Wednesday, April 20, 2016
POESIA, CONTOS E ROMANCE DIA 22 ABRIL NO MARTINICA CAFÉ
C
O N V I T E – ANTONIO MIRANDA, RONALDO CAGIANO E ELTÂNIA ANDRÉ LANÇAM
LIVROS DE POESIA, CONTOS E ROMANCE DIA 22 ABRIL NO MARTINICA CAFÉ
A
Editora Patuá e a Associação Nacional de Escritores convidam os associados para
o lançamento conjunto dos novos livros de ANTONIO MIRANDA, ELTÂNIA ANDRÉ e
RONALDO CAGIANO.
LOCAL:
MARTINICA CAFÉ
Endereço: CLN 303 Bloco A Loja 4 - Asa Norte
Dia 22.04.2016 a partir das 19h. Telefone:(61) 3326-2357
Endereço: CLN 303 Bloco A Loja 4 - Asa Norte
Dia 22.04.2016 a partir das 19h. Telefone:(61) 3326-2357
SOBRE AS OBRAS
"DIALOGANDO
COM NIETZSCHE ALÉM DO BEM E DO MAL", de Antônio Miranda
Gênero:
POESIA – edição Ed. Patuá - 2016
Cem poemas a partir de epígrafes extraídas de textos filosóficos
de Nietzsche, acompanhados de uma interpretação poética – poiesofia... —
conforme o desafio colocado pelo célebre e polêmico gênio alemão, ilustrados
com nuvens de termos usados no livro.
"ELES
NÃO MORAM MAIS AQUI", de Ronaldo Cagiano
Gênero:
Contos - Ed. Patuá, SP, 2015 - 120pgs
Reunião
de 16 contos escritos ao longo dos últimos 7 anos, inéditos em livros. Alguns
deles foram premiados em concursos e outros foi publicados em jornais e
revistas literárias como o SLMG, Rascunho, Revista E, do SESC/SP, Suplemento
Pernambuco, Literaturen Glas (Bulgária), Revista da ABL e Correio das Artes
(PB).
Os contos falam de solidão, da
passagem do tempo, da morte, em cujas histórias o autor, pela voz de seus
personagens, percorre variada temática, do lírico ao social, dentro de uma
perspectiva narrativa em que há um forte questionamento existencial sobre os dramas
e dilemas quotidianos, além de uma inflexão metafísica sobre os problemas
ligados ao homem e seu estar no mundo. Segundo Leo Barbosa, poeta, professor e
articulista do Correio da Paraíba, "Cagiano imprime uma atmosfera na qual
os cenários das narrativas se unem na tentativa de percorrer os sentimentos e
as emoções do narrador e das personagens. O autor nos chama a atenção por
utilizar frequentemente epígrafes em seus contos. Tal qual Murilo Rubião,
dialoga com outros autores a fim de ambientar sua narrativa em polifonias,
múltiplas vozes que conferem aos textos constantes rupturas e suturas".
"PARA
FUGIR DOS VIVOS", de Eltânia André
Gênero:
Romance - Ed. Patuá, SP, 2015 - 190pgs
Nesse romance a autora tematiza a relação dificil entre dois
filhos e Ismália (ou Maria Comprida), a mãe dominadora e o pai ausente,
negligente e ensimesmado. Dividido em dois capítulos "Livro 1" e
"Livo do Miguel" - em cada um repercutem a voz e a visão de dois
irmãos sobre a própria mãe; um intelectualizado e pensador; o outro, ganancioso
e pragmático. Numa construção em que a narrativa vai se desdobrando em
flashbacks temporais e projeções psicológicas, na esteira de olhares distintos
sobre fatos e acontecimentos que nortearam a convivência tensa no seio
familiar, prevalecem o silêncio, as dores, os deslocamentos das próprias vidas,
resumindo o estado de tristeza e torturas que habitam essas almas. Para o
escritor mineiro Whisner Fraga, o livro "é sobre uma matriarca
extremamente dominadora, que abafa qualquer ímpeto sentimental de todos que a
cercam. A onipotência dessa mãe terrível - mas uma mãe talvez muitas vezes pior
dentro de si mesma - revolta o leitor. Para o escritor e crítico Ricardo Ramos
FIlho, escritor e crítico paulista, "Ao entrarmos em contato com as perspectivas
de cada um [ dos personagens ], podemos observar a diversidade psicológica do
humano. Os dois recuperando suas dores deslocados e tristes"
Thursday, April 14, 2016
Tuesday, April 05, 2016
Monday, April 04, 2016
HARMONIA DAS VOZES, LIVRO DE ROGÉRIO LEONEL
HARMONIA DAS VOZES, LIVRO DE ROGÉRIO LEONEL
Por Rogério Salgado*Rogério Leonel é hoje, sem sombra de dúvidas, um dos nossos maiores arranjadores, comparado aos grandes mestres da Música Popular Brasileira. E posso afirmar isso sem receio, pois como pesquisador assíduo da música universal, tenho observado isso. E para dividir sem egoísmo aquilo que conhece e realizou ao longo de sua estrada, ele lança através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (Projeto 1147/2012), o livro “Harmonia das Vozes”. Mas deixemos que o próprio Rogério nos diga sobre isso:
“No final da década de 1970 escrevi os primeiros arranjos para o Festival Ponteio promovido pela UFMG. Um tempo depois, um embrião do que mais tarde viria a ser o quarteto feminino “Tom Sobre Tom” me possibilitou dar continuidade a este trabalho tão rico e interessante. Até os dias atuais, não parei mais de escrever para vozes. No ano 2000, comecei a escrever para um grupo de vozes mistas, que existe até hoje, o “Da Boca Pra Fora”. Este novo encontro consolidou minha atividade, enquanto arranjador vocal. A voz talvez seja o mais completo instrumento, capaz de juntar a letra com a melodia, além de o timbre ser único para cada pessoa.”
“Harmonia das Vozes” traz uma seleção de partituras para 20 canções de compositores mineiros e de domínio público, no qual o autor pretende iniciar uma série de publicações de arranjos vocais, seguido de um segundo volume, todo dedicado a compositores de diversas regiões do país. Alguns desses arranjos foram escritos para quatro vozes, sendo Soprano, Contralto, Tenor e Baixo, tendo outros sido criados originalmente para quarteto feminino e depois adaptados para coro misto e alguns deixados propositalmente sem classificação de vozes. Cada arranjo vem com uma explicação histórica, sendo elas: “Água de Moringa” de Valter Braga e Jorge Fernando dos Santos, “Baião Barroco” de Juarez Moreira e Simone Guimarães, “Baruios do Mar” de Regina Freitas, “Calix Bento” domínio público recolhido por Tavinho Moura, ”Canção do Sol” de Hudson Brasil e Toninho Camargos, “Canto de Desalento” de Toninho Horta e Rubens Théo, “Catedral de Brasília” de Rogério Leonel, “Criaturas da Noite” de Flávio Venturini e Luiz Carlos Sá, “Furta-cor” de Rogério Leonel, “Milagre dos Peixes” de Milton Nascimento e Fernando Brant, “Navio de Pedra” de Ladston do Nascimento, “Pelo amor de cantar” de Toninho Camargos e Luiz Henrique de Faria, “Riacho de Areia” de domínio público, “Rio Araguaia” de Ricardo Faria e Toninho Camargos, “Sem Compromisso” de Nelson Trigueiro e Geraldo Pereira, “Serena Estrela” de Regina Freitas, “Serenô” de domínio público, “Títulos de Nobreza” de João Bosco e Aldir Blanc, “Trilha de Luz” de Hudson Brasil e “Última Seresta” de Ricardo Faria.
Rogério Leonel é um cara que dispensa apresentações, pela sua história como músico não só mineiro, mas brasileiro, que ao longo de sua carreira tem recebido elogios de artistas admiradores de sua obra, tais como: Toninho Camargos, Ezequiel Lima, Toninho Horta, Jorge Fernando dos Santos e Guinga, entre outros. “Harmonia das Vozes” tem revisão ortográfica de Jorge Fernando dos Santos, projeto gráfico e ilustrações de Adriano Alves, fotos de Bárbara Suyan, produção executiva de Saulo Sabino, assistência de produção de Lígia Jacques, diagramação de partituras de Cristiano Vianna, revisão de partituras de Rogério Leonel e Lígia Jacques, coordenação geral de Rogério Leonel.
Rogério Leonel, é violonista, compositor e arranjador. Ministra cursos e oficinas de harmonia e violão. Foi professor da Escola Livre Música de Minas, de Milton; arranjador da Orquestra de Violões do Colégio Estadual Central de Belo Horizonte, dentre outras. Tem registrado seu trabalho nos álbuns: “Choro Barroco” e “Choro Cantado”, de Lígia Jacques, “Titane” (primeiro disco solo), “Simbora, João” de Ladston do Nascimento, “Subvoar” de Loslena, “Minas São Várias” — coletânea de compositores e cantoras mineiros, “Encontros” de Toninho Camargos, “O Tom e o Fundamento” de Hudson Brasil. Entre seus shows, destaca-se: “Diálogo”, realizado na Fundação de Educação Artística/BH. Sua música “Choro Barroco” foi incluída como tema de abertura no documentário “Vanja Orico”, produzido por Luiz Carlos Prestes Filho para o “Canal Brasil”.
E quem diz com maestria que “Escrever arranjos vocais é como resolver quebra-cabeças” merece respeito e admiração. “Harmonia das Vozes” está aí para quem quiser pesquisar, conhecer, ou até mesmo apenas ter a curiosidade de se aproximar mais da nossa história musical brasileira. Contatos: avozeoviolão@yahoo.com.br, telefone (31) 99317-2264. Acessem a página do livro no Facebook: Livro “Harmonia das Vozes” — Rogério Leonel.
* Rogério Salgado é poeta profissional. Natural de Campos dos Goytacazes, interior do estado do Rio de Janeiro. Filho da pianista Glória Salgado, cresceu ouvindo sua mão tocar piano e recitar poemas em saraus dentro de casa. Em 1980 mudou-se para Belo Horizonte. Em 1983 criou a revista Arte Quintal, um dos mais importantes veículos culturais da época. Idealizou e realizou entre 2005 e 2014 em parceria com Virgilene Araújo, o Belô Poético – Encontro Nacional de Poesia de Belo Horizonte evento que reunia, na capital mineira, poetas de vários estados do Brasil e do exterior. Em 41 anos de carreira poética, publicou mais de 30 livros, sendo o último, o livro de memórias “Poeta Ativista” (RS Edições-2014). Contato: poetarogeriosalgado@yahoo.com.br
Titane, Canção para nascer de novo (Rogério Leonel e Antônio Barreto)
Fonte: http://brasil.revistadelosjaivas.com/harmonia-das-vozes-livro-de-rogerio-leonel/
Friday, April 01, 2016
Lançamento: "Eles não moram mais aqui", de Ronaldo Cagiano e "Para fugir dos vivos", de Eltânia André
LOCAL: MARTINICA CAFÉ
Dia 22.04.2016 a partir das 19h.
Telefone:(61)
3326-2357
SOBRE AS OBRAS
Título: "Eles não moram mais aqui", de Ronaldo
Cagiano
Gênero: Contos
Ed. Patuá, SP, 2015
120pgs
Release:
Trata-se do 17º livro na carreira do autor. É uma reunião de 16
contos escritos ao longo dos últimos 7 anos, inéditos em livros. Alguns deles
foram premiados em concursos e outros foi publicados em jornais e revistas
literárias como o SLMG, Rascunho, Revista E, do SESC/SP, Suplemento
Pernambuco, Literaturen Glas (Bulgária), Revista da ABL e Correio das Artes
(PB).
Os contos falam de solidão, da passagem do tempo, da morte, em
cujas histórias o autor, pela voz de seus personagens, percorre variada
temática, do lirico ao social, dentro de uma perspectiva narrativa em que há um
forte questionamento existencial sobre os dramas e dilemas quotidianos, além de
uma inflexão metafísica sobre os problemas ligados ao homem e seu estar no
mundo. Segundo Leo Barbosa, poeta, professor e articulista do Correio da
Praíba, "Cagiano imprime uma atmosfera na qual os cenários das narrativas
se unem na tentativa de percorrer os sentimentos e as emoções do narrador e das
personagens. O autor nos chama a atenção por utilizar frequentemente epígrafes
em seus contos. Tal qual Murilo Rubião, dialoga com outros autores a fim de
ambientar sua narrativa em polifonias, múltiplas vozes que conferem aos textos
constantes rupturas e suturas".
Título: "Para fugir dos vivos", de Eltânia André
Gênero: Romance
Ed. Patuá, SP, 2015
190pgs
Release:
Nesse romance a autora tematiza a relação dificil entre dois
filhos e Ismália (ou Maria Comprida), a mãe dominadora e o pai ausente,
negligente e ensimesmado. Dividido em dois capítulos "Livro 1" e
"Livo do Miguel" - em cada um repercutem a voz e a visão de
dois irmãos sobre a própria mãe; um intelectualizado e pensador; o outro,
ganancioso e pragmático. Numa cosntrução em que a narrativa vai se desdobrando
em flashbacks temporais e projeções psicológicas, na esteira de olhares
distintos sobre fatos e acontecimentos que nortearam a convivência tensa no
seio familiar, prevalecem o silêncio, as dores, os deslocamentos das próprias
vidas, resumindo o estado de tristeza e torturas que habitam essas almas.
Para o escritor mineiro Whisner Fraga, o livro "é sobre uma matriarca
extremamente dominadora, que abafa qualquer ímpeto sentimental de todos
que a cercam. A onipotência dessa mãe terrível - mas uma mãe talvez muitas
vezes pior dentro de si mesma - revolta o leitor. Para o escritor e
crítico Ricardo Ramos FIlho, escritor e crítico paulista, "Ao entrarmos em
contato com as perspectivas de cada um [ dos personagens ], podemos observar a
diversidade psicológica do humano. Os dois recuperando suas dores deslocados e
tristes"
Monday, March 21, 2016
Wednesday, March 16, 2016
3ª Edição do Chá com Letras
3ª Edição do Chá com Letras
A 3ª
Edição do Chá com Letras será realizada na Embaixada da Índia, em Brasília,
nesta quarta-feira, dia 16 de março de 2016, às 17 horas. O evento tem como
objetivo a integração entre Escritores e Poetas do Brasil e da Índia. É uma
iniciativa proposta pelo poeta e diplomata Sr. Abhay Kumar, Vice-chefe da
Missão. E conta com a condução do poeta brasileiro Marcos Freitas.
Poetas
participantes: Carla Andrade, Luiz Felipe
Vitelli, Noélia Ribeiro, Devana Babu e Yanoré Flávio.
Carla Andrade – Carla Andrade Bonifácio Gomes é mineira de Belo
Horizonte. Mora em Brasília há sete anos, onde trabalha como jornalista e é
poeta em tempo integral. Alguns de seus poemas foram premiados em concursos em
Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. O caderno Pensar do Jornal Correio
Braziliense publicou inúmeras de suas poesias. No dizer do crítico Adalberto
Müller, “A poesia de Carla Andrade articula imagens que parecem brotar da fonte
mais pura da poesia. Seus poemas raramente estão preocupados com um lastro de
realidade, parecem estar muito mais submissos a uma vertiginosa – e difícil –
sedução da imagem”. E para a poeta Angélica Torres, “Carla Andrade pisa
firme no chão da poesia, levitando. Quanto mais leio, mais gosto de seu
rebuliço linguageiro. Mais me surpreende a fala crisálida, a habilidade
com que desmonta e recria o seu sentido.”. Carla Andrade publicou “Conjugação
de Pingos de Chuva”, em 2007, pela editora LGE, de Brasília. Em 2014, lançou o
livro “Voltagem” pela editora Megamini, do Rio de Janeiro.
Luiz Felipe Vitelli – Paraense morando no Distrito Federal, desde 1969. Morador de Planaltina. Poeta, artista plástico, ator, artesão, joalheiro. Membro da Tribo das Artes, cia de teatro cara d'palco e contra in-versos. Recita suas poesias pelos saraus de Brasília, a exemplo do Poemação, Sarau do Perdiz, e tantos outro e faz parte do Coletivo Mestre D’Ármas.
Noélia
Ribeiro – Pernambucana e carioca. Começou
a escrever aos 9 anos de idade, no Rio de Janeiro. Depois veio para Brasília,
onde se graduou em Letras pela UnB. Depois de participar do livro "Salada
Mista" com os poetas Sóter e Paulo Tovar, lançou seu livro solo
"Expectativa" (1982). Em 2009, vem a lume o livro "Atarantada",
em 2009, pela Editora Verbis, de Brasília. E em 2015, publicou o livro
“Escalafobética”, pela Editora Vidráguas, do Rio Grande do Sul, com prefácio de
Leila Miccólis e posfácio do poeta Alberto Bresciani. Tomou parte de coletâneas
de poetas como "Talento em Prosa e Verso" - REBRA;
"Fincapé" - Coletivo de Poetas, "Poesia do B", organizado
pelo Açougue Cultural T-Bone, entre outras, e teve poemas publicados em jornais
da cidade. É presença ativa em recitais, saraus e movimentos poéticos
realizados em Brasília. A poeta é mais conhecida como Nonô, devido à canção
Travessia do Eixão, de autoria de Nonato Veras e do poeta Nicolas Behr, cantada
pelo grupo Liga Tripa, de Brasília, e gravada pela banda Legião Urbana, em CD,
lançado após a morte de Renato Russo.
Devana
Babu – Paulo Sérgio Jr., ou melhor devana babu, por ele mesmo: “É o meu nome
artístico. Devana significa senhor em hindu, é como se fosse uma saudação. E
Babu vem de babuíno, do macaco, dos nossos ancestrais. Acabei reduzindo, por
pura preguiça, a palavra e acrescentei ao Devana. Aí, virou Devana Babu”.
Devana é aplaudido não só nas ruas de São Sebastião, aonde mora, organiza
Saraus, publica fanzines, mas em todos os lugares por onde declama e
interpreta seus poemas. E ainda nos surpreende com a irreverência e a riqueza
de seus contos, crônicas e histórias de mistério. Aos 14 anos, escreveu o livro
“O Esdrúxulo”, ilustrado pelo amigo Próton. Depois surgiu a Gazeta do Oprimido. Participou,
desde a fundação do grupo Radicais Livres S/A, fundado pelo pai, Paulo Dagomé, pela mãe Nanah Farias, e outros artistas de São
Sebastião. Hoje, faz parte do grupo SuperNova. E, segundo ele, é
“aspirante a jornalista, dublê de poeta, ensaio de músico e esboço de quadrinista”.
Yonaré Flávio – Alagoano,
nascido em Maceió, entre o mar, os coqueiros, as lagoas, os pífanos do
esquenta-muié e os pandeiros dos emboladores de coco, que enfeitavam as ruas da
infância. Crescido embalado pelo frevo e o forró, veio o Teatro com todas as
suas vidas. “Cadernos de Poesia: Perímetro Urbano” e “Agruras do
Sentimentalismo” são suas obras publicadas. Yonoré é poeta, ator e educador.
SERVIÇO:
Embaixada da Índia
Endereço: SES 805, lote 24, Asa Sul, CEP
70452-901, Brasília-DF.
Telefone: (61) 3248-4006
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