Wednesday, January 09, 2013

O mundo editorial alternativo se une e se consolida na Argentina

Inter Press Service - Reportagens
09/1/2013 - 09h57

 por Marcela Valente, da IPS
revistas O mundo editorial alternativo se une e se consolida na Argentina

Buenos Aires, Argentina, 9/1/2013 – Sustentadas por editores e leitores convencidos de que outra comunicação é possível, as revistas independentes crescem e se fortalecem na Argentina, optando por um enfoque diferenciado dos grandes meios em coberturas políticas, da vida cultural e na defesa de direitos diversos. À sombra de mais de 450 revistas pertencentes a 40 grandes consórcios editoriais, vários deles multimídias, circulam na Argentina outras 241 publicações dedicadas a literatura, filosofia, cinema, humor, discussão ideológica e partidária, história, música, artes visuais, artes cênicas, desenho ou gênero.
Não se trata de empreendimentos vocacionais, que progridem nos tempos livres do editor, mas de um setor econômico pujante, com um número total estimado de 1,4 milhão de leitores mensais, que dá emprego a pequenas gráficas de todo o país. Publicações como Barcelona, THC, Alternativa Teatral, El Ojo del Músico, Haciendo Cine, La Garganta Poderosa, Clítoris, El Teje e Diario de Poesia são apenas uma pequena mostra da diversidade da oferta.
Não recebem subsídios estatais ou do mundo empresarial e têm pouca publicidade. Praticamente vivem da venda de cada exemplar, um recurso esquecido pelas revistas comerciais, transformadas em catálogos publicitários que se contentam em se exibirem ou apenas circular entre o público leitor. Desde 2011, a grande maioria destes meios está unida na Associação de Revistas Culturais Independentes da Argentina (Arecia) e reclamam a discussão de um projeto de lei que contribua para fortalecê-los como um setor sem fim lucrativo, mas sustentável.
“O propósito da entidade é mostrar que somos um setor economicamente ativo, que oferece condições dignas de emprego, que vive da venda e paga em dinheiro”, disse à IPS a jornalista Claudia Acuña, presidente da Arecia. Ela é editora da revista independente Mu, nascida no calor da crise econômico-social do final de 2001 no contexto da cooperativa La Vaca, que hoje leva adiante outros projetos de comunicação alternativa.
A cooperativa também realiza cursos de capacitação em projetos de autogestão, um serviço que não consta do curso de formação de jornalistas e que, segundo Acuña, representa um vazio na grade curricular. Um censo realizado pela Arecia, em outubro do ano passado, mostra que existem na Argentina 241 revistas culturais independentes, 95% delas publicadas em papel e as restantes só na internet. O fenômeno não está restrito a Buenos Aires, tanto que 48% das publicações surgiram no interior do país e respondem a interesses locais.
Os editores reunidos na Arecia conseguiram assinar convênios com o serviço de correio para a distribuição e resistiram a múltiplas tentativas das revistas comerciais para eliminá-los dos canais de distribuição e venda, estabelecendo novos custos. Acosta apontou, particularmente, o grupo empresarial Clarín e também o La Nación. Entre ambos se concentra 60% do mercado gráfico, afirmou, além de serem donos de redes de distribuição e pontos de venda.
“Há pouquíssima concentração e as revistas comerciais já não vendem exemplares. Vivem da pauta publicitária oficial e privada. São quase catálogos de anúncios que ganham apenas com sua exibição, embora não sejam vendidos”, explicou Acuña. “Esse setor foi perdendo credibilidade junto aos leitores. Eles próprios admitem isso. Por outro lado, nós temos um mercado sustentado pelos leitores, um mercado disperso, de muitos títulos. Somos algo diferente e estamos crescendo”, assegurou.
No contexto deste debate, a presidente da Arecia acredita que contar com uma lei pode ajudar a fortalecer projetos e fazer surgirem novos. “Não queremos tratamento especial, mas igualdade de tratamento, sem discriminações”, a iniciativa, que começaria a ser discutida em março, pede benefícios na área de impostos, melhor acesso a financiamento, bonificação de taxas de juros e cota do Estado para compras destinadas às mais de três mil bibliotecas públicas do país.
Em seus fundamentos o projeto afirma que uma nova lei serviria para saldar a dívida que tem com o setor a Lei de Serviços Audiovisuais, sancionada em 2008, cuja aplicação encontra resistência no grupo Clarín, por meio de manobras perante a justiça. A lei democratiza espaços na televisão e no rádio, “mas omite as publicações impressas e via internet, independentes e autogeridas, sem as quais essa lei não teria contado com canais de debate e difusão”, reclamam esses editores.
O texto afirma que fortalecer essas revistas é um modo de “lutar contra a monopolização, não apenas de produtos, mas de conteúdo”, e também é uma maneira de “consagrar socialmente a ideia de que outra comunicação é possível. Uma comunicação que não incentive a competição, mas a sobrevivência de diferentes modos de sentir e expressar a vida”. Envolverde/IPS
(IPS)
 

Projeto Cultural Brasília de Todos os Cantos - Aberto o edital para Artistas locais em Ceilândia e Varjão


Está aberto o edital de chamamento do projeto cultural Brasília de Todos os Cantos. A partir desta quinta-feira (20) os artistas de Brazlândia, Ceilândia e Varjão podem se inscrever para participar das próximas edições do evento, que ocorrerão nas respectivas cidades. Essa é uma excelente oportunidade para aqueles que estão começando a carreira. Em cada região, haverá três vagas para artistas de qualquer modalidade – Música, Dança, Teatro, Stand-Up, Circo, etc. Além disso, os escolhidos receberão uma ajuda de custo no valor de R$ 100 e receberão o material para a confecção do portfólio, como flyers, fotografias profissionais e vídeos.
Para se inscrever basta preencher a ficha e encaminhá-la por e-mail para o endereço produção.btc@gmail.com. É preciso enviar também, junto à ficha de inscrição, comprovante de residência (de pelo menos um dos integrantes do grupo), cópia do RG e CPF do representante, fotos, áudios ou vídeos da atuação artística. As inscrições dos artistas de Brazlândia devem ser encaminhadas até o dia 5 de janeiro de 2013. Já para Ceilândia e Varjão o prazo é até o dia 10. Lembrando que é pré-requisito que pelo menos um dos integrantes more nas cidades onde as próximas edições do evento serão realizadas.
 
O Brasília de Todos os Cantos é uma iniciativa artistas independentes do Distrito Federal. Eles se uniram para fomentar a cultura na capital do Brasil e levar diversão e arte para as regiões administrativas. Participam da primeira edição da coletânea: Jazahu, Ciclone na Muringa, Casacasta, Vassoura Elétrica, Beladita Maldona, e Alínea 11, artistas com presença garantida em todos os eventos. Esse projeto tem apoio do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal

Baixe os Editais:

Edital BTC Ceilândia

Edital BTC Varjão

FICHA DE INSCRIÇÃO
Prazos de inscrição:
Ceilândia: 10 de janeiro. O evento será realizado nos dias 16 e 17 de fevereiro na Feira Central.
Varjão: 10 de janeiro. O evento será realizado nos dias 23 e 24 de fevereiro, no Galpão de Cultura.
Documentos para inscrição:
Ficha de inscrição
Comprovante de residência (de pelo menos um dos integrantes do grupo)
Cópia do RG e CPF do representante
Fotos, áudios ou vídeos da atuação artística
 
Enviar para o e-mail: producao.btc@gmail.com
Contato: 8445-8199/9664-5385
 
 
Projeto Brasília de Todos os Cantos abre edital para próximas edições
Publicação: 08/01/2013 14:32Atualização:
 
O projeto cultural Brasília de Todos os Cantos abriu o edital para as próximas edições do evento. Podem se inscrever artistas de Ceilândia e do Varjão, que são as duas regiões administrativas do Distrito Federal que vão receber as próximas edições do projeto.

Ao todo são três vagas para artistas das modalidades de música, dança, teatro, stand-up, circo, entre outros. Os selecionados receberão uma ajuda de custo de R$ 100 e terão direito material de divulgação com três fotos e um registro audivisual em DVD.

Para se inscrever basta preencher a ficha de inscrição e enviar por e-mail para o endereço producao.btc@gmail.com. É preciso enviar também comprovante de residência, cópia do RG e CPF do representante, fotos, áudios ou vídeos da atuação artística. O prazo para as inscrições é até 10 de janeiro. Mais informações no telefone: 3368-7786 e 8641-7786. Ou pelo site: www.brasiliadetodososcantos.blogspot.com.br.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/01/08/interna_diversao_arte,343027/projeto-brasilia-de-todos-os-cantos-abre-edital-para-proximas-edicoes.shtml


 

Matriz Energética

08/1/2013 - 10h30

Uruguai planeja ter 90% de sua matriz energética composta por renováveis até 2015



por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil
energetica Uruguai planeja ter 90% de sua matriz energética composta por renováveis até 2015

O presidente uruguaio, José Mujica, está comprometido em atingir uma de suas promessas: tornar o país um exemplo mundial em energias limpas. Para isso, pretender transformar o Uruguai na nação que mais utiliza fontes eólicas no planeta.
De acordo com os planos do governo, já em 2015 será possível chegar a 90% da matriz energética sendo formada por renováveis. Desse total, 45% seria composto por hidroeletricidade, 30% por eólicas e 15% por biomassa.
Se realmente alcançar um terço de sua geração através dos ventos, o Uruguai ultrapassará a Dinamarca (26%) como lar da maior produção eólica relativa ao percentual total da geração nacional.
Para chegar a esse objetivo, será preciso aumentar a capacidade instalada eólica dos atuais 50MW para mais de 1GW em apenas dois anos e gastar cerca de US$ 7 bilhões em melhorias na infraestrutura energética.
Os investimentos já teriam começado e a estatal UTE assinou contratos com 20 novas fazendas eólicas privadas que estão em construção.
A intenção do governo é também limitar o uso de hidroelétricas, que não estão gerando a energia prometida por causa da escassez de água em seus reservatórios, um dos reflexos da forte estiagem que atingiu o Uruguai. Em 2012, o país teve que importar energia da Argentina ao custo de US$ 400 por megawatt hora (MWh).
* Publicado originalmente no site CarbonoBrasil.


08/1/2013 - 10h22


Com baixa nos reservatórios, quase 25% da energia consumida no país vêm de termelétricas



por Nielmar de Oliveira, da Agência Brasil
usinas Com baixa nos reservatórios, quase 25% da energia consumida no país vêm de termelétricas
Usina termelétrica. Foto: Divulgação/Intermet

Rio de Janeiro – O nível abaixo do normal na maioria dos reservatórios do país faz com que quase um quarto da energia distribuída pelo Sistema Interligado Nacional (SIN) e consumida em todo o país seja proveniente de usinas termelétricas. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), pelo menos 60 usinas termelétricas estão despachando energia, por meio do SIN, de todas os tipos de fontes: eólica, a carvão, a óleo diesel e combustível, nuclear e a gás natural.
De acordo com o ONS, o despacho térmico atualmente chega a 12,9 mil megawatts (MW), o equivalente a 24% da demanda total do país. A Eletronuclear informou à Agência Brasil que, das duas usinas nucleares operadas pela subsidiária da Eletrobras, a única que está operando no momento é a de Angra 2, que está despachando para o SIN 1.356 MW, 6 MW acima da sua capacidade – que é gerar 1.350 MW.
Angra 1, a primeira das nucleares produzidas no país, e que tem capacidade de geração de 640 MW, deixou de fornecer energia ao Sistema Interligado Nacional nesse sábado (5), quando foi desligada para a troca da tampa do reator – componente importante do circuito primário de uma usina nuclear – e o reabastecimento de combustível.
A Eletronuclear explicou que a parada programada ocorreu “em comum acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e tem previsão de duração de 56 dias”. A tampa faz o fechamento do reator (que contém os elementos combustíveis), sendo uma das barreiras contra a liberação de radiação para o exterior.
O ONS admitiu que os níveis dos reservatórios estão abaixo do normal e que no subsistema Sudeste/Centro Oeste o nível dos reservatórios das hidrelétricas é hoje de 28,9 – o mais baixo para os meses de janeiro dos últimos 12 anos – menor do que o verificado no mesmo mês de 2001, quando houve o último racionamento de energia elétrica no país.
Em todos os subsistemas, o nível dos reservatórios está abaixo ou próximo da Curva de Aversão ao Risco (CAR). No Nordeste, o nível dos reservatórios está em 30,96%; na Região Norte, em 40,48%; e no Sul, em 40,39%.
O ONS informou também que o assunto será discutido amanhã (9) na reunião do Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) No encontro também será analisada a situação energética do país. Presidida pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a reunião contará com representantes do próprio ONS, da Agência Nacional do Petróleo, Gás natural e Biocombustíveis (ANP), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), da Câmara de Compensação de Energia Elétrica (CCEE), da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (Cepel).
Procurada pelo Agência Brasil, a Petrobras informou, em nota, que, do total do despacho termelétrico do Sistema Interligado Nacional, previsto para esta semana, cerca de 8,1 gigawatts (GW) serão produzidos em usinas a gás natural, dos quais 5,3 GW em usinas sob controle da estatal.
A nota diz ainda que, além da geração nas usinas a gás natural, a Petrobras deverá fornecer 0,5 GW provenientes de usinas a óleo.
* Edição: Talita Cavalcante.
** Publicado originalmente no site Agência Brasil.

Monday, January 07, 2013

Obras de Marcos Freitas


Literárias


 
Científicas


 

NA TARDE QUE SE AVIZINHA E OUTROS POEMAS

 

SELETA POÉTICA

Formato: ePub
Autor: FREITAS, MARCOS
Idioma: PORTUGUES
Editora: EMOOBY EBOOK
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA - POESIA


http://www.livrariacultura.com.br/Produto/E-BOOK/NA-TARDE-QUE-SE-AVIZINHA-E-OUTROS-POEMAS/17564388
 


O livro 'Na tarde que se avizinha e outros poemas” enfeixa uma seleção de poemas dos seis primeiros livros de poesia do autor , a saber: 'Raia-me Fundo o Sonho tua Fala', 'Na Curva de um Rio, Mungubas', 'Quase um Dia', 'Moro do Lado de Dentro', 'A Terceira Margem do Rio' e 'A Vida Sente a Si Mesma'. A Antologia segue a divisão por livros e obedece a ordem cronológica inversa, do mais recente ao mais antigo. Com ilustração da capa da artista curitibana Manoela Afonso, a obra reúne poemas autobiográficos, de cenas cotidianas, de meditações sobre o tempo e a finitude da vida.

Onde comprar:

http://www.amazon.com/avizinha-outros-Portuguese-Edition-ebook/dp/B007TLW9PM/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1334330041&sr=1-1

http://itunes.apple.com/pt/book/na-tarde-que-se-avizinha-e/id518346323?mt=11

Grupos se organizam para fazer e cuidar de hortas em praças de SP

06/01/2013 - 03h00
 
REGIANE TEIXEIRA
DE SÃO PAULO
Todos os dias, a caminho do trabalho, o advogado Luciano Santos, 54, diminui o passo quando se aproxima da praça do Ciclista, no final da avenida Paulista, região central. De terno, examina o verde ao centro da praça para ver se há algo que possa danificar os pés de alecrim, couve, manjericão, milho e tomate plantados ali.

Desde outubro, um grupo formado por ciclistas e entusiastas da agricultura urbana organiza o plantio de hortaliças no local. Depois de fazer com que a praça se tornasse ponto de encontro das "bikes", eles tiveram a ideia de ocupar o terreno com verduras. "O lugar estava malcuidado e isso [a horta] representa a apropriação do espaço pelos cidadãos", diz Luciano.

Plantio Urbano

Peu Robles/Folhapress
 
 
Claudia Visoni faz parte de grupos que cuidas da horta na avenida Paulista, região central, e na praça das Corujas, na Vila Madalena, região oeste
Além da Paulista, há outras hortas em praças da cidade. Apesar da organização de gente que se reveza para cuidar dos espaços, qualquer um pode colher os alimentos e ajudar a regar. A iniciativa surgiu na internet com a comunidade Hortelões Urbanos (http://on.fb.me/horteloesurbano ) no Facebook, de 2011, para promover a troca de dados sobre jardinagem. Hoje, são cerca de 2.000 membros.
Além da ocupação do espaço público, a chamada agricultura urbana pode ter objetivos variados, como fornecer alimentos sem agrotóxico, fortalecer os laços entre vizinhos e incentivar a educação ambiental.
Foi a partir do encontro virtual que a ideia começou a ser plantada em julho na Vila Madalena, zona oeste. Um grupo de moradores colocou as mãos na terra para viabilizar a horta na praça Dolores Ibarruri, também conhecida como praça das Corujas.

PARTICIPAÇÃO DA PREFEITURA
Diferentemente do grupo da Paulista, antes de começar a trabalhar eles procuraram a Subprefeitura de Pinheiros para saber como utilizar o espaço. "Já éramos um grupo que cuidava da manutenção da praça e, quando procuramos o subprefeito, ele sabia disso", conta a administradora de empresas Madalena Buzzo, 51.
A subprefeitura mandou uma agrônoma avaliar o terreno e cedeu terra e funcionários para fazer uma cerca. "Eles não nos ensinaram a plantar, mas forneceram uma infraestrutura que não poderíamos bancar", diz.
Segundo a prefeitura, os interessados em cultivar em espaço público devem procurar a subprefeitura local para obter orientações sobre onde, o quê e como plantar. As instruções vão desde a altura das cercas até a proibição de invadir outros espaços, como áreas para brinquedos.
"Se um abacate cai na cabeça de alguém, por exemplo, é responsabilidade da prefeitura", afirma Madalena. A educadora Flávia Aidar já tinha visto a movimentação no local, mas nunca se envolveu com a horta. Num final de semana, porém, recorreu a ela -preparava uma receita com tomilho, mas estava sem o tempero. "Parece coisa de cidade do interior. Não estamos acostumados com o coletivo."
Perto dali, outro plantio colore a praça Maria Noeli Carly Lacerda. "Aqui a horta é algo que ajuda o público da terceira idade a manter uma atividade e uma vida mais saudável", conta a arquiteta Susana Prizendt, 38.
Mesmo expostas, as hortas têm sido preservadas. "Até hoje não houve depredação", diz a jornalista Claudia Visoni, 46, que cuida das plantações da Paulista e da praça das Corujas.
Na zona leste, 21 hortas vão além do uso do espaço público. Elas geram renda para famílias da periferia por meio da ONG Cidades Sem Fome (http://cidadessemfome.org ). A ideia começou em 2004 pelas mãos do gaúcho Hans Dieter Temp, 48.
Para ele, é possível plantar em qualquer local retirando o entulho e recuperando o solo. "As hortas são oásis verdes dentro de regiões que estão degradadas", afirma.

COMO FAZER HORTA NA CIDADE
1. Forme um grupo que se comprometa com a manutenção da horta. Procure a subprefeitura do bairro para obter orientações de como e onde plantar
2. Delimite o local (os canteiros devem ter no máximo 1,20 m de largura) e, com uma enxada, revolva a terra para retirar raízes, grama e pedrinhas
3. Espalhe adubo -um ou dois baldes para cada metro quadrado
4. Cubra o canteiro com mais de 10 cm de espessura de material seco (palha, folhas ou grama). Deixe a terra descansar 15 dias, regando de vez em quando
5. É hora de plantar: temperos são boa opção para começar. Siga as instruções que vêm com as sementes
6. Para regar, prefira o início da manhã e o fim da tarde. A terra deve estar fofa. Se ficar dura, veja se está faltando água ou se a matéria seca precisa de reforço
Fontes: Claudia Visoni e Madalena Buzzo, integrantes do grupo Hortelões Urbanos

Nara Leão Cli-Clê-Clô

Poema de Nara Leão musicado por Fagner e Fausto Nilo, para o disco Romance Popular de 1981. O título da música faz referência ao trio Climério, Clesio e Clodo

Revelação - Clodo, Climério e Clésio

São Piauí: Clodo, Climério e Clésio

Friday, January 04, 2013

Estudante de 10 anos lança livro de poesias em Teresina


Qua, 19-12-2012 ás 17:11:00

O pequeno livro também será utilizado para o incentivo a leitura dentro da própria escola

Um talento revelado nas carteiras de uma escola pública de Teresina, Francisco Anderson, tem apenas 10 anos e lançou hoje (19) seu primeiro livro de poesias. Apaixonado pela leitura e escrita, o estudante do 5º ano da Escola Municipal Benjamim Soares de Carvalho contou com o apoio de uma professora para realizar seu sonho de publicar as melhores produções e nomear a obra de "Poesia pra cá, poesia pra lá".


A professora Gerdany Carvalho, que auxiliou na revisão, ilustração e organização do livro, conta que a proposta veio do próprio garoto, com o sonho de ser um escritor. "Certo dia ele me mostrou um caderninho cheio de poesias, fiquei impressionada com a qualidade dos textos, principalmente porque são bem realistas, falam da família, amigos e do lugar onde mora. Decidi embarcar neste sonho e comecei a estimular essa visão diferenciada que ele tem do mundo", revela.

Segundo a professora, o pequeno livro também será utilizado para o incentivo a leitura dentro da própria escola, estando disponível na "Banca da Pracinha", um espaço montado na escola com diversos livros e revistas para uso das crianças.

"Adoro atividades com produção de texto, parece que vejo poesia em tudo", brinca o menino. O livro começou a ser escrito há 2 anos e reúne 11 poesias escritas e escolhidas por Anderson, que é fã de poetas como Casimiro de Abreu e Cecília Meireles. "Leio muitos livros, converso sobre poesia. Lançar esse livro, que comecei a escrever com 8 anos, é um sonho realizado", finaliza, tímido.


Genivaldo Catão Torquato lança o primeiro livro de poemas aos 83 anos


Publicação: 04/01/2013 08:09 Atualização:

 (Ed Alves/CB/D.A Press)

Aos 83 anos, o escritor Genivaldo Catão Torquato não deixa dúvidas: “A cabeça tá muito boa”, como ele referenda. Melhor ainda fica a satisfação, pelo primeiro livro publicado, Espelho d’alma, que, com lançamento em Fortaleza, rendeu a venda de 250 livros. Integrante da Academia Leonística de Cultura no Ceará, Torquato, seguindo um admirado ditado chinês (em torno de não perder oportunidades), casou a impressão de mil exemplares com obras sociais do Lions Clube, em consonância com preceitos religiosos demarcados pela leitura da obra. Desde os 17 anos, o paraibano de Campina Grande — motivado pela “paixonite dos 16 anos, daquela época em que era proibido pegar na mão” — fundou as bases poéticas percebidas em Espelho d’alma.

Folhas e mais folhas de papel, unidas pelo desejo de poetizar, foram objeto de realização para o autor, também coronel reformado do Exército Brasileiro. Autodidata, ele conta que todas “as fotos, alegorias e imagens” das 120 páginas do livro foram “esmaecidas” por ele mesmo, com uso de programas de computador. “Por toda minha vida, minhas principais funções foram ligadas à inteligência”, ressalta o ex-integrante da Escola Nacional de Informações, em meados dos anos de 1970, que também colaborou com crônicas para o Diário do Nordeste (Fortaleza). Há oito anos morador de Brasília (pela quarta vez), Torquato, vale lembrar, teve publicado no Correio o indignado texto batizado de Vergonha de ser brasileiro. “Mandei pro jornal, na seção de Carta do Leitor, contra o desmando e a esculhambação do governo. Também encaminhei a indignação ao Supremo Tribunal Federal e a todos os deputados e senadores”, conta, ao falar do texto de 2007.
 
 

Educação: lição de casa benfeita


22/12/2012 – Exame.com
Educação
 
Lição de casa benfeita
 
Dedicadas a ensinar a ler, a escrever e a fazer contas, escolas públicas de comunidades carentes em estados mais pobres, como o Piauí, conseguem avançar na educação
 
Patrícia Ikeda
                                                               Leo Caldas/EXAME.com

 
Escola Bom Princípio, em Teresina: as salas de aula são simples, mas sobra dedicação
 
São Paulo - Se existe algo que marcou a vida da dona de casa Maria de Jesus Luz, foi ouvir pela primeira vez o filho João Gabriel, de 8 anos, ler um texto completo, sem vacilar na pronúncia das palavras. “Numa tarde de junho, ele chegou da escola e leu uma receita de bolo de chocolate porque queria que eu fizesse”, diz Maria de Jesus. “Foi emocionante. No começo do ano, ele mal entendia o que lia.”
 
Mãe e filho vivem na área rural de Teresina, capital do Piauí, um dos estados mais pobres do Brasil. O PIB é igual ao do Congo, e a renda per capita, de 367 reais, é a segunda pior do país. Mas o Piauí tem se destacado numa área em que o Brasil patina — a educação. Foi o estado que mais galgou posições no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, o Ideb.
 
Foram seis colocações desde a criação do indicador em 2005 — saiu da 23a posição, de uma lista de 27, para a 17a. A nota do estado, de 4,4, ainda é baixa — a média nacional é 5 —, mas os exemplos de superação de escolas locais, com orçamentos muito apertados, chamam a atenção.
 
“A maioria dos estudos pedagógicos se concentra em avaliar as falhas das escolas para evitar erros”, diz Karina Rizek, coordenadora de Projetos Educacionais do Instituto Natura, que pesquisa o sucesso de escolas piauienses. “No Piauí, estamos vendo o que deu certo para replicar.”
 
A receita por lá é tão simples quanto a de um bolo caseiro. João Gabriel estuda na Bom Princípio, uma escola de 1o ao 5o ano, com sete salas de aula, sem biblioteca nem refeitório. Mas no ranking do Ideb ela é a melhor do estado, dedicada aos primeiros anos do ensino. A nota é 7,7.
 
O que faz a diferença é o currículo e como ele é aplicado. Apesar de oferecer ciências, geografia e história, as prioridades são o português e a matemática. Ou seja: ensinar a ler, a escrever e a calcular. Quem dá sinais de que está ficando para trás vai direto para as aulas de reforço.
 
O filho de Maria de Jesus terminou 2011 com problemas e começou 2012 numa jornada escolar dupla. Além das aulas pela manhã, por seis meses retornou à escola três tardes por semana. Nesses dias, por 4 horas se dedicou a resolver exercícios e a participar de jogos educativos, acompanhado de perto pela professora. O corpo docente é um ingrediente à parte.
 
As 13 professoras dedicam um terço da carga horária ao aperfeiçoamento de sua formação: preparam aulas com acompanhamento de uma pedagoga e frequentam quinzenalmente os cursos oferecidos pela Secretaria de Educação do município. “Professores qualificados são insubstituíveis”, diz Luiz Cláudio Costa, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, responsável pelo Ideb.
 
Outras escolas com a mesma estratégia de se concentrar no básico também avançam, mesmo quando precisam contornar limitações mais severas. A escola Cícero Barbosa Maciel, em Pedra Branca, no Ceará, tem um orçamento tão apertado que depende da boa vontade da comunidade.
 
Há quatro anos, os familiares fizeram um mutirão para consertar 50 carteiras, numa demonstração de que estão dispostos a apoiar a instituição. “Cerca de 60% dos pais são analfabetos, mas querem participar da educação dos filhos como podem”, diz a diretora Maria Ducilene da Silva. A Cícero tem nota 8,1 no Ideb.
 
Na Escola Municipal São Miguel, em Quixaba, no sertão de Pernambuco, as aulas de reforço são obrigatórias e ocorrem onde for possível: na biblioteca, nos corredores e até embaixo das árvores do jardim. “Nosso trabalho é transformar alunos em leitores competentes, não importa o sacrifício”, diz a secretária de Educação do município, Adiene de Medeiros.
 
Nos últimos dois anos, a nota da escola foi de 5,2 para 7,8. “Recursos são importantes, mas dinheiro não garante qualidade”, diz o economista Gustavo Ioschpe, especialista em educação. “Escolas que fazem o básico com pouco são a prova disso.” O Congresso brasileiro quer obrigar que o dinheiro do pré-sal seja destinado à educação. Exemplos como o da Bom Princípio, porém, mostram que nada substitui uma lição de casa benfeita.
 
 

Thursday, January 03, 2013

Concurso de Contos premia os vencedores


atualizado em 11/12/2012 12:45
Concurso estimula o hábito da escrita e leitura
Depois de uma minuciosa análise, foi finalizada a seleção dos contos vencedores da edição 2012 do Concurso de Contos- Prêmio Cidade de Teresina-, promovido pela Prefeitura de Teresina por meio da Fundação Monsenhor Chaves. A ideia é premiar autores de contos situados em Teresina, ou que tenham a cidade como referência, dando ênfase às manifestações culturais locais, a seu espaço físico ou à história do município.

Para o coordenador de Editoração e Literatura da FCMC, César Augusto, neste ano o concurso superou as expectativas, tanto com a quantidade dos inscritos, como pela qualidade dos textos apresentados. "Isso é muito bom, pois consolida o concurso como espaço para os escritores do gênero, que estão produzindo cada vez mais e tendo este como instrumento de tornar público os seus trabalhos", destaca.

Para esta edição, uma das novidades é a premiação. O 1º lugar garante a publicação, pela FMC, na Revista "Cadernos de Teresina" na sua edição imediatamente posterior a divulgação do resultado, bem como a quantia de R$ 2.000,00 e outorga de menção honrosa. O segundo lugar a publicação, pela Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, na Revista "Cadernos de Teresina"; e a quantia de R$ 1.000,00. O terceiro colocado fatura R$ 500,00 e outorga de menção honrosa.

A Coordenação de literatura e Editoração destaca o volume de inscrições desta edição do concurso que duplicou em relação ao ano de 2011, perfazendo 45 contos inscritos e a dificuldade na seleção dos vencedores tendo em vista da qualidade de boa parte dos trabalhos. "Como tivemos uma boa avaliação de muitos trabalhos, a título de incentivo aos autores que não ficaram entre os primeiros, a coordenação promove a divulgação desses autores e títulos", acrescenta César.

Na literatura, o conto é uma obra de ficção que tem como uma das principais características a brevidade e narração de acontecimentos humanos, em muitos casos ligados a situações corriqueiras com detalhes que mostram particularidades de indivíduos ou locais. E visando ampliar e fomentar esse tipo de produção tendo como o contexto local a capital piauiense que a Fundação Monsenhor Chaves lança todo ano, o Concurso de Contos.

Confira os premiados:
1º LUGAR: TÍTULO: A mascarada da Paissandu
AUTOR: Naiana Barbosa Moura Santos
2º LUGAR: TÍTULO: Eu, menino, amava Leonel
AUTOR: Cairo Bruno Souza da Silva 
3º LUGAR: TÍTULO: Dia dos namorados
AUTOR: George Silva Rebelo Sampaio 


Contos que merecem destaque:
• O capuz: de Marcus Sabry Azar Batista
• O bode do santo: de Antonio de Pádua Ribeiro dos Santos
• O amor tardio: Graça Targino
• A longa e tortuosa estrada: Victor Ribeiro Lages
• A fada que queria ser gente: de Cláudia Cyléia de Lima
• O virtuose: José Alfredo de Sousa Monteiro
• A graça de Gregório: de Eneas do Rêgo Barros
• Sem nome torna-se Honório no encontro dos rios: de Ferrnando Macêdo Leal
• De passageiro, a porteiro do céu: de Emanuely Silva Costa
• Aquelas palavras: de Ana Maria Quessada
• O chocalho do gado: de Alisson Matheus Soares de Sousa Carvalho
• Um amor em Teresina: de Solange da Luz Rodrigues
• O limoeiro da lagoa: de Marina Carvalho Mello Lima
Fonte: Prefeitura Municipal de Teresina

Ao contrário da não ficção, romances e contos brasileiros não emplacam boas vendas


03/01/2013-03h00

MARCO RODRIGO ALMEIDA
DE SÃO PAULO

Basta uma rápida olhada nas listas de livros mais vendidos para notar dois cenários bem distintos no mercado editorial brasileiro.

A categoria de não ficção é dominada por livros nacionais, quase sempre ocupando os primeiros lugares.
Já entre os títulos de ficção, encontrar um autor brasileiro é como achar uma agulha em um palheiro.
O site "PublishNews", que monitora as vendas de 25% a 35% das livrarias do país, publicou um balanço de 2012 que ilustra bem a questão.
Entre os 20 livros de não ficção de maior sucesso no ano, há 14 títulos brasileiros (veja ao lado). Biografias do bispo Edir Macedo e do empresário Eike Batista e o manual de etiqueta da colunista da Folha Danuza Leão são os maiores sucessos da categoria.
Na seara da ficção, há apenas dois autores brasileiros entre os 20: Jô Soares e Luis Fernando Verissimo, ambos no fim da lista.
O livro de Jô, "As Esganadas", ocupa o 17º lugar no grupo liderado pela trilogia britânica "Cinquenta Tons de Cinza". É o melhor desempenho de uma ficção brasileira em 2012, embora tenha sido lançado em outubro de 2011.
A aferição feita pelo "PublishNews" é considerada hoje pelas editoras a mais confiável do país. Ainda assim, não há números exatos de exemplares vendidos no Brasil. As listas de livros mais vendidos dependem de dados de editoras e livrarias, que nem sempre divulgam essas informações.
Escritores, autores e críticos ouvidos pela Folha apontaram tanto questões de mercado quanto artísticas para tentar, ao menos em parte, explicar o fenômeno.

LITERATURA POPULAR

"O mercado cresceu, mas ficou mais concentrado. Poucos títulos vendem muito. Neste cenário, fica difícil competir com um blockbuster internacional", diz Otávio Marques da Costa, publisher da Companhia das Letras.
"Enquanto isso, na não ficção", completa, "os títulos internacionais têm menos força. O público prefere assuntos que lhe são próximos, sobre nossa história. É mais fácil entrar na lista."
Para ele, falta ao Brasil a tradição de uma literatura comercial de qualidade, que faça frente aos sucessos estrangeiros. Cita como exemplo vitorioso o caso de "As Esganadas", editado pela Companhia.
Sergio Machado, presidente do grupo editorial Record, aponta o mesmo problema.
"Há pouca gente aqui se arriscando a fazer uma ficção mais popular. Quem poderia fazer isso bem prefere ir para a TV, escrever a novela das oito."
Os dois maiores sucessos brasileiros do grupo em 2012, segundo o levantamento do PublishNews, são de não ficção: "A Queda", de Diogo Mainardi, e "Encantadores de Vidas", de Eduardo Moreira.
O último, conta Machado, recebeu uma verba de marketing "agressiva": mais de R$ 200 mil. Um livro de ficção nacional considerado "normal" recebe cerca de R$ 2.000 de marketing."Esse investimento é mais raro mesmo na ficção. Não adianta fazer publicidade de um produto que não vai despertar o interesse do público", afirma.
Enquanto Companhia e Record dizem dividir seus catálogos brasileiros de forma equiparada entre ficção e não ficção, a Leya tem privilegiado este último.
"Simplesmente porque são poucos os autores de ficção que merecem publicação", justifica o diretor-geral da editora, Pascoal Soto.
Ele esteve envolvido em alguns dos principais fenômenos da não ficção dos últimos anos, como "1808" (quando Soto ainda atuava na Planeta) e a série "Guia Politicamente Incorreto" (já na Leya).
"Na não ficção, encontramos autores dispostos a atender à demanda do grande público. Eles escrevem de forma acessível. Já os romancistas escrevem para os amigos, para ganhar o Nobel de Literatura", alfineta Soto.
Arte/Folhapress

Exposição sobre o poeta Carlos Drummond de Andrade chega a Brasília


03/01/2013

Diego Ponce de Leon

Carlos Drummond de Andrade, tema de uma instalação itinerante


Um dos mais tradicionais espaços culturais da cidade, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), costuma surpreender o público pela ousadia das instalações, pela programação teatral ou pelo ineditismo das exposições. Drummond, testemunho da experiência humana não angariou os mesmos elogios que as intervenções anteriores. A exposição sobre o poeta mineiro faz parte do Projeto Memória, da Fundação Banco do Brasil, cujo objetivo principal é celebrar personalidades da cultura brasileira. Castro Alves, Monteiro Lobato e Rui Barbosa foram alguns dos homenageados.

Além da instalação itinerante, um livro foto biográfico e um vídeo documentário compõem um material didático enviado para bibliotecas e escolas públicas. Ou seja, os 16 painéis dispostos na área externa do CCBB (Setor de Clubes Sul) não representam toda a experiência proposta, que acaba restrita aos alunos das instituições beneficiadas. Desprovidos do conteúdo integral, os brasilienses se surpreendem com uma mostra curta e minimizada.

Fonte: http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=18060&secao=Programe-se&data=20130103

Wednesday, January 02, 2013

Cidade de Montevidéu é escolhida capital cultural ibero-americana



Publicação: 02/01/2013 10:46 Atualização


A cidade de Montevidéu, no Uruguai, foi escolhida este ano a capital ibero-americana da cultura. A iniciativa é da União das Cidades Capitais Ibero-Americanas (UCCI) que reúne 27 localidades, inclusive Brasília. Ao longo de 2013, a capital uruguaia deve promover uma série de eventos artísticos, como festivais internacionais de tango, cinema, jazz, arte artes e design.

A prefeita de Montevidéu, Ana Olivera, lembrou que a cidade recebeu a mesma distinção em 1996. Segundo ela, a primeira atividade será o Desfile Ibero-Americano de Carnaval, no bairro de Carrasco, em 19 de janeiro.

Ao apresentar a cidade na disputa de capital cultural, a prefeitura de Montevidéu mostrou um calendário de atividades artísticas. Na relação se destacam o Festival Internacional de Música Avançada e Cultura Contemporânea, de 9 a 13 de abril; o Fest Contrapedal, de 10 a 14 de abril; a Semana de La Cumparsita, em abril; o Festival de Desenho, em 15 de junho; o Festival de Arte Futura, em novembro, e vários eventos de tango, cinema, jazz e teatro.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/01/02/interna_diversao_arte,342041/cidade-de-montevideu-e-escolhida-capital-cultural-ibero-americana.shtml

Poeta Nicolas Behr relembra a infância no interior do MT em novo livro



Publicação: 02/01/2013 08:38 Atualização: 02/01/2013 09:52

 (David William Pivotto/Bruno Schurmann/Marcus Polo Duarte/Divulgação)
Versatilidade é um atributo que Nicolas Behr exerce com recorrência. Nem só de L2 e W3 vive o poeta. Conhecido pelo trabalho em torno de Brasília, musa inspiradora dos mais célebres poemas, Behr preferiu fugir do eixo nas últimas produções. Depois de surpreender o público brasiliense com Meio seio, obra sobre paixão e sexo, o mato-grossense cruzou o rio e voltou à infância no delicado A lenda do menino lambari, uma coletânea de poemas inspirados nos primeiros anos de vida, em Diamantino (MT).

Uma das surpresas desse novo trabalho fica por conta das ilustrações. A tarefa coube aos alunos da escola municipal Castro Alves. A escolha do colégio não foi por acaso. As instalações ficam ao lado da antiga fazenda onde o próprio Behr passou parte da infância e que hoje é tomada por um assentamento. “A interação com as crianças foi gratificante”, conta. E os resultados frutíferos. Foi de um dos desenhos que o título do livro se originou. “Era apenas ‘menino lambari’. Em uma das imagens, um dos alunos escreveu a frase ‘a lenda do menino lambari’ e ficou”.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2013/01/02/interna_diversao_arte,342017/poeta-nicolas-behr-relembra-a-infancia-no-interior-do-mt-em-novo-livro.shtml