Friday, April 01, 2016

Lançamento: "Eles não moram mais aqui", de Ronaldo Cagiano e "Para fugir dos vivos", de Eltânia André





    LOCAL: MARTINICA CAFÉ
    Dia 22.04.2016 a partir das 19h.
Telefone:(61) 3326-2357

SOBRE AS OBRAS

Título: "Eles não moram mais aqui", de Ronaldo Cagiano
Gênero: Contos
Ed. Patuá, SP, 2015
120pgs

Release:
Trata-se do 17º livro na carreira do autor. É uma reunião de 16 contos escritos ao longo dos últimos 7 anos, inéditos em livros. Alguns deles foram premiados em concursos e outros foi publicados em jornais e revistas literárias  como o SLMG, Rascunho, Revista E, do SESC/SP, Suplemento Pernambuco, Literaturen Glas (Bulgária), Revista da ABL e Correio das Artes (PB).
Os contos falam de solidão, da passagem do tempo, da morte, em cujas histórias o autor, pela voz de seus personagens, percorre variada temática, do lirico ao social, dentro de uma perspectiva narrativa em que há um forte questionamento existencial sobre os dramas e dilemas quotidianos, além de uma inflexão metafísica sobre os problemas ligados ao homem e seu estar no mundo. Segundo Leo Barbosa, poeta, professor e articulista do Correio da Praíba, "Cagiano imprime uma atmosfera na qual os cenários das narrativas se unem na tentativa de percorrer os sentimentos e as emoções do narrador e das personagens. O autor nos chama a atenção por utilizar frequentemente epígrafes em seus contos. Tal qual Murilo Rubião, dialoga com outros autores a fim de ambientar sua narrativa em polifonias, múltiplas vozes que conferem aos textos constantes rupturas e suturas".


Título: "Para fugir dos vivos", de Eltânia André
Gênero: Romance
Ed. Patuá, SP, 2015
190pgs

Release:
Nesse romance a autora tematiza a relação dificil entre dois filhos e Ismália (ou Maria Comprida), a mãe dominadora e o pai ausente, negligente e ensimesmado. Dividido em dois capítulos "Livro 1" e "Livo do Miguel" -  em cada um repercutem a voz e a visão de dois irmãos sobre a própria mãe; um intelectualizado e pensador; o outro, ganancioso e pragmático. Numa cosntrução em que a narrativa vai se desdobrando em flashbacks temporais e projeções psicológicas, na esteira de olhares distintos sobre fatos e acontecimentos que nortearam a convivência tensa no seio familiar, prevalecem o silêncio, as dores, os deslocamentos das próprias vidas,  resumindo o estado de tristeza e torturas que habitam essas almas. Para o escritor mineiro Whisner Fraga, o livro "é sobre uma matriarca extremamente dominadora, que abafa qualquer ímpeto sentimental  de todos que a cercam. A onipotência dessa mãe terrível - mas uma mãe talvez muitas vezes pior dentro de si mesma - revolta o leitor.  Para o escritor e crítico Ricardo Ramos FIlho, escritor e crítico paulista, "Ao entrarmos em contato com as perspectivas de cada um [ dos personagens ], podemos observar a diversidade psicológica do humano. Os dois recuperando suas dores deslocados e tristes"






Wednesday, March 16, 2016

3ª Edição do Chá com Letras




3ª Edição do Chá com Letras

A 3ª Edição do Chá com Letras será realizada na Embaixada da Índia, em Brasília, nesta quarta-feira, dia 16 de março de 2016, às 17 horas. O evento tem como objetivo a integração entre Escritores e Poetas do Brasil e da Índia. É uma iniciativa proposta pelo poeta e diplomata Sr. Abhay Kumar, Vice-chefe da Missão. E conta com a condução do poeta brasileiro Marcos Freitas.

Poetas participantes: Carla Andrade, Luiz Felipe Vitelli, Noélia Ribeiro, Devana Babu e Yanoré Flávio.

Carla Andrade – Carla Andrade Bonifácio Gomes é mineira de Belo Horizonte. Mora em Brasília há sete anos, onde trabalha como jornalista e é poeta em tempo integral. Alguns de seus poemas foram premiados em concursos em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. O caderno Pensar do Jornal Correio Braziliense publicou inúmeras de suas poesias. No dizer do crítico Adalberto Müller, “A poesia de Carla Andrade articula imagens que parecem brotar da fonte mais pura da poesia. Seus poemas raramente estão preocupados com um lastro de realidade, parecem estar muito mais submissos a uma vertiginosa – e difícil – sedução da imagem”. E para a poeta Angélica Torres, “Carla Andrade pisa firme no chão da poesia, levitando. Quanto mais leio, mais gosto de seu rebuliço linguageiro.  Mais me surpreende a fala crisálida, a habilidade com que desmonta e recria o seu sentido.”. Carla Andrade publicou “Conjugação de Pingos de Chuva”, em 2007, pela editora LGE, de Brasília. Em 2014, lançou o livro “Voltagem” pela editora Megamini, do Rio de Janeiro.

Luiz Felipe Vitelli – Paraense morando no Distrito Federal, desde 1969. Morador de Planaltina. Poeta, artista plástico, ator, artesão, joalheiro. Membro da Tribo das Artes, cia de teatro cara d'palco e contra in-versos. Recita suas poesias pelos saraus de Brasília, a exemplo do Poemação, Sarau do Perdiz, e tantos outro e faz parte do Coletivo Mestre D’Ármas.

Noélia Ribeiro – Pernambucana e carioca. Começou a escrever aos 9 anos de idade, no Rio de Janeiro. Depois veio para Brasília, onde se graduou em Letras pela UnB. Depois de participar do livro "Salada Mista" com os poetas Sóter e Paulo Tovar, lançou seu livro solo "Expectativa" (1982). Em 2009, vem a lume o livro "Atarantada", em 2009, pela Editora Verbis, de Brasília. E em 2015, publicou o livro “Escalafobética”, pela Editora Vidráguas, do Rio Grande do Sul, com prefácio de Leila Miccólis e posfácio do poeta Alberto Bresciani. Tomou parte de coletâneas de poetas como "Talento em Prosa e Verso" - REBRA; "Fincapé" - Coletivo de Poetas, "Poesia do B", organizado pelo Açougue Cultural T-Bone, entre outras, e teve poemas publicados em jornais da cidade. É presença ativa em recitais, saraus e movimentos poéticos realizados em Brasília. A poeta é mais conhecida como Nonô, devido à canção Travessia do Eixão, de autoria de Nonato Veras e do poeta Nicolas Behr, cantada pelo grupo Liga Tripa, de Brasília, e gravada pela banda Legião Urbana, em CD, lançado após a morte de Renato Russo.

Devana Babu – Paulo Sérgio Jr., ou melhor devana babu, por ele mesmo: “É o meu nome artístico. Devana significa senhor em hindu, é como se fosse uma saudação. E Babu vem de babuíno, do macaco, dos nossos ancestrais. Acabei reduzindo, por pura preguiça, a palavra e acrescentei ao Devana. Aí, virou Devana Babu”. Devana é aplaudido não só nas ruas de São Sebastião, aonde mora, organiza Saraus, publica fanzines, mas em todos os lugares por onde declama e interpreta seus poemas. E ainda nos surpreende com a irreverência e a riqueza de seus contos, crônicas e histórias de mistério. Aos 14 anos, escreveu o livro “O Esdrúxulo”, ilustrado pelo amigo Próton. Depois surgiu a Gazeta do Oprimido. Participou, desde a fundação do grupo Radicais Livres S/A, fundado pelo pai, Paulo Dagomé, pela mãe Nanah Farias, e outros artistas de São Sebastião.  Hoje, faz parte do grupo SuperNova. E, segundo ele, é “aspirante a jornalista, dublê de poeta, ensaio de músico e esboço de quadrinista”.

Yonaré Flávio – Alagoano, nascido em Maceió, entre o mar, os coqueiros, as lagoas, os pífanos do esquenta-muié e os pandeiros dos emboladores de coco, que enfeitavam as ruas da infância. Crescido embalado pelo frevo e o forró, veio o Teatro com todas as suas vidas. “Cadernos de Poesia: Perímetro Urbano” e “Agruras do Sentimentalismo” são suas obras publicadas. Yonoré é poeta, ator e educador.


SERVIÇO:
Embaixada da Índia
Endereço: SES 805, lote 24, Asa Sul, CEP 70452-901, Brasília-DF.
Telefone: (61) 3248-4006

Wednesday, March 02, 2016

SARAU PERDIZ


Reinaugurado em junho de 2015, o Teatro Oficina Perdiz, abre suas portas para a poesia brasiliense.  O espaço de importância histórica para o teatro brasiliense, funcionou durante 38 anos em área pública, agora em um novo espaço, na 710 Norte, rua das oficinas.  Um local projetado que mantém as características anteriores,  oficina, teatro e residência do criador José Perdiz (83).
Três coletivos poéticos (TERTÚLIAS A LUZ DE VELAS, ANARCOPOÉTICO e POEMAÇÃO) terão  apresentações nas noites das segundas- feiras no Teatro Oficina Perdiz. Saraus quinzenais sempre sob a coordenação de um dos coletivos.  
No Dia Mundial da Poesia, 14 de março, estaremos realizando o SARAU DO PERDIZ ,  com os três coletivos poéticos, abrindo as portas do Teatro Oficina Perdiz para a poesia local. 
Para este sarau convidamos poetas, atores e músicos da grande Brasília para celebrarmos a poesia. Temos as presenças confirmadas de Adeilton Lima, André Giusti, devana babu, Dina Brandão, Domício Chaves, Jorge Amancio, Marcos Fabrício, Marcos Freitas, Marcos Pacheco  trazendo um pouco do show– Chorando com Pessoa, Marina Mara, Nanda Fer, Nicolas Behr, Noélia  Ribeiro, Preto  Breu, Wélcio Toledo, Yonaré Flávio e aberto para os Poetas que estiverem na plateia e desejem mostrar seus poemas. 
O novo espaço do TEATRO OFICINA PERDIZ na 710 Norte, rua das Oficinas, abre suas portas para a poesia brasiliense.
 Venham celebrar a poesia.
 Sejam Bem Vindos

Dia 28 de março – Tertúlia a Luz de Velas – coord. Marcos Pacheco
A existência de Tertúlia a Luz de Velas confunde-se com a criação do Teatro Oficina Perdiz, suas apresentações trazem uma releitura de poetas como Fernando Pessoa, Vinicius de Morais, Mario Quintana dentre outros numa harmonia entre música, teatro e poesia.  
Dia 11 de abril – Anarcopoético -  coords – Wélcio Toledo e Yonaré Flávio
Nos últimos três anos o Anarcopoético, caracterizou-se por “invadir” áreas públicas realizando saraus com a participação de poetas da cidade e do público em geral, a repercussão  foi grande e hoje realiza uma vez por mês um sarau anárquico no Bar Raízes.
Dia 25 de abril – Poemação – coords – Jorge Amancio e Marcos Freitas
O Poemação vem desde o ano de 2009 realizando saraus, privilegiando o autor brasilense, criando espaço para que divulgue, apresente e discuta a sua obra poética. Inúmeros poetas foram homenageados e tiveram suas trajetórias e obras apresentadas.

SARAU PERDIZ
DIA MUNDIAL DA POESIA
segunda feira
dia 14 de março  as 19:30
TEATRO OFICINA PERDIZ
SCLRN710  Bloco E  Loja 48
Rua das Oficinas

Entrada  Franca

POESIA - Obra Reunida 1 - Cassiano Nunes


Monday, February 29, 2016

FAC destinará R$ 22,7 milhões para projetos audiovisuais


Lançamento do edital referente ao segundo bloco de 2015 foi anunciado nesta segunda-feira (29). Interessados têm até 15 de abril para concorrer

Gabriela Moll e Amanda Martimon, da Agência Brasília
29 de Fevereiro de 2016 - 17:15

Foto: Andre Borges/Agência Brasília FAC destinará R$ 22,7 milhões para projetos audiovisuais
Produtores do setor audiovisual de Brasília serão contemplados com R$ 22,715 milhões em recursos para 72 projetos na área. O valor está no edital referente ao segundo bloco do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) de 2015, cujo lançamento foi anunciado nesta segunda-feira (29) no Palácio do Buriti.
Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, o governador Rodrigo Rollemberg, o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis, e o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel Rangel, assinaram o edital. "Essa seleção é muito importante para fomentar a economia e gerar emprego qualificado, além de promover a cultura e a identidade nacionais. E Brasília vem se tornando, a cada ano, uma referência nacional em audiovisual", disse o governador.
Construído por meio de consultas públicas, o texto será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal nesta terça-feira (1º) e abre o processo seletivo que vai da 0 hora de quarta-feira (2) até as 23h59 de 15 de abril. Interessados devem entrar no site do FAC e preencher o formulário de inscrição da proposta, que precisa apresentar plano de trabalho, planilha orçamentária, plano de divulgação e cronograma de execução, entre outros documentos relacionados.
Os projetos podem ser inscritos para produção, complementação, comercialização ou distribuição de longas-metragens, curtas-metragens, obras seriadas e animações. O benefício também prevê o financiamento de mostras e festivais, publicações especializadas, pesquisas culturais, preservação de acervo e desenvolvimento do cineclubismo. O texto é o segundo da história do FAC exclusivo para produções do tipo. O primeiro foi em 2014.

Parceria
Os recursos serão pagos em parceria. Enquanto o governo local financiará R$ 12,725 milhões, R$ 9,990 milhões ficarão a cargo da Ancine, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual. Para concorrer, é preciso ter cadastro de ente e agente cultural, morar em Brasília há pelo menos dois anos e comprovar atividade artística ou cultural por meio de portfólio. "Percebemos como investimentos contínuos geram melhorias na produção audiovisual de Brasília", avaliou o secretário de Cultura.
Também estavam no anúncio a colaboradora do governo Márcia Rollemberg, a secretária-adjunta de Cultura, Nanan Catalão, o subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural da pasta, Thiago Rocha, e os deputados distritais Claudio Abrantes (Rede) e Roosevelt Vilela (PSB), entre outras autoridades.

2016Para a construção dos editais de 2016, a Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, responsável pelo fundo, prevê o lançamento de uma minuta até o fim do primeiro semestre. A ideia é que, assim que os débitos com os projetos referentes a 2015 sejam quitados, comecem as inscrições das novas propostas.

http://www.agenciabrasilia.df.gov.br/conteudo-agencia-brasilia/item/22052-fac-destinar%C3%A1-r$-227-milh%C3%B5es-para-projetos-audiovisuais.html

Thursday, February 04, 2016

PSIU POÉTICO, 30 ANOS CELEBRANDO A POESIA

[ PSIU POÉTICO, 30 ANOS CELEBRANDO A POESIA ]

02.02.2016


Em 2016 o Salão Nacional de Poesia Psiu Poético celebra os 30 anos de existência.


O Salão é referência no fomento e valorização da literatura brasileira, nos seus 30 anos de existência, influenciou gerações se firmando como um projeto de resistência cultural, responsável diretamente pela formação de escritores, poetas e artistas.

A poesia está em toda parte, mas no Psiu Poético ela extrapola espaços, vai para as ruas, para as escolas, para a rodoviária, para o Mercado Central, para a universidade, para o Centro Cultural e para os bares noite afora.

A poesia não tem regras, mas no Psiu Poético ela ganha em espontaneidade, com os saraus à queima roupa que rolam onde tem quem queira ouvir poesia e participar de uma festa onde os poetas são estrelas de muitas faces. E quantos poetas incríveis desse Brasil rico em poesia já pisaram o chão sagrado do Psiu Poético, que os convida para Montes Claros e os trata com a melhor das carnes de sol com mandioca do mundo.

Nas suas três décadas de ampla atividade literária e agitação cultural, já recebeu escritores como Alice Ruiz, Mirna Mendes, Arnaldo Antunes, Waly Salomão, Madam, Olga Savary, Thiago de Mello, Jorge Mautner, Adão Ventura, Edvaldo Santana, Sebastião Nunes, Virna Teixeira, Péricles Cavalcanti, Estrela Leminski, Adélia Prado, Mano Melo, Rodrigo Garcia Lopes,Rosani Abou Adal, Anelito de Oliveira, Ademir Assunção, Wagner Merije, Ricardo Aleixo, Fernando Aguiar e tantos outros. Vários desses foram homenageados.

Que maravilha de encontro literário em um cenário e clima especial: no cerrado mineiro onde o sol brilha forte. Se você não conhece, tem que conhecer! Tem que participar! Tem que colocar no calendário das festividades que vale a pena o evento e a viagem, em todos os sentidos.


A Aquarela Brasileira entra na celebração para agregar.

Em fevereiro e março realiza uma jornada de eventos literários e de formação:

29/02 – 19h00 – Contextos Literários – Literatura Independente – Sesc Consolação

O Poeta e curador Aroldo Pereira apresentará a palestra “30 do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético – produção de eventos poéticos fora do eixo Rio/São Paulo”.

02/03 –19h00 -Celebração dos 30 anos do Psiu Poético – Casa das Rosas Espaço Haroldo de Campos

03/03 -20h00 Patuscada Livraria; Café – Sarau


Poetas e escritores do norte de Minas estarão presentes no evento, como Karla Celene Campos, Sandra Fonseca, Marlene Bandeira, Andreia Martins, Renilson Durães,Marli Frões,André Assis,Auíri Tiago , Marcio Moraes,Wagner Rocha,Téo Azevedo,Anelito de Oliveira,Macim Soares,Aciomar Oliveira,Aroldo Pereira,Rógeres Maia. A celebração dos 30 anos em São Paulo contará também com os poetas Jairo Fará (São João Del Rei),Jovino Machado,Brenda Marques,Ênio Poeta,Petrônio Souza Gonçalves(Belo Horizonte-MG) Luis Turiba (Rio de Janeiro),Luiz Zanotti(Curitiba,PR) Noélia Ribeiro (Brasília), Ricardo Silvestrin (Rio Grande do Sul) e também os parceiros de São Paulo, como Wagner Merije, Jurandir Barbosa, Mavot Sirc, Eduardo Lacerda (Editora Patuá),Vera Godoy,Cláudio Laureatti,, entre outros (em confirmação).

Em todos esses eventos estão previstos lançamentos de antologia e de livros dos participantes.

Em outubro o Psiu Poético passará por uma de suas maiores edições, com o apoio da Prefeitura de Montes Claros & Secretaria Municipal de Cultura em Parceria com a Unimontes, Grandes nomes da poesia brasileira estarão presentes em Montes Claros. Muitas surpresas aguardam a 30º Edição do mais longínquo festival de poesia do Brasil.

E em breve será lançado o livro “30 Poetas Vivos Celebram os 30 Anos do Psiu Poético”

Acesse: www.psiupoetico.com.br

Enquanto aurora, novo livro de Margarida Patriota



O melhor das férias de Maria (além das aventuras e dos passeios) é poder reencontrar toda a sua família. Cecília, prima exemplar, Fábio, o calmo, Patrício e Irene, órfãos de mãe, colecionando madrastas; os tios Horácio e Júlio César, mimados desde pequenos. E, é claro, a avó - que fala com as aves, prevê aguaceiros, dá conselhos sábios.

Para se divertirem, os primos inventam de tudo: gincanas, torneios, mistérios. Numa fazenda isolada, um quarto fechado a cadeado se torna objeto de curiosidade. Esconderá um caixão, armas, dinheiro, fantasmas? A turma não sossega enquanto não desvenda essa charada.

Durante as férias, amor, ciúme, desconfiança são vividos intensamente, despertando sentimentos contraditórios. O olhar cândido (e certeiro) de Maria sobre as pessoas, nos leva de volta a um tempo único, feito de prazeres simples e de descobertas importantes sobre a vida. Com uma escrita gostosa e envolvente, Margarida Patriota traduz o universo da infância com a perfeição que nos remoça, no instante da leitura.

Thursday, January 28, 2016

1ª Edição do Chá com Letras



1ª Edição do Chá com Letras

A 1ª Edição do Chá com Letras será realizada na Embaixada da Índia, em Brasília, na próxima sexta-feira, dia 29 de janeiro de 2016, às 15:00 horas. O evento tem como objetivo a integração entre Escritores e Poetas do Brasil e da Índia. É uma iniciativa proposta pelo poeta e diplomata Sr. Abhay Kumar, Vice-chefe da Missão. E conta com a organização do poeta brasileiro Marcos Freitas.

Poetas participantes: Marcos Freitas, Jorge Amâncio, Wélcio de Toledo, Fred Maia, Antonio Miranda e Abhay K.


SERVIÇO:
Embaixada da Índia
Endereço: SES 805, lote 24, Asa Sul, CEP 70452-901, Brasília-DF.
Telefone: (61) 3248-4006
Data e horário: sexta-feira, dia 29 de janeiro de 2016, às 15:00 horas.


Marcos Freitas – Engenheiro e Poeta. Contista. Letrista. Filiado à Associação Nacional de Escritores - ANE e à União Brasileira de Escritores - UBE. Na área de literatura, publicou os livros: A Vida Sente a Si Mesma; A Terceira Margem Sem Rio; Moro do Lado de Dentro;  Quase um Dia; Na Curva de um Rio, Mungubas; Raia-me Fundo o Sonho Tua Fala; Marcos Freitas – Micro-Antologia; Staub und Schotter: der Wind des Frühlings und die Brise des Herbstes; Urdidura de Sonhos e Assombros, além de Inquietudes de Horas y Flores (Edição bilíngue - espanhol-português, 2011). 


Jorge Amâncio – Carioca, nasceu em 1953 e reside em Brasília desde 1976.  Licenciado em Física pela Universidade de Brasília, professor da Fundação Educacional do Distrito Federal, participante e ativista de movimentos sociais de luta contra o preconceito racial.  Começou a publicar seus textos poéticos no jornal Raça do M.N.U. (Movimento Negro Unificado), no início dos anos 80. Foi responsável, com Marcos Freitas, pela organização do evento Poemação – Sarau Videoliteromusical, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília, de 2009 a 2012. Autor do livro Batom d´amor e morte pela Editora Thesaurus, em 2014.


Wélcio de Toledo – Filho de candangos foi batizado na igrejinha da Vila Planalto, onde nasceu em 1970. Formado em História, com mestrado em Educação pela Universidade de Brasilia.  É professor, poeta e atua em movimentos sociais e culturais do Distrito Federal, principalmente relacionados à identidade cultural, memória, literatura e artes em geral. Iniciou na militância cultural nos idos de oitenta, na efervescência do movimento punk escrevendo letras de música e manifestos anarquistas. Possui poemas na Coletânea Fincapé, do Coletivo de Poetas de Brasília. Em 2012, lançou o livro intitulado "Poemas, Visões e Outras Viagens" e em 2015, o livro Subversos.


Fred Maia – Piauiense de Oeiras, jornalista.  Poeta, letrista, intelectual que atua no cenário da alta formulação e administração das políticas públicas da cultura nacional. Nasceu no Piauí e agora vive em Brasília.  Como diz Chico César, “sempre com poesia e um sorriso no lábio...”. Publicou “Um Rock por Nada” (São Paulo: Ed. Arte Pau Brasil), “eupor” (São Paulo: Ed. Nômades); “Mais que Imperfeito” (Porto Alegre: Poema Editora, 2004) e o ensaio “Plínio Marques – a crônica dos que não têm voz” (São Paulo: Ed. Boitempo), em parceria com Vinicius Pinheiro e Javier Contreras. Assessor dos Ministros de Cultura, Gilberto Gil e Juca Ferreira.

Antonio Miranda – Antonio Lisboa Carvalho de Miranda é maranhense, nascido em 5 de agosto de 1940. Membro da Academia de Letras do Distrito Federal, foi colaborador de revistas e suplementos literários como o Suplemento Dominical do Jornal do Brasil e também o La Nación (Buenos Aires, Argentina) e Imagen (Caracas, Venezuela).  Professor e ex-coordenador do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação do Departamento de Ciência da Informação e Documentação da Universidade de Brasília, Brasil, ministra aulas e cursos por todo o Brasil e países ibero-americanos. Também é consultor em planejamento e arquitetura de Bibliotecas e Centros de Documentação. Organizador e primeiro Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília. Doutor em Ciência da Comunicação (Universidade de São Paulo, 1987), fez mestrado em Biblioteconomia na Loughborough University of Technology, LUT, Inglaterra, 1975. Sua formação em Bibliotecologia é da Universidad Central de Venezuela, UCV, Venezuela, 1970.
Prêmios e títulos: Representante da União Latina, no Brasil, por designação da entidade sediada em Paris e homologada pelo Itamaraty a partir de 2010.
Profesor Honorable, título outorgado pela Universidad Ricardo Palma, Lima, Peru, em 2007, “por sus elevados méritos academicos y profesionales en su especialidad”.
Professor Emérito da Universidade de Brasília, 2015.
Membro Honorário da Sociedad de Bibliotecarios de Puerto Rico, 1991;
Sisson and Parker Prize na Loughborough University of Technology – Inglaterra, 1975;
Festival Latino-Americano de Teatro, Universidad de Puerto Rico, 1972; 
Festival Internacional de Teatro, Medellín, Colômbia, Municipalidad de Medellín, Antioquia, 1971;
Prêmio Viagem a Buenos Aires, Embaixada da Argentina, MAM - Museu Arte Moderna, Rio de Janeiro, 1962. 


Abhay K. – Abhay Kumar/Abhay K (Hindi: अभय कुमार) (born 1980) is an Indian poet-diplomat.  His books include The Seduction of Delhi among others. His writings cover poetry, art, memoir, global democracy and digital diplomacy. He wrote the Earth Anthem and the South Asian Anthem spurring search for an official SAARC Anthem.

He received the SAARC Literary Award for his contribution to contemporary South Asian Poetry and nominated for the Pushcart Prize 2013. In 2011, he also received the Gov 2.0 award on behalf of the Public Diplomacy Division, Ministry of External Affairs. He has been featured as a nominee on the longlist of the Forbes India 100 Celebrity list and has been honoured with Asia-Pacific Excellence Award in 2014. His book The Seduction of Delhi was shortlisted for Muse India-Satish Verma Young Writer Award 2015. 

nua – voz do silêncio UM LIBELO QUE CLAMA POR MAIS HUMANIDADE

nua – voz do silêncio
UM LIBELO QUE CLAMA POR MAIS HUMANIDADE
por Menezes y Morais *
NUA – Voz do Silêncio, livro de poesia e fotografia que Lua de Morais lança às 21h desta quinta-feira, 28/01, em Santigado do Chile, também pode ser chamado de um libelo do amor, no qual a poeta clama por mais humanidade. Um exemplo:
AMAR
Desear
Su
Felicidad
Ante
la
mía.
ENSAIOS FOTOGRÁFICOS 
Os ensaios fotográficos da poeta (também é atriz) são depositários do poema, tamanha a beleza plástica, numa atitude estética que unifica poesia e corpo. Em alguns deles Lua de Morais representa o seu papel de atriz.
Temas como filhos, feminismo, ternura, solidão, encontro, desencontros, medo, entrega, sensibilidade, honestidade, liberdade povoam os poemas. Viver a dois, se inexiste amor, diz Lua, "não vale a pena". "É covardia não querer amar".
Página a página, Lua dá o seu recado. Alguns deles são atitudes femininas diante a indústria cultural. "A arte não se vende. Se paga o trabalho". Outra temática é um confissário de esperança.  
Poesia a poesia, a autora vai se desnudando, com uma sinceridade radical, para revelar sua atitude humana: "Sou o que sou / não quero mudar / não me importa o que dirão / não vim para julgar". (Sou o Amor). 
DIGNIDADE AFIRMATIVA
"Se sabes o que és / o que vales/ o que queres / então / o que temes?" (Teu valor). "Ainda espero um grande amor" (Um grande amor).
Ou dando uns toques aos seus leitores: "Viva cada oportunidade / cada espaço de verdade / cada minuto de dor / Cada lágrima de amor e sinceridade: / tudo vale a pena/ Estou viva" (Viva).
"Para aprender a voar / há-que levantar-se/ Para aprender a levantar-se / primeiro há que aprender / a cair" (Voar) "Todo final é sinônimo de um novo incio".
Ou fazendo declaração de amor aos dois filhos – Sharon e Lian: "Meus filhos minha canção/ minhas pernas /meu sonho".
ASSIM É A VIDA
Tudo é para cima em NUA – Voz do silêncio, porque a vida é uma canção. E uma canção, triste ou alegre, tem o seu poder de sensibilizar. Espero que a poesia de Nua – Voz do silêncio emocione seus leitores, e contribua para tornar a vida deles mais suave.
O livro é dividido em Capítulo 1: Poemas de Amor. Capítulo 2: Poemas de Des-amor e Desengano. Capítulo 3: Poemas de Ilusão.
BIOGRAFÍA
Lua de Morais / cantautora, actriz y escritora / wwwluademorais.com
Nació en Brasília en 1980. Es hija del poeta y escritor brasileño Menezes y Morais. Su vida siempre ha girado en torno a la música y su único objetivo como artista es inspirar a otros com grandes sueños, a nunca abandonar.
Una mujer de coraje y fuerza interior que encontró su camino a pesar de los obstáculos que la vida le presentó; vivencias que se pueden apreciar en sus canciones y poesía, donde ella expone sin pudor sus experiencias de amor, desamor, alegrías y fracasos.
Fue en Chile donde decidió emprender su carrera musical, de actriz y escritora, lanzando NUA, su primer libro de poesía y pensamientos.
Aunque haya nacido en Brasil y sido criada en Argentina, ella se siente chilena y expresa este sentimiento específicamente en su obra “Actitud Femenina”:
//Soy brasileña, he sido argentina, me siento chilena; soy de la vida.//
Sus obras musicales son tres a la fecha: “Puedes Soñar” (2009), ganador de un premio outorgado por el Consejo Nacional de la Cultura y las Artes (FONDART, 2008), “Creo en Mi” (2012), disponible en todas las plataformas internacionales de difusión y “Viento” (2015), con el cual fue nominada “Mejor Artista Balada Pop” por los Premios Pulsar el mismo año.
Actualmente prepara su cuarta producción que lleva como título “Seven”. El disco consiste en siete temas inéditos del género electro pop, cuyo lanzamiento se estima para fines del presente año.
Paralelo a la música y poesía, Lua incursiona como guionista para obras de teatro. Junto a siete actrices chilenas, (incluyendo su propia hija de 15 años), preparan el montaje y estreno de um musical inédito, cuyo estreno será en Abril. La obra une actuación, baile, canto y poesía, sigue la misma línea de NUA, con el único objetivo de incentivar al público a conocerse y ser fiel a sí mismo, invitando a la reflexión por medio del entretenimiento, de una manera que solo el arte en su total expresión puede lograr.
“Encuentra tu camino, persigue tu sueño y alcanza tu estrella”, es el mensaje principal de esta joven artista que al parecer no se detendrá hasta alcanzarla.
@luademorais
@luademorais
Lua De Morais
FICHA TÉCNICA
Apresentação: Ana Portal, poeta.  Mauricio Paredes, escritor. Pablo Witker, Editorial Patrimonios. Librodepoesia. 164 páginas. Derechos Reservados: Lua de Morais. Fotografía: Andrés Canepa. Fotografía “Nuestro camino”: Juan Falcón. Fotografía “Mis hijos”: Ivan Gouveia.
Fotografías “El sabe” y “Momentos”: Joe Basurto. Maquillaje y Peinado: Ly Córdova. Editorial Patrimonios: Diseño y asesoría editorial: Pablo Witker. Corrección de estilo: Ana Partal. Agradecimientos especiales a Sole Saieh, Mariano Brozincevic y Grand Hyatt Santiago. Santiago de Chile, Enero, 2016.
SERVIÇO
Lua de Morais / cantautora, actriz y escritora / wwwluademorais.com

 

Wednesday, January 13, 2016

Projeto que estimula a leitura de livros de mulheres se reúne em livraria

Leia Mulheres promove obras de escritoras femininas e analisa o livro 'As meninas', de Lygia Fagundes Telles, na Livraria Cultura do CasaPark

postado em 13/01/2016 06:00 / atualizado em 13/01/2016 11:04
Morena Mascarenhas - Especial para o Correio

Aos apreciadores de literatura, um bom programa: amanhã, o projeto Leia Mulheres, que estimula a leitura de livros de escritoras femininas, se reúne para discutir a obra As meninas, de Lygia Fagundes Telles, na Livraria Cultura.

O encontro, que ocorre uma vez por mês em Brasília, debate obras literárias de escritoras mulheres. Desta vez, o grupo selecionou o clássico nacional para pautar os diálogos. “Nosso objetivo é de apenas conduzir o debate e não impor alguma opinião pessoal, por exemplo. Quando há um assunto polêmico, lemos o trecho da obra e discutimos”, explica Patrícia Rodrigues, uma das mediadoras dos debates.

Escrita em 1973, a obra conta a história de três jovens de personalidades, status e ideologias diferentes, que vivem no mesmo pensionato em São Paulo, durante a ditadura militar. O romance, descrito sob a óptica das personagens em primeira e terceira pessoa, desloca-se entre a consciência das estudantes em narrativas que compartilham angústias, dramas e sonhos.

A obra, que recebeu entre outros prêmios o Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras, e o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, é dos grandes sucessos da escritora Lygia Fagundes e aborda temas como censura, crimes cometidos pela ditadura e crise patriarcal, no momento em que mulheres buscavam voz e maior independência.

Leia Mulheres

O clube Leia Mulheres é fruto de uma iniciativa da escritora britânica Joanna Walsh que há dois anos criou a hashtag #readwomen2014, que, após viralizar na internet, começou uma campanha para incentivar a igualdade de gênero no meio literário.

Apoiada em uma pesquisa realizada pela organização norte-americana Vida, que luta por mais espaço feminino no universo literário, Walsh levantou a discussão sobre o fato de o número de publicações escritas por homens ser maioria no mercado.

“Autoras mulheres são marginalizadas pela mídia e publicações literárias e ganham em seus livros capas de ‘garotinha'. Tome uma atitude contra essa desigualdade tendo certeza de que o próximo livro que vai ler é de uma escritora”, escreveu a britânica em um artigo para o jornal The Guardian.

Sucesso na Inglaterra, a ideia foi trazida ao Brasil pela consultora de marketing Juliana Gomes, a jornalista Juliana Leuenroth e a transcritora Michelle Henriques, em março de 2015. Com apoio de outras amigas; os clubes começaram em São Paulo, no Rio de Janeiro e, algum tempo depois, em Belo Horizonte.

Em setembro, foi a vez da versão brasiliense do projeto se concretizar. Encabeçado pelas jornalistas Mariana de Ávila e Patrícia Rodrigues, o clube literário da capital também busca a igualdade de gênero na literatura por meio da leitura e debate. “Às vezes, um livro debatido pode servir de incentivo para que o leitor procure outros livros da mesma autora”, diz Mariana de Ávila.
Desde a primeira edição do projeto, o grupo já leu e debateu os clássicos: Cinderela chinesa, de Adeline Yen Mah, Hibisco Roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie, O sol é para todos, de Harper Lee e a A redoma de vidro, de Sylvia Plath.

Obras feministas
Grupos de leitura segmentada têm ganhado cada vez mais espaço e visibilidade. Na última quarta-feira (6) por exemplo, atriz e feminista Emma Watson, 25, anunciou pelo Twitter a criação de um clube organizado por ela que pretende ler obras feministas.

O primeiro título postado foi o livro da jornalista Gloria Steinem, My life on the road. O grupo de leitura se chama Nossa prateleira compartilhada (em português) e está hospedado na rede social de livros Goodreads.

Clube de literatura - Leia Mulheres

Quinta-feira (14,) às 20h,
Livraria Cultura (CasaPark)
Entrada Franca
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2016/01/13/interna_diversao_arte,513741/projeto-que-estimula-a-leitura-de-livros-de-mulheres-se-reune-em-livra.shtml