Thursday, January 07, 2016

I ENCONTRO DE POETAS, ESCRITORES E LEITORES PIAUIENSES





I ENCONTRO DE POETAS, ESCRITORES E LEITORES PIAUIENSES. PERÍODO: 25 e 26 DE FEVEREIRO DE 2016 - TERESINA – PIAUÍ - “A poesia no século XXI e sua contribuição na história da humanidade” O GRUPO ESCRITORES PIAUIENSES NO ÂMBITO REGIONAL PROMOVERÁ O PRIMEIRO ENCONTRO DE POETAS, ESCRITORES E LEITORES, A REALIZAR-SE NO ANO DE DOIS MIL E DEZESSEIS, NOS DIAS 25 E 26 DE FEVEREIRO DO CORRENTE ANO, LOCAL: CENTRO CULTURAL CLUBE DOS DIÁRIOS, RUA ÁLVARO MENDES, S/N CENTRO, CIDADE DE TERESINA – PIAUÍ.

Mais informações: 
 

Livros, dores e delícias da nova safra de escritores piauienses


É um desafio lançar livros no Piauí, atestam Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar, Demétrios Galvão e Fernanda Paz, alguns dos novos escritores do Piauí

Repórter: Jadson Osório 18/05/2015 07h50 - Atualizado em 18/05/2015 12h01
Escrever é uma tarefa solitária, diz uma sentença sem aspas ou autor conhecido. Todos os dias, anonimamente, piauienses (e outros cidadãos no mundo inteiro), produzem histórias que viram contos, crônicas, postagens em redes sociais ou blogs na internet, matérias de jornal, poesias. Algumas delas têm um rumo certo: virar livro. E seduzir, prender atenções, fazer sonhar, provocar encantamento, arrancar sorrisos ou lágrimas de desconhecidos leitores.
Organizar ideias, pensamentos, histórias, versos, parágrafos em um livro não é fácil, nem barato. É um desafio lançar livros no Piauí, atestam Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar, Demétrios Galvão e Fernanda Paz, da nova safra de autores da terra natal de literatas do quilate de O.G Rêgo de Carvalho, Assis Brasil, Da Costa e Silva, Mário Faustino, de uma lista imensa de gênios imortais.
Estes jovens autores conversaram com O Olho e falaram das dores e delícias de ser escritor no Piauí.
Valciãn Calixto lançou um livro este ano seu primeiro livro; Foto: Nataniel Lima
VALCIÃN CALIXTO
Formado em Comunicação Social pela Uespi (Universidade Estadual do Piauí), Valciãn Calixto, 24 anos, canta que o gosto pela literatura começou por volta dos 13, em leituras pontuais na casa da avó. “Eu costumava passar finais de semana na casa de minha falecida vó e tinha uma tia professora, ela possuía bom acervo de paradidáticos como Blackout, O Escaravelho do Diabo, outros, então meus primos mais velhos iam jogar bola, as mulheres da casa dormiam durante a tarde, meu vô jogava baralho até anoitecer com alguns tios e amigos”, relembra.
“O que me restava? Ler os paradidáticos e não só eles, livros de Redação e Gramática também que minha tia costumava usar em sala de aula. Por volta dos treze anos ganhei um caderno cuja capa me impressionou bastante, decidi que iria usá-lo apenas para escrever textos meus”, completa.
De leitor de livros didáticos e paradidáticos da tia, Valciãn tornou-se escritor depois que uma gráfica paulista decidiu publicar um livro seu. “Há uma história anterior à de escritor que é a de leitor e que hoje seguem juntas”, diz o autor de “Reminiscências do caseiro Genival”, obra lançada este ano e que tem como temas condutores, assuntos áridos como câncer, esquizofrenia, racismo, ansiedade, aborto e até suicídio.
“O poeta é movido a fragmentos, pelo menos eu, com o pouco que entendo de produção contemporânea. Tenho interesse pela poesia russa do século XX de nomes como Joseph Brodsky, Serguei Iessienin, nos autores afroamericanos como Maya Angelou e Cheryl Clarke passeando pela poesia portuguesa de Sophia de Mello Breyner Andresen, no poeta peruano César Vallejo. Possuo certo fascínio pela poesia mineira que vai de Murilo Mendes ao Marcelo Diniz e piauiense com Mário Faustino e Nathan Sousa”, diz o poeta sobre suas referencias literárias.
Para Calixto, lançar um livro no Piauí é tão difícil como “gravar um disco, montar uma peça ou um espetáculo de dança”. “Nem por isso Assis Brasil deixou de ser dos grandes autores piauienses premiados Brasil afora, como o Balé de Teresina ou as telas do senhor Nonato Oliveira e ainda as performances e instalações benquistas internacionalmente do Marcelo Evelin. Mais do que dom, vocação ou similares, é preciso, como diria Milton, ter manha sempre”, dialoga Valciãn Calixto, que além de escritor é compositor, guitarrista de uma banda e integrante de um movimento cultural chamado TrisTherezina, do qual já falamos aqui em O Olho.
FERNANDA PAZ
Fernanda Paz é já participou de diversas coletâneas literárias; Foto: Arquivo Pessoal
Os novos escritores piauienses adotaram a produção independente como maneira de facilitar o nascimento de seus filhos, os livros. “É muito comum no nosso estado os escritores lançando seu material de forma independente. Alguns recorrem a editoras de fora que costumam publicar trabalhos de autores iniciantes com um custo menor, como eu fiz. Infelizmente na realidade do nosso estado faltam editoras que acreditem no potencial dos escritores iniciantes, bem como políticas públicas voltadas a essa área”, considera Fernanda Paz, autora de "O Buraco e outras histórias", livro de contos baseados em ocasiões do dia-a-dia.
 “Situações cotidianas ou fictícias podem ser repassadas ao público de forma simples e acessível e qualquer um de nós pode ser um personagem principal cheio de dilemas ou loucuras em uma história qualquer”, defende a escritora, que lançou o livro através de uma editora carioca.
Fernanda conta que começou a participar de publicações em 2012. Por volta do ano de 2009 alimentava semanalmente um blog pessoal (chamado Libélula Paz, hoje extinto) com poesias, contos e reflexões. “Também fazia fanzines que circulavam entre grupos de amigos. Entretanto desde criança sempre criava histórias que eram lidas por amigos e familiares”, comenta.
A jovem escritora já participou de diversas coletâneas e versa entre prosa e poesia. “Me inspiro principalmente nas pessoas ao meu redor, as relações entre pessoas, as ações e pensamentos que nos diferencia tanto e ao mesmo tempo nos iguala uns aos outros”, sintetiza Fernanda Paz.
GABRIELA AGUIAR
“Eu escrevo desde pequena, não sei dizer exatamente quando. Minha melhor forma de expressão sempre foi a escrita. Demonstrava o que estava sentindo através de cartinhas e poemas”, confidencia a escritora Gabriela Aguiar, 22 anos, autora de "Joaquim e Silvia, com amor", um romance  ficcional que trata da falta de comunicação das pessoas e sobre como isso afeta os relacionamentos.
Em sua segunda publicação, que ainda vai ser lançada, a escritora que fala sobre sertanejos que vivem afastados de centros urbanos, sem água, energia e progressos. “É um livro-reportagem, uma abordagem sobre a história dessas pessoas”, resume Gabriela a obra, intitulada "À Beira da Estrada".
“Tudo inspira. Escrever é você olhar para algo que todo mundo vê e enxergar além. É sensibilidade”, discorre a escritora acrescentando que “a maior dificuldade são os custos, lançar um livro não é barato”.
Gabriela Aguiar é autora do romance "Joaquim e Silvia, com amor"; Foto: Arquivo Pessoal
“E a falta de interesse das pessoas com a literatura piauiense também é um agravante, porque as pessoas não se interessam muito em comprar livros de autores piauienses, elas não valorizam, nem se interessam muito em ir atrás pra saber do que se trata a história”, prossegue a escritora.
Gabriela Aguiar, que é jornalista, conta que escreve mais por paixão “do que qualquer outra coisa”.  “Muita gente reclama dos preços também, as pessoas não sabem que lançar livro aqui quase não se tem lucro, o dinheiro das vendas é basicamente para pagar o que foi gasto com a publicação. O Piauí tem muita gente boa e muita gente que escreve bem. Vários livros são lançados por ano, mas poucas pessoas ficam sabendo”, assinala.
DEMÉTRIOS GALVÃO
“Fugindo do espaço escolar, encontrei as bibliotecas públicas do centro da cidade – Biblioteca Abdias Neves, Cromwell de carvalho, SESC Av. Maranhão, Casa da Cultura”, narra o escritor Demétrios Galvão sobre o nascimento de seu interesse pela literatura.
“Nesse primeiro momento, foi o instante de descobertas profundas e de mergulho no campo de possibilidades criativas e sensíveis, que não haviam sido me ensinadas na escola”, acrescenta ele, que ingressou na literatura há 15 anos, lançando poemas em fanzines e livretos que ele mesmo produzia.
Demétrios Galvão já tem quatro livros publicados e uma produção intensa; Foto: Arquivo Pessoal
Seu primeiro livro, ainda que meio caseiro/artesanal, foi lançado 2001 e intitulado “Cavalo de Tróia”. “Em 2002, participei de um concurso literário, fiquei em terceiro lugar e tive o livro “Fractais Semióticos” publicado pela Fundac (Fundação Cultural do Piauí) em 2005, em um volume juntamente com os autores que ficaram em primeiro e segundo lugar”, relembra Demétrios Galvão, poeta, mestre em história, professor universitário e coeditor da revista Acrobata.
No decorrer de 2011, Demétrios lançou o livro “Insólito”, em parceria com a  editora de um amigo poeta e editor de Fortaleza/CE. Ano passado, agora em parceria uma editora paulista, o autor lançou outro volume. “Paguei o livro, mas dividindo as despesas com o editor”, comenta Galvão.
“Para publicar não existe receita pronta. É preciso experimentar, buscar alternativas e não se sujeitar às limitações. Hoje cada vez mais temos opções e editoras independentes abrindo espaços para jovens escritores. O cenário de hoje é bem melhor e mas amplo, do que o de 10 ou 15 anos atrás, quando comecei a escrever”, pondera o escritor, que já pode ser considerado experiente universo editorial.
Demétrios Galvão avalia que as ausências de um circuito editorial aberto e de um público consumidor que sustente o circuito de publicações são as maiores dificuldades enfrentadas por quem pretende se lançar no mercado. “Também não temos um jornalismo cultural e críticos que façam resenhas e comentários do que está sendo publicado. Quando muito, aparece alguém para fazer críticas destrutivas. Mas penso, que aos poucos, nosso cenário está melhorando”, critica o autor de Bifurcações, lançado ano passado.
Demétrios Galvão, Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar e Fernanda Paz são apenas quatro representantes da nova leva de autores que oxigena o universo literário no Piauí, terra de conhecidos e anônimos contadores de história.

Fonte: http://noticias.oolho.com.br/noticia/livros-dores-e-delicias-da-nova-safra-de-escritores-piauienses

Wednesday, January 06, 2016

"O Nobre Deputado", de Márlon Reis



Em "O Nobre Deputado", Márlon Reis apresenta os resultados de uma pesquisa inédita: conseguiu ouvir pessoas que participam dos meandros da política sobre como se define a eleição de um deputado federal ou estadual. Para que isso fosse possível, foi necessário lhes assegurar o mais absoluto anonimato.
O resultado da pesquisa não é apresentado de forma acadêmica, nem enfadonha. A história foi construída baseada em um personagem fictício, chamado de Cândido Peçanha, que encarna ele próprio as condutas descritas nos depoimentos reais colhidos por Márlon Reis.

http://www.onobredeputado.com.br/


Tuesday, January 05, 2016

Prêmio Sesc de Literatura recebe obras para concorrer a patrocínio

A premiação vai escolher duas obras nas categorias romance e conto para serem publicadas pela editora Record

postado em 04/01/2016 18:27 / atualizado em 04/01/2016 18:50 

O Prêmio Sesc de Literatura está com inscrições abertas até 12 de fevereiro e visa incentivar as produções literárias nacionais a partir da valorização de novos escritores.

O programa, de edição anual, seleciona dois autores nas categorias conto e romance para assinar um contrato de publicação com a editora Record, responsável pela distribuição comercial das obras, cuja tiragem mínima é de 2 mil exemplares. 
Para participar, os candidatos devem ter um livro escrito inédito em alguma das categorias. Para concorrer nas duas, é preciso que tenham obras nunca publicadas de ambas. Neste caso, as inscrições serão realizadas separadamente. 

O processo seletivo será efetuado pelo site da empresa - desde a inscrição até o envio da obra - e todos os trabalhos são submetidos à avaliação de escritores, especialistas em literatura, jornalistas e críticos literários escolhidos pelo Sesc para compor a banca examinadoras. Os vencedores serão anunciados em junho de 2017.

No ano passado, o prêmio foi conquistado pela carioca Marta Barcellos, na categoria Conto com o livro Antes que seque, e pela paulista Sheyla Smanioto Macedo, com o romance Desesterro. Entre os escritores revelados em edições anteriores estão Marcos Peres, com O Evangelho segundo Hitler, vencedor do Prêmio SP de Literatura 2014 na categoria estreantes; Alexandre Rodrigues, com a obra Parafilias, finalista do Prêmio Jabuti 2015; e Debora Ferraz, autora de Enquanto Deus não está olhando, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.
Acesse o edital em www.sesc.com.br/premiosesc

Tuesday, December 15, 2015

descadernobrasília, de Nicolas Behr


Francisco K lança livro de poesias hoje no Senhoritas Café

Poemas compõem livro inventivo e arriscado com temas ligados à política e estranhamento

postado em 15/12/2015
Vanessa Aquino
No mês que completa 25 anos da estreia com o livro Aresta/ Hagoromo, o poeta Francisco K lança o sétimo livro, Error, hoje, no Senhoritas Café, às 19h. A nova publicação apresenta três poemas — textos estranhos, segundo o autor — e difíceis de classificar: “Erros, Sublevação e Samba”.

A obra é continuidade de uma tendência recorrente em livros de Francisco K, que é a dos poemas como-que-longos — a exemplo de textos como “Hagoromo”, “Pierrô alunicado” e “Poesia aporia”. Error é, de acordo com o poeta, a descida aos infernos em um plano sequência fragmentário “ou simples caminhada”.

Em “Sublevação”, Francisco consultou os manuais de Marighela e outros cadernos para trazer à tona um lado diferente da guerrilha. Já o poema “Samba” traz uma épica e marcante problemática, que é a radicalização do método de colagem e, nesse contexto criativo, a inspiração vem de Joaquim de Sousândrade, Walter Benjamim, S.M. Eisenstein, de pós-tropicalistas e de Jean-Luc Godard.

“Error é, sem dúvida, o livro mais inventivo e arriscado, potencialização da poesia do estranhamento. Profundamente metalinguístico, cinematográfico e político. (…) Essa obra exige de nós uma leitura atenta e experimental”, diz Lurya Nascimento no prefácio.

Francisco explica que a política é um tema que une os poemas, mas aparece mais como uma problematização. A forma inventiva dos versos também seria uma singularidade e um ponto de aglutinação.
“Existe o conceito de invenção, um texto que foge do gênero desconhecido. Teria um pouco essa pretensão.

O apelo visual existe, mas não é o tema central. Acho que é um livro que segue um caminho que não é o da poesia concreta. Nunca me senti pertencente a essa corrente”, comenta. “Meus poemas vão para um terreno que não é o da poesia concreta. O que faço, de certa forma, é brincar com essa ideia. Trabalhar com essa ideia de épica desconstrutiva”, completa, ao concluir que, no primeiro livro, ficaram latentes vários caminhos que se desdobraram depois. “É um livro que tem muita diversidade de caminhos e elementos da invenção. Não acredito no novo absoluto.”

Serviço:
Error
De Francisco K. Siglaviva, 80 páginas. hoje, às 19h.
Senhoritas Café - CLN 408, bloco E, lojas 42/52 | Asa Norte. Entrada franca. Valor do livro: R$ 25.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2015/12/15/interna_diversao_arte,510643/francisco-k-lanca-livro-de-poesias-hoje-no-senhoritas-cafe.shtml

Wednesday, December 09, 2015

Brasilia em [POESIA] em Brasilia

Silviano Santiago vence o Prêmio Oceanos com o livro 'Mil Rosas Roubadas'


VENCEDORES

1º lugar
Mil Rosas Roubadas, de Silviano Santiago
2º lugar
Por Escrito, de Elvira Vigna
3º lugar
A Primeira História do Mundo, de Alberto Mussa
4º lugar 
Saccola de Feira, de Glauco Mattoso


Concorreram na última etapa os seguintes livros: A Calma Dos Dias, de Rodrigo Naves (Companhia das Letras); A Desumanização, de Valter Hugo Mãe (Cosac Naify); Dez Centímetros Acima Do Chão, de Flavio Cafieiro (Cosac Naify); O Homem-Mulher, de Sérgio Sant'Anna (Companhia das Letras); Ondas Curtas, de Alcides Villaça; O Irmão Alemão, de Chico Buarque (Companhia das Letras); Querer Falar, de Luci Collin (7 Letras); Tempo De Espalhar Pedras, de Estevão Azevedo (Cosac Naify); Totem, de André Valias; e Um Teste de Resistores, de Marilia Garcia (7 Letras).
O júri final foi formado por Eduardo Sterzi, Eliane Robert Moraes, Eneida Maria de Souza, Ítalo Moriconi, Josélia Aguiar, Luiz Costa Lima, Regina Zilberman e Sergio Alcides. Os curadores são Noemi Jaffe, Rodrigo Lacerda e Selma Caetano. No total, 598 obras foram inscritas nesta edição do prêmio.

Fonte: http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,silviano-santiago-vence-o-premio-oceanos-com-o-livro-mil-rosas-roubadas,10000004278


Poemas de Marcos Freitas



INDO sou / na medida do perecível / o incompreendido / que sou / sou / e sou /sol sino sonoro som / sau- / dade / gota vento brisa / casa / copa / capela /pelas ruas sem-fim / assim / como sou /vou

marcos freitas. Do livro "A Vida Sente a Si Mesma", 2003.

POESIA a poesia / é o diálogo da vida / em forma de poema / e meus poemas / são lágrimas / de alegria e tristeza / em gozo pleno

marcos freitas. Do livro "A Terceira Margem Sem Rio", 2004.

FOTO TABOCA quem não deixou / sua alma aprisionada / em 3X4 / no lambe-lambe / do Seu Chiquinho / na Praça da Bandeira?

marcos freitas. Do livro "Moro do Lado de Dentro", 2006.

FINA LAVRA ante tua reboante beleza / meus atalhos e palavras: /
rebotalho de terras lavradas

marcos freitas. Do livro "Quase um dia", 2006.

NECTÁRIO faço circular / minha seiva abundante - / qual a de um
parenquimático arvoredo - / (cromoplastas lembranças) / e de meu ápice caulinar / dou origem ao floema, ao xilema / e ao poema

marcos freitas. Do livro "na curva de um rio, mungubas", CBJE, 2006.

Monday, December 07, 2015

Jessé Souza lança o livro 'A tolice da inteligência brasileira'


Sociólogo rebate teorias de Sérgio Buarque de Hollanda, Fernando Henrique Cardoso e Marcelo Neri

Na terça-feira (8/12), às 18h30, o sociólogo Jessé Souza, atual presidente do Ipea, lança seu livro A tolice da inteligência brasileira, na Livraria do Chico, na UnB (Campus Darcy Ribeiro, Asa Norte). 

Jessé Souza, nascido no Rio Grande do Norte, graduado em direito na Universidade de Brasília, com doutorado na Alemanha e pós-doutorado nos Estados Unidos, ele faz análises sobre a atual situação política brasileira, os protestos desde 2013, as diferenças de classes e a inteligência no Brasil, além de rebater teorias de sociólogicos e economistas da atualidade como Marcelo Neri, Sérgio Buarque de Hollanda e Fernando Henrique Cardoso. 



LENINE - Quede Água?

O nome nômade, de Angélica Torres Lima

























ANGÉLICA TORRES LIMA
O nome nômade

isbn 978-85-421-0380-9
108 páginas | Poesia

Os poemas de Angélica Torres Lima são inconfundíveis. Em O nome nômade, os versos percorrem o mundo e testemunham múltiplos contrastes. A poeta e professora de literatura Astrid Cabral comenta: “A boa poesia me comove. Toca a medula da alma. O livro de Angélica, cuja palavra nômade percorre os mais diversos campos temáticos, me comoveu profundamente e deixou- me feliz por sentir que ela voou mais alto no ‘arremesso da mensagem’. Tanto os poemas cósmicos, quanto os meta poéticos, existenciais, feministas e antirracistas são belos e originais. Trazem a força daquela ‘sanha titânica’ que alvoroça o ser da poeta e a consciente elaboração artística.”

O também poeta Alberto Bresciani assinala ser " uma poesia única em extensão e versatilidade. Encanto, sedução, urbe, a geografa, a mulher convocando outras mulheres que sabem os nós da vida, stabat mater dolorosa, 'bruta voz' quando necessário são os componentes do seu novo livro".

Angélica Torres, poeta, jornalista e editora, publicou Sindicato de estudantes (1986), Solares (1988), Paleolírica (2000), O poema quer ser útil (2006), Luzidianas (2010), além de Koikwa, um buraco no céu (1999) e da antologia Tributo ao Poeta (org. 2010). Tem poemas publicados em revistas,
antologias, blogs e portais de poesia.

Lançamento em Brasília -7 de dezembro, segunda-feira, a partir de 19h, no Carpe Diem/104S

Wednesday, November 18, 2015

'Mostra itinerante de Poesia falada' vai a Brazlândia


 No dia 20 de novembro a Mostra itinerante de Poesia falada vai a Brazlândia. Os poetas Vicente Sá, Chico Nogueira, Ádyla Maciel e Vanderlei Costa vão se apresentar no  Instituto Santa Isabel, às 10h, para mostrar a beleza da literatura brasileira.

Com o objetivo de levar a arte para lugares de pouco acesso a cultura, a mostra percorre diferentes cantos do Distrito Federal com saraus de poetas brasilienses.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2015/11/18/interna_diversao_arte,507054/mostra-itinerante-de-poesia-falada-vai-a-brazlandia.shtml