Friday, December 18, 2009

Lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos" , em Teresina


A Editora CBJE e o escritor Marcos Freitas convidam para o lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”.

Local: CENAJUS - Centro Nacional de Cultura da Justiça
Data: 22 de dezembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 19:00 às 20:30 horas.


APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor


Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)


Apoio: ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos - Regional Piauí

Para a aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

O livro foi lançado recentemente na 28ª Feira do Livro de Brasília, no Shopping Pátio Brasil – Estande-Espaço Mangueira Diniz, em 24 de novembro de 2009.


“Se tratti di acqua anteponi l'esperienza alla teoria.”
Leonardo da Vinci


"Chuu-á ! Chu-áa ! - ruge o rio, como chuva deitada no chão"
“ O Burrinho Pedrês, primeiro conto de Sagarana - João Guimarães Rosa

Mais artigos do autor em:

http://www.scribd.com/mfreitas_pi

http://emversoeprosa.blogspot.com/

Tuesday, December 15, 2009

Monday, December 07, 2009

Terapoética, como transformar problemas em poemas, de Alessandro Uccello


Uccello toca a vida com palavras
Alessandro Uccello é um caso de resistência explícita, teimosia evidente, flor insistentemente brotada de seus atuais abismos, que me faz perguntar: quem de nós, à beira de tantas limitações – neurais, musculares e físicas – se preservaria combatente, tendo como instrumento e bandeira a poesia? É ela a vela, é ela a proa.
Tenho interesse em vos situar nos bastidores, nos cenários do nascedouro deste novo livro do Uccello, não para que vos apiedeis dele e do que nele avança e cujos mistérios a medicina ainda se esforça para decifrar. Não! Estou contextualizando a vida e a lida deste valente poeta que, mesmo golpeado pelas garras da esclerose lateral amiotrófica, faz brotar o “Terapoética – como transformar problemas em poemas”, porque aí todos vós compreendereis melhor o título do livro.
Inteligente, amoroso, puto, divertido, sem autopiedades mas realista e sonhador, outra vez Alessandro Uccello nos brinda com sua coletânea de filosóficas e cotidianas observações masculinas. Estão aqui os olhos de um homem inteiro, com o seu tesão, seu raio curioso, moderno e paterno de observação, seu coração luminoso digitando sem parar, teclando, por cardíacos batimentos, a construir uma poesia que todo mundo gosta de provar: jovens, maduros, homens e mulheres; todo mundo quer Uccello recitar.
Não é por acaso que no trabalho que fizemos, eu e minha equipe de professores da Escola Lucinda de Poesia Viva, o pessoal da Casa Poema, numa comunidade vulnerável de S. Pedro 1, no antigo lixão da cidade de Vitória, no Espírito Santo, a poesia deste poeta danado tenha feito tanto efeito e sucesso. Foi muito emocionante ver escolherem, entre Mário Quintana, Drummond, Manoel de Barros e outros bambas, os poemas tão claros do Uccello. Como pode um homem, habitante da capital federal, agrônomo, servidor público, pai de família e poeta, ser a voz de um menino lá dessas impossibilidades de um outro Brasil? Dar voz a ele? Ser por ele escolhido para em seu nome discursar? : “Deus Eu - Andei colhendo as flores / que a vida deu para mim / mas nunca fiz jardim / Venho comendo as frutas / à beira do pomar / mas nada de plantar / Tenho amado as mulheres que me querem / e aceitado os amores que me vêm / quando elas partem, não me ferem / se elas morrem, não me têm / Serei um dia agente de mim mesmo / Deus Eu, dono do próprio destino? / Ou passarei a vida amando a esmo / vivendo só de amores inquilinos? ”. O impressionante é que o refrão “Deus eu” virou uma vinheta, um rap arrepiante que a turma toda afirmava junto com o dizedor. Vale esclarecer que este poema que citei pertence ao seu trabalho anterior, “Eu com verso”.
Então é assim: a poesia, forma milenar de preciosíssima autoajuda, faz um serviço, um refinamento sem nome, sem medida para qualquer lado, dentro do coração do ser humano. Basta que ela encontre uma porta para entrar. A poesia prolongou a vida de Fernando Pessoa. Ainda que ele nos tenha deixado cedo, aos 47, duvido que sem a poesia tivesse até ali chegado. Eu mesma, talvez fosse uma pessoa perdida, se de poesia não tivesse sido cedo medicada.
Mergulhando nesta obra de Alessandro Uccello, vejo sua coragem, provo de sua valentia, admiro seu sofisticado jeito de falar, mesmo que paralisado pela filha da puta da esclerose que atingiu este homem de ouro, que pegou o cara errado, considerando que tanta gente existe só para produzir guerras e outras aberrações. Que outra alma humana, nestas adversas condições, se manteria assim tão viva? Caminhante, apesar da atrofia? Realizadora, apesar da limitação neuromuscular? Faladora, apesar da impossibilidade de pronunciar palavras?
Mesmo angustiado, em versos como “de nada me adiantaram alimentação saudável / esporte com frequência / casamento estável / ética amor e paciência / A Kriptonita está dentro de mim” ou em “Renato Russo morreu aos trinta e seis / Ayrton Senna morreu aos trinta e quatro / Jesus Cristo morreu aos trinta e três / Eu? Sou o mais morto dos quatro”; mesmo triste muitas vezes, vendo sua bela e querida Sonia, amada, dedicada e valente companheira, cujo coração de quase viuvez ele avista com sua visão de raio X, mesmo assim seu livro é de altíssimo astral e a leitura destes versos nos fortalece e diverte, dando-nos uma dimensão concreta da finitude.
O poeta, corajoso que é, nos oferece seu natural bom humor e irreverente lirismo, mesmo estando com uma bomba dentro de si (bomba que todos trazemos, mas que, no seu caso, ganha em terror por conta das ignorâncias que a ciência tem desta enfermidade veloz e daninha). Alessandro não desperdiça as alegrias vividas, não as despotencializa; ao contrário, com sua sensibilidade, estende a fértil memória dos dias felizes como águas do passado movendo os moinhos de agora. Por meio de sua verve poética, o autor nos atinge, iguais mortais, com uma saúde literária indiscutível, toca numa certa eternidade, visto que o que ele fala vale para todos que estamos sempre às portas da morte, moribundos ou não, quem saberá? Ainda assim, ele cria novos futuros para si e para nós, seus privilegiados leitores.
É com este coquetel de palavras diárias que Alessandro Uccello vem driblando as intempéries de sua vida presente, mandando ver na veia poética como nunca. E o remédio que era só dele, agora está, com este “Terapoética”, disponível a todos, ajudando-nos a transformar nossos próprios problemas em poemas ou a diluí-los através de seus versos.
Você tem razão, Uccello, meu querido: “tudo é relativo pra quem está vivo”. E, enquanto a ciência não realiza seu oficio por meio das células-tronco, a poesia vai produzindo seus milagres.

Elisa Lucinda, primeiro de novembro, primavera bela e chuvosa de 2009.


Serviço:
Sarau de lançamento do livro de poesias - Terapoética.
Data: 13 de dezembro (domingo)
Horário: 18 h
Local: Restaurante El Paso Texas, no Terraço Shopping.
http://eucomverso.blogspot.com/

Tuesday, December 01, 2009

POEMAÇÃO CINCO (Uma Homenagem a Cassiano Nunes)


A Biblioteca Nacional abre suas portas para o quinto POEMAÇÃO privilegiando a poesia brasiliense, trazendo de volta o projeto de grande sucesso da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, em 2008.
Sob a coordenação dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio, o quinto Sarau Videoliteromusical será realizado no dia 2 de dezembro de 2009 no auditório da BNB sito no 2º andar.
O Poemação 5 prestará uma homenagem ao poeta santista brasiliense universal Cassiano Nunes Botica (1921-2006)
Música e Poesia com Paulo Djorge, o acordeom de João Nascentes e o violão do cantor e compositor Márcio Bomfim estarão presentes no Sarau Videoliteromusical.
A poeta mineira, multifacetária, Brenda Mar(que)s Pena lança Poesia Sonora: história e desdobramentos de uma vanguarda poética.
O jornalista, escritor e documentarista Paulo José Cunha lançou recentemente, em terras piauienses, "Perfume de Resedá", uma poesia épica que conta a estória afetiva da Nação do Phyauí.
Nicolas Behr nos traz o seu recente La Brasíliada edição bilíngue traduzida pelo poeta cubano Jesús J. Barquet.
O livro “O Amor de Mariano” reúne os contos publicados inicialmente em jornais, do maranhense Marco Paulo Haickel.
A poesia do criador do Coletivo dos Poetas, patrono da feira do livro da cidade de Alto no Piauí neste ano Menezes y Morais, e o poeta e engenheiro Marcos Freitas, piauiense, nascido na rua do barrocão mostram seus versos, prosas e algumas idéias.
O público apresenta a sua poesia em Poesia na Plateia.

PROGRAMAÇÃO

Abertura Marcos Freitas e Jorge Amâncio
Homenagem a Cassiano Nunes
Nicolas Behr
Brasíliada Poesia
Brenda Marques
Poesia Sonora
Paulo Djorge
Poesia e música brasileira
Paulo José Cunha
Livro Perfume de Resedá poesia
Menezes y Morais
Poesia
Marcos Freitas
Poesia
Márcio Bomfim & João Nascentes
Música e Poesia
M. P. Haickel
Amor de Mariano
Poesia na Roda

LOCAL: Auditório da Biblioteca Nacional ( 2º Andar)
Data : 02 de Dezembro de 2009
Horário: das 19h00min às 21h00min
Entrada Franca

Encontro de Escritores no T-Bone

Por Francisca Azevedo
30 de novembro de 2009

Livro apresenta a evolução política de Brasília em meio século de vida
O Açougue Cultural T-Bone recebe nesta quinta-feira, 03/12, para participar de bate-papo literário o escritor e jornalista, editor-chefe do Observatório da Imprensa, Luiz Egypto, sobre o livro Memórias do Distrito Federal: a Luta pela Autonomia Política. A noite terá ainda apresentação musical de Tonicesa Badu, lançamentos literários de Manoel Augusto Marques Lima e Wellington Lavareda, apresentação do coral “Coral da melhor idade – Brilhantes de Formosa-GO” e da peça de teatro “Detalhes do nosso cotidiano”, com direção e textos de Gilson Montblanc. O evento começa às 20 horas e a entrada é de graça.

Bate-papo literário:
Memórias do Distrito Federal: a Luta pela Autonomia Política.
Livro apresenta a evolução política de Brasília em meio século de vida

Publicação reúne histórias de personalidades que participaram de episódios que ajudaram a construir a identidade e autonomia política na capital do país

O livro foi construído a partir de depoimentos de 30 personalidades, de diversos segmentos sociais, que participaram da luta pela autonomia política do Distrito Federal, resgatando o papel das organizações de moradores, dos sindicatos e dos partidos políticos nesse processo.

É a partir da voz desses atores e de suas experiências individuais que se constrói o relato de um processo histórico político e social. Isso foi possível a partir da adoção de uma metodologia desenvolvida pelo Museu da Pessoa. A publicação é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil e da Abravídeo e faz parte do Programa Memória Documental da Fundação Banco do Brasil.

Luiz Egypto de Cerqueira, um dos coordenadores da obra, é bacharel em Jornalismo (Universidade Federal de Juiz de Fora, 1976), mestre em História (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1983). Editor-chefe do Observatório da Imprensa (www.observatoriodaimprensa.com.br), coordenador de projetos do Museu da Pessoa (www.museudapessoa.net). Atividades exercidas: professor do Departamento de Jornalismo da PUC-SP (1979-2006), editor da revista Comunicação Empresarial (1992-1999), editor da revista Imprensa (1989-1991) e (1992-1994), repórter de O Estado de S.Paulo (1991-1992); repórter e editor de texto do caderno “Folhetim” (Folha de S.Paulo) (1978-1979), editor do jornal Versus (1977-1979); colaborador das revistas Goodyear, Ícaro e Unibanco; do jornal Leia Livros; do suplemento “Livro” e do “Caderno B” (Jornal do Brasil).

Apresentação musical:
Tonicesa Badu - Natural de Goiânia, cantor e compositor, tem origem nas folias, congadas, catiras que passavam pelas ruas da capital goiana. Apresentará no palco do Açougue T-Bone repertório diversificado: choro, samba, bossa nova. Interpretando os grandes compositores brasileiros de todos os tempos e suas canções, o canto afro-soul-brasileiro, em sintonia com o que há de melhor na música nacional. O artista já á dividiu o palco com grandes músicos de renome nacional e como Gilberto Gil, Tim Maia, Martinho da Vila e outros.

Lançamento literário:
ECOS INFINDÁVEIS do escritor paraense Manoel Augusto Marques Lima. A obra é resultado de 236 crônicas escritas no período de nove anos, publicadas no jornal O Liberal de Belém do Pará, sobre os mais variados assuntos: educação, violência, idosos, aposentados, corrupções, drogas, e as administrações públicas, etc.

Livro PEÇA DE MUSEU, aborda situações cotidianas descrita de forma irreverente com a intenção de fazer o leitor refletir sobre o dia a dia, e O BEIJO, publicado pela Ed. Thesaurus do escritor Wellington Lavareda. O autor já morou em várias cidades brasileiras e hoje reside em Taguatinga/DF, onde se dedica a ler, escrever e a divulgar seu trabalho. Já recebeu dois prêmios literários pelo conto “A cigana”, pela Academia de Letras de Araguari e pela Associação Niteroiense de Escritores. Seus livros têm sido adotados como paradidáticos em escolas no DF.

Teatro:
Peça “Detalhes do nosso cotidiano”, com direção e textos do ator Gilson Montblanc, encenada pelo o grupo teatral BlefArts de Taguatinga. O espetáculo é composto por várias esquetes com situações engraçadas do nosso dia a dia, com temas que abordam o convívio de muitos casais brasileiros, tais como; convenções, política, reforma ortográfica, aposentadoria, sexo, saúde, dinheiro, enfim, fatos que ocorrem diariamente nas nossas vidas.

Coral:
“Coral da melhor idade – Brilhantes de Formosa-GO”. Fundado há 5 anos, o grupo apresenta canções natalinas, em alemão, entre outras. O grupo já se apresentou em vários eventos nacionais, inclusive na Octoberfest e na abertura da Semana Farroupilha no Rio Grande do Sul.

Informações:
Data: 03/12
Horário: 20 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA

Monday, November 30, 2009

O Bagaço da Laranja, de Nicolas Behr

25 poetas atuam no lançamento da II BIP na Feira do Livro


Com a participação de cinco grupos de poesia que levaram 25 poetas brasilienses ao palco do Café Literário da 27ª Feira do Livro de Brasília, o poemação Esquentando os Tamborins marcou, na noite de 26 de novembro, o lançamento da II Bienal Internacional de Poesia de Brasília (II BIP). Auditório repleto, platéia atenta e calorosa aos recitais de poetas a um só tempo espontâneos e performáticos, foram os sinais que levaram o diretor da Biblioteca Nacional de Brasília, mentor da II BIP e anfitrião da noite, Antonio Miranda, a reconhecer o êxito do evento.

“Fiquei feliz com o êxito do ato de lançamento da 2ª Bienal”, disse Miranda, que abriu o poemação relatando ao público as propostas de atividades e os nomes confirmados para o projeto, que será realizado na primeira semana de setembro de 2010. Em seguida, a poesia ocupou a cena por duas horas seguidas. Várias pessoas manifestaram encantamento com o que viram e ouviram e se disseram surpresa com a quantidade de grupos de poesia que Brasília já conta, em apenas meio século de existência.

O poeta e ministro da Justiça do Trabalho, Alberto Bresciani, por exemplo, fez o seguinte comentário: “Foi muito bom o evento. Acho fantásticos todos esses falares tão diversos e, em especial, o tom de graça que lança ramos para a felicidade”. Os temas abordados foram a ecologia, a metalinguagem, o protesto social e político, os embates amorosos, a cultura brasiliense e a popular nordestina, e os lamentos existenciais e filosóficos.

OS POETAS - Sids Oliveira foi o primeiro a entrar no palco para mostrar um pouco do trabalho que realiza de com O Grande Barco, espetáculo em que mescla versos, rap e outros ritmos, com efeitos sonoros tecnológicos. O Oi Poema participou com Nicolas Behr, Luiz Turiba, Bic Prado e Marina Mara, jovem poeta convidada do grupo. Primeira a recitar, Bic Prado agradou a platéia com dois poemas ecológicos de protesto às agressões praticadas no meio ambiente de Brasília. O Coletivo de Poetas com suas apresentações anárquicas arrancou aplausos e ovações; participaram do grupo Menezes y Morais, Isolda Marinho, Zé Edson dos Santos, Marcos Freitas e Jorge Amâncio.

O VivoVerso deu o tom profissional da noite, ao apresentar a íntegra do espetáculo Fale-me de Amor, baseado na poesia lírica de Affonso Romano de Sant’Anna, que abriu, em 2008, a I Bienal de Poesia, no auditório do Museu Nacional. A criadora do grupo e diretora do espetáculo, poeta e professora Sylvia Cyntrão (UnB), apresentou o grupo de nove integrantes à platéia e anunciou o lançamento, na Feira, do livro Poesia: o lugar do contemporâneo, que traz encartado o cd com a récita de Fale-me de Amor – ambos os projetos empreendidos por ela.

Última a entrar em cena, a Tribo das Artes, grupo de Taguatinga, apresentou a poesia de Augusto Cacá, Máximo Mansur, Deliane Leite e Daniel Pedro. Máximo Mansur fez também um pequeno show de voz e violão, com as canções de sua autoria que compõem o cd independente, recém-lançado. Movimento cultural importante no DF hoje, a Tribo distribuiu à platéia a revista que o grupo publica com o dinheiro que arrecada em seus recitais, e apresentou o livro de sua trajetória de 20 anos, que será lançado em dezembro. Por fim, extra-programa, subiu ao palco a violonista Letícia Fialho, integrante do Vivoverso, para mostrar o seu talento como compositora, em recital solo.

OS GRUPOS – Conheça um pouco sobre os grupos convidados por Antonio Miranda para alardear e dar a largada na jornada de preparação do evento para 2010.

O GRANDE BARCO – Vem navegando desde 1997 pela experimentação da poesia com a música, a “poemúsica”. Tem um cd gravado, que acompanha o livro Um dedo de prosa, uma mão de poesia, de Sids Oliveira, com vários ritmos mesclados a novas tecnologias. Com Sids Oliveira (voz e programações) e Davi Abreu (flauta e programações).

OIPOEMA
Criado há 10 anos para comemorar o Dia da Poesia, em 14 de Março, o OIPOEMA deu origem à Barca Poética, ao fazer uma série de recitais na Barca Brasília, e se apresentou também durante a I BIP. É formado por Nicolas Behr, Luis Turiba, Cristiane Sobral, Amneres, Bic Prado, Paulo Djorge e Angélica Torres Lima.

COLETIVO DE POETAS
Pioneiro na realização de saraus em Brasília, o Coletivo existe desde 1990 com a filosofia de levar a Poesia para todos. Publicou cinco coletâneas independentes: Contos, Poemas, Outros Poemas, Ibirapitanga, Mais Uns, e prepara Fincapé para lançamento no cinquentenário de Brasília.

VIVOVERSO
Grupo de pesquisa e performance, o VivoVerso é coordenado pela poeta e professora Sylvia Cyntrão e formado por alunos, ex-alunos e professores da UnB. Recentemente, o grupo lançou o CD Fale-me de Amor, do espetáculo que vão assistir agora. Com Brunna Guedes, Deliane Leite, Julliany Mucury, Maxçuny Alves, Mateus Alves, Patrícia Corrêa, e os músicos Felipe Corrêa, Letícia Fialho, Darlan Carvalho.

TRIBO DAS ARTES
Surgiu em 2000, em Taguatinga, fazendo saraus mensais no Botiquim Blues e publicando a revista Tribo das Artes com o dinheiro da bilheteria. Hoje a Tribo é um movimento cultural de militantes de todo o DF e sua atuação abarca teatro, cinema, música, exposições, lançamentos. As apresentações agora são feitas no Teatro da Praça, onde, em 8 de dezembro lançam o livro de sua história Não basta fazer arte.

(Angélica Torres)

Friday, November 27, 2009

Homenagem mais que justa a Menezes y Morais


PRIMAVERA DE SI


a usina do tempo

turbina a aurora

no cio de si a felicidade se renova


Extraído de Na micropiscina da lágrima feliz. Brasília: Ed. do Autor, 1999.

Lilia Diniz, acompanhada de Maximo Mansur, na 28ª Feira do Livro de Brasilia


Dia 27 de Novembro, no Café Literário da 28ª Feira do Livro de Brasilia, das 18h as 20h, contaremos com a presença da Poeta maranhense Lilia Diniz, acompanhada pelo músico baiano Maximo Mansur.
Após um ano fora dos palcos de Brasília a poeta e também atriz tras para a Feira do Livro o espetaculo poético Miolo de Pote em Cantigas e Versos, permeado de personagens dos interiores do Brasil e com enfase na cultura maranhense.
Lília Diniz comemora a 4ª Ediçao do Livro Miolo de Pote, o que segundo ela "é uma vitória para uma artista do circuito alternativo". Na verdade Lília Diniz já é bastante conhecida dos palcos do Brasil e recentemente foi citada na revista TRIP como "voz de trovão" que declama patativa do assaré.
Vá a Feira do Livro de Brasilia e se embriague de poesia e cantigas com "cheiro de terra, mato e fulô" e confira a força da poesia feminina, maranhense e cheia de brasileirismos.
Fátima Flores

RELEASE ARTISTICO
Lília Diniz é maranhense, nascida no povoado de Creoli do Bina, Município de Tuntum-MA. Faz teatro desde 1992 e escreve poesias desde 1995, costuma dizer que foi alfabetizada (tanto nas letras como no meio artístico) pela literatura de cordel e pelos repentistas.
Desenvolve pesquisa constante em cultura popular, circulando por vários eventos ligados à temática e tem três títulos publicados: Babaçu, Cedro e outras poéticas em Tramas, Miolo de Pote da Cacimba de Beber(4ª Ed) e Ao que vai chegar..
Circula em vários estados brasileiros com o espetáculo poético musical chamado: Miolo de Pote em Cantigas e Versos. No qual canta e interpreta poemas de sua autoria e de outros poetas populares como Patativa do Assaré e Louro Branco. Passeiam pelos versos de Lília Diniz as lavadeiras, as quebradeiras de coco e um cheiro de mato que permeia toda a obra.

Tuesday, November 24, 2009

Lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”


A Editora CBJE e o escritor Marcos Freitas convidam para o lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”.
28ª Feira do Livro de Brasília
Local: Shopping Pátio Brasil – Estande-Espaço Mangueira Diniz
Data: 24 de novembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 11 às 12 horas.

APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor

Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)

Para aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

Tributo ao Poeta Oswaldino Marques encerra projeto que durou três anos


Após quase três anos em cartaz homenageando mês a mês poetas brasileiros, o projeto Tributo ao Poeta chega ao último da série de 2009, dedicado à obra do maranhense Oswaldino Marques (1916-2003), que atuou também como crítico, ensaísta e professor de literatura, por 38 anos, em Brasília. Aberto ao público, o Tributo ao Poeta Oswaldino Marques será realizado no dia 1º de dezembro, 3ª feira, às 19h, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília, com apresentação da escritora Margarida Patriota e recital com a participação de Cristiane Sobral (atriz e poeta) e de José Humberto Fagundes e Menezes y Moraes (jornalistas e poetas).

O Tributo ao Poeta se despede do público brasiliense por determinação de Antonio Miranda, diretor da BNB e poeta, que o idealizou e o lançou em 2007, quando a Biblioteca ainda era apenas um prédio inacabado para o propósito ao qual deveria servir. Ou seja, foi o primeiro evento cultural da história da BNB (que, mesmo em processo de construção e acabamento, foi oficialmente aberta à comunidade em 12 de dezembro de 2008). Nesses quase três anos na ativa, os tributos atraiam por sessão um público médio de 60 pessoas, que não se importavam com a precariedade das instalações, levando em conta a oferta da poesia de bons nomes nacionais e locais – em formato de aula literária, mas também de espetáculo, ainda que despojado como tal.

Leia mais em: http://www.bnb.df.gov.br/index.php/noticias/364-tributo-ao-poeta-oswaldino-marques-encerra-projeto-que-durou-tres-anos-

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3325-6257 Ramal 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br
http://www.bipbrasilia.unb.br

O amor de Mariano e outros folhetins, de M. P. Haickel


O livro “O Amor de Mariano”, já na Nova Ortografia da Língua Portuguesa, reúne os contos publicados inicialmente em jornais: O Funcionário, Jogo Duplo, O Segredo de um Mistério, A Procissão dos Ossos e Homem é Tudo Igual são alguns dos folhetins que esperam por você nesse pequeno compêndio, cheio de recursos cinematográficos dos quais o Autor lança mão para construir uma prosa encantadora e reflexiva.

Publicado em 2009, ilustrado, formato 14x21cm, 120 páginas.

O amor de Mariano e outros folhetins
Autor: M. P. Haickel
Editado por Thesaurus Editora
ISBN: 9788570928169

Lançamento:
Dia 24/11
Local: Feira do Livro de Brasília
Pátio Brasil, no Espaço Mangueira Diniz,
Horário: às 18h

http://www.thesaurus.com.br/livro/1921/o-amor-de-mariano-e-outros-folhetins

Monday, November 23, 2009

Ecologizar - Princípios, Métodos e Instrumentos para a ação ecológica


Editora Universa lança a 4ª edição do livro Ecologizar, de Maurício Andrés, no dia 23 de Novembro, às 20h40 na Feira do Livro de Brasília, no espaço Mangueira Diniz. A obra é uma compilação da trilogia do autor, mas pode ser comprada separadamente. Ao todo são 18 capítulos nos quais se agrupam cerca de 200 textos que refletem sobre a ação ecológica, definem os vários princípios, abordam a questão dos métodos de gestão participativos em várias escalas. O livro conta ainda com os prefácios de Pierre Dansereau, professor emérito da universidade de Quebec em Montreal e de Pierre Weil, da Unipaz.
A trilogia é dividida em volumes, sendo o primeiro sobre os princípios para a ação no qual cinco capítulos abordam o tema a partir das perspectivas da cultura, consciência, ecologia e evolução, valores humanos e economia, realçando a abordagem histórica das questões ecológicas e sua relação com a evolução. O segundo volume é um relato sobre os métodos para a ação, possui oito capítulos sobre a ação estratégica, gestão colegiada e sobre os temas setoriais da gestão da segurança, do clima, das águas, da cidade e da saúde. Já o ultimo volume trata dos instrumentos para a ação, tem cinco capítulos sobre os instrumentos de ordenamento territorial, regulatórios, econômicos, socioculturais e instrumentos educacionais.
Em 2007 houve uma explosão de interesse sobre os temas ambientais a partir da divulgação de relatórios sobre a influência humana nas mudanças climáticas. Desde então há uma necessidade perceptível de agir diante das mudanças climáticas e de exercer a consciência ecológica. O livro também enfatiza a perspectiva temporal e evolucionista da história humana como parte da história da vida, que por sua vez é parte da história do planeta e assim por diante. Ele oferece subsídios para se formar uma visão integral, sistêmica e ecológica.
Segundo o autor, hoje há um déficit de informação sobre o que é a ecologia e o livro procura organizar e sistematizar conhecimentos voltados para a ecoalfabetização. Da mesma forma ele aborda as questões ligadas à consciência ecológica. “O livro coloca em foco a questão ecológica. Defende a necessidade de superarmos a ecoalienação, de nos ecoalfabetizarmos e de conhecermos o que são as ciências ecológicas, fundamentais para orientar a ação. É um livro com abordagem cultural da ecologia, do ser humano, sua vida e consciência”, afirma Maurício Andrés.
O livro se destina ao público em geral, considerado pelo autor como gestores da evolução e aos gestores públicos e privados para que participem conscientemente da evolução, bem como aos gestores ambientais proporcionando visão panorâmica do contexto em que desenvolvem sua atividade, municiando-os com ferramentas conceituais e operacionais para desenvolverem sua atuação.


Sobre o autor
Maurício Andrés Ribeiro foi presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil-MG, Secretário do Meio Ambiente de Belo Horizonte, Presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais - FEAM, diretor do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e vice-presidente da Fundação Cidade da Paz - Brasília. Foi pesquisador visitante do Instituto de Administração de Bangalore, na Índia e militante de movimentos pacifistas pelo federalismo mundial. Foi professor de Gestão Ambiental Urbana na Universidade Católica de Brasília, na FUMEC-MG e na UNIPAZ-RJ. Atualmente é assessor na Agência Nacional de Águas.


Serviço
Lançamento da 4ª Edição do livro Ecologizar
Autor: Maurício Andrés
Local: Feira do Livro de Brasília – Espaço Mangueira Diniz
Área externa do Shopping Pátio Brasil.
Onde Comprar:
Estande 04 – Editora Universa (61) 3356-9030
www.editorauniversa.ucb.br
Preços:
Volume 1 - R$ 38,00
Volume 2 - R$ 48,00
Volume 3 – R$ 32,00

Friday, November 20, 2009

Música clássica na rua: T-Bone traz Orquestra de Viena a Brasília

Música clássica na rua: T-Bone traz Orquestra de Viena a Brasília
Por Francisca Azevedo
12 de novembro de 2009
A Orquestra Johann Strauss Capelle fará apresentação única em Brasília no próximo 11 de dezembro no Açougue Cultural T-Bone

Dezembro é um mês importante para o T-Bone. O Açougue Cultural trará uma das orquestras mais importantes do mundo: a Orquestra "Johann Strauss Capelle", de Viena. A apresentação é no dia 11 de dezembro, de graça, às 19h. Com 23 músicos selecionados entre orquestras austríacas, a filarmônica abre, em Brasília, uma série de apresentações em todo País.

Sob a regência do maestro Rainer Ross, viloncelistas, violinistas, contrabaixistas e outros membros da camarata vão interpretar composições de Johann Strauss, o “pai da valsa”. Com trajes do século XIX, os músicos usarão partituras originais e não deixarão de proporcionar ao público brasiliense o tão famoso “Danúbio Azul” – uma das obras mais conhecidas de Strauss.

Outras composições dos filhos de Strauss (Johann Strauss e Eduard) também farão parte do repertório da Orquestra. Pela primeira vez em 12 anos, o T-Bone recebe um concerto tão importante para a música clássica no mundo. Essa iniciativa inovadora do Açougue Cultural privilegia o DF como primeira apresentação no País a receber a turnê que passará por Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e depois segue para Xangai.

A Noite Cultural T-Bone será de muita música clássica de qualidade. Quem abre o concerto é o Quarteto de Brasília. Já conhecido pelo público há 17 anos, o grupo já se apresentou em várias cidades do Brasil, EUA, Europa, Ásia e América Latina. O quarteto, que já levou alguns Prêmios Sharp e outros pelo País, levará ao palco do T-Bone composições populares e eruditas.

O T-Bone já é conhecido por trazer para a capital nomes importantes da arte local e nacional. Os shows começaram em 1998 e desde então já passaram pelo palco do açougue artistas de peso na MPB como Tom Zé, João Donato, Geraldo Azevedo, Erasmo Carlos e Elba Ramalho, entre outros.

Informações:
Data do concerto: 11 de dezembro
Local: Comercial da 312 Norte
Patrocínio: BRB e SESI
Apoio: Petrobras e Secretaria de Cultura do DF
Hora: 20 horas
Entrada de Graça
Indicativa LIVRE
Contatos: Francisca Azevedo – (61) 8432-3669
Ivana Sant’Anna – (61) 9212-7401
e-mail: imprensatbone@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Cláudio Gadotti - 0043-676-5347040
e-mail: claudio@matogrosso.atEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
http://www.strausscapelle.at/lang/en/download/bilder/
Foto: Wiener Johann Strauss Capelle/Divulgação

Monday, November 16, 2009

Maratona Poética em Divinopólis, Minas Gerais


No dia 21.11.2009 ocorrerá em DV a maratona poética BARKAÇA, aos moldes da Festa Cultural |EM|BARKAÇÃO. O evento terá início às 10hs da matina na Livraria Boutique do Livro, com apresentações musicais, recital e lançamento de 10 edições do jornal DEZFACES (BH) + Livro de Papel - Adriana Versiani (BH) + CD da banda Drublic.
Às 14hs levantaremos velas e nos direcionaremos para o Bar da Claudete para nos confraternizarmos com mais apresentações musicais, performances poéticas, mostras e exposições de artistas independentes. Todos estão convidados.

Fonte: http://www.barkaca.blogspot.com/