Wednesday, March 23, 2011

CORPO VIVO - Carrossel das espécies, de Ivaldo Bertazzo, em Brasília - DF


Consagrado espetáculo de Ivaldo Bertazzo será apresentado em Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. Nas capitais, o professor e coréografo também ministrará workshops e lançará o livro Corpo Vivo – Reeducação do Movimento.

Que espécie de animal é você? Homem, quadrúpede, pássaro?
O que fazer quando a mente conquista beleza e liberdade e o corpo envelhece?
Imagine se o homem tivesse a capacidade de regeneração dos répteis, que abandonam toda a pele e desenvolvem outra no lugar. Se pudesse andar pelas paredes e tetos, desafiando a lei da gravidade e mudar a cor da nossa pele de maneira camaleônica. E se continuasse a respirar debaixo d’água, mesmo depois de rompido o cordão umbilical? Como seria o mundo se o homem voasse? E se tivesse uma visão de coruja, o radar do tubarão, a velocidade de um lince e a força de um touro?
Perguntas como essas permeiam o espetáculo interativo de Ivaldo Bertazzo, que estreou em 10 de setembro no SESC Pinheiros com 18 bailarinos.
“Corpo Vivo – Carrossel das espécies” faz parte de um projeto maior que abarcou também o lançamento do livro “Corpo Vivo - Reeducação do Movimento”, Edições SESC SP, e uma série de palestras e workshops.
Com roteiro de Marília Toledo, assistência de direção de Suzana Mafra e iluminação de Wagner Freire, o espetáculo pretende representar a evolução da espécie humana, comparando-a com a dos répteis, pássaros, peixes e quadrúpedes, por meio da dança, da música e de textos que percorrerão o teatro-dança.
O ator Rubens Caribé dá vida à história de um monge que dedica a existência não apenas à filosofia, mas também a estudos sobre a anatomia de diversas espécies, com o objetivo de encontrar a perfeição. Em cena, os encontros possíveis desse monge e de outros personagens, como um maestro que dirige um coral de bichos, um professor de organização dos músculos da face com os animais que ele pesquisa, num embate de atração e inveja em relação as suas características.
A mezzo soprano Regina Elena Mesquita também dá voz a uma mãe, uma égua e uma camareira, num repertório musical insólito, que mescla Nino Rota, uma canção iídiche, The Carpenters e canções regionais brasileiras.
O espetáculo, que terá momentos de interatividade, também pretende que o público se dê conta da importância do corpo como o instrumento de todas as ações cotidianas, que passam despercebidas, mas que são vitais ao ser humano. A respiração, o ato de piscar, a deglutição, são ações mecânicas e involuntárias que nem passam pelo nosso pensamento no dia a dia. Mas se algo der errado com uma dessas ações, o corpo para.
“Quando fazemos a representação dos animais, falamos das múltiplas habilidades motoras, o pássaro e sua flutuação, o peixe, com a perfeita articulação entre a cauda e a cabeça e, o homem, com a capacidade de dormir em pé, por exemplo, e outras características que o diferenciam das demais espécies: a imaginação, sedução, a melhor pele, que permite que ele pinte, toque piano... O homem paga um preço pela sua excessiva verticalidade. Queremos aproximar o público de sua psicomotricidade, do funcionamento de seu próprio corpo já que os aspectos mecânicos e motores são as ferramentas de integridade e preservação do corpo humano. É inevitável que o corpo envelheça e a mente fique mais refinada. Como preservar a unidade?”, questiona Bertazzo.
De maneira lúdica e bem humorada “Corpo Vivo” traz para o palco uma das principais reflexões do homem: a preservação
e a degeneração do corpo.

Recomendação etária: Livre
Duração: 90 minutos
Workshop de Reeducação do Movimento com Ivaldo Bertazzo
para 200 participantes
O workshop oferece ao participante uma experiência prática do método de reeducação do movimento com o objetivo de demonstrar sua aplicação em:
• Referências sobre organização postural,
• Concentração do aluno em sala de aula,
• Percepção corporal e equilíbrio da força muscular,
• Desenvolvimento da capacidade motora no uso do espaço
e dos objetos
Conteúdo:
• exercícios de estimulação do rosto e suas funções
• organização do olhar, respiração, emissão da voz, mastigação
e deglutição
• práticas que favorecem a construção de um bom posicionamento sentado e em pé, e a organização dos braços em relação à mesa e objetos
• equilíbrio do tônus muscular por meio de exercícios rítmicos para diminuir a hiperatividade e ampliar a capacidade de concentração.
• exercícios que utilizam o corpo na sua totalidade, usando apoios adequados, resistência contra o solo e descompressão articular
A cada participante será entregue uma mídia para consulta e referências a serem trabalhadas em sala de aula. E também um kit com utensílios para a vivência dos exercícios práticos, contendo: bastão, bexiga, escovinha, rolha, e palitos. Os participantes deverão estar vestidos confortavelmente para a execução de exercícios.
200 vagas – inscrições pelo site: www.ivaldobertazzo.com.br
Projeto Corpo Vivo
O projeto Corpo Vivo apoiado pelo Fundo Nacional de Cultura tem como objetivo a multiplicação do Método Bertazzo por meio de workshops realizados para mais de 1600 pessoas. E oficinas de imersão na capacitação de profissionais (arte-educadores, técnicos de equipamentos culturais, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, profissionais de saúde e do esporte, psicólogos, entre outros) para a aplicação do Método Bertazzo na melhoria das condições de aprendizado. Visa também a democratização do acesso à produção cultural por meio de apresentações gratuitas do espetáculo “Corpo Vivo – Carrossel das Espécies” em diversas cidades brasileiras.

Ficha Técnica
CORPO VIVO - Carrossel das espécies
Concepção, Direção Geral E Coreografia Ivaldo Bertazzo
Texto e Roteiro: Marília Toledo
Direção Cênica: Suzana Mafra
Cenário e Figurino: Luciana Bueno
Confecção de Bonecos: Jésus Seda
Direção Musical: Ruben Feffer
Iluminação: Wagner Freire
Design de Som: André Omote
Elenco
Ator convidado: Rubens Caribé
Participação Especial: Regina Elena Mesquita
Companhia Teatrodança Ivaldo Bertazzo:
Amanda Christien, Anderson Nozes, Anderson Xavier, Angélica Cristhiewen, Ariane Silva, César Dias, Edson Lima, Felipe Torquato, Fernando Gomes, Franciane De Paula, Gil Celestino, Mayara Evelyn, Michele Bonifácio, Pablo Diego, Samira Marana, Thaís Diniz, Vagner Cruz, Vinicios Silva.
Informações para a imprensa: Tânia Bernucci
TB Comunicação – (11) 9909-6181 / 3672-3967
bernucci@uol.com.br

Brasília - DF
Corpo Vivo - Carrossel das Espécies
3 únicas apresentações
Dias 01 a 03 de abril de 2011
Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 18h
Entrada Franca
Teatro Nacional – Sala Vila Lobos
Teatro Eixo Monumental, 2
Informações:(61) 3325-6239 / (61) 3325-6256
www.ivaldobertazzo.com

Workshop - reeducação do movimento
com Ivaldo Bertazzo
Dia 02 de abril, sábado das 11 às 14h
200 vagas – inscrições somente no site www.ivaldobertazzo.com
Teatro Nacional - Sala Vila Lobos
Teatro Eixo Monumental, 2
Informações:(61) 3325-6239 / (61) 3325-6256
Após o workshop haverá o lançamento do livro Corpo Vivo Reeducação do Movimento.

Lançamento do livro de poesia “O engenho da loucura”, de Vicente Sá


Por Ascom T-Bone
10 de março de 2011

No próximo dia 24, o poeta, escritor, compositor, roteirista e sócio-freqüentador de bares e bibliotecas, Vicente Sá reunirá os amigos para lançamento do seu sétimo livro, “O engenho da loucura”.

Em Brasília desde 1968, Vicente Sá nasceu em Pedreiras, no Maranhão, cresceu em Brasília e, segundo ele, adotou e foi adotado pela cidade. Como letrista, já teve suas músicas gravadas por Liga Tripa, Célia Porto, Aloísio Brandão e Goya, entre outros. Atualmente tem vários parceiros músicos na cidade, como Sérgio Duboc, Aldo Justo, Flávio Faria, Goya, Aloisio Brandão e Lucina. Para se sustentar, trabalha também como jornalista e roteirista, mas se considera principalmente e essencialmente poeta.

Durante o lançamento haverá homenagem de vários músicos conhecidos de Brasília ao poeta Vicente Sá, entre eles: Aldo Justo; Aloísio Brandão; Caloro; Flávio Faria; Gadelha neto; Goia; Liga Tripa; Nonato Veras; Paulo D’Jorge; Sérgio Duboc; Renato Matos; Toninho Alves; Túlio Borges; Célia Porto e Renio Quintas.

Vicente Sá é porta-voz do Movimento Viva Arte.

Informações:Horário: A partir das 19 horas
Autógrafos e show musical de parceiros do poeta com leitura de poemas pelo autor.
Vicente Sá: vicentesa2002@yahoo.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

Fonte: http://www.t-bone.org.br/

Tuesday, March 22, 2011

Oficina de roteiro e ilustração de HQ com Ricardo Liniers


Bolsas para os alunos do IC para a Oficina de roteiro e ilustração de HQ com Ricardo Liniers.

O Instituto Cervantes oferece cinco bolsas para os seus alunos para a “Oficina de roteiro e ilustração de histórias em quadrinhos com Ricardo Liniers”. Oficina dirigida a ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, designers, jornalistas, escritores e estudantes universitários de algumas dessas áreas.

As bolsas serão concedidas por ordem de inscrição.

Instituto Cervantes Brasilia
SEPS 707 / 907 Conj. D Asa Sul
70.390-078 Brasilia - DF
Brasil
Tel.: 55 (61) 3242-0603
Fax: 55 (61) 3443-7828
mailto:cultx1bras@cervantes.es

III Conferência de Cultura do DF


A Secretaria de Estado da Cultura do Distrito Federal convocou a III Conferência de Cultura com o objetivo de abrir espaço de diálogo entre o governo e a sociedade civil para a apresentação de subsídios com vistas à formulação das Políticas Públicas de Cultura do Distrito Federal e constituir os instrumentos adequados para pactuar suas ações.

As 47 Pré-conferências de Cultura previstas em todo o Distrito Federal tem como objetivo discutir a política cultural para as 30 cidades no biênio 2012/2013. Ao todo acontecem 30 conferências regionais, 14 setoriais e três livres reunindo representantes do movimento cultural e interessados. Até o dia 14 de março foram realizadas 10 pré-conferências com participação de 602 pessoas, tendo sido eleitos até o momento 60 delegados e oito Conselhos Regionais de Cultura.

Os delegados eleitos participarão da III Conferência de Cultura do DF a ser realizada nos dias 1º, 2 e 3 de maio, em Brasília. O seu objetivo é apresentar propostas para o Plano de Cultura do Distrito Federal do biênio 2012/2013.
Além disso, os Conselhos Regionais de Cultura atuarão na priorização de ações nas 30 cidades do DF em articulação com as Administrações Regionais e a Secretaria de Cultura do DF.

Ao lado de artistas e setores da sociedade, o secretário de cultura, Hamilton Pereira,tem participado das Pré-conferências e dito: “A Conferência de Cultura não é um evento, mas um processo de construção de políticas, de construção de instâncias efetivas de participação popular organizada. Ela deve ser estimuladora da ação organizada dos cidadãos é por isso que ela é tão importante pra nós, é por isso que ela tem que acontecer com a representatividade que ela tem obtido nas 30 cidades”.
A coordenação da III Conferência de Cultura do DF reforça que “a proposta visa estabelecer um novo padrão de relação com a sociedade, os movimentos culturais e artísticos, de maneira democrática, participativa e republicana”.

Maiores Informações
Núcleo de Políticas Culturais e Descentralização
Lília Diniz e Nelson Gilles
3325-6107
http://conferenciaculturadf.blogspot.com/

ProgramaçãoA programação das Pré-Conferências de Cultura do DF conta com apresentações culturais, propostas e reivindicações da sociedade, eleição de delegados e do Conselho Regional de Cultura. O evento dura em torno de cinco horas. Confira a agenda das próximas reuniões:

SEGUNDA-FEIRA (21/03):
PRÉ-CONFERÊNCIA DO SETORIAL DE DANÇA
LOCAL: Espaço Cultural Renato Russo (508 sul)
HORÁRIO: Das 18 às 22hs

TERÇA-FEIRA (22/03):
PRÉ-CONFERÊNCIA LIVRE DOS PONTOS DE CULTURA
LOCAL: Espaço Cultural Renato Russo (508 sul)<摔ȳ>
HORÁRIO: Das 18 às 22

QUARTA- FEIRA (23/03):
PRÉ-CONFERÊNCIA DO SETORIAL BIBLIOTECA, LIVRO E LEITURA
LOCAL: Espaço Cultural Renato Russo (508 sul)
HORÁRIO: Das 18 às 22hs


QUINTA-FEIRA (24/03):
PRÉ-CONFERÊNCIA DO SETORIAL DE CULTURA DIGITAL
LOCAL: Espaço Cultural Renato Russo (508 sul)
HORÁRIO: Das 18 às 22hs

SEXTA-FEIRA (25/03):
A Pré- Conferência LIVRE DE HIP HOP que estava agendada para este dia foi transferida para o dia 17 de abril e será realizada no Espaço Cultural Renato Russo (horário ainda não confirmado).
Caso haja alteração na agenda ou transferência de atividade para este dia (25/03), encaminharemos email avisando a todos.

SÁBADO (26/03):
PRÉ-CONFERÊNCIA REGIONAL DE ITAPOÂ
LOCAL: Escola Classe 01- Quadra 61 A.E DEL LAGO (AO LADO DO RESTAURANTE COM.)
HORÁRIO: Das 13 ás 18hs

DOMINGO (27/03):
PRÉ-CONFERÊNCIA REGIONAL DO VARJÃO
LOCAL: Estrada Parque Paranoá Norte Qd. 07 Lote: 03 Escola Classe Varjão 02
HORÁRIO: Das 8 às 12hs

Mais informações: http://www.sc.df.gov.br/?sessao=conteudo&idSecao=605&titulo=III-CONFERENCIA-DE-CULTURA-DO-DISTRITO-FEDERAL

Thursday, March 17, 2011

De Saulo a Pablo: asombrosa conversión antinuclear en Stuttgart


Foto: La cadena humana, ante la central de Neckarwestheim.- MARIJAN MURAT (AFP)

Parece que la Unión Demócrata Cristiana de Angela Merkel acaba de caerse con gran estrépito de un radiante caballo nuclear. Casi da pereza recurrir a las hemerotecas, de tan fresco que sigue el aplazamiento del apagón nuclear que Merkel y sus socios liberales aprobaron en septiembre. Los medios onlinese recrean comparando las viejas citas pronucleares ("Es una verdadera pena renunciar a la energía nuclear", Merkel, 2009) con la nueva posición del Gobierno.

El viraje de Merkel en sólo un par de días encuentra parangón en Baden-Württemberg, donde el primer ministro Stefan Mappus ha pasado de paladín nuclear a pionero del cierre de centrales en su territorio. No sólo cierra definitivamente la polémica y vetusta Neckarwestheim, sino que se plantea también el probable cierre de Philippsburg I. El próspero land del suroeste se quedaría sin la mitad de sus centrales atómicas. La combinación del desastre de Fukushima con las elecciones regionales del 27 causaron el cambio de parecer. Ahora, Mappus tiene que lograr que la gente se lo crea.

Además de apoyar el uso de la tecnología atómica hasta hace cinco días, Mappus fue el artífice de la compra del 45% de la eléctrica ENBW. Más de la mitad de la electricidad obtenida por ENBW sale de las centrales que mantiene en la región. En las dos que van a cerrar, que tienen ya cuarenta años, y en las dos que seguirán abiertos. Una inversión redonda para las arcas públicas: 5.000 millones de euros en viejas instalaciones que ahora están a punto de clausurarse.

Mappus defiende ahora la inversión en ENBW asegurando en Stuttgart que "si la hubieran comprado los franceses, ahora sí que no habría desconexión". El orondo Mappus demuestra tener cintura... pero aun así corre el peligro de verse desbancado el 27 por una coalición de Verdes y socialdemócratas. Ellos aprobaron el cierre de todas las centrales atómicas hasta 2021. Merkel, con el entusiasta apoyo de Mappus, las indultó por una media de doce años.

Fonte: http://www.elpais.com/articulo/internacional/Saulo/Pablo/
asombrosa/conversion/antinuclear/Stuttgart/elpepuint/20110317elpepuint_13/Tes

神奈川沖浪裏, Kanagawa oki nami ura











(solidário ao sofrimento do povo japonês)

WENN



WENN

Welche Musik soll man singen,
Welche Wörter soll man sagen,
Welche Pflanze soll man anbauen,
wenn die Ströme keine Ufer achten?

Vor welchen Göttern soll man sich fürchten,
Von welchem Morgen soll man träumen,
Für welches vertraute Lied soll man sich begeistern,
Wenn die fernste und die innigste Welle zusammenbricht?

Mit welche Farben soll man malen,
Mit welchem Instrument soll man spielen,
Mit welcher Intensität soll man dem Gipfel erreichen,
Wenn es alles und nichts zu sagen gibt?

marcos freitas. in Staub und Schotter (2008).
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9030995&sid=97511819713110563023846811&k5=39CA6789&uid=

Hunderte demonstrieren gegen Atomkraft


© Fotos: Gehlen
Göttingen. In Göttingen haben sich am frühen Montagabend mehrere Hundert Menschen versammelt und einen Ausstieg aus der Atomenergie gefordert. Anlass war das Unglück in Japan, wo nach einem Tsunami der atomare Gau droht.

Die Atomkraftgegner waren bunt gemischt: Schüler und Studenten demonstrierten zusammen mit Linken, Eltern und Veteranen des Atomprotests. Aufgerufen zu der Demo hatte das Anti-Atom Plenum Göttingen.

„Der katastrophale Unfall im Atomkraftwerk Fukushima führt uns allen dramatisch vor Augen, dass die Atomtechnologie ein unbeherrschbares Risiko darstellt“, hieß es.
Für die Atomkraftgegner gab es nur eine Schlussfolgerung: „Atomkraftwerke abschalten.“ Selbst die Gänseliesel musste sich dem Protest anschließen. Sie bekam einen Mundschutz verpasst. (gör)

http://www.hna.de/nachrichten/landkreis-goettingen/goettingen/hunderte-demonstrieren-gegen-atomkraft-1160924.html

Wednesday, March 16, 2011

Palestra gratuita sobre rede de bibliotecas abre Ciclo de Conferências em 2011

Ficções de Guimarães Rosa, de Fábio Lucas



Fábio Lucas lançará Ficções de Guimarães Rosa, pelo Selo Amarilys, no dia 17 de março, a partir das 18 horas, na Academia Paulista de Letras, Largo do Arouche,312/324.

O livro foi lançado incialmente em Belo Horizonte, no mês de fevereiro. Fábio Lucas,atual conselheiro e ex-presidente da UBE, integra a Academia Mineira de Letras e a Academia Paulista de Letras.

Fonte: www.ube.org.br

Lançamentos da Antologia Fincapé (Coletivo de Poetas)


Sumário, 5. Ficha técnica, 6. Dedicatória, 7. Vinte e um anos na estrada em direção à Poesia, 8-10. A Poesia não morreu, viva a poesia, por Maurício Melo Júnior, 12-13. Coletivo de Poetas, 14. Aloísio Brandão, 15. Antonio Miranda, 21. Adão Paulo Oliveira, 27. Alceu Brito Corrêa, 33. Ariosto Teixeira, 39. Almira Rodrigues, 45. Anabe Lopes, 51. Basilina Pereira, 57. Carlos augusto Cacá, 63. Carla Andrade, 69. Chico Pôrto, 75. Cristina Bastos, 81. Chico Castro, 87. Donne Pitalurgh, 93. Edmilson Figueiredo, 99. Ézio Pires, 105. Francisco K, 111. Geisa Gonzaga, 117. Herbert Lago Castelo Branco, 123. Hilan Bensusan, 129. Helvídio Nunes de Barros Neto, 135. Ivan Silveira Braga, 141. Isolda de Sousa Marinho, 147. Jorge Amâncio, 153. José Roberto da Silva, 159. José Edson dos Santos, 165. Jorge Antunes, 171. Lourdes Teodoro, 177. Marcos Freitas, 183. Mariana Matias, 189. Menezes y Morais, 195. Marta Peres, 201. Nicolas Behr, 207. Noélia Ribeiro, 213. Nonato Veras, 219. Nando Potyguara, 225. Paulo Roberto Miranda, 231. Reginaldo Gontijo, 237. Salomão Sousa. 243. Solymar Cunha, 249. Sids de Oliveira, 255. Wélcio de Toledo, 261. Yonaré Flávio de Melo, 267.

Ficha técnicaCapa: Personagem Urgente, óleo e acrílico sobre tela, cada painel 200 X 150 cm., por Luiz de Alcântara. Quarta capa: Muro do Amor, por Luiz de Alcântara. Coordenação: Menezes y Morais. Coletivo de Poetas. Fotos: Chagas Silva, Josemar Gonçalves, Susana Dobal, Marcelo Lunieri, Rubens Rebouças, Sérgio Morais, Vanessa Silva, Edmilson Figueiredo, Raphael Mendes, Delmária Ferreira, arquivo dos poetas. Caricatura: Joanfi e Inez Woortmn. Obra do Coletivo de Poetas. Capas: Poemas, gravura de Fra. Filippo Lippi, Madona com o Menino; Outros Poemas, Sgreccia: A Árvore da Vida, mitologia pré-colombiana, acrílico sobre tela; Ibirapitanga, Glênio Bianchetti; Mais Uns, Resa (Luís Eduardo de Resende); Contos, Heloisa Gurgel. Thiago Sarandy deu uma força no scanner de algumas fotos de Fincapé.

O poeta no Cervantes, falando de poesia e sobre o Inquietudes de horas y flores

Tuesday, March 15, 2011

Poesia para ver: Em pauta, as várias formas da palavra


Escritores brasilienses e espanhóis realizam encontro aberto ao público
Em pauta, as várias formas da palavra

Nahima Maciel
Publicação: 14/03/2011 09:42 Atualização: 14/03/2011 21:21

A poesia visual pode ter cara de objeto, performance e até uma arte gráfica ou animação. Ou pode apenas evocar imagens por meio de metáforas e combinações de palavras. Para confeccioná-la vale lançar mão de todos os recursos disponíveis, inclusive, e principalmente, os tecnológicos. O importante é não perder a postura poética, experimentar a linguagem, investigar as possibilidades estéticas da palavra. O formato não é novo — os concretistas brasileiros usaram e abusaram dos recursos nos anos 1950 — mas ainda rende boas experiências e é para falar sobre elas e conhecê-las que o espanhol Alfonso Hernandez organizou o encontro Poesia para se ver, que tem início nesta segunda-feira (14/3) no Instituto Cervantes.

PROGRAMAÇÃO:
Poesia para ver

Encontro de poesia com Alfonso Hernandez, Angélica Torres, Fred Maia, Marcos Freitas, Alicia Silvestre, Antonio Miranda e Nicolas Behr. De hoje a quinta, às 19h30, no Instituto Cervantes (707/907 Sul, Lote D). Entrada franca.
Programação completa:

* 14 de março (segunda-feira)
19h - Apresentação do livro “El Crucero”, de Alfonso Hernández (edição bilíngüe)
19h30 - Mesa redonda: Realidades Actuales En La Poesía Hispano-Brasileña
Participantes: Antônio Miranda, Angélica Torres, Alicia Silvestre, Alfonso Hernández, Fred Maia, Nicolas Behr e Marcos Freitas

* 15 de março (terça-feira), às 19h
Oficina de escritura: Visuais
Com Antônio Miranda e Marcos Freitas

A oficina trabalhará com a poesia visual, aquela poesia que é criada através de formas e que tem relação com o mundo real. Os participantes terão que criar seus próprios poemas segundo sua visão do mundo.

* 16 de março (quarta-feira), às 19h
Oficina de escritura: Viagens Siderais e Outros Sonhos
Com Angélica Torres e Alfonso Hernández

A oficina explora os sonhos para oferecer uma poesia de imagens através das palavras e dos relacionaremos com outras manifestações artísticas, como a pintura e o mundo da arte. Os participantes elaborarão seus próprios poemas e sonhos.

* 17 de março (quinta-feira), às 19h
Oficina de escritura: Mistérios Poéticos
Com Nicolas Behr e Alicia Silvestre

Mundos paralelos à experiência como poetas, a oficina fala sobre o universo que nos rodeia. Um mundo que nos seduz, paisagens urbanas que se confundem com nossa realidade cotidiana e em nosso entorno na natureza. Os participantes aprenderão a criar, a partir da observação minuciosa da realidade circundante, com um olhar poético, e em especial, incidindo dois tópicos literários de todos os tempos: a relação entre poeta e cidade e o trio Deus-Homem-Natureza.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2011/03/14/interna_diversao_arte,242499/escritores-brasilienses-e-espanhois-realizam-encontro-aberto-ao-publico.shtml

Monday, March 14, 2011

Escritores brasilienses e espanhóis realizam encontro aberto ao público


14/03/2011
Foto: Nicolas Behr: “Só sentimento não basta para fazer poesia”
Nahima Maciel

A poesia visual pode ter cara de objeto, performance e até uma arte gráfica ou animação. Ou pode apenas evocar imagens por meio de metáforas e combinações de palavras. Para confeccioná-la vale lançar mão de todos os recursos disponíveis, inclusive, e principalmente, os tecnológicos. O importante é não perder a postura poética, experimentar a linguagem, investigar as possibilidades estéticas da palavra. O formato não é novo — os concretistas brasileiros usaram e abusaram dos recursos nos anos 1950 — mas ainda rende boas experiências e é para falar sobre elas e conhecê-las que o espanhol Alfonso Hernandez organizou o encontro Poesia para se ver, que tem início hoje no Instituto Cervantes.

Até quinta-feira, poetas de Brasília e da Espanha realizam palestras, oficinas e leituras com foco na produção do poema visual. “Poesia para ver seria uma poesia feita com imagens poéticas através de palavras”, define Hernandez. A primeira palestra será dedicada a investigar os rumos da poesia contemporânea espanhola, que, segundo o organizador, tem características urbanas muito marcantes. “É feita por um poeta que sai de si mesmo pela janela para falar do que está acontecendo pelo mundo”, descreve. “O poeta observa a sociedade. Podemos falar de um poeta observador. É uma poesia que está em espaços urbanos e o poeta se mistura com esse espaço.” Ele enxerga a mesma marca na produção brasiliense e acredita que a configuração do espaço urbano da capital influencia diretamente os poetas. Além do espanhol, o debate de hoje reúne Angélica Torres, Fred Maia, Marcos Freitas, Alicia Silvestre, Antonio Miranda e Nicolas Behr, todos convidados para ministrar oficinas e palestras durante o evento.

Hernandez mora em Brasília há três anos e meio e é professor do Instituto Cervantes, mas foi em Coimbra, onde morou durante um ano, que concebeu o primeiro livro. El crucero, cujo lançamento acontece hoje, tem edição bilíngue em espanhol e português e foi idealizado durante um período de imersão no universo da lusofonia. “Me atraía muito a cultura portuguesa, que para mim era desconhecida. Apesar de ser perto, não é comum os espanhóis conhecerem a cultura portuguesa.” El crucero é uma antologia da produção de Hernandez desde os 14 anos até a etapa que considera “madura”, iniciada durante os estudos de filologia na Universidade de Granada.

Antonio Miranda, convidado do encontro e diretor da Biblioteca Nacional de Brasília, vê na poesia contemporânea forte tendência para a visualidade. Recursos tecnológicos e ferramentas digitais aparecem como instrumentos frequentes. No link Poesia Visual, no próprio site, Miranda lista 296 autores que investiram no gênero. Alguns são velhos conhecidos dos leitores, como Paul Élouard, André Breton, Augusto e Haroldo de Campos e até Lewis Carrol, outros são mais presentes no universo musical, caso de Caetano Veloso e Gilberto Gil, ou têm nomes pouco associados à poesia, como o artista plástico goiano Siron Franco e o pintor francês Henri Matisse, mas todos, um belo dia, resolveram experimentar as possibilidades plásticas dos versos.

“A poesia escrita também traz imagens, mas são imagens visuais. Quando falo em poesia visual penso mais na poesia que se transforma em objeto. É um paradigma que no Brasil tomou impulso com os concretistas e que hoje chega a formas como a intervenção urbana e as performances poéticas”, diz Miranda. “A poesia está buscando novas formas de expressão.”

Durante as oficinas de Poesia para ver, ele quer abordas as formas visuais de conceber versos. Já Nicolas Behr, outro convidado, acredita ser possível nortear os participantes no exercício da linguagem poética. “As pessoas investem muito no sentimental e pouco na linguagem. Só sentimento não basta para fazer poesia, tem que ter experimentação estética, senão vira uma carta para a namorada”, avisa Behr, que divide com Alicia Silvestre a responsabilidade da oficina Mistérios poéticos.

http://divirta-se.correioweb.com.br/materias.htm?materia=12559&secao=Programe-se&data=20110314

Friday, March 11, 2011

O que restou do teatro de Bertold Brecht

Palestra da escritora panamenha Rosa Maria Britton, dia 17, no auditório da BNB

Escritores piauienses Marcos Freitas e Fred Maia participam de projeto no Instituto Cervantes de Brasilia


Escritores piauienses Marcos Freitas e Fred Maia participam de projeto no Instituto Cervantes de Brasilia, discutindo a realidade atual da poesia hispânico-brasileira e apresentam seus poemas em espanhol, recentemente traduzidos.

Atividade gratuita
Inscrições na Secretaria do Instituto Cervantes de Brasilia:
Instituto Cervantes de Brasilia
SEPS 707/907-Conj. D
70.390-078 Brasilia-DF
Tfno. +55 61 32420603
Fax +55 61 34437828

Também pode-se escrever por meio do e-mail: prof1bras@cervantes.es


Colección Complementos. Serie Didáctica
Alicia Silvestre Miralles y Elías Serra Martínez
Aproximación a la poesía en español: Propuestas didácticas

O livro apresenta, dentre outros assuntos, uma análise do processo de tradução, do português ao espanhol, de quatro poetas brasileiros contemporâneos: Fred Maia, Angélica Torres, Marcos Freitas e Cristina Bastos.

Livro em formato digital:
http://www.educacion.es/exterior/br/es/publicaciones/publi09.shtml

Lançamento do romance 'As almas que se quebram no chão', de Kalerno Bocarro


Palestra e lançamento do livro "As Almas se Quebram ao Chão"
Quarta-feira, 23 de março às 19h
Tema: Bate-papo com o autor Karleno Bocarro
Palestrante: Karleno Bocarro

Nesta quarta-feira, a Livraria Cultura receberá o autor cearense Karleno Bocarro para bate-papo seguido de sessão de autógrafos do romance 'As almas que se quebram no chão'. Esta obra trata da história de projetos que não se concluem, de ambições jamais alcançadas, de pessoas que se tornam títeres das circunstâncias, e que, eternamente deslocadas, não encontram conforto senão em suas pequenas misérias. Ambientado na Alemanha Oriental de fins dos anos 1980 - após a queda do muro -, o romance conta a história de um estudante brasileiro, perdido entre a euforia do novo e a nostalgia do velho regime.

Unidade: Shopping Varanda Mall
Endereço: Av. Dom Luís, 1010 - Meireles - Fortaleza/CE
Local: Auditório

Horário de funcionamento da loja:
Segunda a Sábado - 10h às 22h
Domingos e Feriados - 14h às 20h

Sujeito a lotação. Capacidade de 98 lugares.

Thursday, March 10, 2011

Semana da Francofonia em Brasília


DE 15 A 27 DE MARÇO DE 2011.

37 PAÍSES SE JUNTAM PARA CELEBRAR VALORES COMUNS
*Evento traz a Brasília, pela primeira vez, a cantora Berry, nova sensação da música francesa
*Mostra de cinema reúne 30 filmes e será exibida em sete diferentes espaços

De 15 a 27 de março, Brasília vai respirar francês. A cidade acolhe a 14ª edição da SEMANA DA FRANCOFONIA, evento que reúne cinema, música, teatro e diferentes atividades comunitárias e acadêmicas que têm em comum o desejo de celebrar a língua francesa em toda a sua diversidade. Em 2011, a SEMANA DA FRANCOFONIA cresceu e oferece uma mostra cinematográfica com 30 filmes, um show que traz pela primeira vez ao Brasil a cantora Berry (celebrada revelação da música na França), apresentações da peça Catharsis, que revela ao País a obra do togolês Gustave Akakpo, o esperado Bazar (que reúne objetos e produtos de vários países francófonos) e muito mais. Um evento que vai se espalhar por vários espaços da cidade, em clima de confraternização.

Mais informações no site www.francofonia.org.br.

A SEMANA DA FRANCOFONIA 2011 está reunindo, em sua organização, 37 países, entre membros da OIF – Organização Internacional da Francofonia e países observadores. A Organização Internacional da Francofonia é uma instituição fundada sobre o princípio de uma língua e de valores comuns. Conta atualmente com 56 Estados e governos membros e 19 observadores e representa mais de 890 milhões de pessoas que compartilham o idioma francês e os valores universais. A Organização Internacional da Francofonia conduz ações nos campos da política internacional e da cooperação multilateral. Abdou Diouf, ex-Presidente do Senegal, é o Secretário-Geral da Organização desde 2002.

Há mais de uma década, em Brasília, onde estão as Embaixadas dos países membros, e em outras cidades brasileiras, a celebração da SEMANA DA FRANCOFONIA toma a forma de diversas atividades culturais, esportivas e acadêmicas, que visam ressaltar o apego do grupo a valores como a liberdade, a solidariedade, a democracia, os direitos individuais e a diversidade cultural. Diversos povos, com realidades distintas e vindos de diferentes continentes, são unidos por ações com sotaque francês.

FRANCOFONIA – A francofonia nasceu por iniciativa de três francófonos não-franceses – representantes da Costa do Marfim, Tunísia e Nigéria – para denominar uma comunidade linguística descontínua que tem em comum a língua francesa (como primeira ou segunda língua) e diversos aspectos culturais. O movimento se propõe a promover a diversidade cultural linguística do francês, promover a paz, apoiar a educação e desenvolver a cooperação e a solidariedade entre os países membros da OIF.

PROGRAMAÇÃO GERAL

Terça, 15/3
Mostra de Cinema: Sala Le Corbusier (Embaixada da França), SESI Taguatinga, SESC (SCS), Caixa Cultural, Aliança Francesa, SESC Gama, UnB – até 27/3 (ver pág. 3)

Quinta e Sexta 17/3 e 18/3
Colóquio Universitário: palestra de Pascal Boniface – UniCEUB (Anfiteatro Bloco B – SEPN 707/907 (ver pág. 19)

Quinta, 19h: Conferência “Evolution géopolitique du monde contemporain, regard sur les espaces linguistiques francophones” (Evolução geopolítica do mundo contemporâneo, olhar sobre os espaços lingüísticos francófonos)
Sexta, 18h: Conferência “Football et mondialisation” (Futebol e globalização). Tradução simultânea em português

Sexta, 18/3
Ditado Animado – Aliança Francesa, às 18h (ver pág. 16)
Inscrições gratuitas até 15/3 pelo site www.lyceefrancais-brasilia.net

Domingo, 20/3
Torneio de futebol – Arena Futebol Clube – das 9h às 13h (ver pág. 17)

Segunda, 21/3
Espetáculo teatral Catharsis, com o grupo En classe et en scène – Teatro Eva Hertz (Livraria Cultura do Shopping Iguatemi) – às 16h e às 20h (ver pág. 17)

Terça, 22/3
Show com a cantora Berry – Caixa Cultural – às 20h (ver pág. 18)

Terça, quarta e quinta, 22, 23 e 24/3
Colóquio Universitário: “Diversidade em francês: língua e cultura sem fronteiras” – Universidade de Brasília – Auditório Roberto Salmeron – Faculdade de Tecnologia FT – das 8h30 às 18h
*Terça, 22/3 às 8h30 – Abertura oficial
10h - Mesa-redonda: “Théâtre, francophonie et enseignement du FLE” (Teatro, francofonia e ensino de língua estrangeira)
14h – Mesa-redonda: “Recto-verso”
16h30 – Soirée poétique (Sarau poético)
Debates abertos ao público

*Quarta, 23/3, 08h30 – “Les arts et la francophonie”(Artes e francofonia)
10h30 – “La langue sans frontière”(Língua sem fronteiras)
14h- “La Francophonie et l’Éducation: opportunités et perspectives” (Francofonia e educação : oportunidades e perspectivas)
Debates abertos ao público

Quinta 24/03
16h: Conferência Bernard Cerquiglini, Reitor da AUF (Agência Universitária da Francofonia).
Tradução simultânea em português
Mais informações: www.francofonia.org.br

Sábado, 26/3
Rally Esportivo-Cultural – partida do Liceu François Mitterrand (708/907 sul) – 9h
Inscrições e regulamento: www.francofonia.org.br

Domingo, 27/3
Bazar da Francofonia – Liceu François Mitterrand – 10h às 18h


PROGRAMAÇÃO DE CINEMA

Programação completa no site de Cinefrance: http://www.cinefrance.com.br/atualidades/festivais/?festival=68&ordem=cidade

Dia 15/3, Terça
12h – Xalima, a pena – SESC (SCS)
18h – Tilai – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Você e eu – SESC Gama
20h – Amores imaginários – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- O Herdeiro – SESI Taguatinga

Dia 16/3, Quarta
12h – Tobruk – SESC (SCS)
19h – Barcelona ou a Morte – SESC Gama
- Caindo no Ridículo - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
20h – Você e eu – SESI Taguatinga

Dia 17/3, Quinta
12h – Poeira Urbana – SESC (SCS)
14h – Madame Brouette – Aliança Francesa
16h – O Papai Noel é um picareta – Aliança Francesa
18h – Tobruk - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Eu e meu branco – SESC Gama
20h – Bernie - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
20h – Ali Zaoua – SESI Taguatinga

Dia 18/3, Sexta
12h – Tasuma, o fogo – SESC (SCS)
14h – After shave + O preço da inocência – Aliança Francesa
16h – Rastros, pegadas de mulheres – Aliança Francesa
18h – Os barões - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Desacorrentadas – SESC Gama
20h – Ali Zaoua - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- Eu e meu branco – SESI Taguatinga

Dia 19/3, Sábado
18h – Os barões – SESC Gama

Dia 20/3, Domingo
18h – Poeira urbana – SESC Gama

Dia 21/3, Segunda
12h – Barcelona ou a morte – SESC (SCS)
14h – Barcelona ou a morte – Aliança Francesa
16h – Operação Casablanca – Aliança Francesa
18h – Desacorrentadas - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
18h – Você e eu – Caixa Cultural
19h – Rastros, pegadas de mulheres – SESC Gama
20h – Jasminum - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- O preço do perdão – SESI Taguatinga
- As invasões bárbaras – Caixa Cultural

Dia 22/3, Terça
12h – Tasuma, o fogo – SESI Taguatinga
12h30 – Bernie – UnB – Universidade de Brasília
14h – O Papai Noel é um picareta – Aliança Francesa
16h – Memórias entre duas margens – Aliança Francesa
18h – Xalima, a pena - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Tilai – SESC Gama
20h – Cúmplices - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)

Dia 23/3, Quarta
12h30 – A Grande Sedução - UnB – Universidade de Brasília
14h – O Herdeiro – Aliança Francesa
16h – Bernie – Aliança Francesa
18h – Operação Casablanca – Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- A última fuga – Caixa Cultural
19h – After shave + O preço da inocência – SESC Gama
20h – O Papai Noel é um picareta - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
- Bom cop, bad cop – Caixa Cultural

Dia 24/3, Quinta
12h – Os barões – SESC (SCS)
14h – Ali Zaoua – Aliança Francesa
16h – Você e eu – Aliança Francesa
18h – A grande sedução - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
20h – Duas senhoras - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)

Dia 25/3, Sexta
12h30 – Os barões – UnB – Universidade de Brasília
14h – Curling – Aliança Francesa
16h – Eu e meu branco – Aliança Francesa
18h – Você e eu - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)
19h – Madame Brouette – SESC Gama
20h – Cúmplices – SESI Taguatinga
20h – O Preço do Perdão - Sala Le Corbusier (Embaixada da França)

Dia 26/3, Sábado
18h – Memória entre duas margens – SESC Gama

Dia 27/3, Domingo
18h – Bernie – SESC Gama

Zona de Invenção & Poesia

Friday, March 04, 2011

''A ecologia é o ópio do povo''. Entrevista com Slavoj Zizek


Esta entrevista foi realizada pelo professor Ricardo Sanín, do Departamento de Filosofia e História do Direito da Universidade Javeriana, da Colômbia, sendo cedida a MAGIS por intermédio do professor dos PPGs em Filosofia e Direito da Unisinos, Alfredo Culleton. Sanin e Culleton (também responsável pela tradução e introdução da entrevista) trabalham em cooperação em projeto de desenvolvimento de uma Teoria Crítica dos Direitos Humanos, junto com o professor Costas Douzinas, da Universidade de Londres.

A entrevista foi publicada por Magis, Revista da Unisinos, no. 05, dez 2009-jan 2010.

Eis a entrevista.

O senhor tem insistido que tanto o multiculturalismo quanto os movimentos ecológicos não abordam os problemas políticos verdadeiramente agudos e relevantes para o mundo. Por quê?

O multiculturalismo passa por cima dos problemas políticos verdadeiramente relevantes e agudos quando os reduz a meros problemas culturais. Quando lidamos com um problema real, tanto sua designação ideológica como sua percepção como tal introduz uma mistificação invisível. Digamos que a tolerância designa um problema real. É claro, sempre me perguntam: “Como você pode concordar com a intolerância com os estrangeiros, estar de acordo com o antifeminismo ou ao lado da homofobia?”. Aí reside a armadilha. Evidentemente, não estou de acordo. Ao que me oponho é à nossa percepção automática do racismo como mero problema de tolerância. Por que tantos problemas atualmente são percebidos como problemas de intolerância, em vez de serem entendidos como problemas de iniquidade, exploração e injustiça? Por que o remédio tem de ser a tolerância em vez de a emancipação, a luta política, ou ainda a luta política armada? A resposta imediata está na operação básica do multiculturalismo liberal: “a culturização da política”. As diferenças políticas, diferenças condicionadas pela iniquidade política ou a exploração econômica, se naturalizam como simples diferenças “culturais”. A causa desta culturização é o retrocesso, o fracasso das soluções políticas diretas, tais como o estado social. A tolerância é seu ersatz ou sucedâneo pós-político. A ideologia é, neste preciso sentido, uma noção que, enquanto designa um problema real, dilui uma fronteira de separação crucial.

E quanto à ecologia?

É precisamente no terreno da ecologia que podemos delinear a demarcação entre a política da emancipação e a política do medo na sua forma mais pura. De longe, a versão predominante da ecologia é a da ecologia do medo – medo da catástrofe, humana ou natural, que pode perturbar profundamente ou mesmo destruir a civilização humana. Essa ecologia do medo tem todas as oportunidades de se converter na forma ideológica predominante do capitalismo global, um novo ópio das massas que sucede o da religião. Assume a função fundamental da religião, aquela de impor uma autoridade inquestionável que estabelece todo limite. Apesar de os ecologistas exigirem permanentemente que mudemos radicalmente nossa forma de vida, é precisamente isso que subjaz a essa exigência no seu oposto, isto é, uma profunda desconfiança em relação à mudança, em relação ao desenvolvimento, em relação ao progresso: cada transformação radical pode conter a consequência inestimada de detonar uma catástrofe. É exatamente essa desconfiança que converte a ecologia em um candidato ideal para tomar o lugar de uma ideologia hegemônica, pois faz eco da desconfiança em relação aos grandes atos coletivos.

Afinal, de qual natureza estamos falando?

A “natureza” como condição de domínio, de reprodução balanceada, de implantação orgânica dentro da qual intervém a humanidade com a sua desmedida, destruindo brutalmente sua moção circular, não é outra coisa que a fantasia do ser humano; a natureza já é de fato uma “segunda natureza”, seu equilíbrio é sempre secundário, trata-se de uma tentativa de negociar um “hábito” que restauraria alguma ordem depois das intervenções catastróficas. A lição que devemos colher é a de que, se não podemos estar seguros de qual será o resultado final das intervenções humanas na biosfera, uma coisa é certa: se a humanidade detivesse abruptamente sua imensa atividade industrial e deixasse que a natureza tomasse seu curso equilibrado, o resultado seria uma ruptura total, uma catástrofe inimaginável. A “natureza” na Terra está tão adaptada às intervenções humanas, a “contaminação” humana está a tal ponto incluída no frágil e instável equilíbrio da reprodução “natural”, que a interrupção intempestiva da ação humana causaria um desequilíbrio catastrófico. É isso precisamente que demonstra que a humanidade não tem como retroceder: não só não há um “grande Outro” (uma ordem simbólica autocontida que seja a última garantia do significado), assim como também não existe uma natureza que contenha uma ordem equilibrada ou de autoprodução e cujo equilíbrio tenha sido perturbado e descarrilado pela intervenção humana desbalanceada. Não só o grande Outro tem sido “gradeado”, a natureza também.

Existe o mito fundamental segundo o qual o liberalismo é o lar da democracia. É a democracia uma produção do liberalismo?

Não, todas as características que hoje identificamos com a democracia liberal e com a liberdade (sindicatos, sufrágio universal, educação universal e gratuita, liberdade de imprensa etc.) foram obtidas pelas classes mais baixas em uma longa e difícil luta no transcurso do século XIX. Tais lutas estavam longe de ser uma consequencia “natural” das relações capitalistas. Lembra a lista de demandas que conclui o Manifesto Comunista: a maioria delas – à exceção da abolição da propriedade privada dos meios de produção, precisamente como resultado das lutas populares – hoje é amplamente aceita nas democracias “burguesas”. Outro aspecto que se ignora constantemente: hoje, a igualdade entre brancos e negros se celebra como parte do “sonho americano”, se percebe como um axioma ético-político. Sem dúvida, nos anos 1920 e 1930 do século passado, os comunistas dos Estados Unidos foram a única força política que argumentou a favor da igualdade absoluta entre as etnias. Aqueles que defendem a existência de um vínculo natural entre o liberalismo e a democracia estão equivocados.

Pode a política ser sublime em uma era pós-ideológica?

A tendência geral é para o ridículo. A figura do primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, é aqui fundamental, visto que hoje a Itália é efetivamente um tipo de laboratório experimental do nosso futuro. Se o cenário político é dividido entre um tecnocratismo permissivo-liberal e um fundamentalismo populista, Berlusconi tem o grande mérito de ser ambos ao mesmo tempo. É sem dúvida esta combinação que faz dele imbatível, pelo menos em um futuro próximo: a histórica “esquerda” italiana agora resignadamente o aceita como destino. Essa aceitação silenciosa de Berlusconi como destino é talvez o aspecto mais triste de seu reinado. Seus atos são cada vez mais inescrupulosos: ele não só ignora ou politicamente neutraliza juridicamente as investigações sobre suas atividades criminosas para impulsionar seus interesses comerciais privados, como também busca minar sistematicamente a base da dignidade do chefe de Estado. A dignidade clássica da política é baseada na sua elevação acima do jogo de interesses específicos na sociedade civil: a política é "alienada" da sociedade civil, apresenta-se como a esfera ideal do cidadão, em contraste com o conflito de interesses que caracteriza a burguesia como egotista. Berlusconi efetivamente acaba com essa alienação: hoje na Itália, a base burguesa impiedosa e abertamente explora o poder estatal como um meio para a defesa dos seus interesses econômicos. E lava a roupa suja de seus conflitos maritais privados à maneira de um reality show vulgar, diante de milhões de espectadores sentados nos seus sofás. A aposta de Berlusconi nas suas indecentes vulgaridades está, naturalmente, em que as pessoas vão se identificar com ele, na medida em que ele aprova a mítica imagem ampliada da mídia italiana: “Eu sou um de vocês, um pouco corrupto, com problemas com a lei, tenho problemas com a minha mulher, porque outras mulheres me atraem...” Mesmo sua grandiosa promulgação como um grande e nobre político, il cavalliere, é mais como uma ópera ridícula do pobre homem com sonho de grandeza. E, no entanto, essa aparência de "um homem normal como todos nós” não deve nos iludir: por baixo da máscara desajeitada há um poder estatal que funciona com eficiência impiedosa.

Fonte: http://slavoj-zizek.blogspot.com/2010/01/ecologia-e-o-opio-do-povo-entrevista.html

Atividade nas redes sociais é proporcional a ativismo político


VIDA DIGITAL VEJA ONLINE 26/02/2011 18h00

Um estudo realizado entre jovens americanos concluiu que atividade nas redes sociais é proporcional a ativismo político. A pesquisa acompanhou por três anos a atividade de mais de 2.500 adolescentes na Califórnia, observando o engajamento desses estudantes em causas civis e políticas, e foi patrocinada pela Fundação MacArthur e pelo Centro de Informação e Pesquisa sobre Aprendizado Civil.

Para mapear a situação, o estudo analisou três tipos de comportamento: atividades políticas motivadas pela participação on-line, exposição on-line para diversas perspectivas e interesse dirigido à participação on-line. A pesquisa pretendia medir a periodicidade com que adolescentes compartilham suas perspectivas e entender como eles utilizam o e-mail para se comunicar com órgãos governamentais.

Na visão dos pesquisadores, a internet não transforma os jovens em indivíduos isolados, contestando a tese defendida por outros observadores. Ao contrário, a web os incentivaria a participar de trabalhos voluntários e manifestações políticas. A adesão de adolescentes a grupos de interesse comum não só estimula a discussão como amplia a exposição de ideias.

"A pesquisa mostra também como é importante que escolas, universidades e pais trabalhem em conjunto para motivar seus filhos a aproveitar a internet da melhor maneira", explicam os autores Joseph Kahne, da Mills College, Nam-Jin Lee, da College of Charleston, e Jessica Timpany Feezell, da Universidade da Califórnia.

Thursday, March 03, 2011

Academia Brasileira de Letras elege seu integrante mais jovem


Foto: Rafael Andrade/Folhapress
Academia Brasileira de Letras elege seu integrante mais jovem
da Livraria da Folha

A Academia Brasileira de Letras tem um novo imortal. Foi eleito, nesta quinta-feira (3), o professor, ensaísta e poeta carioca Marco Lucchesi, 47, autor de "O Dom do Crime", que se tornou o mais jovem integrante da ABL.

O escritor Marco Lucchesi, que lanca o romance "O Dom do Crime" sobre clássico de Machado de Assis

"A chegada do escritor Marco Lucchesi constitui uma contribuição das mais valiosas para o quadro da Academia. Jovem e brilhante, certamente será de muita valia para os projetos e propostas que nossa casa deseja implementar nos próximos anos", declarou o presidente da ABL, Marcos Vinicios Vilaça.

Especializado em literatura italiana, o novo "imortal" traduziu romances de nomes como Primo Levi (1919-1987) e Umberto Eco. Autor também de "Ficções de um Gabinete Ocidental", "A Memória de Ulisses" e "Meridiano Celeste & Bestiário", Lucchesi vai ocupar a cadeira nº 15, em substituição ao padre Fernando Bastos de Ávila, que morreu no último dia 6 de novembro.

Segundo a ABL, Lucchesi recebeu 34 dos 38 votos possíveis (foram três abstenções e um voto em branco). Compareceram à sessão 26 acadêmicos, nove dos quais votarem presencialmente. Houve 27 votos por carta.

A cadeira nº 15 tem como patrono poeta e teatrólogo Gonçalves Dias e seu primeiro ocupante foi Olavo Bilac. Além de Bilac e do padre Ávila, ocuparam a cadeira Amadeu Amaral (1875-1929); Guilherme de Almeida (1890-1969); Odylo Costa, filho (1914-1969); e dom Marcos Barbosa (1915-1997).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/883982-academia-brasileira-de-letras-elege-seu-integrante-mais-jovem.shtml

Marchinha de Carnaval: "se sobrar pedra", de Jorge Curuca


Se sobrar pedra (Jorge Curuca)
Toda canalhada tá fugindo
Toda mulambada escafedeu
(E a gente vai atrás sorrindo:
(Lima é tio meu, Lima é tio meu
Na Praça Tahir (1)
O povo deu um pé na bunda do Hosny (2)
No Barrém (3), meu bem
A ditadura vai cair também
Quarenta anos humilhado ofendido
Tá o líbio decidido
A “carcar” o Muamar (4)
Eu cumpro a sina
Na Mesquita da esquina
Cato pedra pra jogar
No Amadinejá (5)
Vou apedrejar/ o Amadinejá
Vou apedrejar o Kadhafi, Muamar
Mubáraque aqui, Mubáraque lá
Que exploda o preço do barril
Lá como aqui, aqui como lá
Se sobrar pedra... tem o Congresso do Brasil (6)
(mas toda...)

Da seção “Lima é tio meu também é cultura”:

(1) Praça Tahir – praça no centro de Cairo, local onde se centralizou os protestos pela deposição de Hosny Mubarak.
(2) Hosny (Hosny Mubarak) – presidente e ditador do Egito por 30 anos. No exercício do poder roubava e corrompia, nas horas vagas também. Era cupincha de Israel e bancado, até a expulsão, pelos norte-americanos. Fugiu com uma merreca de 60 bi (euros).
(3) Barrém (Bahain) – paisinho merdel-monárquico num arquipélago do golfo pérsico. É o que se pode chamar de ilha da fantasia. Ou da corrupção.
(4) Muamar(Muammar Kadahfi) – canhestra versão de Tiririca com Hitler, é “dono” da Líbia há 42 anos. Detentor de uma fortuna estimada em 40 bilhões de euros,compõe bem o figurino narcisista/ psicopata. Foi careca até os 30 anos quando assumiu a ridícula peruca debaixo do barrete. De Ronald Reagan, seu colega de pedigree, recebeu o epônimo de “cachorro louco”.
(5) Amadinejá (Mahmoud Ahmadenejad) – maluco por parte de mãe, pai e aiatolás. Seu esporte predileto é apedrejar mulheres, com burca ou sem burca. É acusado, desde Bush, e agora pelo negão-presidente (chamem o Lobato) de fabricante de bombas atômicas, repetindo-se a história do roto falando do esfarrapado.
(6) Congresso do Brasil (ou nacional) – Uma ilha como Barrém, onde convivem mubaraques, muamares, amadinejares, bushs, reagans e negões de alma branca.

Açaí: ouro negro da floresta


Um Filme de Delvair Montagner

O documentário, de Delvair Montagner, rodado na região de Igarapé-Miri e em Belém do Pará, retrata de maneira linear e tradicional, porém bastante plástica e didática, a cadeia de produção e comercialização do açaí, a partir da Cooperativa Agrícola dos Empreendedores de Açaí de Igarapé-Miri – CAEPIM. Partindo, como não poderia deixar de ser, dos caminhos naturais da floresta, os rios, chega-se aos moradores coletores do fruto do açaizeiro. Entrevistando os mais idosos da região tem-se a informação de que, as gerações anteriores, provavelmente migrantes de outras regiões, em sua maioria de nordestinos, desconheciam a árvore e o seu fruto. Sequer era comido, pois não se sabia se era venenoso ou não. O filme mostra que foi somente a partir da década de 70, com o fim de mais um ciclo na região, após o cacau, a madeira, a cerâmica, a pimenta do reino e a cana, que se buscou sobrevivência com a exploração do açaí. Hoje, porém, consoante declarações dos entrevistados no filme, a realidade é outra para os cooperados, que obtém a maior parte de sua renda do açaí.

A cadeia dar-se início com a coleta feita pelos pecunheiros, que com grande habilidade sobem de árvore em árvore para cortar os cachos de frutos maduros. A outra parte da renda familiar, conforme demonstrado de maneira singular por meio de imagens e entrevistas, é obtida do palmito, da roça, da produção de cestos, de barcos, da pesca e captura de camarão e da produção de farinha, principalmente. O açaí também é parte importante da alimentação nativa, em especial, comida com o arroz, numa espécie de mingau. Esse produto, atestam os médicos, é bastante energético e é um alimento denominado funcional, posto possuir substâncias bioativas e antioxidantes, representadas pelos compostos fenóis, os quais ajudam na prevenção e redução de doenças degenerativas e câncer.

As condições de vida desses produtores, pelos relatos, tiveram enormes melhorias em termos de consumos de aparelhos eletrodomésticos, a exemplo de televisores, aparelhos de som, DVD, etc, assim como do acesso à água potável. Tanto é que se deu uma alteração nos costumes locais, onde os mais velhos não mais contavam estórias para os mais novos, mas sim se distraiam com esses novos equipamentos. Atesta comentário de uma jovem de cerca de 10 anos, acrescentando ainda que sua intenção é prosseguir nos estudos em uma cidade maior e não mais viver, como seus pais, da coleta e produção de açaí, tarefa nada fácil, pois para se obter uma caixa ou cesto de açaí, faz-se necessária a subida em mais de uma centena de árvores.

Outro desafio apontado pelo filme está relacionado à questão do seu manejo. Nas décadas passadas, a orientação recebida pelos produtores dada pela assistência técnica local, dava conta de que era importante praticamente extirpar as outras árvores da região, preservando apenas as árvores de açaí. Isso levou ao aumento das pragas (de formigas, como citado) na região, e pode está vinculado à elevação da incidência de barbeiros. O manejo sustentável, praticado atualmente, mostrado no filme, recomenda que as plantas com idade de 7 anos, que começam a reduzir sua produção, devem ser derrubadas para dar espaço as árvores mais novas. Dessas árvores mais velhas extrai-se o palmito para venda, que é vendido a um preço irrisório, da ordem de 90 centavos a um real. O espaçamento entre árvores é de cerca de 4 metros, sendo que de 6 em 6 meses deve ser feita uma limpeza da área do açaizal, evitando que os cipós cresçam e se enrolem às árvores reduzindo, com isso, a produtividade. Outro ponto importante ressaltado é com a produção de mudas em viveiros, nas áreas de várzeas. Além da consciência gerada, produz-se mudas de açaí de qualidade, bem como de andiroba e cedro, usadas em consórcio com o açaí.

Foi indicada também no filme a importância da apicultura no meio do açaizal, dada a capacidade de polinização das flores pelas abelhas. Pouco se tratou, contudo, no filme das possíveis políticas públicas atuantes na região, a não ser uma leve menção à questão da Agricultura Familiar. Foram apresentadas, ainda, no filme imagens relacionadas ao transporte de madeiras, as quais são, preponderantemente, provenientes de outros estados, posto que na região sua extração encontra-se praticamente extinta.

O filme parece apontar que a motivação financeira de organização e criação da cooperativa, a partir de uma associação já existente, deu-se devido ao interesse de uma empresa americana na compra do produto. A referida cooperativa iniciou seus trabalhos em 14 de maio de 2005, com 30 produtores e hoje conta com 154 integrantes, produzindo o suficiente para enviar, juntamente com outros produtores da região, de 20 a 25 caminhões de açaí in natura, por dia, para Belém e outras cidades. Verifica-se, entretanto, um movimento em direção à industrialização desses produtos. Foi mostrada uma pequena fábrica de palmito, e outra de suco de açaí, essa já preocupada com o uso da casca do açaí para adubo e do aproveitamento (em estudos) de seu caroço para queima nas caldeiras, em substituição à madeira. Segundo o relato do prefeito, o açaí se constitui na principal fonte geradora de renda do município.

Marcos Freitas, 17/11/2010.
Foto: www.nutricaoemfoco.com.br/.../upload/acai.jpg

Tuesday, March 01, 2011

Musa nerd, autora argentina surge como sensação da Flip


A escritora argentina Pola Oloixarac em sua casa em um condominio fechado com vista para o lago Nahuel Huapi, em Bariloche
Foto: Eduardo Knapp/Folhapress
01/03/2011 - 07h29
Musa nerd, autora argentina surge como sensação da Flip

FABIO VICTOR
ENVIADO ESPECIAL A BARILOCHE

Pola é argentina, filósofa, inteligente e bonita. Tem um blog sobre orquídeas. Seu primeiro romance, publicado quando ela tinha 31 anos, despertou amor e ódio na Argentina e foi aclamado na Espanha. Ela agora tem 33.

Veja mais fotos da escritora argentina

Pola é uma nerd assumida, vive entre hackers e escreve artigos sobre tecnologia. Pola surfa. Canta num dueto que musica poemas de uma duquesa do século 17.

Citando Alexandre Kojève, define-se politicamente como "marxista de direita".

Pola pinta as unhas de azul e mora numa casa de cinema em Bariloche. Gosta de escrever em inglês, alegando que é um idioma mais conciso que o espanhol. Parece tipo, mas compõe à perfeição a persona literária interessantíssima que ela se esforça para compor, embora nem precisasse, porque de fato é.

Pola Oloixarac, em suma, tem tudo para causar sensação na próxima Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty, de 6 a 10 de julho, para qual já confirmou presença.

A obra que a lançou ao mundo e foi a senha para que ela integrasse uma antologia dos melhores novos ficcionistas de língua espanhola da revista britânica "Granta" chama-se "As Teorias Selvagens" e sairá no Brasil no final deste mês pelo selo Benvirá, da editora Saraiva.

É uma bem construída gozação sobre o "mise-en-scène" ridículo de certo mundo acadêmico e político portenho, aqui situado na Faculdade de Filosofia de Buenos Aires, onde Pola estudou. A narradora é uma aluna que tenta seduzir um velho professor renovando uma teoria já usurpada por ele a um (ficcional) antropólogo holandês, segundo a qual "a presa é a causa do homem".

O romance também corrói a esquerda argentina refém ideológica dos anos de chumbo da ditadura.

E é, ao mesmo tempo, a crônica de um casal de nerds feios que, mais evoluídos que os pais esquerdistas, agora fazem ciberguerrilha (hackeando o Google Earth e reduzindo a "guerra suja" da ditadura argentina literalmente a um game, o Dirty War 1975) e curtem orgias --gravadas no celular e jogadas na internet-- em festas regadas a quetamina (anestésico para animais).

LEBRES
A Folha esteve com Pola na sua casa de Bariloche, com vista deslumbrante para o lago Nahuel Huapi e as montanhas do parque nacional homônimo. Fica num condomínio fechado, cercado de pinheiros, ciprestes e macieiras, onde lebres selvagens saltitam nos gramados.

Ela mora há duas semanas na casa com o marido, Emiliano, autodefinido "fanático high-tech", e com os amigos que quiserem chegar.

O casal veio de um período de seis meses nos EUA, onde Pola deu conferências nas universidades Harvard, Columbia e de Iowa, San Francisco e Flórida.

Alugaram a casa no lago, conta, porque ela "queria fazer como o personagem de Stephen King em 'Misery': morar na montanha, escrever e fazer snowboard quando a neve chegar". Aproveitará para dar aulas de escrita criativa a engenheiros nucleares do centro nacional de energia atômica da cidade.

Na semana passada estava hospedado na casa um amigo hacker, dedicado a invadir o e-mail de uma garota desaparecida em Buenos Aires, a pedido da mãe dela.

Outro dia apareceu no blog de Pola um post em que ela dizia ser um homem (havia uma foto dele), mas incorporara aquela mulher bonita (foto dela) só para promover seu livro no Brasil.

"Se você for mulher, eu poderei deixá-la chupar o meu impressionante e belo pau (se for homem, pode chupar também, não me importo)", estava escrito. O post sumiu depois de alguns minutos (depois reapareceu resumido). Pola disse que foi brincadeira de um amigo.

COMÉDIA
Pola define "As Teorias Selvagens" como uma "comédia sobre os jogos tecnológicos e sexuais da juventude contemporânea".

O escritor Ricardo Piglia a saudou como "o grande acontecimento da nova narrativa argentina".

Para a ensaísta Beatriz Sarlo --que Pola abordou num hotel em Salvador em meio a um temporal e lhe pediu para ler o livro-- é um "tratado de microetnografia cultural".

Em sua resenha do livro, Sarlo usou adjetivos como "inteligente" e "exuberante", mas também fez reparos à intertextualidade forjada em tempos de Google, que no livro se reflete no acúmulo de citações e referências.

Pelas páginas desfilam Montaigne (a gatinha da narradora), Hobbes (seu mentor filosófico), Kant, Clausewitz, Plutarco, Platão, Leibniz (seriam necessários parágrafos para citar todos).

É um dos motivos que fez do livro muito falado entre escritores e intelectuais, mas pouco vendido na Argentina. Pola informa que foram 3.000 cópias, um crítico diz que não chegou a 2.000.

"As Teorias..." evocam o francês Michel Houellebecq, de quem Pola admite influência. Mas ela diz que gosta mesmo é do alemão Peter Sloterdijk e que as maiores influências foram "Fogo Pálido" e "Lolita", de Nabokov.

Pola começou a escrever o livro em 2005, estimulada pela escritora americana Maxine Swann, sua melhor amiga, que a fez ver que "o mundo das ideias não está separado do mundo da diversão".

Filha de um engenheiro naval com uma psicóloga forense, escreveu o primeiro romance aos oito anos. Tem outros quatro engavetados.
Antes de filosofia, estudou medicina.
Embora se diga uma "tímida evoluída", é louca por moda e posa para retratos como garotinha, mulher fatal ou pin-up. É mais exuberante em fotos que pessoalmente.
Do Brasil, diz que gosta dos "garotos" e do óleo de amêndoas Muriel.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/882144-musa-nerd-autora-argentina-surge-como-sensacao-da-flip.shtml

Monday, February 28, 2011

Morre Benedito Nunes, um dos mais importantes pensadores da atualidade


27/02 às 16h23 - Atualizada em 27/02 às 16h27
Morre Benedito Nunes, um dos mais importantes pensadores da atualidade
Jornal do Brasil

BELÉM - O Pará perdeu uma de suas personalidades mais ilustres. Reconhecido internacionalmente como um dos pensadores mais importantes da atualidade, o professor, filósofo, crítico literário, ensaísta e escritor Benedito Nunes morreu na manhã deste domingo, aos 80 anos, no Hospital Beneficente Portuguesa, em Belém.

O corpo está sendo velado na Igreja de Santo Alexandre, no complexo Feliz Lusitânia, um dos pontos de Belém que ele mais amava. Benedito Nunes, professor emérito da Universidade Federal do Pará (UFPA), era também apaixonado por Belém e pela Amazônia e recebeu inúmeros prêmios, um dos últimos o Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.

O governador Simão Jatene divulgou nota oficial sobre a morte de Benedito Nunes:

"Em nome de todos os paraenses, agradeço a inestimável contribuição do mestre Benedito José Nunes à cultura do país. A sua dedicação como escritor, crítico de arte, filósofo e professor é irretocável. Mais ainda, sua grandeza como paraense se revelou quando recebeu convites irrecusáveis para trabalhar em outros centros, no Brasil e no exterior, mas escolheu o Pará como destino e lugar para viver e construir a sua vasta e admirável trajetória intelectual. O Pará, reconhecido, saberá honrar a sua memória."

Fonte: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/02/27/morre-benedito-nunes-um-dos-mais-importantes-pensadores-da-atualidade/

Benedito Nunes, o iluminista dos trópicos
Paraense de Belém, ele é considerado um dos maiores pensadores brasileiros e não abre mão de sua cidade natal
Adriana Klaute Leite

Em um de seus encontros com Benedito José Viana da Costa Nunes, em Belém do Pará, Clarice Lispector lhe disse: "Você não é um crítico, mas algo diferente, que não sei o que é". A escritora tinha razão ao demonstrar a dificuldade em rotular a obra do paraense que, nas palavras do professor aposentado da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas de São Paulo, Antonio Cândido, representa um tipo muito raro de intelectual, capaz de ser "um grande crítico literário e, ao mesmo tempo, um filósofo".

Nascido em 21 de novembro de 1929, o professor, filósofo, crítico e ensaísta Benedito Nunes define seu trabalho como "um tipo mestiço das duas espécies, a filosofia e a literatura". "Tento, dessa forma, fazer a ligação entre os dois campos, porém sem nivelar ou diminuir um ou outro, mas mostrar as suas correlações, afinidades e oposições", diz Nunes, que está bem perto de comemorar 80 anos de vida, mas de preferência em silêncio, no lugar em que mais gosta de ficar, sua biblioteca, sentindo o perfume dos livros. "Não gosto de parabéns, acho horrível, cafona."

mais em: http://www.revistabrasileiros.com.br/edicoes/25/textos/673/

Sunday, February 27, 2011

Inventário de um feudalismo cultural nordestino, JMB

O palhaço degolado, Jomard Muniz de Britto

Pontos na curva da Praça Tahrir


Marcos Airton de Sousa Freitas
Brasília / DF

Pontos na curva da Praça Tahrir
http://www.camarabrasileira.com/apol75-047.htm

Índice de bondade ou a tortura dos dados


Marcos Airton de Sousa Freitas
Brasília / DF

Índice de bondade ou a tortura dos dados
http://www.camarabrasileira.com/out11-022.htm

Morre o escritor Moacyr Scliar


Foto: Neco Varella -16.set.2010/Folhapress
27/02/2011 - 03h39
GRACILIANO ROCHA
DE PORTO ALEGRE (RS)

Morreu neste domingo (27) o escritor e colunista da Folha Moacyr Sclyar, 73. A morte ocorreu à 1h. Segundo o Hospital das Clínicas de Porto Alegre, onde ele estava internado, Scliar teve falência múltipla dos órgãos. O velório acontece hoje na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a partir das 14h.

O escritor sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) isquêmico no dia 17 de janeiro. Ele já estava internado para a retirada de pólipos (tumores benignos) no intestino.

Moacyr Scliar morreu aos 73 em Porto Alegre; corpo será velado a partir das 14h na Assembléia do RS

Logo depois do AVC, o escritor foi submetido a uma cirurgia para extirpar o coágulo que se formou na cabeça. Depois da cirurgia, ele ficou inconsciente no centro de terapia intensiva.

O quadro chegou a evoluir para a retirada da sedação, mas no dia 9 de fevereiro o paciente foi abatido por uma infecção respiratória e teve de voltar a ser sedado e à respiração por aparelhos.

Por causa da idade, os médicos evitaram fazer prognósticos sobre a recuperação do escritor.

CARREIRA
Nascido em Porto Alegre e formado em medicina, o escritor e colunista da Folha publicou mais de 70 livros entre diversos gêneros literários: romance, crônica, conto, literatura infantil e ensaio.

Sua obra tem forte influência da literatura fantástica e da tradição judaica.

Integrante da Academia Brasileira de Letras desde 2003, Scliar já recebeu prêmios Jabuti, uma das mais prestigiadas premiações literárias do país, em 1988, 1993, 2000 e 2009.

Entre suas obras mais importantes destacam-se os livros 'A Guerra no Bom Fim', 'O Centauro no Jardim', 'O Exército de um Homem Só' e 'Max e os Felinos'.

Fonte: Folha de São Paulo

Veja a trajetória do escritor em:
http://entretenimento.uol.com.br/album/trajetoria_moacyr_scliar_album.jhtm?abrefoto=11#fotoNav=11

Friday, February 25, 2011

Poesia para se Ver, no Instituto Cervantes de Brasilia


Atividade gratuita
Inscrições na Secretaria do Instituto Cervantes de Brasilia:
Instituto Cervantes de Brasilia
SEPS 707/907-Conj. D
70.390-078 Brasilia-DF
Tfno. +55 61 32420603
Fax +55 61 34437828

Também pode-se escrever por meio do e-mail: prof1bras@cervantes.es

O Novíssimo Som de Teresina - I


MY SPACE GRUPO TRINCO:
http://www.myspace.com/trincothe

O Novíssimo Som de Teresina - II


MY SPACE GUARDIA NOVA:
http://www.myspace.com/guardia_nova

Thursday, February 24, 2011

Participe do Coral do SESI - Taguatinga Norte


Você gosta de cantar? Então participe do Coral do SESI, com encontros todas as segundas e quintas-feiras, das 19h às 20h e o melhor, é de graça. O Centro Cultural do SESI conta com professores altamente capacitados e atuantes na cena musical. Você não precisa ser cantor, basta gostar de música e se dedicar às aulas.

Matrículas abertas!
Informações: (61) 3355-9500
O SESI fica na QNF 24 Área Especial – Taguatinga Norte.

Fonte: www.marinamara.com.br

Do outro lado da lua: novo CD de Patricia Mellodi


ABRAM OS OUVIDOS E O CORAÇÃO PRO NOVO CD DE PATRICIA MELLODI
Do outro lado da lua
Lançamento dia 13/04
Teatro Rival Petrobrás-RJ
Ouça já:
http://www.youtube.com/watch?v=9DwA0W3JLeg

Primeira edição do Quinta Cultural em 2011: Açougue T-Bone


Por Ascom T-Bone
05 de fevereiro de 2011

No próximo dia 03 de março, o Açougue T-Bone inicia a temporada 2011 dos eventos culturais, na entrequadra da 312 Norte. A primeira edição do Quinta Cultural e do Movimento Viva Arte deste ano contará com a presença do secretário de Cultura do DF, Hamilton Pereira da Silva, que abordará sobre políticas culturais da sua gestão à frente da Secretaria.

O público irá prestigiar show “+ do que Parece”, da cantora e compositora Lucina, acompanhada do músico Daniel Sant’ Ana no violão e no bandolim. A noite terá ainda apresentação do pianista Túlio Borges e da cantora Litieh Pacelle e teatro de bonecos com os bonequeiros Onildo Junior e Carlos Machado. O evento começa com o teatro às 18 horas.

Neste ano, o Açougue T-Bone realizará cerca de 14 eventos culturais pelos projetos Quintas e Noites Culturais com músicos nacionais e brasilienses e encontros do Viva Arte, com a participação de escritores, intelectuais e autoridades do Distrito Federal.

Cantora Lucina apresentará seu mais recente trabalho o CD + do que Parece
Show + do que Parece da cantora Lucina
Composto por suas músicas em parceria com Zélia Duncan cujo repertório é inédito. O show faz um mergulho no universo feminino e vai da mais tradicional MPB ao Pop urbano. Zélia, por sua vez, gravou várias parcerias com Lucina e juntas já emplacaram vários sucessos. O CD + do que Parece apresenta frutos de uma obra gerada em duas décadas de amizade e cumplicidade musical.

Lucina tornou-se conhecida através de suas canções nas vozes de Ney Matogrosso (Ney registrou 11 canções de sua autoria), Zélia Duncan, Nana Caymmi, Joyce, Banda Cheiro de Amor, Tetê Espindola, Daúde, Alzira Espindola, Rolando Boldrin, Vânia Bastos, Carlos Navas, Fred Martins, Olívia Byington, Verônica Sabino, As Frenéticas, entre outros, além da dupla Luli e Lucina da qual fez parte por 25 anos, tendo lançado 7 CDs no Brasil e no exterior.

Em sua carreira solo, já registrou 5 CDs e um DVD gravado pelo Canal Brasil de televisão (Globosat).
O CD + do que Parece apresenta frutos de uma obra gerada em duas décadas de amizade e cumplicidade musical. Lucina estará acompanhada por Daniel Sant’ Ana ( violão e bandolim).

Túlio Borges se apresentará acompanhado da cantora Litieh Pacelle
Show “Eu venho vagando no ar” pianista Túlio Borges
Pianista por formação e tradutor por profissão, é na música que se completa; cultua a musa como nos tempos da delicadeza. Como compositor, foi premiado em diversos festivais Brasil afora, como o Prêmio Sesc de Música, em Brasília, e a Semana da Canção Brasileira, em São Paulo. Com seu primeiro disco, é escolhido pela Rádio Cultura de São Paulo o melhor cantor de 2010, entre as produções independentes. Na apresentação, entre outras músicas São João de sua autoria e do compositor Anthony Brito. Melhor música com letra do Festival de Música Nacional FM de Brasília.

A noite começa com o espetáculo “Pedro e o Lobo da Cia Titeritar.
Pedro e o Lobo
Unindo teatro e literatura, o espetáculo “Pedro e o Lobo”, cria o interesse pela leitura através da originalidade e vivacidade das marionetes e da influencia da linguagem do teatro na narrativa.
Grupo: Cia. Titeritar
Bonequeiros: Onildo Junior e Carlos Machado
Horário: 18h às 19h30

Debate Movimento Viva Arte
Participação confirmada do secretário de Cultura do DF
Hamilton Pereira da Silva

Debatedores: Vladimir Carvalho e Murilo Grossi
Moderador: Paulo José Cunha
Porta vozes do movimento Vicente Sá 8182-1628 e Gadelha Neto 8175-4038
Para saber mais sobre o Movimento Viva Arte acesse www.movimentovivaarte.com.br

Apresentação:
Mímico Miquéias Paz (Contato 61 9921-1302)

Contatos:
CANTORA LUCINA
Produtora Patricia Ferraz patiferrazproducao@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Tel. (21) 9167-2421 (21) 78532393
www.myspace.com/lucinamyspaceoficial

TEATRO DE BONECOS
Cia Titeritar (61) 8124-0859
cia.titeritar@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Titeritar.blogspot.com
CARLOS MACHADO amulengomulungu@yahoo.com (61) 8126-1667

TULIO BORGES
www.tulioborges.com.br
euvenhovagandonoar@gmail.com (61) 9154.5410

Serviço: Data: 03/03/11
Horário: 18 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone
SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: 61- 3274-1665
ENTRADA FRANCA
Indicativa livre