanto faziam "bico de babá" na Berlim dos anos de 1980. Já adolescente, encantou-se com os músicos de rua do Equador que tocavam musica latina e música brasileira.

Aos poucos, Dota Kehr, começou a se apresentar nas ruas de Berlin e logo se tornou conhecida nos circuitos alternativos da Alemanha e de toda a Europa com o nome de "Kleingeldprinzessin" .

Em 2003 começou a tocar com sua banda e neste mesmo ano Dota passou sete meses em Fortaleza - CE, interagindo com músicos locais, tendo um maior aprofundamento com a música brasileira. Este período resultou num trabalho gravado com o músico e compositor cearense Danilo Guilherme, entitulado " Mittelinselurlaub" – "Perto da Estrada".

Embalada por um ritmo que mistura desde a Canção Francesa até a Música Popular Brasileira, suas composições e interpretações – sejam elas somente com seu violão ou acompanhada por sua banda alemã Die Stadtpiraten (Os Piratas da Cidade) – deslizam por sutis e delicadas situações do dia-a-dia, ou grandes e embaraçados sentimentos humanos.

Com cinco discos gravados na Alemanha, Dota veio ao Brasil para diversos shows tendo se apresentando em Belém, Curitiba, Brasília e São Paulo onde tambem lançou pela gravadora Chita Produções, um disco que é uma Coletânea de suas músicas - "Dota de Berlin". Este trabalho contou com a participação especial do cantor e compositor paraibano, Chico César.

Dando continuidade a proposta inédita, o Bom Demais Bistrô, localizado nas dependências do Centro Cultural Banco do Brasil, aos domingos, alia a sua programação cultural e gastronômica com a exposição em cartaz: "Os Trópicos" – visões a partir do centro do globo – Ásia, Oceania, África e América Latina, vinda do Museu Etnológico de Berlim. É o projeto "MÚSICA & GASTRONOMIA ALEMÃ". A proposta é oferecer ao visitante uma delicada experiência de integração no universo da exposição e da cultura relacionada ao país.

Bom Demais Bistrô, o Bistrô mais cultural da capital. Centro Cultural Banco do Brasil - Setor de Clubes Esportivos Sul (próximo à ponte JK). Informações e reservas: 3310.9478 - Couvert artístico: R$ 5,00.

Aberto de terça a domingo das 12 horas as 23 horas.
Programação livre para todos os públicos.

A crítica internacional aos biocombustíveis

17/01/2008 - 10h01

Por José Alexandre Altahyde Hage*

A presença do presidente Lula na abertura da 62ª Assembléia-Geral das Nações Unidas, em setembro passado, fez com que os temas energéticos escrevessem mais um capítulo das crônicas de conflito que o assunto provoca na política internacional, principalmente com o petróleo.

Os combustíveis renováveis, como o álcool hidratado, por exemplo, embora sendo um bem energético, não fazia parte dos insumos com poder de provocar conflitos na política internacional, até este ano. Com a viagem do presidente Lula a Nova Iorque ficou claro que haveria a necessidade de a diplomacia nacional refutar críticas ao desenvolvimento do projeto brasileiro de biocombustíveis.

As críticas do presidente Hugo Chavez, da Venezuela, e de Evo Morales, da Bolívia, são confluentes na medida em que procuram ligar os esforços nacionais em biocombustíveis a problemas sociais e econômicos, como a fome e a concentração fundiária. Segundo eles, o agravamento das questões sociais e econômicas se daria pela redução de área agrícola para a produção de alimentos de base e pela concentração de terras agricultáveis em mãos (poucas) de usineiros.

Embora sejam pertinentes, não são críticas originais. Já no ano de 1975, na criação do Projeto Nacional do Álcool – Pró-álcool – havia quem falasse numa possível crise do setor de alimentos pelo fato de o governo ter direcionado boa parte das terras agricultáveis à plantação de cana-de-açúcar. Na mesma toada havia também quem não gostasse do Pró-álcool porque, cultural e socialmente, o projeto iria degenerar a sociedade senhorial do Nordeste açucareiro. O competente engenheiro mecânico Amaral Gurgel integrava o primeiro time, sustentando que o álcool combustível seria uma enorme perda financeira pelo fato de o governo ter de subsidiar usineiros e não tirar proveito do petróleo barato, a 12 dólares o barril. Esse preço vigorou por volta de 1985, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estava em baixa e grassava petróleo barato no mundo em razão da produção do Mar do Norte, entre outras.

Já o segundo grupo de críticas ao Pró-álcool contava nada mais nada menos com o peso intelectual de Gilberto Freyre, cuja crença era a de que a monocultora sob o regime de grandes usinas perturbaria a ordem social tradicional que os engenhos haviam deixado como patrimônio social.

Pensar a pertinência do petróleo pelo preço do barril, no imediato, é correr risco voluntariamente. Não há produto cuja oscilação de preços seja tão violenta quanto o petróleo. Além do mais, há duas assertivas geopolíticas dignas de nota: trata-se de energético finito e geograficamente concentrado, ainda mais em áreas conflagradas por conflitos variados.

Em 2007, a crítica contra os combustíveis renováveis retornou na palavra de presidentes com características contestatórias sobre a forma pela qual os Estados se relacionam. Acreditam que o sistema internacional é desigual e antidemocrático, mas eles não chegam a perceber a atual política energética mundial como parte dessa injustiça. Vale dizer, não criticam o fato de que a cadência mundial sobre o petróleo, o mais importante dos energéticos até este momento, não se encontra nas mãos dos produtores, mesmo com o tão exaltado poder da OPEP ou da Arábia Saudita, seu maior produtor.

Quem muito bem percebeu os meandros da política mundial sobre os combustíveis fósseis foi o engenheiro José Walter Bautista Vidal, ex-professor da Unicamp e criador do Pró-álcool nos laboratórios do ITA, em São José dos Campos. Vidal observou que somente pela abundância e pelos baixíssimos preços do petróleo é que as grandes potências do Hemisfério Norte puderam se industrializar e criar uma economia de escala e de pleno emprego, mesmo sob governos considerados conservadores, como os de Margareth Thatcher, no Reino Unido, e de Ronald Reagan, nos Estados Unidos.

Eis a questão que passa incólume pela nova crítica aos combustíveis renováveis. A Venezuela, em primeiro plano, é grande produtora de petróleo e país-membro da OPEP. Contudo, a política de Chavez não foi além de promover a alta de preços do barril para figurar busca ao “interesse nacional” de forma mais larga, que abarcasse todos os produtores petrolíferos. O controle fundamental que passa pela logística e pela tecnologia sobre novos produtos ainda continua centrado nos grandes consumidores, como os Estados Unidos e o Reino Unido.

Na verdade o Brasil tenciona escapar dessa estrutura, cujo espaço para os países produtores tem sido bastante limitado. A escolha para isso foi a produção e a atual dianteira que o País adquiriu na área do álcool combustível e o investimento em novas pesquisas em biodiesel. Ainda que não seja a busca por “Canaã”, a participação brasileira em insumos renováveis é mais coerente do que intensificar gastos e pesquisas vultosos em exploração de petróleo.

A produção de álcool combustível não será razão de uma eventual crise de alimentos no Brasil. O próprio Bautista Vidal e Adriano Pires, da UFRJ, chegam igualmente a essa conclusão. O terreno agricultável para o etanol, que sempre foi utilizado para algum tipo de cultura, não passa de 2% do que o Brasil destina atualmente para plantações.

E por mais que hoje possa parecer curioso nunca foi a intenção de Vidal trabalhar com o etanol sem considerar a maneira de como se distribui a terra no Brasil. Vale dizer, era necessário intensificar a produção de cana não contando apenas com grandes usineiros, mas sim com a participação de cooperativas de pequenos proprietários que venderiam o produto para o governo. No cálculo final o montante de álcool seria grande.

O problema da fome em si ocorre não por falta de comida – na verdade há muitas culturas que acabam sendo desperdiçadas. A questão da fome deve-se à falta de políticas mais abrangentes, mais apropriadas. Se houver empenho no pleno emprego e na distribuição de renda a fome deverá diminuir em grande parte da vida nacional.

O que devemos esperar do Estado brasileiro nesta nova seara de inserção internacional pela energia é que haja um plano de ação, um projeto estratégico para que o País aproveite tal fase sem comprometer seus esforços. É necessário plano que venha a considerar a parte social do novo Pró-álcool, com exigência em novos métodos de trabalho, respeito garantido ao trabalhador, meios de desenvolvimento social para a região produtora e, por fim, condições de abastecer o mercado internacional sem sofrer crises de infra-estrutura. Esta é a questão a que o Brasil não deve se furtar, pois a oportunidade é única.

* José Alexandre Altahyde Hage é doutor em Ciência Política, consultor do núcleo de negócios internacionais da Trevisan Consultoria e professor do curso de Relações Internacionais da Trevisan Escola de Negócios – SP.
E-mail: jose.hage@trevisan.edu.br

(Envolverde/Carbono Brasil)

© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.

Fonte: http://envolverde.ig.com.br/#

Wednesday, January 16, 2008

Teresa Lopes no Feitiço Mineiro

"Bossa e jazz: passeio pela música mundial"

Teresa Lopes começou cantando com seu pai em pequenas reuniões familiares. A partir dos 18 anos já percorria a cidade fazendo apresentações solo ou acompanhando algumas bandas como "Backing vocal".
Apresentou-se publicamente pela primeira vez no I FAN - Festival de Arte e Cultura Negra em Belo Horizonte em 1995, fazendo backing vocal para o cantor Renato Mattos.
Atualmente faz apresentações em diversas casas brasilienses, teatros e espaços culturais. Podemos destacar:

 Clube do Choro.
 Lounge I Maestri
 Villa Tévere Restaurante.
 Arena Futebol Clube.
 Espaço Kituarte.
 Teatro Garagem SESC

Participou da abertura no último mês de agosto da II Conferência Nacional de Políticas para as mulheres - promovida pela Secretaria Especial de Políticas de Mulheres /SPM.
Participou de apresentações com artistas da cidade: Daniel Júnior, Ângela Regina, Célia Rabelo, Renata Jambeiro, Cássia Portugal, entre outros.
Em outros estados, já fez apresentações no Rio de Janeiro, tais como: quadra da Portela, bar de Tia Doca e bar da Ala de Compositores do Império Serrano.
Em outros países, se apresentou na Noruega, especificamente em Oslo, com a banda ZANZA.

Data: 18 de Janeiro de 2008
Horário: 20h
Local: Restaurante Feitiço Mineiro
Endereço: SCLN 306 BLOCO "B" Loja 45/51
Telefone: 3272-3032, 3340-8868 (Reservar mesa)
Couvert: 10,00

Tuesday, January 15, 2008

Aspectos químicos e ambientais do biodiesel

José Machado Moita Neto* (jmoita@ufpi.br)
O desejo de apresentar o programa brasileiro do biodiesel como estratégico, ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável tem levado a uma linguagem equivocada ou ambígua sobre alguns pontos exagerando-se nas virtudes ambientais do biodiesel. A palavra biodiesel entrou com uma velocidade muito grande no conhecimento da população como fruto do casamento entre ciência, tecnologia, política e marketing.
A ciência e o marketing estão se misturando neste assunto e nossos alunos, que deveriam aprender a ciência, estão aprendendo apenas a linguagem do marketing. A importância do marketing para a ciência, tecnologia e política são indiscutíveis. O problema surge quando a interpretação do marketing quer substituir a da ciência e da técnica. Portanto, vamos enfrentar um pouco de ciência para entender melhor a questão.
A ciência também tem seus modismos. Surgem palavras novas para coisas antigas, às vezes, as palavras incorporam novos significados. Mas quem for trabalhar numa área “nova” deve conhecer a área “antiga”. Alguém, com a função de explicar o que é biodiesel, deveria começar ensinando como os nossos antepassados faziam sabão. Era cozinhando um óleo ou gordura, de origem animal ou vegetal, com uma substância básica (a mais popular era a soda cáustica). Podemos dizer que o sabão é o precursor do biodiesel. Esta frase pode ser entendida assim: de tudo que se pode fazer sabão artesanal, também se pode fazer biodiesel hoje.
A fabricação de sabão é um conhecimento tecnológico que foi devidamente estudado e existe hoje um grande acervo de ciência produzida no entendimento desta reação química. Na linguagem química, os óleos vegetais ou animais são ésteres e os sabões são sais. Um éster qualquer pode sempre ser imaginado como proveniente de uma reação entre um ácido e um álcool. No caso dos óleos e gorduras, os ácidos são conhecidos por ácidos graxos e têm composição variável, porém o álcool é sempre o mesmo: o glicerol (ou glicerina).
Agora está na hora de fazer uma outra afirmação: os componentes majoritários do biodiesel são ésteres, porém houve um processo químico de retirada da glicerina. Ela foi trocada por outro tipo de álcool mais simples (metanol ou etanol). Tecnicamente esta reação é chamada de transesterificação. Os catalisadores das reações de transesterificação são geralmente bases. Quando o processo não está bem otimizado, termina gerando um pouco de sabão. Portanto, o biodiesel não é produto natural, embora provenha de uma fonte natural. O diesel também provém de uma fonte natural, o petróleo. O biodiesel apresenta uma vantagem em relação ao diesel, suas fontes naturais são renováveis.
O biodiesel, como a gasolina e o próprio diesel, não é uma substância química com fórmula definida é um produto comercial com especificações definidas. Deste modo, todo éster ou suas misturas podem ser chamadas de biodiesel desde que atendam as especificações definidas em norma pela Agência Nacional do Petróleo. Os óleos e gorduras naturais não atendem estas especificações e por isso necessitam ser transformados (transesterificados) por meio de reações químicas para produzir o biodiesel.
Em relação aos produtos da oxidação química que acontece no motor, o biodiesel e o diesel, apresentam os mesmos componentes principais (CO2 e H2O) e, quando não otimizado, o monóxido de carbono (CO) e carbono (fuligem). Portanto, neste aspecto particular, o biodiesel não é melhor para o meio ambiente que o diesel. Mas não contei a história toda, de fato, há um pequeno ganho ambiental com a substituição parcial do diesel por biodiesel. A razão é a seguinte, o diesel brasileiro tem muito enxofre e o biodiesel não tem, então numa mistura dos dois, o teor de enxofre cai devido à diluição.

Palavras-chave: Biodiesel; Composição Química.; Meio Ambiente; Fontes Renováveis.
Fonte: livro "Arte, ciência e poesia" (2007; nas livrarias Universitária e Margarida (Teresina - Piauí).
* Engº Civil, licenciado em Ciências e Filosofia, Mestre, Doutor e Pós-Doutor em Química.

I BIENAL INTERNACIONAL DE POESIA EM BRASILIA

Poesia por todos os cantos

A Capital Federal vai sediar a primeira de uma série de bienais de poesia, integrando as atividades da 27ª Feira do Livro de Brasília.
A I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), que será
realizada de 3 a 7 de setembro de 2008, contará com a presença de poetas, críticos e editores internacionalmente reconhecidos e incluirá na sua programação diversas atividades simultâneas, que vão de sessões livres de recitais a conferências sobre poesia.

O evento reunirá as novas tendências da poesia contemporânea brasileira e internacional que, escrita, falada, cantada, performática, digitalizada e visualizada, vai tomar conta da Praça do Conjunto Cultural da República, do Museu Nacional, da Biblioteca Nacional de Brasília e de muitos outros espaços da cidade.

Veja mais no sitio do evento: http://www.bienaldepoesia.unb.br/

Eugênio Giovenardi lança A Saga de um Sítio

Eugênio Giovenardi, autor do livro Solitários no Paraíso, lança A SAGA DE UM SÍTIO. Aquisições no CAFÉ COM LETRAS (203 SUL) e na COTIDIANO (201 SUL), Brasília - DF.
E-mail do autor: eugeniogiovenardi@yahoo.com.br
http://eugeobservador.blogspot.com/2007/11/o-observador.html

POP-Pólo de Pensamento Contemporâneo

Curso e oficinas de verão
Inscrições pelo site www.polodepensamento.com.br
ou pelo tel. (21) 2286-3299 (a partir de 7 de janeiro)



O curso pretende apresentar e debater a animação como a linguagem do novo milênio. Surgida muito antes do cinema, ela hoje está ao alcance de qualquer indivíduo, graças à democratização das novas tecnologias de produção e difusão. A animação é a origem de todas as manifestações audiovisuais e abriu para a humanidade a possibilidade de uma verdadeira linguagem das imagens, na qual realidade e fantasia, prosa e poesia se misturam sem a menor necessidade de estabelecer fronteiras.

4 aulas às segundas e quartas-feiras [ 14, 16, 21 e 23 janeiro ] das 17h00 às 19h00



A oficina é direcionada ao público amador e pretende ensinar a utilizar os recursos básicos de uma câmera digital, otimizando seu uso e melhorando a qualidade de captura das imagens assim como composição e enquadramento.

4 aulas às segundas e quartas-feiras [ 21, 23, 28 e 30 janeiro ] das 19h00 às 21h00


O "mistério da palavra cantada", com que se espantava o poeta Augusto de Campos, reside numa simples preposição: a canção é letra para música e música para letra. Este "para" recíproco contém uma infinidade de artes e manhas que perfazem as técnicas, os truques e os milagres dos cancionistas. A proposta desta oficina é enriquecer o conhecimento dos letristas sobre o ofício da canção e, com isso, afiar-lhes a escrita. Os participantes receberão, em cada aula, melodias para escreverem suas letras que, na aula seguinte, serão comentadas pelo professor.

4 aulas às segundas e quartas-feiras [ 21, 23, 28 e 30 janeiro ] das 17h00 às 19h00



A proposta desta oficina é fazer com que cada participante, a partir do contato com a sua história, seja estimulado a trabalhar seu potencial criativo. Através de dinâmicas ritmadas, as idéias serão desenvolvidas como base para encontrar em materiais cotidianos formas simples de representação, desencadeando um processo produtivo e sustentável na área da arte e do design.

4 aulas às terças e quintas [ 12, 14, 19 e 21 fevereiro ] das 17h00 às 19h00


POP-Pólo de Pensamento Contemporâneo
Rua Conde Afonso Celso, 103 - Jardim Botânico - CEP 22461-060
Tel. (21) 2286-3299 e 2286-3682

ANA lança prêmio sobre conservação e uso racional da água

A Agência Nacional de Águas (ANA) lançou o II Prêmio ANA. O tema desta edição é "Conservação e Uso Racional da Água", abrindo espaço para a apresentação de iniciativas do governo, empresas, organizações não-governamentais, organismos de bacia, imprensa e academia. Realizado a cada dois anos, o concurso busca reconhecer o mérito de ações que contribuam para a gestão e o uso sustentável dos recursos hídricos brasileiros, promovendo o combate à poluição e ao desperdício e contribuindo para garantir água de qualidade e em quantidade para as atuais e futuras gerações. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 31 de maio.

Informações: www.ana.gov.br/premio, fone (61) 2109-5412 ou premioana@ana.gov.br.

Thursday, January 10, 2008

Rubervan Du Nascimento vence Prêmio Literário Livraria Asabeça 2007

Prêmio Literário Livraria Asabeça, comunica os vencedores de seu concurso, ano 2007, 6º ano, fase final, nas Categorias POESIAS e CONTOS/CRÔNICAS.

Categoria - Poesias
Rubervan Du Nascimento / Espólio / Teresina (PI)
Menção Honrosa: Rita Moutinho / Asmas da Alma / Rio de Janeiro (RJ)

Categoria - Contos/Crônicas
Aluizio Alves Filho / Para Ler no Engarrafamento / Rio de Janeiro (RJ)
Foram jurados: Betty Vidigal, Caio Porfírio Carneiro, Izacyl Guimarães Ferreira, João Scortecci e Odette Mutto.

Os vencedores de 2007 foram selecionados a partir de uma pré-seleção (15 por categoria), serão editados na Antologia do Prêmio Literário Livraria Asabeça – ano 2007, terão suas obras publicadas em 2008 e lançadas no estande da Scortecci Editora na 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com data de 14 a 24 de agosto, no Anhembi.

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A Livraria e Loja Virtual Asabeça organiza anualmente o Prêmio Literário Livraria Asabeça, categorias Poesia, Contos/Crônicas e Infantil (nova), com apoio da Scortecci Editora, para autores brasileiros, maiores de 16 anos, residentes ou não no Brasil. O tema é livre. Tem por objetivo descobrir novos talentos e promover a literatura brasileira.

INSCRIÇÕES:

Inscrições até 30 de junho de 2008 e deverão ser feitas somente pela Internet.

Ao fazer a inscrição, o autor estará concordando com as regras do prêmio, inclusive autorizando a publicação dos trabalhos em livro pela Scortecci Editora e responderá por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral.

A Livraria e Loja Virtual Asabeça escolherá uma Comissão Julgadora composta de três membros de renomado prestígio literário por categoria, e uma Comissão Organizadora que resolverá os casos omissos deste regulamento, se houver.

Regulamento e informações:

Telefone: (11) 3031-3956
E-mail: asabeca@asabeca.com.br

Sunday, January 06, 2008

A Poesia Piauiense no Século XX

Autor ---------- Título
Adail Coelho Maia - Interrogação, Segundo a Bíblia, Janela do passado.
Alcenor Candeira Filho - Carga, Vita, Balada do motoqueiro, Da sombra própria a cova se cava, Relógio.
Alcides Freitas - O bambu, Sê feliz, Hamlet.
Almir Fonseca - Poema, Soneto, Último soneto.
Álvaro Pacheco - Soneto Lírico, Poema de Ano Findo, Poema Final da Adolescência.
Antônio Chaves - Mocidade, Descendo o Parnaíba, A vida.
Carvalho Neto - Chamamento, Meruglho no mar de sargaços, Poema de louvor a Amarante e à vida.
Celso Pinheiro - Mater, Crepúsculo, Gilbués, Manhã prestes a abrir.
Cid T. de Abreu - Soneto de amor, Como seria bom, Exercício tempo-coisa, Réquiem para graça.
Clóvis Moura - Origem, O rio Parnaíba, Rio seco.
Da Costa e Silva - Ante Noctem, Minha Terra, Verhaeren, Sob outros céus.
Da Costa e Silva - Imagens da vida e do sonho, O homem que volta, Fez-me poeta o destino, Hino de Piauí.
Danilo Melo - Parnahyba, Náuseas.
Durvalino Filho - Quem mais te ama menos viu, Apollinaire ou o grande matrinchã.
Durvalino Filho - o rei esta ensimesmado, Anóia (A leviandade).
Ednólia Fontenele - Impiauidosamente, Busca, Espaço livre, O rio deságua em mim!
Elias Paz e Silva - Haicai da tarde, Docaliana, Questão de linguagem, O dom dos dias, Enigma no ar.
Elmar Carvalho - 3 postais de Parnaíba, Notuno de Oeiras, Eterno retorno.
Everaldo Moreira Véras - Possessão, Moinho, Descer, Estranhas formas.
Félix Pacheco - Ofertório, Símbolo dos símbolos, Símbolo d'arte.
Fco. Miguel de Moura - Militância, Três, Soneto dos cinqüentanos, Ter-e-sina.
H. Dobal - Introdução e rondó sem capricho, II Os dias, Os cavalos da noite, Pioneira social.
Hardi Filho - Artista, Esdrúxulo, É tarde é cedo, O sonho impossível.
Herculano Moraes - A canga-o boi, O rio de minha terra, Cantigas de minha terra, Praia de Amarração.
Hermes Vieira - Meu Nordeste, Lamento de um retirante órfão, Trovador da roça.
Isabel Villena - A borboleta, Alma das coisas, A árvore.
Israel Correia - Das lendas e encantos por verdes mares da Pedra do Sal.
Israel Correia - Sabedoria, idade e vida.
J. Ribamar Matos - Ressurreição, Silêncio, Oeiras.
Jamerson Lemos - Soneto da terça, A chuva, Chapada do Corisco e seus aclives, Um soneto.
JOão Ferry - Não se pode, Valença do Piauí, Fim de escola.
Jonas da Silva - O mestre, Coração, Barro amarelo, Anátema.
Jônatas Batista - A aranha, Alegria do céu.
Jorge Carvalho - Praça de Santo Antônio, O fogo, Parnaybanzo, Canção do exílio.
Lucídio Freitas - O incêncio, Perscrutadoramente, A meu pai, Terseina apagou-se.
Luiz Lopes Sobrinho - O amor, Ciúmes, Cadê o dinheiro?!
Mário Faustino - Sinto que o mês presente me assassina, Soneto, Cavossonate escudo nosso.
Martins Napoleão - O destino da lira, O poema da Forma eterna.
Martins Vieira - Promessa vã, O êxodo, O Parnaíba.
Menezes y Morais - Balada dos mortos na parede etc, Revolução.
Menezes y Morais - O operário e seu ofício, Memórias (caminhos de estrelas).
Nelson Nunes - Aos que se foram, A miséria abunda, Clarice, Fábula.
Newton de Freitas - Belo exemplo, O Natal, Amo a luz.
Nogueira Tapety - Peadelo atroz, A teia de Penélope, Primaveril.
Oliveira Neto - O solitário, O Parnaíba, Silhueta pagã, Martins Napoleão, Trovas.
Paulo Machado - Post card/57 e Post card/77.
Paulo Verás - Marujo, Oferenda, A cidade do poeta, Aos quase trinta.
R. Petit - Papagaios de papel, Deizem!...
Renato Castelo Branco - O instante, Retorno, O esperado, Brasil.
Rubervan du Nascimento - Breve estória de um tempo ou por que não pedimos clemência.
Rubervan du Nascimento - Sobre leis e profetas, Prova d’água.
Taumaturgo Vaz - Ri..., Minha Madrinha.
Torquato Neto - Solista com alaúde, O poeta é a mãe das armas.
V. de Araújo - Reminiscências, Menino de rua, Persuasão, Operários, No laboratório: um aviso.
V. de Araújo - Definição, Paixão, Amor capital, Punks, Execução, Suposição.
William Melo Soares - Verbo, Meninos de rua, Chama, Rua abaixo lua acima, Assim aceso.
Zito Baptista - Meu coração, Monólogo de um cego.

A Poesia Piauiense no Século XX
ISBN: 85-312-0434-8
Antologia
Autor: Assis Brasil (Organização)
Coleção: Coleção Poesia Brasileira
FCMC/ Imago, RJ e PI, 1995, 328p.

Thursday, December 20, 2007

O CÉREBRO VIOLENTO: NEUROBIOLOGIA, COMPLEXIDADE E ÉTICA



O CÉREBRO VIOLENTO: NEUROBIOLOGIA, COMPLEXIDADE E ÉTICA / Ana Clélia Freitas

A violência e a agressão constituem um grande problema de saúde pública dos últimos anos. Nos EUA, mais de 1 milhão de crimes violentos são cometidos por ano. No Brasil, de acordo com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), em 2003 os homicídios representaram mais de 40% do total de mortes por causas externas. O problema da criminalidade e agressão pode ser diminuído pelo entendimento das raízes da violência. Uma estratégia que tem sido adotada mundialmente é o estudo da neurobiologia da agressão humana, abordada numa perspectiva interdisciplinar, em integração com os demais fatores criminogênicos relevantes.
Ana Clélia de Freitas é médica, poetisa e escritora. Especialista em Cirurgia Geral e Dermatologia. Mestranda em Ciências Criminais pela PUC-RS. Especialista em Ciências Penais pela PUC-RS. Professora de português e Inglês, aos 18 anos participou do concurso de contos João Pinheiro, tendo o conto publicado no livro O Conto na Literatura. Tem poesias publicadas na imprensa e vários trabalhos científicos publicados em anais de congressos médicos e jurídicos. Sua biografia consta do Dicionário Biográfico de Escritores. Ana Clélia é membro da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC), International Brain Research Organization (IBRO), Canadá, Associação Brasileira de Psiquiatria Biológica (ABPB), Neuroethics Society, EUA e da Rede de Escritoras Brasileiras (REBRA).
É filha de Haydée Freitas, professora e Vidal de Freitas (in memoriam) desembargador, poliglota, escritor, membro da academia Piauiense de Letras e da União Brasileira de Escritores (UBE).

SERVIÇO:
O cérebro Violento: Neurobiologia, complexidade e ética
Ana Clélia de Freitas
Scortecci Editora
ISBN 978-85-366-0953-9
Comportamento
Formato 14 x 21 cm - 88 páginas
1ª Edição 2007
Aquisição:
http://www.asabeca.com.br/home.php

CARAVANÇARÁ

venho de milhares de eras de Sete Cidades
sou um milhão de civilizações gurguê
pinto com sangue os paredões de meus atos
incompletos no Boqueirão da Pedra Furada
gravo na terra indescifráveis geoglifos
em picos de morros da Serra das Confusões
renasço em arte naïf nas espinhas de peixes
fósseis da Chapada do Araripe
enquanto na Serra Vermelha sobram apenas
as cinzas da ignorante ganância de alguns

In: Raia-me fundo o sonho tua fala. Marcos Freitas. Editora CBJE,Rio de Janeiro, 2007.

Adquirir o livro em: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9044865&sid=74115020313226344584235846&k5=2C0AC4C7&uid=

Monday, December 03, 2007

Anderson Braga Horta lança “Criadores de Mantras”



O poeta, contista e crítico literário Anderson Braga Horta (Carangola, MG) lança “Criadores de Mantras”

“um panorama crítico-amoroso de nossa poesia mais representativa, desde o romantismo até quase os nossos dias” José Jeronymo Rivera.

Anderson Braga Horta é autor, dentre outros, dos seguintes livros de poesia: Altiplano e Outros Poemas (Ebrasa, Brasília, 1971), Marvário (Clube de Poesia de Brasília, 1976), Exercícios de Homem (Comitê de Imprensa do Senado, 1978), Cronoscópio (Civilização Brasileira, Rio, 1983), O Cordeiro e a Nuvem (Thesaurus, 1984), O Pássaro no Aquário (André Quicé, Brasília, 1990), Pulso (Barcarola, S. Paulo, 2000), Quarteto Arcaico (Guararapes, Jaboatão, 2000), Fragmentos da Paixão (Massao Ohno, S. Paulo, 2000), Antologia Pessoal (Thesaurus, 2001), 50 Poemas Escolhidos pelo Autor (Galo Branco, Rio, 2003), A Aventura Espiritual de Álvares de Azevedo: Estudo e Antologia (2002), Sob o Signo da Poesia: Literatura em Brasília (2003), Traduzir Poesia (2004).

Detentor de inúmeros prêmios literários: Medalha da Amicizia Italo-Brasiliana (Roma, 1962); Nacional de Poesia, Rio (1964); Olavo Bilac (1964 e 1966) e Machado de Assis (1966), do Estado da Guanabara; Bicentenário de Bocage (2.º; Setúbal, 1965); Alphonsus de Guimaraens, da Academia Mineira de Letras (1966); Rubén Darío (3.º; OEA, 1967); Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, São Paulo (2001).


Tarde de autógrafos e música no lançamento do livro.

Data: 4 de dezembro (terça-feira), das 18h30 às 21h30.
Local: Thesaurus Editora de Brasília
SIG Quadra 8 Lote 2356 – Brasília – DF
Contato: 61-3344-3738

www.thesaurus.com.br

Leia o autor em:
http://www.revista.agulha.nom.br/ande.html#bio
http://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/brasil/anderso_braga.html
Sobre a poesia do autor:
http://literaturasemfronteiras.blogspot.com/2007/04/sobre-poesia-de-anderson-braga-horta.html

O poeta Jorge Amâncio lança "Negro Jorgen"


O carioca Jorge Amâncio (53 anos) lançou, dia 28 de novembro, o livro Negro Jorgen, na Biblioteca Comunitária T-Bone, na 712 Norte. Em seu primeiro livro de poesia publicado, segundo a apresentação feita por Menezes y Moraes, parceiro do poeta, “o livro Negrojorgen contém em si uma porção de Poesia, esperança, solidão, liberdade e sede de justiça, para os povos do Mundo”.

O livro, editado pela Thesaurus, abre caminho para o debate sobre as questões referentes à situação do negro e do afro-descendente na sociedade brasileira. O escritor é participante e ativista de movimentos sociais de luta contra o preconceito racial. Licenciado em Física pela UnB, publicou poesias no Jornal Raça do M.N.U (Movimento Negro Unificado), no início dos anos 80s, contos e poemas - prêmio Sinpro-DF - 1985, Fala Satélite Gama, 1986, Poemas e mais alguns dilemas 1987; Coletivo de Poetas - Sindicato dos Escritores no DF - 1992/94; Grito Logo Existo revista literatura, 1982; Rádio Jornal, 2º Concurso de Poesia - 1992, Zumbi, ed. OMO AIYÊ 1995; VIII Concurso Literário Asefe – 2000, além de ser um ativo participante dos recitais do Coletivo de Poetas.

Confiram dois poemas do livro:

PLURALISMO

A cor universal é negra
pela ausência e essência
da absorção do corpo
É delito conflito abjeto em nós

A cor ausente de luz negra
pluraliza o verbo
Colori o infinito
em perfeito vazio
em tempo espaço universo

SEGREDO

Tua pele negra
quando toca minha pele negra
tatua-nos em alto relevo
tom a tom enegrece
torna-se amor
traduz a vida

Transforma todos
Enegrece todos

Fontes:

http://www.nosrevista.com.br/2007/11/30/a-poesia-do-negro-jorge-amancio/
http://www.t-bone.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=102&Itemid=1

Friday, November 30, 2007

Cerrado do Piauí gestão hidro-ambiental urgente




O Piauí destaca-se pela sua riqueza biológica nos biomas Cerrado, Caatinga, Mangue, ainda não totalmente conhecidos e com sua biodiversidade pouco aproveitada. Acrescenta-se, ainda, o rápido processo de eliminação dessas riquezas naturais.

No Brasil, o caso mais emblemático que ilustra o processo de destruição da biodiversidade é o que aconteceu com o bioma Mata Atlântica, explorado durante séculos e atualmente restrita a menos de 7% de sua cobertura original. Foram quatro séculos de monoculturas para exportação de gêneros primários, especialmente da cana-de-açúcar e do café. Este modelo ainda hoje é utilizado no Cerrado do Piauí. Outra situação de destaque é do bioma Amazônico, onde mais de 17% já foram destruídos para extração ilegal de madeira, pecuária extensiva e atualmente a monocultura da soja. O Cerrado brasileiro presente em nove Estados, com aproximadamente 2 milhões de Km², já se encontra 80% antropizado. O Piauí possuí uma área de 9,7 milhões de hectares de Cerrado de acordo com a Conservação Internacional, onde apresenta um intenso e desordenado processo de exploração dos recursos naturais. A monocultura da soja, a substituição da cobertura vegetal nativa pela monocultura do eucalipto e a produção de carvão e lenha representam as principais atividades degradadoras do Cerrado do Piauí. De acordo com a Conservação Internacional – CI, nos municípios de Uruçuí, Bertolínea, Sebastião Leal, Ribeiro Gonçalves, Baixa Grade, Santa Filomena, Bom Jesus e Currais o desmatamento já representa algo em torno de 50% das áreas agricultáveis. Essas áreas apresentam elevada riqueza biológica, patrimônio genético incalculável e ainda não foram devidamente estudadas e inventariadas.

O Piauí não possui programas governamentais de conservação dos recursos naturais em andamento, tais como; Gestão Florestal, Gestão de Resíduos Sólidos, Gestão Hídrica, Descentralização do Licenciamento Ambiental, Monitoramento Ambiental e dos Recursos Hídricos, Instrumentos Econômicos, Monitoramento da Qualidade da Água, Gestão de Áreas Naturais Protegidas e Gerenciamento Costeiro. No Piauí não existe nenhuma estratégia governamental especialmente orientada para o uso sustentável do Cerrado. A simples ação de combate ao processo de desertificação no Cerrado, em especial em Gilbués-PI, não é suficiente para lidar com os fatores envolvidos no empobrecimento ambiental, como mostra também a situação de fragilidade que é o solo do Cerrado piauiense.

A sociedade tem demonstrado evidente interesse pelo tema da sustentabilidade do Cerrado, fomentando iniciativas de órgãos governamentais e de entidades não-governamentais de conservação e uso sustentável. Colocar o Cerrado do Piauí dentro do Programa Nacional de Conservação e Uso Sustentável do Bioma Cerrado – Programa Cerrado Sustentável é de suma importância.

Tal fato significa a diferença entre continuar explorando desordenadamente a região de forma insustentável ou tratar o bioma como de grande importância ambiental, social e econômica. Neste sentido, foi realizado em Brasília entre os dias 20 e 23 de novembro de 2006 o Encontro de Atualização das Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade no Cerrado, promovido pela Secretaria de Biodiversidade e Florestal do Ministério do Meio Ambiente – MMA, com participação de representantes de poderes públicos federal, estaduais e municipais, universidades, ONGs ambientalistas, movimentos sociais, comunidades indígenas, quilombolas, entidades comunitárias de nove Estados da Federação onde encontram-se os cerrados brasileiros. Durante o encontro foram definidas áreas prioritárias para uso sustentável e conservação da biodiversidade. Para o Cerrado do Piauí foram propostas e aprovadas as seguintes áreas prioritárias: nascentes do rio Parnaíba, nascente do rio Uruçuí Preto, região da Lagoa de Parnaguá, Serra Vermelha, Chapada Grande, região dos cocais no baixo Parnaíba. No encontro uma moção foi aprovada para incluir as áreas do cerrado setentrional piauiense no mapa dos biomas do IBGE.

A riqueza da biodiversidade do cerrado piauiense e a preocupação com sua devastação tem motivado uma discussão sobre a necessidade instituir um modelo de gestão hidro-ambiental que seja implementado no cerrado através dos comitês de bacias hidrográficas e de políticas públicas com ênfase no desenvolvimento sustentável, contemplando os aspectos social e ambiental.

Avelar Amorim - AEAPI
Marcio Freitas - Fundação Velho Monge
Judson Barros - Fundação Águas - FUNAGUAS

Thursday, November 29, 2007

Pianista italiano de jazz toca com quinteto brasileiro em Brasília

Pianista italiano de jazz toca com quinteto brasileiro em Brasília no Teatro da CAIXA Cultural, dia 29 NOV às 21h.

Umbria Jazz Brasil apresenta Stefano Bollani, eleito melhor músico europeu de 2007, em apresentação única em Brasília.

O pianista italiano de jazz Stefano Bollani faz apresentação única em Brasília, na versão brasiliense do Festival Umbria Jazz, no próximo dia 29 de novembro, a partir de 21h, no Teatro da CAIXA Cultural ((SBS Quadra 04, Lotes 03 e 04 – Anexo do Edifício Matriz da CAIXA. Brasília-DF). No repertório, músicas brasileiras já gravadas por Bollani com um quinteto carioca em 2006, quando o italiano – eleito melhor músico europeu de 2007 (Prêmio Hans Koeller, Áustria) – esteve no Rio para apresentar-se no Tim Festival (com ingressos esgotados na ocasião).

A verba arrecadada pelo show será totalmente revertida para projetos de geração de emprego e renda no município de Caraúbas do Piaui (PI), cidade com um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. Os interessados em assistir a esse grande expectáculo ajudam Caraúbas do Piauí, fazem a doação e ainda ganham uma camiseta exclusiva.

O show conta com o apoio da Caixa Econômica Federal e também será realizado no dia 30, em São Paulo, e, dia (1°) de dezembro, no Rio de Janeiro.

Festival Umbria Jazz

O Festival Umbria Jazz é um dos principais festivais de jazz do mundo e acontece, anualmente, na cidade de Perugia (região central da Itália). Sua última versão, em julho, contou com as apresentações de Gilberto Gil e Carlinhos Brown. Além dos festivais, o Umbria Jazz, por meio de sua Fundação, realiza eventos ao redor do mundo. Este ano, Stefano Bollani já apresentou-se em eventos do Umbria Jazz em Nova York e Tóquio. Mais informações (em italiano e inglês): www.umbriajazz.com e www.fondazioneumbriajazz.it

Parceria Itália-Brasil

O evento Umbria Jazz Brasil – com shows em Brasília (29/nov), São Paulo (30/nov) e Rio (1/dez) – é fruto de um acordo de cooperação social, econômico e cultural firmado, em 2004, entre as regiões italianas (Umbria, Marche, Toscana, Emilia-Romagna, Liguria) e o Governo Federal Brasileiro. A parceria tem como objetivos a promoção de intercâmbio comercial, social e cultural entre estas regiões italianas e o Brasil.

Quem é Bollani

Aos 34 anos, o pianista Stefano Bollani é tido como a principal revelação do jazz italiano desta década, tendo sido eleito “melhor músico europeu de 2007” por jurados de 26 países da Europa (Prêmio Hans Koeller, a ser entregue no próximo dia 14 de dezembro, em Viena). Com sólida formação clássica, seu estilo único de jazz encontra ressonâncias também em canções italianas, tango e baladas pop. Já lançou, entre outros, os CDs “Piano Solo”, “Tati” e “I Visionari”. Sua parceria com o quinteto brasileiro que fará o evento Umbria Jazz Brasil iniciou-se em 2006, quando gravou, em estúdio no Rio, antes de sua apresentação no Tim Festival daquele ano, músicas brasileiras – versões jazzisticas de samba e choros consagrados. Mais informações sobre o artista (em italiano e inglês): www.stefanobollani.com

Projetos em Caraúbas do Piauí

Para o ano de 2008, a FENAE tem quatro projetos prioritários de geração de emprego e renda no município de Caraúbas do Piauí: Beneficiamento do leite – prevê a construção de uma mini usina e beneficiaria cerca de 200 produtores locais; Cajucultura – contrução de uma fábrica de polpa de frutas, o que ajudaria aproximadamente 50 famílias; Mandiocultura – construção de uma casa de farinha para melhor manipular o produto, beneficiando 200 famílias e; por fim, Artesanato de Palha e Confecção – prevê a compra de equipamentos para confecção de roupas e artesanatos de palhas diversas.

Conta para depósito da doação:

BANCO - CEF Nº 104
AG - 1041
OP: 003
CC: 50920-6
CNPJ : 34.267.237.0001-55
FENAE - FEDERAÇÃO NACIONAL DAS ASSOCIAÇÕES DO PESSOAL DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Ficha Técnica

Evento: Umbria Jazz Brasil – Edição Brasília
Data: 29 de novembro de 2007
Horário: a partir de 21h
Doação: R$ 100,00 com direito à uma camiseta exclusiva + convite para o show
Local: Teatro da CAIXA Cultural (SBS Quadra 04, Lotes 03 e 04 – Anexo do Edifício Matriz da CAIXA. Brasília-DF)
Promoção: Instituto Italiano de Cultura - Embaixada da Itália e Fondazione Umbria Jazz
Apoio: Caixa Econômica Federal
Realização: FENAE

Contato para Ingressos:
Aryosvaldo: (61) 8156-5999 ou 3323-7516
aryosvaldo@fenae.org.br

Lançamentos de livros na ATL - Academia Taguatinguense de Letras

Tuesday, November 27, 2007

Livro Novo: "Raia-me fundo o sonho tua fala"


INSTANTES, APENAS



que sabemos nós do tempo,

se a cada momento deixamos

de ser o que somos?



do silêncio nada sabemos.

a cada instante somos, apenas.



poema: Marcos Freitas, do livro 'raia-me fundo o sonho tua fala' - 2007 - em breve!

imagem: ilustração para esse poema, para esse amigo, para esse livro. Manoela, gyn, 2007

Veja mais poemas e imagens em:
http://manoelaafonso.zip.net/index.html

Adquirir o livro em: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9044865&sid=74115020313226344584235846&k5=2C0AC4C7&uid=

Thursday, November 22, 2007

40º Festival de Cinema de Brasilia

PROGRAMAÇÃO
20 terça
20h, Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro, para convidados
Abertura do Festival com apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Ira Levin e exibição hors-concours do curta Brinquedo Popular do Nordeste, de Pedro Jorge de Castro e do longa Proezas de Satanás na Vila do Leva-e-Traz, de Paulo Gil Soares.

21 quarta
10h, Cine Brasília, escolas agendadas
Festivalzinho, Turma da Mônica - Uma aventura no tempo, de Mauricio de Sousa

10h, Hotel Nacional, sala 8
Oficina de Atuação para a Câmera, com Gustavo Acioli e Dirceu Lustosa – até o dia 23

10h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
II Seminário Locações Brasil
Um ano de Abrafic - Conquistas, desafios e uma visão de futuro
Ana Cristina Costa e Silva, Edgard de Castro, João Roni e Emmanoel Freitas
O panorama das ações governamentais no setor das FCs
Eliana Zugaib, Aírton Pereira, Maurício do Val e Leopoldo Nunes

14h30 e 16h, Sala Alberto Nepomuceno, Teatro Nacional Claudio Santoro, entrada franca

Mostra Petrobras Revelando os Brasis

De tempos em tempos, de Ana Johann
Manã Bai, de Yube
Amor de canavial, de Mário César Vinhas
O Bilhete, de Letícia Tonon

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
II Seminário Locações Brasil
O que os produtores esperam das FCs brasileiras?
Fernando Dias e Roberto Moreira
A perspectiva do mercado internacional para o Brasil
Bill Lindstrom e Steve Solot

16h30 e 19h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Brinquedo Popular do Nordeste, de Pedro Jorge de Castro
Proezas de Satanás na Vila do Leva-e-Traz, de Paulo Gil Soares

18h, saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento da cartilha Turismo-Cinematográfico Brasileiro, pelo Ministério do Turismo

18h30, Estações do Metrô: Central, Praça do Relógio e Águas Claras

Festival de Cinema no Metrô - até o dia 27
O Lobisomem e o coronel, de Elvis Kleber e Ítalo Cajueiro

Sinistro, de René Sampaio
Leo 1313, de Betse de Paula
Momento trágico, de Cibele AmaralUm trailer americano, de José Eduardo Belmonte

20h, Centro Cultural Itapuã, Gama, entrada franca
Festival de Cinema no Gama
O Casamento de Louise, de Betse de Paula

20h30 e 23h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Um ridículo em Amsterdã, de Diego Gozze, 13min, SP
Espalhadas pelo ar, de Vera Egito, 15min , SP
Amigos de risco, de Daniel Bandeira, 88min, PE

22 quinta
10h, Cine Brasília, escolas agendadas
Festivalzinho, Turma da Mônica - Uma aventura no tempo, de Mauricio de Sousa

10h, Hotel Nacional, Sala 9, acesso livre
II Seminário Locações Brasil
Mesa Redonda: A criação da Rede Brasileira de FCs

11h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Debate com as equipes dos filmes da Mostra Competitiva 35mm exibidos na noite anterior no Cine Brasília

14h30 e 16h, Sala Alberto Nepomuceno, Teatro Nacional Claudio Santoro, entrada franca

Mostra Petrobras Revelando os Brasis

A encomenda do bicho medonho, de André da Costa Pinto
Alma d’outro mundo, de Silvana de Oliveira
...E agora Deixa-Vim, de Antônio Horácio Salles
Experiências e Inventos Pepino, José Rivelino Guimarães
A morte do vaqueiro Raimundo Jacó, de Sônia Ferreira

14h30, Hotel Nacional, Sala 8, acesso livre
Seminário Roteiro em Questão II, organizado por Di Moretti

14h30, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala A, acesso livre
Seminário O Cinema Pensa Cinema
O cinema pensa Linguagem
Júlio Cabrera, Irene Ferraz, Suzana Dobal e Sylvio Back

15h, Hotel Nacional, Sala 4, acesso livre
Workshop: Paulo Emílio, Precursor da Crítica de Cinema Brasileira Moderna, com Marcelo Lyra

15h, Hotel Nacional, Sala 4, acesso livre
II Seminário Locações Brasil
Fortalecendo as FCs e suas alianças locais
Luiz Carlos Barboza e Cláudia Maldonado
Apresentação de Cases: Liviomar Macatrão (Maranhão Film Commission), Julio Pessoa (São Paulo City FC) e Edgard de Castro (São Paulo Film Commission)

16h30 e 19h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 35mm
Um ridículo em Amsterdã, de Diego Gozze, 13min, SP
Espalhadas pelo ar, de Vera Egito, 15min, SP
Amigos de risco, de Daniel Bandeira, 88min, PE

17h, Cine Brasília, entrada franca
Mostra Curta Centro-Oeste
Caramujo-flor, de Joel Pizzini, MS

Paralelos, de Alexandre Basso, MS
Dois tons, de Caetano Gottardi, MS

A cilada com 5 Morenos, de Luiz Borges, MT
Comprometendo a atuação, de Bruno Bini, MT
Nó-de-Rosas, de Gloria Albues, MT

18h, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento do catálogo de Sergio Bernardes, de Celso Araújo, com exibição de vídeos

18h, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento do livro Por que se mete Porra?, Delicadezas de Paulo César Pereio, organizado por Lara Velho

19h30, Praça da Alimentação, Cine Brasília, acesso livre
Lançamento do livro Aconteceu no cárcere – roteiro cinematográfico, de Margarida Drumond de Assis

19h30, Vila Buritis, Planaltina, acesso livre
Cinema Voador - Exibição de curtas e longas nacionais – até o dia 24

20h, Centro Cultural Itapuã, Gama, entrada franca
Festival de Cinema no Gama
Araguaya – A conspiração do silêncio, de Ronaldo Duque

20h30 e 23h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Café com leite, de Daniel Ribeiro, 18min, SP
Décimo segundo, de Leonardo Lacca, 20min, PE
Meu mundo em perigo, de José Eduardo Belmonte, 92min, DF

23 sexta
10h, Cine Brasília, escolas agendadas
Festivalzinho, Turma da Mônica - Uma aventura no tempo, de Mauricio de Sousa

10h, Hotel Nacional, Sala 9, acesso livre
II Seminário Locações Brasil
Assembléia Geral da Abrafic

11h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Debate com as equipes dos filmes da Mostra Competitiva 35mm exibidos na noite anterior no Cine Brasília

14h e 21h30, Embracine CasaPark, Sala 7
Mostra Competitiva 35mm
Um ridículo em Amsterdã, de Diego Gozze, 13min, SP
Espalhadas pelo ar, de Vera Egito, 15min, SP
Amigos de risco, de Daniel Bandeira, 88min, PE

14h30, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Seminário O Cinema Pensa Cinema
O cinema pensa Documentário
Joel Pizzini, Vladimir Carvalho, Rosa Berardo e Tânia Montoro

14h30, Hotel Nacional, Sala 12, acesso livre
Seminário Roteiro em Questão II, organizado por Di Moretti

14h30 e 16h, Sala Alberto Nepomuceno, Teatro Nacional Claudio Santoro, entrada franca

Mostra Petrobras Revelando os Brasis

O grande balé de Damiana, de João Loureiro Jr.
Agreste adentro, de Eduardo Morotó
O jardineiro Paraíba, de Cláudia Reis da Silva Oliveira

Valei-me São Sebastião, é o fim do mundo!, de Marcondes Dantas

15h, Hotel Nacional, Sala 4, acesso livre
Workshop: Paulo Emílio, Precursor da Crítica de Cinema Brasileira Moderna,

com Marcelo Lyra
O ensaísta e o professor

15h, Sala Martins Pena, Teatro Nacional Claudio Santoro, entrada franca
Mostra Competitiva 16mm e debate
Cidade do tesouro, de Célio Franceschet, 16min, SP
Era uma vez..., de Gisele Werneck, Byron O’Neill e Guilherme Reis, 9min, MG
Odeon, de Flávio Guirlard Vieira, 10min, RS
Náufragos, de Leandro Pinto, 17min, SP
Coração de tangerina, de Natasja Berzoini e Juliana Psaros, 15min, SP
Convite para jantar com o camarada Stalin, de Ricardo Alves Júnior, 9min, MG

15h, Cine Brasília, entrada franca
Mostra Curta Centro-Oeste
O pescador de cinema, de Ângelo Lima, GO
Resto de sabão, de Rochane Torres, GO
Anjo Alecrim, de Viviane Louise, GO

O último raio de sol, de Bruno Torres, DF

A vida ao lado, de Gustavo Galvão, DF

O perfumado, de Mauro Giuntini, DF

16h30 e 19h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 35mm
Café com leite, de Daniel Ribeiro, 18min, SP
Décimo segundo, de Leonardo Lacca, 20min, PE
Meu mundo em perigo, de José Eduardo Belmonte, 92min, DF

17h, Cine Brasília, entrada franca
Mostra Petrobras de Filme Restaurado
O Amuleto de Ogum, de Nelson Pereira dos Santos, 1974

17h30, Lançamento dos DVDs Meteorango Kid – O herói intergalático, de André Luiz Oliveira e Superoutro, de Edgard Navarro

18h, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento do livro Cinema e Literatura no Brasil – Os mitos do sertão: emergência de uma identidade nacional, de Sylvie Debs
Lançamento dos DVDs: Sol - caminhando contra o vento, de Tetê Moraes e Martha Alencar e Louco por Cinema, de André Luiz Oliveira

19h30, Praça da Alimentação, Cine Brasília, acesso livre
Lançamento dos livros: Cinematizações, de Renato Cunha e Imagem em Revista, organizado por Tânia Montoro e Ricardo Caldas

20h, Centro Cultural Itapuã, Gama, entrada franca
Festival de Cinema no Gama

O lobisomem e o coronel, de Elvis Kleber e Ítalo Cajueiro

Sinistro, de René Sampaio
Leo 1313, de Betse de Paula
Momento trágico, de Cibele Amaral

Um trailer americano, de José Eduardo Belmonte

20h30 e 23h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
O presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante, 23min, PE
Uma, de Nara Riella, 13min, DF
Cleópatra, de Julio Bressane, 116min, RJ

24 sábado
10h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala A, acesso livre

Encontro do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro
Festival de Brasília/CPCB - Uma Aliança pela Memória - Marília Franco

A trajetória de Fernando Adolfo no Cinema Brasileiro - José Tavares

Barros; Os Núcleos - Solange Stecz e A importância da preservação fílmica - Carlos Augusto Brandão e Myrna Brandão

11h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Debate com as equipes dos filmes da Mostra Competitiva 35mm exibidos na noite anterior no Cine Brasília

14h e 21h30, Embracine CasaPark, Sala 7
Mostra Competitiva 35mm
Café com leite, de Daniel Ribeiro, 18min, SP
Décimo segundo, de Leonardo Lacca, 20min, PE
Meu mundo em perigo, de José Eduardo Belmonte, 92min, DF

14h30, Hotel Nacional, Sala 8, acesso livre
Seminário Roteiro em Questão II, organizado por Di Moretti

15h, Hotel Nacional, Sala 4, acesso livre

Workshop: Paulo Emílio, Precursor da Crítica de Cinema Brasileira Moderna,

com Marcelo Lyra
A herança da cinefilia e militância de Paulo Emílio na crítica de cinema brasileira hoje

15h, Sala Alberto Nepomuceno, Teatro Nacional Claudio Santoro, entrada franca
Projeto Brasília Meu Amor/TV Brasília
Mostra e julgamento dos vídeos selecionados

15h, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 16mm
Cidade do tesouro, de Célio Franceschet, 16min, SP
Era uma vez..., de Gisele Werneck, Byron O’Neill e Guilherme Reis, 9min, MG
Odeon, de Flávio Guirlard Vieira, 10min, RS
Náufragos, de Leandro Pinto, 17min, SP
Coração de tangerina, de Natasja Berzoini e Juliana Psaros, 15min, SP
Convite para jantar com o camarada Stalin, de Ricardo Alves Júnior, 9min, MG

15h, Sala Martins Pena, Teatro Nacional Claudio Santoro, entrada franca
Mostra Competitiva 16mm e debate
Criador de imagens, de Diego Hoefel e Miguel Freire, 15min, RJ
Sistema interno, de Carolina Durão, 17min. RJ
Voltei para buscar os bolinhos, de Alessandra Brum e Sérgio Puccini, 14min, SP
O labirinto, de Gleyson Spadetti, 13min, RJ
Nação Mulambo, de Sergio Oliveira, 12min, PE
Monstro?, de Alexandre Araújo, 6min, SP

16h e 21h, Cinemark Pier 21
Mostra Competitiva 35mm
Um ridículo em Amsterdã, de Diego Gozze, 13min, SP
Espalhadas pelo ar, de Vera Egito, 15min , SP
Amigos de risco, de Daniel Bandeira, 88min, PE

16h30 e 19h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 35mm
O presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante, 23min, PE
Uma, de Nara Riella, 13min, DF
Cleópatra, de Julio Bressane, 116min, RJ

16h30, Cine Brasília, entrada franca
Mostra Brasília

Ódio, de Breno Ferreira, 8min, DF

Tétrio, vazio e gelado, de Steve Eponto, 6min, DF
Dez reais, de Rodrigo Sarti Werthein, 10min, DF
Residual, de Sérgio Raposo, 11min, DF
As fugitivas, de Otavio Chamorro, 13min, DF
Cinema engenho, de Dácia Ibiapina, 15min, DF
Dona Custódia, de Adriana Andrade, 13min, DF
Damião Experiença, de Ricardo Movits e Jimi Figueiredo, 18min, DF

16h30, Cine Brasília, entrada franca
Projeto Brasília Meu Amor/TV Brasília
Entrega dos prêmios

17h30, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento do catálogo de Sergio Bernardes, de Celso Araújo, com exibição de vídeos
Lançamento do livro Cinema na Paraíba/Cinema da Paraíba, de Wills Leal

18h, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento dos roteiros: Aleluia, Gretchen e Lost Zweig, de Sylvio Back

19h, Praça da Alimentação, Cine Brasília, acesso livre
Lançamento do DVD - 40 Anos do Melhor Cinema Brasileiro no Festival de Brasília, de André Luiz Oliveira e Ronaldo Duque

20h, Centro Cultural Itapuã, Gama, entrada franca
Festival de Cinema no Gama
Louco por cinema, de André Luiz Oliveira

20h30 e 23h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Enciclopédia do inusitado e do irracional, de Cibele Amaral, 17min, DF
Trópico das cabras, de Fernando Coimbra, 23min, SP
Falsa loura, de Carlos Reichenbach, 101min, SP

25 domingo
10h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Debate com as equipes dos filmes da Mostra Brasília e da Mostra Competitiva 35mm exibidos no dia anterior no Cine Brasília

14h e 21h30, Embracine CasaPark, Sala 7
Mostra Competitiva 35mm
O presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante, 23min, PE
Uma, de Nara Riella, 13min, DF
Cleópatra, de Julio Bressane, 116min, RJ

14h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 16mm
Criador de imagens, de Diego Hoefel e Miguel Freire, 15min, RJ
Sistema interno, de Carolina Durão, 17min. RJ
Voltei para buscar os bolinhos, de Alessandra Brum e Sérgio Puccini, 14min, SP
O labirinto, de Gleyson Spadetti, 13min, RJ
Nação Mulambo, de Sergio Oliveira, 12min, PE
Monstro?, de Alexandre Araújo, 6min, SP

14h30, Hotel Nacional, Sala 8, acesso livre
Seminário Roteiro em Questão II, organizado por Di Moretti

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Seminário: Por que Paulo Emílio?
José Inácio de Melo, TT Catalão, Geraldo Sobral e Maria do Rosário Caetano

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala A, acesso livre

Encontro da nova Diretoria da ABD Nacional

15h, Sala Martins Pena, Teatro Nacional Claudio Santoro
Mostra Competitiva 16mm e debate
Amor blatídeo, de Ignácio Amaral e Érika Persan, 11min, DF
Sapaim, de Sorahia Segall, 13min, DF
Olhos nos olhos, de Johil Carvalho e Sérgio Lacerda, 5min, DF
A volta do regresso, de Marcelo Valletta, 14min , SP
Esconde-esconde, de Alvaro Furloni, 14min, RJ
Cascadura, Felipe Cataldo e Godot Quincas, 12min, RJ

16h e 21h, Cinemark Pier 21
Mostra Competitiva 35mm
Café com leite, de Daniel Ribeiro, 18min, SP
Décimo segundo, de Leonardo Lacca, 20min, PE
Meu mundo em perigo, de José Eduardo Belmonte, 92min, DF

16h e 19h, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 35mm
Enciclopédia do inusitado e do irracional, de Cibele Amaral, 17min, DF
Trópico das cabras, de Fernando Coimbra, 23min, SP
Falsa loura, de Carlos Reichenbach, 101min, SP

16h30, Cine Brasília, entrada franca
Mostra Brasília
Dia de visita, de André Luís da Cunha, 25min, DF
Entre cores e navalhas, de Catarina Accioly e Iberê Carvalho, 14min, DF
Bem vigiado, de Santiago Dellape, 14min, DF
Simples mortais, de Mauro Giuntini, 80min, DF

16h30, Cine Brasília, entrada franca
Projeto Brasília Meu Amor/TV Brasília
Entrega dos prêmios

17h30, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento dos DVDs: Festival de Brasília - 40 Anos em 10 curtas;
Lançamento do livro: Cinema na Paraíba/Cinema da Paraíba, de Wills Leal.

20h, Centro Cultural Itapuã, Gama, entrada franca
Festival de Cinema no Gama
A Cucaracha, de Pedro Lacerda
Teodoro Freire – O guardião do Rito, de Nôga Ribeiro e William Allves

Cá e lá, de Aurélio Aragão

Reality show, de FF

Pra onde, de Aurélio Aragão

20h30 e 23h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Tarabatara, de Julia Zakia, 23min, SP
Eu sou assim - Wilson Batista, de Luiz Guimarães de Castro, 16min, RJ
Chega de saudade, de Laís Bodanzky, 92min, SP

26 segunda
10h, Cine Brasília, escolas agendadas
Festivalzinho, Turma da Mônica - Uma aventura no tempo, de Mauricio de Sousa

10h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Debate com as equipes dos filmes da Mostra Brasília e da Mostra Competitiva 35mm exibidos no dia anterior no Cine Brasília

14h e 21h30, Embracine CasaPark, Sala 7
Mostra Competitiva 35mm
Enciclopédia do inusitado e do irracional, de Cibele Amaral, 17min, DF
Trópico das cabras, de Fernando Coimbra, 23min, SP
Falsa loura, de Carlos Reichenbach, 101min, SP

14h30, Hotel Nacional, Sala 8, acesso livre
Seminário Roteiro em Questão II, organizado por Di Moretti

14h30 e 16h, Sala Alberto Nepomuceno, Teatro Nacional Claudio Santoro, acesso livre

Mostra Petrobras Revelando os Brasis

Caldeirões do padre, Jotemir Paulino
O alto-comunicador falante, de Paulo Augusto Vieira
Sonho de um nordestino, de Genildo Bezerra dos Santos
O arroto do boitatá, de Sandra Rocha

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala A, acesso livre

Encontro da nova Diretoria da ABD Nacional

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre

O Profissional de Cinema do Futuro
Fábio Lima (Rain), Pedro Olivotto (Embracine), Carlos Watanabe (Brasil Telecom), Mario Santos (Universidad Del Cine, Buenos Aires) e Marcus Ligocki (IESB)

15h, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 16mm
Amor blatídeo, de Ignácio Amaral e Érika Persan, 11min, DF
Sapaim, de Sorahia Segall, 13min, DF
Olhos nos olhos, de Johil Carvalho e Sérgio Lacerda, 5min, DF
A volta do regresso, de Marcelo Valletta, 14min , SP
Esconde-esconde, de Alvaro Furloni, 14min, RJ
Cascadura, Felipe Cataldo e Godot Quincas, 12min, RJ

16h e 21h, Cinemark Pier 21
Mostra Competitiva 35mm
O presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante, 23min, PE
Uma, de Nara Riella, 13min, DF
Cleópatra, de Julio Bressane, 116min, RJ

16h30 e 19h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 35mm
Tarabatara, de Julia Zakia, 23min, SP
Eu sou assim - Wilson Batista, de Luiz Guimarães de Castro, 16min, RJ
Chega de saudade, de Laís Bodanzky, 92min, SP

17h30, Saguão do Hotel Nacional, acesso livre
Lançamento do livro: Festival 40 Anos, de Maria do Rosário Caetano
Lançamento dos DVDs: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla e 40 Anos do Melhor Cinema Brasileiro no Festival de Brasília, de André Luiz Oliveira e Ronaldo Duque

Festival de Brasília - 40 Anos em 10 curtas, de Ana Arruda Neiva e Alexandre Costa

20h, Centro Cultural Itapuã, Gama, entrada franca
Festival de Cinema no Gama
Negros de Cedro, de Manfredo Caldas
Bomb It, de Jon Reiss

20h30 e 23h30, Cine Brasília
Mostra Competitiva 35mm
Busólogos, de Cristina G. Muller, 12min, SP
Eu personagem, de Zepedro Gollo, 16min, DF
Anabazys, de Paloma Rocha e Joel Pizzini, 90min, RJ

27 terça
10h, Cine Brasília, escolas agendadas
Festivalzinho, Turma da Mônica - Uma aventura no tempo, de Mauricio de Sousa

11h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre
Debate com as equipes dos filmes da Mostra Competitiva 35mm exibidos na noite anterior no Cine Brasília

14h e 21h30, Embracine CasaPark, Sala 7
Mostra Competitiva 35mm
Tarabatara, de Julia Zakia, 23min, SP
Eu sou assim - Wilson Batista, de Luiz Guimarães de Castro, 16min, RJ
Chega de saudade, de Laís Bodanzky, 92min, SP

14h30, Hotel Nacional, Sala 8, acesso livre
Seminário Roteiro em Questão II, organizado por Di Moretti

14h30, Sala Alberto Nepomuceno, Teatro Nacional Claudio Santoro, acesso livre

Mostra Petrobras Revelando os Brasis

Chuí Chuy, a Babel na América Latina, de Ariane Stigger
Pedro de Zé Maria: Um carnaubense cabra da peste, de Dedé Carnaúba

Deu bode, de Fátima Góes

Uma vida dedicada ao folclore (Cavalhada), de Marcos Donizete Malaquias
Infância no Sertão, de Maria do Carmo Silva Ferreira

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala B, acesso livre

O Profissional de Cinema do Futuro
Paulo Morelli (O2), Renato Barbieri (Videografia), Leonardo Monteiro de Barros (Conspiração), José Carlos Oliveira (Warner) e Jane Kagon (University of Southern Califórnia - USC) e Marcus Ligocki (IESB)

15h, Hotel Nacional, Salão Vermelho Ala A, acesso livre

Alternativas do Mercado para o Audiovisual Brasileiro
Geraldo Moraes (DF)- Dados, pesquisas e mapeamentos sobre o mercado alternativo; Alfredo Bertini (PE) - Dados e pesquisa sobre o mercado convencional no Brasil; Frederico Cardoso (RJ) - Distribuição alternativa; João Baptista Pimentel Neto (SP) - Cineclubes e circuitos alternativos de exibição; Solange Lima (BA) - Levantamentos sobre a produção audiovisual no Brasil e Antônio Leal - Economia dos Festivais de Cinema

16h e 21h, Cinemark Pier 21
Mostra Competitiva 35mm
Enciclopédia do inusitado e do irracional, de Cibele Amaral, 17min, DF
Trópico das cabras, de Fernando Coimbra, 23min, SP
Falsa loura, de Carlos Reichenbach, 101min, SP

16h30 e 19h30, CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
Mostra Competitiva 35mm
Busólogos, de Cristina G. Muller, 12min, SP
Eu personagem, de Zepedro Gollo, 16min, DF
Anabazys, de Paloma Rocha e Joel Pizzini, 90min, RJ

20h, Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro, para convidados
Solenidade de premiação, com a exibição hors-concours do filme Dezesperato, de Sergio Bernardes e entrega dos troféus e prêmios.

28 quarta
14h e 21h30, Embracine CasaPark, sala 7
Mostra Competitiva 35mm
Busólogos, de Cristina G. Muller, 12min, SP
Eu personagem, de Zepedro Gollo, 16min, DF
Anabazys, de Paloma Rocha e Joel Pizzini, 90min, RJ

16h e 21h, Cinemark Pier 21
Mostra Competitiva 35mm
Tarabatara, de Julia Zakia, 23min, SP
Eu sou assim - Wilson Batista, de Luiz Guimarães de Castro, 16min, RJ
Chega de saudade, de Laís Bodanzky, 92min, SP

29 quinta

16h e 21h, Cinemark Pier 21
Mostra Competitiva 35mm
Busólogos, de Cristina G. Muller, 12min, SP
Eu personagem, de Zepedro Gollo, 16min, DF
Anabazys, de Paloma Rocha e Joel Pizzini, 90min, RJ

14h, Embracine CasaPark, Sala 7
Proezas de Satanás na Vila do Leva-e-Traz, de Paulo Gil Soares

21h30, Embracine CasaPark, Sala 7
Dezesperato, de Sergio Bernardes

Endereços do Festival
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Secretaria de Estado de Cultura do DF,

Anexo do Teatro Nacional Claudio Santoro,

Setor Cultural Norte, Via N2, 70041-905 Brasília – DF 61 - 3325 7777/ 3325 6212

fax: (61) 3325 5366
festbrasilia@sc.df.gov.br e cinema@sc.df.gov.br

Cine Brasília
EQS 106/107
61 - 3244 1660

Teatro Nacional Claudio Santoro
Setor Cultural Norte, Via N2
61 - 3325 6239/3325 6240

Hotel Nacional
SHS - Quadra 1, Bloco A
61- 3321 7575

CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil
SCES Trecho 2 Lote 22
61 - 3310 7081

Embracine CasaPark
Shopping Casa Park - SGVC Sul, Lote 22, Loja Âncora 3A - Guará/Brasilia / DF
61- 3481-6666 / 3462-1143

Cinemark do Pier 21
Pier 21, SCE/s, Trecho 2, Conjunto 32 e 33
61 - 3223 7506

acesse www.sc.df.gov.br e www.candango.com.br

Wednesday, November 21, 2007

200 anos da literatura piauiense

Dia 24, às 19 horas, na sede da Academia Parnaibana de Letras o jornalista Kenard Kruel, presidente do Sindicato dos Escritores no Piauí, estará lançando os livros “Djalma Veloso – o político e sua época” e “O. G. Rego de Carvalho – fortuna crítica”, numa promoção da Secretaria da Cultura de Parnaíba.

Na oportunidade, Kenard Kruel falará sobre os 200 anos da literatura piauiense, que serão comemorados a partir de janeiro do próximo ano. Foi em 1808 que a literatura piauiense teve o seu início com o lançamento do livro “poemas”, de autoria do parnaíbano Ovídio Saraiva, então residente em Portugal.

IMPORTANTE 1- Dia 23, às 19 horas, na casa da cultura de Teresina (praça Saraiva), lançamento do livro "a terra não é toda azul", do cartunista Dodô Macedo, por conta dos 25 anos de salão de humor do piauí.

IMPORTANTE 2 – Dia 29, às 19 horas, no Nova Brisa, bar e restaurante na av. Kennedy, na zona leste de Teresina, lançando de livros de Kenard Kruel, com recital poético e apresentação de diversos músicos.

Mais informações sobre o lançamento dos livros e palestra:
e-mail: kenardkruel@yahoo.com.br
www.kenardkruel2.blogspot.com

Wednesday, November 14, 2007

AROLDO PEREIRA LANÇA O PARANGOLIVRO NO BRASIL E PORTUGAL




O poeta e agitador cultural Aroldo Pereira, lança pelo Brasil (Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, S. Paulo/SP, Curitiba/PR, Campo Largo/PR, Rio de Janeiro/RJ) e Portugal entre os meses de Novembro de 2007 e Janeiro de 2008. A obra, que conta com o prefácio do poeta e professor de filosofia Wagner Rocha, é uma coletânea de poemas que abordam questões contemporâneas, especialmente àquelas relativas a comportamentos, tensões culturais, existenciais e poéticas.

O livro resgata e intensifica o diálogo com uma vertente fundamental das artes plásticas da segunda metade do século passado, representada por Hélio Oiticica e Raimundo Colares. O primeiro, inventor dos penetráveis, usáveis, ninhos e dos capotes chamados "parangolés". O outro, artista inquieto, que criou os gibis, inspirados em Mondrian, e também explorou a iconografia urbana com os ônibus em movimento, e trabalhou com chapas recortadas em diálogo com o minimalismo da literatura pop. O terceiro a compor essa trindade é o piauiense Torquato Neto, base literária e um dos detonadores do movimento Tropicália, que agora está completando quarenta anos.

Aroldo Pereira é poeta, ator, compositor, agitador cultural. publicou em pequenas tiragens Canto de encantar serpente, Azul geral, Haikai quem quer e Doces pérolas púrpuras, na década de 80, e Cinema Bumerangue (Edições Cuatira – 1997). Natural de Coração de Jesus/MG, Aroldo reside em Montes Claros /MG, onde idealizou e é o curador, há vinte e um anos consecutivos, do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético, através da prefeitura e da secretaria municipal de cultural, da qual é secretário adjunto. Recebeu em 2006 a mais alta condecoração do Governo do Estado de Minas Gerais, a Medalha da Inconfidência Mineira. Em 2007 recebeu a medalha do Sesquicentenário de Montes Claros, onde também é cidadão honorário. É doador de órgãos. É casado com a poeta Mirna Mendes e pai de Amora, Amanda, Renata, Samuel, Lucas e Maluh.

Em Novembro, dia 21, estará no teatro da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No dia 30 do mesmo mês, Aroldo Pereira estará no Balaio Café, na 201 Norte - Bloco B - Loja 19/31, Brasília/DF. No dia 04 de Dezembro, a partir da 19:00 horas, lançamento em São Paulo /SP, na Casa das Rosas/Espaço Haroldo de Campos - localizada na Av. Paulista, 37, Bela Vista. E em Curitiba/PR, no dia 06 de Dezembro, a partir das 19:00 horas, na Feira do Poeta, localizada na Praça Garibaldi, 7 - Bairro São Francisco. No dia 13 de Dezembro no Espaço Hélio Oiticica, no Rio Janeiro (Praça Tiradentes), e a partir de 05 de Janeiro de 2008 uma série de lançamentos e palestras sobre o Parangolivro e o Salão Nacional de Poesia Psiu Poético em Lisboa-Portugal.

foto de Aureliano Fabiano Lopes.

Informações:
Belo Horizonte/MG:
ricardo.campos@almg.gov.br/ italia@almg.gov.br
(031)2108-7000 – Ricardo Campos (Gabinete Deputado Paulo Guedes)

Brasília/DF
balaiocafe@gmail.com (Sítio Eletrônico: www.balaiocafe.com.br)
(061)33270732/91255090 – Juliana Andrade

São Paulo/SP:
donnycorreia@casadasrosas.sp.gov.br
(011) 32856986 – Donny Correia

Curitiba/PR
feiradopoeta@fcc.curitiba.pr.gov.br
(41) 3321-3317 - Feira do Poeta
(41) 9985-7546 – Rosana Albuquerque

Campo Largo/PR
luizzanotti@estadao.com.br
( 41) 3392-3559 – Luiz Zanotti

Montes Claros/MG
aroldopereirapoeta@yahoo.com.br
(038) 3229-3458/9112-7011 – com Aroldo Pereira

Lisboa – Portugal
(+ 351) 93.845.14.24
fernandoaguiar@netcabo.pt – Fernando

Tuesday, November 13, 2007

“Felicitas nos Trópicos”



O Goethe-Zentrum Brasília e a Embaixada da Alemanha convidam para os eventos:

“Felicitas nos Trópicos”

15 de novembro, quinta, 19h30
Centro Cultural Banco do Brasil
Complementando a exposição “Os Trópicos”, bate-papo com a escritora
Felicitas Hoppe, leitura de trechos de seus livros e distribuição de
livretos bilíngues
SCES Trecho 2 Conjunto 22, tel (61) 3310 7087 bb.com.br/cultura

“Café com Felicitas Hoppe”

16 de novembro, sexta, 19h00
Goethe-Zentrum Brasília
SEPS 707/907 bloco F – Asa Sul
Auditório ANE (Associação Nacional dos Escritores)
(61) 3244-6776.

Entrada franca para os dois eventos

Serão distribuídos livretos com trechos da obra traduzidos para o português.

Felicitas Hoppe é uma jovem escritora alemã, nascida em Hameln, Niedersachen. Estudou literatura,retórica e teologia na Alemanha e Estados Unidos. A partir dos anos 90, seu trabalho começou a ser reconhecido, tendo repercussão na mídia e no círculo acadêmico, recebendo várias premiações. O encontro com a escritora Felicitas Hoppe, tem como objetivo debater com o público sobre seu romance Pigafetta(2006) que trata de sua viagem ao redor do mundo, realizada em 1997 e ainda discutir sobre o cenário literário alemão e como é a produção de um livro na Alemanha. Este romance foi escrito a bordo de um navio cargueiro, partindo de Hamburg, onde iniciou sua viagem. Está presente em seu romance o personagem histórico Antonio Pigafetta, que participou da primeira circum-navegação, em 1519, com Fernão de Magalhães e que escreveu memórias de sua viagem e uma descrição das Filipinas.

No evento, a Biblioteca fará uma grande exposição de importantes obras adquiridas em 2007,lançamentos em romances, poesias, livros de arte, turismo, entre outros. A Biblioteca do Goethe-Zentrum Brasília, é certificada de acordo com normas técnicas do Conselho Regional de Biblioteconomia e possui um acervo atualizado e bem diversificado dentro da literatura, arte, cultura, música, filmes dos principais diretores do cinema alemão, entre outras grandes obras, faça-nos uma visita e conheça nosso acervo,pessoalmente ou pelo site: www.goethe.de/brasilia

Cintia d'Orsi
Assistente de Programação Cultural
Programmassistentin
Goethe-Zentrum Brasília
(61) 3244-6776
www.goethe.de/brasilia

Friday, November 09, 2007

Torquato Neto (09.nov.1944-10.nov.1972)



Torquato Neto - Pra Dizer Adeus (música: Edu Lobo)

Gm6
Adeus
D/F# Fm6
Vou pra não voltar
C/E D#5-/6 C/D
E onde quer que eu vá
D7/9- Gm7+ D7/10-
Sei que vou sozinho
Gm7+ D/F#
Tão sozinho amor
Fm6
Nem é bom pensar
C/E D#5-/6 C/D
Que eu não volto mais
D7/9- Gm7+ C7/9
Desse meu caminho
F4 F5-/7 A#7+ G4
Ah, pena eu não saber
G5-/7 Cm7 Cm7º
Como te contar
A6/7 A5+/7
Que o amor foi tanto
Am7 D7/9- Gm6
E no entanto eu queria dizer
D/F#
Vem
Fm6
Eu só sei dizer
C/E
Vem
D#5-/6 C/D
Nem que seja só
D7/9- Gm7+ D7/10-
Pra dizer adeus

Outras Páginas:
http://www.torquatoneto.com.br/
http://www.mpbnet.com.br/musicos/torquato.neto/index.html
http://www.tanto.com.br/torquatoneto.htm
http://www.naoser.hpg.ig.com.br/torquato.htm
http://www.cliquemusic.com.br
http://www.dicionariompb.com.br

Thursday, November 08, 2007

UNBEFRISTET

zählt mir nicht
unbefriedigte Phantasie aus Glas
wie eine Kate am Rand der Lebenstrasse
oder die stetige Denkmüdigkeit am folgende Tage auf!

zählt mir nicht
Gedanken und Pläne
oder die gleichgültige Schlaflosigkeit der Studen auf!

bringt mir nicht
die stille Begeisterung voller Mund
oder die empfindliche Vorahnung sichtbarer Sonne!

genügt mir vielleicht
Leuchttürme aufgelöstet Täuschung
- Blick von Blicke –
oder die neblige Vision von Wüsten
eines törichten Dichters.

Marcos Freitas. In: Staub und Schotter.

Roda de Poesia e Tambores destaca poesia piauiense

Criado em 2000, o projeto Roda de Poesia e Tambores vem contribuindo para o surgimento de novos autores, criando mais audiência para as artes e a cultura, incentivando a participação do público e abrindo espaços democráticos para a expressão do cidadão. Através da Lei A. Tito Filho, o evento ganha novos espaços e deverá acontecer também nos bairros Satélite, Dirceu, Matadouro e Parque Piauí.

A Roda de Poesia e Tambores que entra em sua 44ª edição unindo música e poesia para disseminar obras de novos autores e de escritores consagrados da literatura piauiense.No dia 9 de novembro, a partir das 18h, acontece a próxima Roda no Espaço Osório Junior,no Clube dos Diários.

O projeto prevê a realização de 10 eventos mensais e mais a edição de duas revistas contendo os poemas premiados nos cuncursos de poesias que acontecem em todas as Rodas.

Os escritores homenageados desta edição são os piauienses Nilson Ferreira e Rubens Néri Costa que aproveitarão o evento para lançar seus livros: “Proposta indecente; 69 poemas eróticos” (Nilson Ferreira) e "Dante no inverno" (Rubens Neri Costa).

Fonte:http://www.45graus.com.br/clipping.php?idnoticia=20905

SERTÃO NATAL

O Natal no sertão de minha terra ainda não trouxe
as trovoadas e trombas d´água de dezembro.

Carros-pipa, latas velhas e cabaças
levantam poeira na secura das estradas do sem-fim:
estorricado chão de velhos e crianças.

Meninos de barrigas grandes e calombos na cabeça
matam a sede nas cumbucas de água barrenta
retirada dos aluviões quase secos dos corgos.

O antes candiêro de azeite da casa de palha
dá lugar ao rô-rô-rô de um Papai Noel na tevê
- de roupa vermelha, gorducho e barbudo –
carregando um saco cheio de inimagináveis presentes.

Marcos Freitas. In: Verdeveredas.