“‘Yes, these are new times.’ says Mariana Ianelli in one of the poems in
this new anthology of Brazilian poetry translated into English. This
book fills a gap that has lasted more than a generation, and its
numerous and diverse voices sing a multiple Brazil – urban, rural,
European, African, American – at a crucial point in the history of this
vibrant and imaginative nation.” – Nicholas Birns, New York University
“Continuing the work of Elizabeth Bishop, Abhay K,’s bilingual anthology
provides a broad sampling of poets, themes, and styles. What is
especially significant is the collection’s geographic range, which
introduces writers from all corners of Brazil.” – Darlene J. Sadlier,
Indiana University
Translator and Editor | Tradução e Seleção
Abhay K. is the author of eight poetry collections including The
Eight-eyed Lord of Kathmandu and The Prophecy of Brasilia. He is also
the Editor of CAPITALS – 100 Great Indian Poems and 100 More Great
Indian Poems. His poems have appeared over sixty literary journals
including Poetry Salzburg Review and Asia Literary Review. His poem-song
‘Earth Anthem’ has been translated into over 30 global languages. He
was recently invited to record his poems at the Library of Congress,
Washington D.C.
Abhay K. é autor de oito livros de poesia, incluindo O Senhor dos Oito
Olhos de Katmandu e A Profecia de Brasília. Também é o editor de
CAPITALS – 100 Grandes Poemas da Índia e Mais 100 Grandes Poemas da
Índia. Seus poemas já foram publicados em mais de 60 revistas
literárias, incluindo Poetry Salzburg Review e Asia Literary Review. Seu
poema “Earth Anthem” foi traduzido para mais de 30 idiomas em todo o
mundo. Recentemente, foi convidado para gravar seus poemas na Biblioteca
do Congresso, em Washington D.C.
ISBN 978-85-7823-326-6
NEW BRAZILIAN POEMS
A Bilingual Anthology after Elizabeth Bishop
Antologia bilíngue de 60 poetas brasileiros
Tradução de Abhay K.
16x23
brochura
120 p.
R$ 40,00 em pré-venda (in pre-sale)
Lançamento previsto para janeiro 2019.
Release previewed for January 2019.
Lista dos poetas traduzidos
1. Adélia Prado
2. Adeilton Lima
3. Adriana Lisboa
4. Adriano Espínola
5. Affonso Romano de Sant’Anna
6. Amneres Santiago Pereira Maurício
7. Ana Maria Agra
8. Ana Martins Marques
9. Anderson Braga Horta
10. Ana Paula Arendt
11. Antônio Miranda
12. Antônio Risério
13. Astrid Cabral
14. Carla Andrade
15. César Garcia Lima
16. Climério Ferreira
17. Cristiane Sobral
18. Cyro de Mattos
19. Deborah Brennand
20. Denise Emmer
21. Edson Cruz
22. Eunice Arruda
23. Everardo Norões
24. Francisco Alvim
25. Gilberto Mendonça Teles
26. Gisele Wolkoff
27. João Carlos Taveira
28. Jorge Amâncio
29. José Carlos Vieira
30. José Eduardo Degrazia
31. José Santiago Naud
32. Juliana Motter
33. Júlio Castañon Guimarães
34. Kori Bolivia
35. Luis Turiba
36. Luiza Mussnich
37. Márcio Catunda
38. Marco Lucchesi
39. Marcos Fabrício Lopes da Silva
40. Marcos Freitas
41. Margarida Patriota
42. Mariana Ianelli
43. Myriam Fraga
44. Murilo Vieira Komniski
45. Nicolas Behr
46. Noélia Ribeiro
47. Olga Savary
48. Paulo Leminski
49. Raul de Taunay
50. Régis Bonvicino
51. Renata Pallottini
52. Roberto Medina
53. Roberval Pereyr
54. Ronaldo Costa Fernandes
55. Ruy Espinheira Filho
56. Sandra Tavares
57. Thereza Christina Rocque da Motta
58. Thiago de Mello
59. Virna Teixeira
60. Wellington Müller Bujokas
Friday, January 11, 2019
Friday, December 14, 2018
Cem Poemas Escolhidos de Marcos Freitas (Portuguese Edition)
Eis aqui, nestes 100 poemas que ascendem às correntes dos ares e percorrem o planeta como um gavião eletrônico, um poeta engenheiro das águas revoltas águas, nascido prá lá de lá da Serra das Confusões e que sonhou em meditação na gruta mágica de Ubajara e no parque das Sete Cidades. É lá, no mais agreste do mais agreste sertão que “no meio do nada, surgem tartarugas de pedra”, que caminham lentamente nas noites de lua cheia.
Prefácio: José Roberto da Silva.
Neste poemário, Marcos Freitas mostra que a poesia é livre e pode ter muitas faces: há um poema que pode ser lido de cima para baixo ou vice-versa, da esquerda para a direita ou seguir como bem o leitor preferir. Faz-nos lembrar outro poeta, o boliviano-suíço Eugenio Gomringer, criador das Constelaciones verbales, que definiram a imagem do texto e o texto da imagem, além do grupo cujos líderes foram Augusto e Haroldo de Campos e Décio Pignatari. Refiro-me ao movimento que, nos anos 60, alcançou certa força e mostrou que a fonética, as artes plásticas e a semântica eram irmãs. Falo da poesia concreta que também encontramos, em menor escala, em Marcos Freitas.
Prólogo: Kori Bolívia.
versão digital (e-book Kindle):
https://www.amazon.com/gp/product/B07L9G7K2M
versão impressa (paperback - brochura):
https://www.amazon.com/gp/product/1791648908
Wednesday, December 12, 2018
Crônicas S/A, de Vicente Sá
(foto: Semim
Edições/Reprodução)
Crônicas S/A
De Vicente Sá.
Beirute bar (109 Sul). Lançamento, quarta-feira (12/12), a partir das 18h.
Preço: R$ 35.
Tuesday, November 06, 2018
Monday, November 05, 2018
Wednesday, October 31, 2018
Panorama Literário Brasileiro - Edição 2018/2019 - Poesias
LIÇÕES
DO VERDE
i.
no
gramado verde
ferrugíneas plumagens
jacupembas
em bando
ii.
na
porta de saída
um casal de saí
azulverdeia
o dia
iii.
pés
na água
do riacho Taboquinha
borboleta
azul em círculos
iv.
o
riacho da Cerca
seca
poça
a poça
marcos freitas
Monday, October 29, 2018
Friday, October 19, 2018
Raia-me fundo o sonho tua fala, de Marcos Freitas
Raia-me fundo o sonho tua fala: a poesia de Marcos Freitas
Marcos Freitas não é um poeta iniciante. Sua poesia vem de anos de trabalho e muita insistência em mostrar uma poesia bem estruturada e de qualidade. Recebo Raia-me fundo o sonho tua fala, um livro que se apresenta com uma poesia que de cara, agrada ao leitor, mesmo aquele não muito próximo a poesia, pela simplicidade do autor dizer de sua alma e de sua vivência, com modernidade, sem perder o lirismo... Com poucas palavras escreve uma pérola de poema: “o janeiro de chuva/chove/num dia inteiro/de fevereiro”. Raia-me fundo o sonho tua fala é um livro que nos prende do começo ao fim, justamente pela forma como o autor soube conduzir sua poesia. Raia-me fundo o sonho tua fala é um livro feito para ser lido com prazer, o mesmo prazer de quem busca uma poesia que fala com a alma e muita sinceridade.
Rogério Salgado. Poeta e jornalista.
Artigo publicado no Sul de Minas, quinta-feira, 20 de novembro de 2008. – 2º Caderno (Comentários à primeira edição).
Foto da capa feita pelo autor numa rua de Los Angeles (janeiro de 2018).
Detalhes do produto
- Formato: eBook Kindle
- Tamanho do arquivo: 1374 KB
- Número de páginas: 122 páginas
- Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
- Idioma: Português
https://www.amazon.com.br/Raia-me-fundo-sonho-tua-fala-ebook/dp/B07JG9H7T4
versão impressa (paperback):
https://www.amazon.com/gp/product/1728879809
Wednesday, October 17, 2018
Nous sommes nos songes (French Edition) eBook Kindle
por
Marcos Freitas
(Autor),
Oleg Almeida
(Prólogo, Tradutor)
NOTE DU TRADUCTEUR
Les poèmes de Marcos Freitas, un de ces auteurs latino-américains qui sont encore peu connus en dehors de leurs pays d’origine, attisent l’inspiration du traducteur autant qu’ils attirent l’attention du lecteur. Apparemment simples, ils se revêtent d’un sens si varié, parfois si ambigu, qu’on ne peut les traduire mot à mot, avec cette exactitude mécanique dont se plaignent tant les amants de la poésie, désireux d’entrevoir l’âme du poète à travers les lignes qu’il écrit. Marcos Freitas parle des sentiments les plus sublimes et des événements les plus ordinaires sur le même ton sobre et sérieux, comme en déclarant que nul thème n’est banal ni insignifiant à ses yeux : l’amour, la solitude et la mort, d’une part, l’ennui d’un dimanche quelconque et l’étrange géométrie d’une ville aux rues « n’ayant pas de coins », de l’autre côté, se rencontrent, ou plutôt se confondent dans ses textes, d’une manière bizarre, mais tout à fait naturelle. Du reste, elle est toujours naturelle, son écriture à lui, quelles que soient les « questions cosmiques » ou terrestres qu’il aborde...
Oleg Almeida.
Les poèmes de Marcos Freitas, un de ces auteurs latino-américains qui sont encore peu connus en dehors de leurs pays d’origine, attisent l’inspiration du traducteur autant qu’ils attirent l’attention du lecteur. Apparemment simples, ils se revêtent d’un sens si varié, parfois si ambigu, qu’on ne peut les traduire mot à mot, avec cette exactitude mécanique dont se plaignent tant les amants de la poésie, désireux d’entrevoir l’âme du poète à travers les lignes qu’il écrit. Marcos Freitas parle des sentiments les plus sublimes et des événements les plus ordinaires sur le même ton sobre et sérieux, comme en déclarant que nul thème n’est banal ni insignifiant à ses yeux : l’amour, la solitude et la mort, d’une part, l’ennui d’un dimanche quelconque et l’étrange géométrie d’une ville aux rues « n’ayant pas de coins », de l’autre côté, se rencontrent, ou plutôt se confondent dans ses textes, d’une manière bizarre, mais tout à fait naturelle. Du reste, elle est toujours naturelle, son écriture à lui, quelles que soient les « questions cosmiques » ou terrestres qu’il aborde...
Oleg Almeida.
Detalhes do produto
- Formato: eBook Kindle
- Tamanho do arquivo: 1234 KB
- Número de páginas: 60 páginas
- Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
- Idioma: Francês
https://www.amazon.com.br/Nous-sommes-nos-songes-French-ebook/dp/B07JGB5ZN8
Wednesday, October 10, 2018
Que Venha a Seca: modelos para gestão de recursos hídricos em regiões semiáridas eBook Kindle
Que Venha a Seca: modelos para gestão de recursos hídricos em regiões semiáridas
eBook Kindle
por
Marcos Freitas
(Autor)
O autor não se propõe a lutar quixotescamente contra a seca e derrotá-la, mas sim compreender os fenômenos envolvidos nos diversos tipos de seca, conjeturar sua ocorrência, sua duração e sua intensidade, e estabelecer critérios para que sejam tomadas decisões realistas, que não tenham como objetivo demagógico a sua quimérica destruição, mas sim a sua “domesticação” por meio do estabelecimento de maneiras racionais de conviver com ela.
São dissecados os modelos chuva-vazão utilizados na região semi-árida, os de geração sintética de vazão, os de estimativa de demanda, os de alocação de água e os de rede de fluxo. Também são examinadas as análises multicritério e de risco, e estabelecidos critérios para operar reservatórios em condições de escassez hídrica. Por fim, são analisados planos de convivência com a seca e a atenuação de suas conseqüências funestas.
Trata-se de um livro complementar à cadeira de Hidrologia, para ser utilizado principalmente pelos cursos que têm em vista a formação de hidrólogos que vivem e trabalham nas regiões assoladas pelas secas, constituindo-se em uma fonte segura de pesquisa sobre o tema. Embora haja interdependência entre os capítulos, eles podem, até certo ponto, ser lidos independentemente uns dos outros, fazendo com que o livro possa ser também usado como manual de procedimentos por gestores, administradores públicos e demais tomadores de decisão, uma vez que cada capítulo possui sua própria lista bibliográfica.
Prefácio - Antônio Cardoso Neto.
Detalhes do produto
- Formato: eBook Kindle
- Tamanho do arquivo: 69744 KB
- Número de páginas: 514 páginas
- Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
- Idioma: Português
- ASIN: B07J4Y2TLP
Monday, October 01, 2018
Inquietudes de horas e flores: Inquietudes de horas y flores (português-espanhol)
Inquietudes de horas e flores: Inquietudes de horas y flores (português-espanhol) eBook Kindle
por
Marcos Freitas
(Autor),
Carlos Saiz
(Tradutor)
¿Será que eso solamente le importa a quien escribe? ¿Será que nadie
acude a la percepción poética del autor? ¿A sus versos inflamados,
pasionales, libres?
Me preguntaba esto mientras leía la versión castellana de los poemas de Marcos Freitas, quien presenta un trabajo de alta jerarquía en versos simples y graves.
Es precisamente él mismo, quien se cuestiona: “casi nunca/sé lo que eres./casi nunca/sé lo que somos”, abriendo paso a una perceptible duda existencial, que además se nutre también de su propia juventud ansiosa y cuestionadora: “Entender de la palabra apenas una faz secreta…hasta cuando al fin calla” Es el secreto a voces que el poeta intenta revelar, muchas veces maldiciendo su suerte, pero tratando siempre de golpear donde más duele y de alguna forma llegar a alguien. Porque sin ese alguien no existe la posibilidad de que la poesía exista. Generalmente nos cuestionan a los poetas la oscuridad de nuestros textos y sobre esto se ha dicho tanto y con tanta frecuencia, que es casi redundante aclarar que la palabra poética nace en un sitio diferente, no se puede leer como una carta. La palabra poética se escurre entre los sueños, al decir del poeta: “unos dicen que los sueños deben ser vividos/otros que deben ser divididos/otro que los sueños, sueños son” –en versos de Calderón de la Barca- ¿Qué es la vida? Un frenesí. ¿Qué es la vida? Una ilusión, una sombra, una ficción, y el mayor bien es pequeño…
Presentacion: Roberto Bianchi, Uruguay.
Me preguntaba esto mientras leía la versión castellana de los poemas de Marcos Freitas, quien presenta un trabajo de alta jerarquía en versos simples y graves.
Es precisamente él mismo, quien se cuestiona: “casi nunca/sé lo que eres./casi nunca/sé lo que somos”, abriendo paso a una perceptible duda existencial, que además se nutre también de su propia juventud ansiosa y cuestionadora: “Entender de la palabra apenas una faz secreta…hasta cuando al fin calla” Es el secreto a voces que el poeta intenta revelar, muchas veces maldiciendo su suerte, pero tratando siempre de golpear donde más duele y de alguna forma llegar a alguien. Porque sin ese alguien no existe la posibilidad de que la poesía exista. Generalmente nos cuestionan a los poetas la oscuridad de nuestros textos y sobre esto se ha dicho tanto y con tanta frecuencia, que es casi redundante aclarar que la palabra poética nace en un sitio diferente, no se puede leer como una carta. La palabra poética se escurre entre los sueños, al decir del poeta: “unos dicen que los sueños deben ser vividos/otros que deben ser divididos/otro que los sueños, sueños son” –en versos de Calderón de la Barca- ¿Qué es la vida? Un frenesí. ¿Qué es la vida? Una ilusión, una sombra, una ficción, y el mayor bien es pequeño…
Presentacion: Roberto Bianchi, Uruguay.
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