blog do poeta e engenheiro marcos freitas, piauiense, nascido na rua do barrocão ("ê rua do barrocão ê parnaíba separando a minha rua das outras, do maranhão", Torquato Neto). versos, prosas e algumas idéias.
Lançamento do edital referente ao segundo bloco de 2015 foi
anunciado nesta segunda-feira (29). Interessados têm até 15 de abril
para concorrer
Gabriela Moll e Amanda Martimon, da Agência Brasília
29 de Fevereiro de 2016 - 17:15
Foto: Andre Borges/Agência Brasília
Produtores do setor audiovisual de Brasília serão contemplados com R$
22,715 milhões em recursos para 72 projetos na área. O valor está no
edital referente ao segundo bloco do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) de
2015, cujo lançamento foi anunciado nesta segunda-feira (29) no Palácio
do Buriti.
Ao lado do ministro da Cultura, Juca Ferreira, o governador Rodrigo
Rollemberg, o secretário de Cultura do Distrito Federal, Guilherme Reis,
e o diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Manoel
Rangel, assinaram o edital. "Essa seleção é muito importante para
fomentar a economia e gerar emprego qualificado, além de promover a
cultura e a identidade nacionais. E Brasília vem se tornando, a cada
ano, uma referência nacional em audiovisual", disse o governador.
Construído por meio de consultas públicas, o texto será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal
nesta terça-feira (1º) e abre o processo seletivo que vai da 0 hora de
quarta-feira (2) até as 23h59 de 15 de abril. Interessados devem entrar
no site do FAC e
preencher o formulário de inscrição da proposta, que precisa apresentar
plano de trabalho, planilha orçamentária, plano de divulgação e
cronograma de execução, entre outros documentos relacionados.
Os projetos podem ser inscritos para produção, complementação,
comercialização ou distribuição de longas-metragens, curtas-metragens,
obras seriadas e animações. O benefício também prevê o financiamento de
mostras e festivais, publicações especializadas, pesquisas culturais,
preservação de acervo e desenvolvimento do cineclubismo. O texto é o
segundo da história do FAC exclusivo para produções do tipo. O primeiro
foi em 2014.
Parceria
Os recursos serão pagos em parceria.
Enquanto o governo local financiará R$ 12,725 milhões, R$ 9,990 milhões
ficarão a cargo da Ancine, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual.
Para concorrer, é preciso ter cadastro de ente e agente cultural, morar
em Brasília há pelo menos dois anos e comprovar atividade artística ou
cultural por meio de portfólio. "Percebemos como investimentos contínuos
geram melhorias na produção audiovisual de Brasília", avaliou o
secretário de Cultura.
Também estavam no anúncio a colaboradora do governo Márcia
Rollemberg, a secretária-adjunta de Cultura, Nanan Catalão, o
subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural da pasta, Thiago Rocha, e
os deputados distritais Claudio Abrantes (Rede) e Roosevelt Vilela
(PSB), entre outras autoridades.
2016Para a construção dos editais de 2016, a
Subsecretaria de Fomento e Incentivo Cultural, responsável pelo fundo,
prevê o lançamento de uma minuta até o fim do primeiro semestre. A ideia
é que, assim que os débitos com os projetos referentes a 2015 sejam
quitados, comecem as inscrições das novas propostas.
Em 2016 o Salão Nacional de Poesia Psiu Poético celebra os 30 anos de existência.
O Salão é referência no fomento e valorização da literatura brasileira, nos seus 30 anos de existência, influenciou gerações se firmando como um projeto de resistência cultural, responsável diretamente pela formação de escritores, poetas e artistas.
A poesia está em toda parte, mas no Psiu Poético ela extrapola espaços, vai para as ruas, para as escolas, para a rodoviária, para o Mercado Central, para a universidade, para o Centro Cultural e para os bares noite afora.
A poesia não tem regras, mas no Psiu Poético ela ganha em espontaneidade, com os saraus à queima roupa que rolam onde tem quem queira ouvir poesia e participar de uma festa onde os poetas são estrelas de muitas faces. E quantos poetas incríveis desse Brasil rico em poesia já pisaram o chão sagrado do Psiu Poético, que os convida para Montes Claros e os trata com a melhor das carnes de sol com mandioca do mundo.
Nas suas três décadas de ampla atividade literária e agitação cultural, já recebeu escritores como Alice Ruiz, Mirna Mendes, Arnaldo Antunes, Waly Salomão, Madam, Olga Savary, Thiago de Mello, Jorge Mautner, Adão Ventura, Edvaldo Santana, Sebastião Nunes, Virna Teixeira, Péricles Cavalcanti, Estrela Leminski, Adélia Prado, Mano Melo, Rodrigo Garcia Lopes,Rosani Abou Adal, Anelito de Oliveira, Ademir Assunção, Wagner Merije, Ricardo Aleixo, Fernando Aguiar e tantos outros. Vários desses foram homenageados.
Que maravilha de encontro literário em um cenário e clima especial: no cerrado mineiro onde o sol brilha forte. Se você não conhece, tem que conhecer! Tem que participar! Tem que colocar no calendário das festividades que vale a pena o evento e a viagem, em todos os sentidos.
A Aquarela Brasileira entra na celebração para agregar.
Em fevereiro e março realiza uma jornada de eventos literários e de formação:
O Poeta e curador Aroldo Pereira apresentará a palestra “30 do Salão Nacional de Poesia Psiu Poético – produção de eventos poéticos fora do eixo Rio/São Paulo”.
02/03 –19h00 -Celebração dos 30 anos do Psiu Poético – Casa das Rosas Espaço Haroldo de Campos
03/03 -20h00 Patuscada Livraria; Café – Sarau
Poetas e escritores do norte de Minas estarão presentes no evento, como Karla Celene Campos, Sandra Fonseca, Marlene Bandeira, Andreia Martins, Renilson Durães,Marli Frões,André Assis,Auíri Tiago , Marcio Moraes,Wagner Rocha,Téo Azevedo,Anelito de Oliveira,Macim Soares,Aciomar Oliveira,Aroldo Pereira,Rógeres Maia. A celebração dos 30 anos em São Paulo contará também com os poetas Jairo Fará (São João Del Rei),Jovino Machado,Brenda Marques,Ênio Poeta,Petrônio Souza Gonçalves(Belo Horizonte-MG) Luis Turiba (Rio de Janeiro),Luiz Zanotti(Curitiba,PR) Noélia Ribeiro (Brasília), Ricardo Silvestrin (Rio Grande do Sul) e também os parceiros de São Paulo, como Wagner Merije, Jurandir Barbosa, Mavot Sirc, Eduardo Lacerda (Editora Patuá),Vera Godoy,Cláudio Laureatti,, entre outros (em confirmação).
Em todos esses eventos estão previstos lançamentos de antologia e de livros dos participantes.
Em outubro o Psiu Poético passará por uma de suas maiores edições, com o apoio da Prefeitura de Montes Claros & Secretaria Municipal de Cultura em Parceria com a Unimontes, Grandes nomes da poesia brasileira estarão presentes em Montes Claros. Muitas surpresas aguardam a 30º Edição do mais longínquo festival de poesia do Brasil.
E em breve será lançado o livro “30 Poetas Vivos Celebram os 30 Anos do Psiu Poético”
O melhor das férias de Maria (além das aventuras e dos passeios) é poder reencontrar toda a sua família. Cecília, prima exemplar, Fábio, o calmo, Patrício e Irene, órfãos de mãe, colecionando madrastas; os tios Horácio e Júlio César, mimados desde pequenos. E, é claro, a avó - que fala com as aves, prevê aguaceiros, dá conselhos sábios.
Para se divertirem, os primos inventam de tudo: gincanas, torneios, mistérios. Numa fazenda isolada, um quarto fechado a cadeado se torna objeto de curiosidade. Esconderá um caixão, armas, dinheiro, fantasmas? A turma não sossega enquanto não desvenda essa charada.
Durante as férias, amor, ciúme, desconfiança são vividos intensamente, despertando sentimentos contraditórios. O olhar cândido (e certeiro) de Maria sobre as pessoas, nos leva de volta a um tempo único, feito de prazeres simples e de descobertas importantes sobre a vida. Com uma escrita gostosa e envolvente, Margarida Patriota traduz o universo da infância com a perfeição que nos remoça, no instante da leitura.
A 1ª
Edição do Chá com Letras será realizada na Embaixada da Índia, em Brasília, na
próxima sexta-feira, dia 29 de janeiro de 2016, às 15:00 horas. O
evento tem como objetivo a integração entre Escritores e Poetas do Brasil e da
Índia. É uma iniciativa proposta pelo poeta e diplomata Sr. Abhay Kumar,
Vice-chefe da Missão. E conta com a organização do poeta brasileiro Marcos
Freitas.
Poetas participantes: Marcos Freitas, Jorge Amâncio,
Wélcio de Toledo, Fred Maia, Antonio Miranda e Abhay K.
SERVIÇO:
Embaixada da Índia
Endereço: SES 805, lote 24, Asa Sul, CEP
70452-901, Brasília-DF.
Telefone: (61) 3248-4006
Data e horário: sexta-feira, dia 29 de janeiro de 2016, às 15:00 horas.
Marcos Freitas – Engenheiro e Poeta. Contista.
Letrista. Filiado à Associação Nacional de Escritores - ANE e à União
Brasileira de Escritores - UBE. Na área de literatura, publicou os livros: A
Vida Sente a Si Mesma; A Terceira Margem Sem Rio; Moro do Lado de Dentro;
Quase um Dia; Na Curva de um Rio, Mungubas; Raia-me Fundo o Sonho Tua Fala;
Marcos Freitas – Micro-Antologia; Staub und Schotter: der Wind des Frühlings und
die Brise des Herbstes; Urdidura de Sonhos e Assombros, além de Inquietudes de
Horas y Flores (Edição bilíngue - espanhol-português, 2011).
Jorge Amâncio – Carioca, nasceu em 1953 e reside
em Brasília desde 1976. Licenciado em Física pela Universidade de
Brasília, professor da Fundação Educacional do Distrito Federal, participante e
ativista de movimentos sociais de luta contra o preconceito racial.
Começou a publicar seus textos poéticos no jornal Raça do M.N.U. (Movimento
Negro Unificado), no início dos anos 80. Foi responsável, com Marcos Freitas,
pela organização do evento Poemação – Sarau Videoliteromusical, no auditório da
Biblioteca Nacional de Brasília, de 2009 a 2012. Autor do livro Batom d´amor
e morte pela Editora Thesaurus, em 2014.
Wélcio de Toledo – Filho de candangos foi
batizado na igrejinha da Vila Planalto, onde nasceu em 1970. Formado em
História, com mestrado em Educação pela Universidade de Brasilia. É
professor, poeta e atua em movimentos sociais e culturais do Distrito Federal,
principalmente relacionados à identidade cultural, memória, literatura e artes
em geral. Iniciou na militância cultural nos idos de oitenta, na efervescência
do movimento punk escrevendo letras de música e manifestos anarquistas. Possui
poemas na Coletânea Fincapé, do Coletivo de Poetas de Brasília. Em 2012, lançou
o livro intitulado "Poemas, Visões e Outras Viagens" e em 2015, o
livro Subversos.
Fred Maia – Piauiense de Oeiras, jornalista.
Poeta, letrista, intelectual que atua no cenário da alta formulação e
administração das políticas públicas da cultura nacional. Nasceu no Piauí e
agora vive em Brasília. Como diz Chico César, “sempre com poesia e um
sorriso no lábio...”. Publicou “Um Rock por Nada” (São Paulo: Ed. Arte Pau
Brasil), “eupor” (São Paulo: Ed. Nômades); “Mais que
Imperfeito” (Porto Alegre: Poema Editora, 2004) e o ensaio “Plínio Marques
– a crônica dos que não têm voz” (São Paulo: Ed. Boitempo), em parceria com
Vinicius Pinheiro e Javier Contreras. Assessor dos Ministros de Cultura,
Gilberto Gil e Juca Ferreira.
Antonio Miranda – Antonio Lisboa Carvalho de
Miranda é maranhense, nascido em 5 de agosto de 1940. Membro da
Academia de Letras do Distrito Federal, foi colaborador de revistas e
suplementos literários como o Suplemento Dominical do Jornal do Brasil e também
o La Nación (Buenos Aires, Argentina) e Imagen (Caracas,
Venezuela). Professor e ex-coordenador do Programa de Pós-graduação em
Ciência da Informação do Departamento de Ciência da Informação e Documentação
da Universidade de Brasília, Brasil, ministra aulas e cursos por todo o Brasil
e países ibero-americanos. Também é consultor em planejamento e arquitetura de
Bibliotecas e Centros de Documentação. Organizador e primeiro Diretor da Biblioteca
Nacional de Brasília. Doutor em Ciência da Comunicação (Universidade de São
Paulo, 1987), fez mestrado em Biblioteconomia na Loughborough University of
Technology, LUT, Inglaterra, 1975. Sua formação em Bibliotecologia é da
Universidad Central de Venezuela, UCV, Venezuela, 1970.
Prêmios e
títulos: Representante da União Latina, no Brasil, por designação da entidade
sediada em Paris e homologada pelo Itamaraty a partir de 2010.
Profesor
Honorable, título outorgado pela Universidad Ricardo Palma, Lima, Peru,
em 2007, “por sus elevados méritos academicos y profesionales en su
especialidad”.
Professor
Emérito da Universidade de Brasília, 2015.
Membro
Honorário da Sociedad de Bibliotecarios de Puerto Rico, 1991;
Sisson and Parker Prize na Loughborough
University of Technology – Inglaterra, 1975;
Festival
Latino-Americano de Teatro, Universidad de Puerto Rico, 1972;
Festival
Internacional de Teatro, Medellín, Colômbia, Municipalidad de Medellín,
Antioquia, 1971;
Prêmio
Viagem a Buenos Aires, Embaixada da Argentina, MAM - Museu Arte Moderna, Rio de
Janeiro, 1962.
Abhay K.–
Abhay Kumar/Abhay K (Hindi: अभय कुमार) (born 1980) is an
Indian poet-diplomat. His books include The Seduction of Delhi among
others. His writings cover poetry, art, memoir, global democracy and digital
diplomacy. He wrote the Earth Anthem and
the South Asian Anthem spurring search for an
official SAARC Anthem.
He
received the SAARC Literary Award for his
contribution to contemporary South Asian Poetry and nominated for
the Pushcart Prize 2013. In 2011, he also
received the Gov 2.0 award on behalf of the Public Diplomacy Division, Ministry of External Affairs.
He has been featured as a nominee on the longlist of the Forbes India 100
Celebrity list and has been honoured with Asia-Pacific Excellence Award in
2014. His book The Seduction of Delhi was shortlisted for Muse India-Satish
Verma Young Writer Award 2015.
NUA – Voz do Silêncio, livro de poesia e fotografia que Lua de Morais lança às 21h desta quinta-feira, 28/01, em Santigado do Chile, também pode ser chamado de um libelo do amor, no qual a poeta clama por mais humanidade. Um exemplo:
AMAR
Desear
Su
Felicidad
Ante
la
mía.
ENSAIOS FOTOGRÁFICOS
Os ensaios fotográficos da poeta (também é atriz) são depositários do poema, tamanha a beleza plástica, numa atitude estética que unifica poesia e corpo. Em alguns deles Lua de Morais representa o seu papel de atriz.
Temas como filhos, feminismo, ternura, solidão, encontro, desencontros, medo, entrega, sensibilidade, honestidade, liberdade povoam os poemas. Viver a dois, se inexiste amor, diz Lua, "não vale a pena". "É covardia não querer amar".
Página a página, Lua dá o seu recado. Alguns deles são atitudes femininas diante a indústria cultural. "A arte não se vende. Se paga o trabalho". Outra temática é um confissário de esperança.
Poesia a poesia, a autora vai se desnudando, com uma sinceridade radical, para revelar sua atitude humana: "Sou o que sou / não quero mudar / não me importa o que dirão / não vim para julgar". (Sou o Amor).
DIGNIDADE AFIRMATIVA
"Se sabes o que és / o que vales/ o que queres / então / o que temes?" (Teu valor). "Ainda espero um grande amor" (Um grande amor).
Ou dando uns toques aos seus leitores: "Viva cada oportunidade / cada espaço de verdade / cada minuto de dor / Cada lágrima de amor e sinceridade: / tudo vale a pena/ Estou viva" (Viva).
"Para aprender a voar / há-que levantar-se/ Para aprender a levantar-se / primeiro há que aprender / a cair" (Voar) "Todo final é sinônimo de um novo incio".
Ou fazendo declaração de amor aos dois filhos – Sharon e Lian: "Meus filhos minha canção/ minhas pernas /meu sonho".
ASSIM É A VIDA
Tudo é para cima em NUA – Voz do silêncio, porque a vida é uma canção. E uma canção, triste ou alegre, tem o seu poder de sensibilizar. Espero que a poesia de Nua – Voz do silêncio emocione seus leitores, e contribua para tornar a vida deles mais suave.
O livro é dividido em Capítulo 1: Poemas de Amor. Capítulo 2: Poemas de Des-amor e Desengano. Capítulo 3: Poemas de Ilusão.
BIOGRAFÍA
Lua de Morais / cantautora, actriz y escritora / wwwluademorais.com
Nació en Brasília en 1980. Es hija del poeta y escritor brasileño Menezes y Morais. Su vida siempre ha girado en torno a la música y su único objetivo como artista es inspirar a otros com grandes sueños, a nunca abandonar.
Una mujer de coraje y fuerza interior que encontró su camino a pesar de los obstáculos que la vida le presentó; vivencias que se pueden apreciar en sus canciones y poesía, donde ella expone sin pudor sus experiencias de amor, desamor, alegrías y fracasos.
Fue en Chile donde decidió emprender su carrera musical, de actriz y escritora, lanzando NUA, su primer libro de poesía y pensamientos.
Aunque haya nacido en Brasil y sido criada en Argentina, ella se siente chilena y expresa este sentimiento específicamente en su obra “Actitud Femenina”:
//Soy brasileña, he sido argentina, me siento chilena; soy de la vida.//
Sus obras musicales son tres a la fecha: “Puedes Soñar” (2009), ganador de un premio outorgado por el Consejo Nacional de la Cultura y las Artes (FONDART, 2008), “Creo en Mi” (2012), disponible en todas las plataformas internacionales de difusión y “Viento” (2015), con el cual fue nominada “Mejor Artista Balada Pop” por los Premios Pulsar el mismo año.
Actualmente prepara su cuarta producción que lleva como título “Seven”. El disco consiste en siete temas inéditos del género electro pop, cuyo lanzamiento se estima para fines del presente año.
Paralelo a la música y poesía, Lua incursiona como guionista para obras de teatro. Junto a siete actrices chilenas, (incluyendo su propia hija de 15 años), preparan el montaje y estreno de um musical inédito, cuyo estreno será en Abril. La obra une actuación, baile, canto y poesía, sigue la misma línea de NUA, con el único objetivo de incentivar al público a conocerse y ser fiel a sí mismo, invitando a la reflexión por medio del entretenimiento, de una manera que solo el arte en su total expresión puede lograr.
“Encuentra tu camino, persigue tu sueño y alcanza tu estrella”, es el mensaje principal de esta joven artista que al parecer no se detendrá hasta alcanzarla.
@luademorais
@luademorais
Lua De Morais
FICHA TÉCNICA
Apresentação: Ana Portal, poeta.Mauricio Paredes, escritor. Pablo Witker, Editorial Patrimonios. Librodepoesia. 164 páginas. Derechos Reservados: Lua de Morais. Fotografía: Andrés Canepa. Fotografía “Nuestro camino”: Juan Falcón. Fotografía “Mis hijos”: Ivan Gouveia.
Fotografías “El sabe” y “Momentos”: Joe Basurto. Maquillaje y Peinado: Ly Córdova. Editorial Patrimonios: Diseño y asesoría editorial: Pablo Witker. Corrección de estilo: Ana Partal. Agradecimientos especiales a Sole Saieh, Mariano Brozincevic y Grand Hyatt Santiago. Santiago de Chile, Enero, 2016.
SERVIÇO
Lua de Morais / cantautora, actriz y escritora / wwwluademorais.com
Leia Mulheres promove obras
de escritoras femininas e analisa o livro 'As meninas', de Lygia
Fagundes Telles, na Livraria Cultura do CasaPark
postado em 13/01/2016 06:00
/ atualizado em 13/01/2016 11:04
Morena Mascarenhas - Especial para o Correio
Aos
apreciadores de literatura, um bom programa: amanhã, o projeto Leia
Mulheres, que estimula a leitura de livros de escritoras femininas, se
reúne para discutir a obra As meninas, de Lygia Fagundes Telles, na Livraria Cultura.
O
encontro, que ocorre uma vez por mês em Brasília, debate obras
literárias de escritoras mulheres. Desta vez, o grupo selecionou o
clássico nacional para pautar os diálogos. “Nosso objetivo é de apenas
conduzir o debate e não impor alguma opinião pessoal, por exemplo.
Quando há um assunto polêmico, lemos o trecho da obra e discutimos”,
explica Patrícia Rodrigues, uma das mediadoras dos debates.
Escrita
em 1973, a obra conta a história de três jovens de personalidades,
status e ideologias diferentes, que vivem no mesmo pensionato em São
Paulo, durante a ditadura militar. O romance, descrito sob a óptica das
personagens em primeira e terceira pessoa, desloca-se entre a
consciência das estudantes em narrativas que compartilham angústias,
dramas e sonhos.
A obra, que recebeu entre
outros prêmios o Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras, e o
Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, é dos grandes sucessos da
escritora Lygia Fagundes e aborda temas como censura, crimes cometidos
pela ditadura e crise patriarcal, no momento em que mulheres buscavam
voz e maior independência.
Leia Mulheres
O
clube Leia Mulheres é fruto de uma iniciativa da escritora britânica
Joanna Walsh que há dois anos criou a hashtag #readwomen2014, que, após
viralizar na internet, começou uma campanha para incentivar a igualdade
de gênero no meio literário.
Apoiada em uma pesquisa realizada
pela organização norte-americana Vida, que luta por mais espaço feminino
no universo literário, Walsh levantou a discussão sobre o fato de o
número de publicações escritas por homens ser maioria no mercado.
“Autoras mulheres são marginalizadas pela mídia e publicações
literárias e ganham em seus livros capas de ‘garotinha'. Tome uma
atitude contra essa desigualdade tendo certeza de que o próximo livro
que vai ler é de uma escritora”, escreveu a britânica em um artigo para o
jornal The Guardian.
Sucesso na Inglaterra, a ideia foi trazida
ao Brasil pela consultora de marketing Juliana Gomes, a jornalista
Juliana Leuenroth e a transcritora Michelle Henriques, em março de 2015.
Com apoio de outras amigas; os clubes começaram em São Paulo, no Rio de
Janeiro e, algum tempo depois, em Belo Horizonte.
Em setembro,
foi a vez da versão brasiliense do projeto se concretizar. Encabeçado
pelas jornalistas Mariana de Ávila e Patrícia Rodrigues, o clube
literário da capital também busca a igualdade de gênero na literatura
por meio da leitura e debate. “Às vezes, um livro debatido pode servir
de incentivo para que o leitor procure outros livros da mesma autora”,
diz Mariana de Ávila.
Desde a primeira edição do projeto, o
grupo já leu e debateu os clássicos: Cinderela chinesa, de Adeline Yen
Mah, Hibisco Roxo, de Chimamanda Ngozi Adichie, O sol é para todos, de
Harper Lee e a A redoma de vidro, de Sylvia Plath.
Obras feministas
Grupos
de leitura segmentada têm ganhado cada vez mais espaço e visibilidade.
Na última quarta-feira (6) por exemplo, atriz e feminista Emma Watson,
25, anunciou pelo Twitter a criação de um clube organizado por ela que
pretende ler obras feministas.
O primeiro título postado foi o livro da jornalista Gloria
Steinem, My life on the road. O grupo de leitura se chama Nossa
prateleira compartilhada (em português) e está hospedado na rede social
de livros Goodreads.
I ENCONTRO DE POETAS, ESCRITORES E LEITORES
PIAUIENSES. PERÍODO: 25 e 26 DE FEVEREIRO DE 2016 - TERESINA – PIAUÍ - “A
poesia no século XXI e sua contribuição na história da humanidade” O GRUPO
ESCRITORES PIAUIENSES NO ÂMBITO REGIONAL PROMOVERÁ O PRIMEIRO ENCONTRO DE
POETAS, ESCRITORES E LEITORES, A REALIZAR-SE NO ANO DE DOIS MIL E DEZESSEIS,
NOS DIAS 25 E 26 DE FEVEREIRO DO CORRENTE ANO, LOCAL: CENTRO CULTURAL CLUBE DOS
DIÁRIOS, RUA ÁLVARO MENDES, S/N CENTRO, CIDADE DE TERESINA – PIAUÍ.
É um desafio lançar livros no Piauí, atestam
Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar, Demétrios Galvão e Fernanda Paz,
alguns dos novos escritores do Piauí
Repórter: Jadson Osório18/05/2015 07h50 - Atualizado em 18/05/2015 12h01
Escrever é uma tarefa solitária, diz uma sentença sem aspas ou
autor conhecido. Todos os dias, anonimamente, piauienses (e outros
cidadãos no mundo inteiro), produzem histórias que viram contos,
crônicas, postagens em redes sociais ou blogs na internet, matérias de
jornal, poesias. Algumas delas têm um rumo certo: virar livro. E
seduzir, prender atenções, fazer sonhar, provocar encantamento, arrancar
sorrisos ou lágrimas de desconhecidos leitores.
Organizar ideias, pensamentos, histórias, versos, parágrafos em um
livro não é fácil, nem barato. É um desafio lançar livros no Piauí,
atestam Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar, Demétrios Galvão e Fernanda
Paz, da nova safra de autores da terra natal de literatas do quilate de
O.G Rêgo de Carvalho, Assis Brasil, Da Costa e Silva, Mário Faustino, de
uma lista imensa de gênios imortais.
Estes jovens autores conversaram com O Olho e falaram das dores e delícias de ser escritor no Piauí. Valciãn Calixto lançou um livro este ano seu primeiro livro; Foto: Nataniel LimaVALCIÃN CALIXTO
Formado em Comunicação Social pela Uespi (Universidade Estadual do
Piauí), Valciãn Calixto, 24 anos, canta que o gosto pela literatura
começou por volta dos 13, em leituras pontuais na casa da avó. “Eu
costumava passar finais de semana na casa de minha falecida vó e tinha
uma tia professora, ela possuía bom acervo de paradidáticos como
Blackout, O Escaravelho do Diabo, outros, então meus primos mais velhos
iam jogar bola, as mulheres da casa dormiam durante a tarde, meu vô
jogava baralho até anoitecer com alguns tios e amigos”, relembra.
“O que me restava? Ler os paradidáticos e não só eles, livros de
Redação e Gramática também que minha tia costumava usar em sala de aula.
Por volta dos treze anos ganhei um caderno cuja capa me impressionou
bastante, decidi que iria usá-lo apenas para escrever textos meus”,
completa.
De leitor de livros didáticos e paradidáticos da tia, Valciãn
tornou-se escritor depois que uma gráfica paulista decidiu publicar um
livro seu. “Há uma história anterior à de escritor que é a de leitor e
que hoje seguem juntas”, diz o autor de “Reminiscências do caseiro
Genival”, obra lançada este ano e que tem como temas condutores,
assuntos áridos como câncer, esquizofrenia, racismo, ansiedade, aborto e
até suicídio.
“O poeta é movido a fragmentos, pelo menos eu, com o pouco que
entendo de produção contemporânea. Tenho interesse pela poesia russa do
século XX de nomes como Joseph Brodsky, Serguei Iessienin, nos autores
afroamericanos como Maya Angelou e Cheryl Clarke passeando pela poesia
portuguesa de Sophia de Mello Breyner Andresen, no poeta peruano César
Vallejo. Possuo certo fascínio pela poesia mineira que vai de Murilo
Mendes ao Marcelo Diniz e piauiense com Mário Faustino e Nathan Sousa”,
diz o poeta sobre suas referencias literárias.
Para Calixto, lançar um livro no Piauí é tão difícil como “gravar um
disco, montar uma peça ou um espetáculo de dança”. “Nem por isso Assis
Brasil deixou de ser dos grandes autores piauienses premiados Brasil
afora, como o Balé de Teresina ou as telas do senhor Nonato Oliveira e
ainda as performances e instalações benquistas internacionalmente do
Marcelo Evelin. Mais do que dom, vocação ou similares, é preciso, como
diria Milton, ter manha sempre”, dialoga Valciãn Calixto, que além de
escritor é compositor, guitarrista de uma banda e integrante de um movimento cultural chamado TrisTherezina, do qual já falamos aqui em O Olho. FERNANDA PAZ Fernanda Paz é já participou de diversas coletâneas literárias; Foto: Arquivo Pessoal
Os novos escritores piauienses adotaram a produção independente como
maneira de facilitar o nascimento de seus filhos, os livros. “É muito
comum no nosso estado os escritores lançando seu material de forma
independente. Alguns recorrem a editoras de fora que costumam publicar
trabalhos de autores iniciantes com um custo menor, como eu fiz.
Infelizmente na realidade do nosso estado faltam editoras que acreditem
no potencial dos escritores iniciantes, bem como políticas públicas
voltadas a essa área”, considera Fernanda Paz, autora de "O Buraco e
outras histórias", livro de contos baseados em ocasiões do dia-a-dia.
“Situações cotidianas ou fictícias podem ser repassadas ao público
de forma simples e acessível e qualquer um de nós pode ser um personagem
principal cheio de dilemas ou loucuras em uma história qualquer”,
defende a escritora, que lançou o livro através de uma editora carioca.
Fernanda conta que começou a participar de publicações em 2012. Por
volta do ano de 2009 alimentava semanalmente um blog pessoal (chamado
Libélula Paz, hoje extinto) com poesias, contos e reflexões. “Também
fazia fanzines que circulavam entre grupos de amigos. Entretanto desde
criança sempre criava histórias que eram lidas por amigos e familiares”,
comenta.
A jovem escritora já participou de diversas coletâneas e versa entre
prosa e poesia. “Me inspiro principalmente nas pessoas ao meu redor, as
relações entre pessoas, as ações e pensamentos que nos diferencia tanto e
ao mesmo tempo nos iguala uns aos outros”, sintetiza Fernanda Paz. GABRIELA AGUIAR
“Eu escrevo desde pequena, não sei dizer exatamente quando. Minha
melhor forma de expressão sempre foi a escrita. Demonstrava o que estava
sentindo através de cartinhas e poemas”, confidencia a escritora
Gabriela Aguiar, 22 anos, autora de "Joaquim e Silvia, com amor", um
romance ficcional que trata da falta de comunicação das pessoas e sobre
como isso afeta os relacionamentos.
Em sua segunda publicação, que ainda vai ser lançada, a escritora que
fala sobre sertanejos que vivem afastados de centros urbanos, sem água,
energia e progressos. “É um livro-reportagem, uma abordagem sobre a
história dessas pessoas”, resume Gabriela a obra, intitulada "À Beira da
Estrada".
“Tudo inspira. Escrever é você olhar para algo que todo mundo vê e
enxergar além. É sensibilidade”, discorre a escritora acrescentando que
“a maior dificuldade são os custos, lançar um livro não é barato”. Gabriela Aguiar é autora do romance "Joaquim e Silvia, com amor"; Foto: Arquivo Pessoal
“E a falta de interesse das pessoas com a literatura piauiense também
é um agravante, porque as pessoas não se interessam muito em comprar
livros de autores piauienses, elas não valorizam, nem se interessam
muito em ir atrás pra saber do que se trata a história”, prossegue a
escritora.
Gabriela Aguiar, que é jornalista, conta que escreve mais por paixão
“do que qualquer outra coisa”. “Muita gente reclama dos preços também,
as pessoas não sabem que lançar livro aqui quase não se tem lucro, o
dinheiro das vendas é basicamente para pagar o que foi gasto com a
publicação. O Piauí tem muita gente boa e muita gente que escreve bem.
Vários livros são lançados por ano, mas poucas pessoas ficam sabendo”,
assinala. DEMÉTRIOS GALVÃO
“Fugindo do espaço escolar, encontrei as bibliotecas públicas do
centro da cidade – Biblioteca Abdias Neves, Cromwell de carvalho, SESC
Av. Maranhão, Casa da Cultura”, narra o escritor Demétrios Galvão sobre o
nascimento de seu interesse pela literatura.
“Nesse primeiro momento, foi o instante de descobertas profundas e de
mergulho no campo de possibilidades criativas e sensíveis, que não
haviam sido me ensinadas na escola”, acrescenta ele, que ingressou na
literatura há 15 anos, lançando poemas em fanzines e livretos que ele
mesmo produzia. Demétrios Galvão já tem quatro livros publicados e uma produção intensa; Foto: Arquivo Pessoal
Seu primeiro livro, ainda que meio caseiro/artesanal, foi lançado
2001 e intitulado “Cavalo de Tróia”. “Em 2002, participei de um concurso
literário, fiquei em terceiro lugar e tive o livro “Fractais
Semióticos” publicado pela Fundac (Fundação Cultural do Piauí) em 2005,
em um volume juntamente com os autores que ficaram em primeiro e segundo
lugar”, relembra Demétrios Galvão, poeta, mestre em história, professor
universitário e coeditor da revista Acrobata.
No decorrer de 2011, Demétrios lançou o livro “Insólito”, em parceria
com a editora de um amigo poeta e editor de Fortaleza/CE. Ano passado,
agora em parceria uma editora paulista, o autor lançou outro volume.
“Paguei o livro, mas dividindo as despesas com o editor”, comenta
Galvão.
“Para publicar não existe receita pronta. É preciso experimentar,
buscar alternativas e não se sujeitar às limitações. Hoje cada vez mais
temos opções e editoras independentes abrindo espaços para jovens
escritores. O cenário de hoje é bem melhor e mas amplo, do que o de 10
ou 15 anos atrás, quando comecei a escrever”, pondera o escritor, que já
pode ser considerado experiente universo editorial.
Demétrios Galvão avalia que as ausências de um circuito editorial
aberto e de um público consumidor que sustente o circuito de publicações
são as maiores dificuldades enfrentadas por quem pretende se lançar no
mercado. “Também não temos um jornalismo cultural e críticos que façam
resenhas e comentários do que está sendo publicado. Quando muito,
aparece alguém para fazer críticas destrutivas. Mas penso, que aos
poucos, nosso cenário está melhorando”, critica o autor de Bifurcações,
lançado ano passado.
Demétrios Galvão, Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar e Fernanda Paz são
apenas quatro representantes da nova leva de autores que oxigena o
universo literário no Piauí, terra de conhecidos e anônimos contadores
de história.
Em "O Nobre Deputado", Márlon Reis apresenta os
resultados de uma pesquisa inédita: conseguiu ouvir pessoas que
participam dos meandros da política sobre como se define a eleição de um
deputado federal ou estadual. Para que isso fosse possível, foi
necessário lhes assegurar o mais absoluto anonimato.
O resultado da pesquisa não é apresentado de forma acadêmica, nem
enfadonha. A história foi construída baseada em um personagem fictício,
chamado de Cândido Peçanha, que encarna ele próprio as condutas
descritas nos depoimentos reais colhidos por Márlon Reis.
A premiação vai escolher duas obras nas categorias romance e conto para serem publicadas pela editora Record
postado em 04/01/2016 18:27
/ atualizado em 04/01/2016 18:50
O
Prêmio Sesc de Literatura está com inscrições abertas até 12 de
fevereiro e visa incentivar as produções literárias nacionais a partir
da valorização de novos escritores.
O programa,
de edição anual, seleciona dois autores nas categorias conto e romance
para assinar um contrato de publicação com a editora Record, responsável
pela distribuição comercial das obras, cuja tiragem mínima é de 2 mil
exemplares.
Para participar, os candidatos devem
ter um livro escrito inédito em alguma das categorias. Para concorrer
nas duas, é preciso que tenham obras nunca publicadas de ambas. Neste
caso, as inscrições serão realizadas separadamente.
O
processo seletivo será efetuado pelo site da empresa - desde a
inscrição até o envio da obra - e todos os trabalhos são submetidos à
avaliação de escritores, especialistas em literatura, jornalistas e
críticos literários escolhidos pelo Sesc para compor a banca
examinadoras. Os vencedores serão anunciados em junho de 2017.
No ano passado, o prêmio foi conquistado pela carioca Marta Barcellos, na categoria Conto com o livro Antes que seque, e pela paulista Sheyla Smanioto Macedo, com o romance Desesterro. Entre os escritores revelados em edições anteriores estão Marcos Peres, com O Evangelho segundo Hitler, vencedor do Prêmio SP de Literatura 2014 na categoria estreantes; Alexandre Rodrigues, com a obra Parafilias, finalista do Prêmio Jabuti 2015; e Debora Ferraz, autora de Enquanto Deus não está olhando, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.
“Escrever é fácil: você começa com uma letra Maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca as idéias.” Neruda. "Temos a arte para que a verdade não nos destrua..."; Nietzsche.
Livros: NEUROCOMPUTAÇÃO APLICADA (1998); A VIDA SENTE A SI MESMA (2003); A TERCEIRA MARGEM SEM RIO (2004); MORO DO LADO DE DENTRO (2006); QUASE UM DIA (2006);
NA CURVA DE UM RIO, MUNGUBAS (1ª ed., 2006);
RAIA-ME FUNDO O SONHO TUA FALA (1ª ed., 2007);
MARCOS FREITAS – Micro-Antologia de Rua – Poesia Brasileira Contemporânea nº 44, Ed. Thesaurus, Brasília – DF, 2008; STAUB UND SCHOTTER (RJ, 2008); A REGULAÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS (RJ, 2009); QUE VENHA A SECA (RJ, 2010); URDIDURA DE SONHOS E ASSOMBROS (RJ, 2010); INQUIETUDES DE HORAS E FLORES (português-espanhol; 2011); NA TARDE QUE SE AVIZINHA E OUTROS POEMAS (Emooby Ed.; Portugal, 2012); SENTIMENTO OCEÂNICO (Catrumano, SP, 2015); de arrodeios (2017), Nous sommes son songes (2018) e Lavoura de galáxias e outros poemas / Вспашка галактик и другие поэмы: bilíngue: português e russo (2018); Cem Poemas Escolhidos (2018); Membro da ANE e da UBE.