Friday, February 26, 2010

Poemação 7 homenageia Elisa Lucinda na Biblioteca Nacional de Brasília


No mês em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres, o Sarau Videoliteromusical (Poemação 7) vai homenagear a poeta e atriz capixaba Elisa Lucinda, em programação dedicada especialmente ao sexo feminino e agendada para 2 de março, 3ª feira, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). A partir das 19h, a poesia de Elisa Lucinda entra em cena com a performance de Jirlene Pascoal, e no elenco feminino de poetas convidadas a mostrar suas produções em recital e vídeo estão Carla Andrade, Cristina Bastos, Angélica Torres, Sandra Fayad e Noélia Ribeiro, que vai também autografar Atarantada, seu primeiro livro, recém-lançado.

A sessão Roda de Poesia abre espaço às poetas do Sindicato dos Escritores do DF Vânia Diniz, Lurdiana Araújo, Maria Felix, Meireluce Fernandes, Eileen Guedes de Paiva Melo e Nazareth Tunholi. Teatro e música também estão na programação do tributo que os produtores do Sarau prestam às mulheres atuantes nas artes: estarão no palco o Grupo Teatral Profª. Zilda Dias e a cantora Ângela Regina (com Eustáquio Pereira ao violão). A produção e a condução do evento são tarefas dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio. (Angélica Torres com contribuição de Flávia Camarano)

POEMAÇÃO 7 / Sarau Videoliteromusical - Recital de poesia, música, teatro e vídeo. Com Jirlene Pascoal, Carla Andrade, Angélica Torres, Cristina Bastos, Noélia Ribeiro, Sandra Fayad, poetas do Sindicato dos Escritores do DF, Grupo de Teatro Profª Zilda Dias e Ângela Regina. No Auditório da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), 2 de março, 3ª, às 19h. Informações com Marcos Freitas e Jorge Amâncio. http://poemacao.blogspot.com. Entrada franca.
Foto: Flávia Camarano

Thursday, February 25, 2010

Recital na Barca Brasília em plena Lua Cheia

BARCA POÉTICA VOLTA A NAVEGAR NO LAGO PARANOÁ
Poetas fazem recital na BARCA BRASÍLIA em plena LUA CHEIA

A Barca Poética voltou mais profética do que nunca. Será neste próximo domingo, dia 28 de fevereiro, as 17 horas, que a Barca Brasília zarpará do cais do Bay Park Hotel, próximo da Vila Planalto, para um extraordinário passeio poético pelas águas do Lago Paranoá. No céu, ela, a lua mais linda do planeta.
A Barca Poética foi criada no primeiro semestre de 2009 pelo grupo OIPOEMA. Muita poesia e música durante um belíssimo passeio da Barca Brasília pelo Lago Paranoá em plena lua cheia. É esta tradição que será retomada neste próximo domingo. Você não pode perder!
Os poetas Vicente Sá, Nicolas Behr, Luis Turiba, Amneres, Angélica Torres Lima, Carla Andrade, Paulo José Cunha, os músicos compositores Paulo Djorge e Renato Matos, a atriz Dina e outros mais. Todos estarão lá, afiados e afinados com versos, prosas, sambas e outras bossas.
“Este é o primeiro recital de uma série de iremos fazer a plenos pulmões em todos os espaços possíveis de Brasília até o dia 21 de abril. Nossos recitais fazem parte do projeto “Amo Brasília nesse 50 anos”. É uma resposta dos artistas que fazem esta cidade ao fracasso político e ao vexame histórico do governo Arruda. Temos o compromisso de tirar esta cidade do baixo astral que ela se encontra. Vamos fazer isto com muita poesia, uma dose de prosa e um pouco de samba que ninguém é de ferro”, afirma o poeta Turiba, um dos fundadores da Barca Poética.

SERVIÇO
Barca Poética volta a navegar no Lago Paranoá. Embarque nessa!
Data: 28 de fevereiro – domingo
Local: Cais do Bay Park Hotel: SHTN Trecho 02 Lote 05 (próximo à Vila Planalto).
Partida: 17h; Previsão de chegada: 20h30.

Valor do passeio: R$ 40,00
Couvert artístico: R$ 10,00
Consumo de alimentos e bebidas à parte.
Reservas e informações:
www.barcabrasilia.com.br
passeio@barcabrasilia.com.br
Telefones: 8419-7192 (Edmilson Figueiredo) e 8432-6234 (Amon Trajano).

Moacyr Scliar e Célio Turino abrem temporada 2010 do Açougue Cultural T-Bone

Por Francisca Azevedo
22 de fevereiro de 2010

Escolhido Livro do Ano de Ficção no Prêmio Jabuti de 2009
Os saraus culturais do Açougue T-Bone estão de volta. Após uma breve pausa desde a apresentação do concerto da Orquestra de Viena, em dezembro do ano passado, o Açougue T-Bone retorna as atividades culturais com a participação de grandes nomes da literatura e da música brasileira.

Abrindo a temporada 2010 nesta quinta-feira (25), o premiado escritor gaúcho Moacyr Scliar fará bate-papo sobre seu mais recente livro, escolhido o Livro do Ano de Ficção no Prêmio Jabuti de 2009: “Manual da Paixão Solitária" (Cia. das Letras). Além dele, o escritor e secretário de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, Célio Turino, apresentará o livro "Pontos de Cultura - o Brasil de Baixo para Cima". A noite terá ainda, apresentação teatral da poeta Marina Mara e apresentação musical do Grupo Takto. O evento começa às 20 horas no Açougue Cultural T-Bone (comercial da 312 Norte). Não percam!

MANUAL DA PAIXÃO SOLITÁRIA
Moacyr Scliar
Manual da Paixão Solitária" (Cia. das Letras), de Moacyr Scliar, foi escolhido o Livro do Ano de Ficção no Prêmio Jabuti de 2009. A obra rendeu ao escritor também o prêmio na categoria romance. O escritor gaúcho já havia recebido o Jabuti na categoria contos, com "O Olho Enigmático", em 1988, e na categoria melhor romance em 1993, por "Sonhos Tropicais".

Inspirado no pequeno e enigmático relato do Livro do Gênesis “História de Judá e de Tamar”, o autor de “A mulher que escreveu a Bíblia” e “Os vendilhões do Templo” fala em seu novo livro dos sentimentos e emoções básicos do ser humano.

Moacyr Scliar nasceu em Porto Alegre em 1937. É autor de oitenta livros em vários gêneros: romance, conto, ensaio, crônica, ficção infanto-juvenil. Suas obras foram publicadas em mais de vinte países, com grande repercussão crítica. Recebeu numerosos prêmios, como o Jabuti (1988 e 1993), o apca (1989) e o Casa de las Americas (1989). É colaborador em vários órgãos da imprensa no país e no exterior, além de médico e membro da Academia Brasileira de Letras.

Lançamento literário:
"Pontos de Cultura - o Brasil de Baixo para Cima"
De autoria do secretário de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura, CÉLIO TURINO. Publicado pela Editora Anita Garibaldi, o livro é uma reunião de relatos de experiências vividas pelo autor com o programa Pontos de Cultura.

Apresentação Musical:
GRUPO TAKTO possui uma formação original e de bom resultado sonoro: duas flautas(alternando entre transversais e barrocas), clarineta (ou clarone), violão, percussão (e bateria) e, eventualmente, vozes. Integrantes: Marília Carvalho e Alessandra Lalucce (flautas), Taís Vilar (clarineta), Diogo Vanelli (bateria) e o maestro e orquestrador Flávio Fonseca (violão).
www.myspace.com/grupotakto

Teatro:
A poeta Marina Mara apresentará no Açougue T-Bone sua intervenção de humor e poesia. Trata-se de uma junção de humor com poemas de cunho contemporâneo, abordando temas como a vida cibernética, a tensão pré-menstrual, etc.

Apresentação:
Mímico Miquéias Paz

Serviço:
Data: 25/02
Horário: 20 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA


Contatos:
Moacyr Scliar mscliar@uol.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Marina Mara http://www.marinamara.com.br/
Grupo Takto http://www.myspace.com/grupotakto (Flávio Fonseca 61 9972-8205)

Última Atualização (22 de fevereiro de 2010)

Thursday, February 18, 2010

Divulgação do documentário "Eu, Augusto dos Anjos. Trilha sonora: Marina Andrade

Convocação para Conselho de Cultura do Distrito Federal


A Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal receberá, até o dia 17 de março de 2010, às 18 horas, sugestões de indicações para a nova composição do Conselho de Cultura do Distrito Federal, de representantes da sociedade artística/cultural.

Poderão apresentar propostas as Entidades representativas das classes nas áreas de dança, música, teatro, artes visuais/plásticas, literatura, cinema e vídeo, circo e cultura popular devidamente registradas e documentadas.

Os interessados deverão remeter suas propostas com as sugestões de indicações ao Secretário de Estado de Cultura do DF, no seguinte endereço: Setor Cultural Norte, Via N-2, Anexo do Teatro Nacional Cláudio Santoro, CEP 70.041.905, Brasília – DF.

Deverão ser encaminhados os seguintes documentos:
a) Carta de indicação, com lista tríplice, (três titulares e três suplentes), datilografada ou impressa eletronicamente, em língua portuguesa, sem rasuras e/ou emendas, assinada pelo(s) representante(s) da Entidade, com endereço completo, CEP inclusive, número do telefone, fax e e-mail;
b) Cópia do Estatuto ou Regimento e suas alterações, com as respectivas atas de fundação e de composição da atual diretoria da Entidade;
c) Cópia do cartão do CNPJ da Entidade;
d) Histórico de atuação da Entidade;
e) Currículo, cópia da carteira de identidade e do CPF e endereço dos candidatos indicados (titulares e suplentes);
f) Carta dos indicados (titulares e suplentes) autorizando a Entidade, a indicar seu nome para compor o Conselho de Cultura do Distrito Federal.

Fonte: http://www.sc.df.gov.br/?sessao=materia&idMateria=3048&titulo=CONVOCACAO-PARA-CONSELHO-DE-CULTURA-DO-DISTRITO-FEDERAL

Movimento Cultural Viva Arte

Magic Lights, de Marcelo Dischinger

Monday, February 08, 2010

Rodrigo Rollemberg declama poesia com Anand Rao no Projeto MúsicaPoética dia 10 de fevereiro


PROJETO MÚSICAPOÉTICA – RODRIGO ROLLEMBERG E ANAND RAO
Leitura e declamação de poemas e musicalização de poemas, na hora, na frente de todos

Datas: 10/02 (Quarta-Feira)
Local: Café com Letras na 203 Sul
Horário: A partir de 21h
Valor: R$ 10,00 (dez reais)
Informações: (61) 82027100 e 32443697

Release:
PROJETO MÚSICAPOÉTICA APRESENTA RODRIGO ROLLEMBERG E ANAND RAO

O Projeto MúsicaPoética foi criado com o objetivo de romper com os parâmetros entre letra de música, poesia, poema, prosa e música. Anand Rao, músico, poeta e jornalista, radicado em Brasília, musica tudo e resolveu mostrar através do MúsicaPoética, fazendo musicalizações no palco, na frente de todos que não há limites para a música.

Membro efetivo do my space, twitter, orkut, facebook, enfim, todas as redes sociais e todas as formas de comunicaçõa via internet, “twittou” há cerca de um mês com o deputado Rodrigo Rollemberg do Distrito Federal. Na ocasião, convidou o deputado para usar sua oratória em pról da poesia e não do discurso político. Após uma breve reflexão, o deputado aceitou o desafio perante todos os seus seguidores e este show vai se realizar no dia 10 de fevereiro, quarta-feira, a partir das 21 h e o couvert cobrado vai ser todo revertido para o divulgação e pauta do projeto MúsicaPoética pelo país. O deputado estará lendo, interpetando, poemas de poetas de Brasília.

Rodrigo Rollemberg (www.rollemberg.com.br) é deputado federal desde 2007, tendo sido deputado distrital de 1995 a 1996 e de 1999 a 2002. Ao aceitar o convite feito no twitter por Anand Rao, Rodrigo definiu “aceito o convite pois, 2010 tem que ser um ano de ações inovadoras e vou ler e interpretar poemas de poetas de Brasília no Projeto MúsicaPoética para começar o ano valorizando a cultura local e inovando na minha atividade pública”.

Anand Rao (www.anandraobr.com) tem 20 livros de poesia publicados, 04 cds lançados mas, seu grande trabalho hoje é musicar tudo no palco na frente de todos. Informa que não é rap nem repente e sim MPBJazz, pois, utiliza letra inclusive colocando refrões em poema sem refrões (mpb) e muitas harmonias e ritmos em suas composições (jazz). Estudioso de harmonia Anand Rao não é solista e estuda muito harmonia utilizando para dar um maior brilho em suas apresentações um pedal de looping (que repete frases musicais) para voz e de efeitos para sua guitarra semi-acústica. Com relação a realizar o show com Rodrigo disse “é uma honra, fazer um homem público como Rodrigo Rollemberg, trilhar novos caminhos neste início de 2010. Brasília precisa de novos caminhos”.

CONTATO
Anand Rao
http://www.anandraobr.com/
producaoanandrao@gmail.com
Telefones – 61 81644847 e 32443697

Rodrigo Rollemberg
Carol (Assessoria de Imprensa)
Telefone – 32153662
e-mail – carol.bz@gmail.com
http://www.rollemberg.com.br

Friday, February 05, 2010

Pré Carnaval dos Blocos Tradicionais - Brasilia


Começa neste sábado (06), a partir das 16h, o Pré-Carnaval de Brasília. O evento será na entrequadra comercial 302/303 da Asa Norte, e contará com a participação dos 8 blocos tradicionais de Brasília: Pacotão, Raparigueiros, Baratona, Galinho de Brasília, Baratinha, Asé Dudu, Menino de Ceilândia e Mamãe Taguá.

A rua será interditada para realização do evento. Além da passagem dos blocos, a festa contará ainda com trio elétrico, shows, bonecos gigantes, apresentação das novas fantasias, participação do Reinado de Mono, brinquedos para criançada e muito mais.

Do dia 13 a 16 de fevereiros os 8 blocos passarão em diversos locais do DF, e do dia 12 a 16, a Esplanada dos Ministérios pega fogo com as atrações que esquentarão o Gran Folia. Confira a programação em anexo. Todos os eventos são gratuitos e com classificação indicativa livre.

PROGRAME-SE: Pré-Carnaval. Dia 6 de fevereiro a partir das 16h, na entrequadra comercial 302/303 da Asa Norte. Participação dos 8 blocos tradicionais de Brasília: Pacotão, Raparigueiros, Baratona, Galinho de Brasília, Baratinha, Asé Dudu, Menino de Ceilândia e Mamãe Taguá. Informações: 3325-6218 e www.ligadosblocos.com.br

Fonte: http://www.sc.df.gov.br/?sessao=materia&idMateria=2852&titulo=PRE-CARNAVAL-DOS-BLOCOS-TRADICIONAIS

Wednesday, February 03, 2010

"Tomara que caia / um haicai / na tua saia", de Angélica Torres & Anand Rao

Professor Antônio Miranda e Anand Rao nesta sexta (05/02) no projeto MúsicaPoética em BsB


Nesta sexta-feira (05 de fevereiro) teremos a presença do Diretor da Biblioteca Nacional de Brasília e Professor da UnB, Antônio Miranda (www.antoniomiranda.com.br), no palco do música poética que será no Café com Letras, na 203 Sul, 21 h, com couvert a R$ 10,00 (dez reais).

O projeto MúsicaPoética tem por objetivo juntar a poesia e a música. A música sempre está a cargo de Anand Rao (www.anandraobr.com), único músico do Brasil a musicar poemas que nunca leu no palco na frente de todos bem como, criar letra e música na hora, musicar receitas médicas, enfim, tudo, tudo vira letra de música para Anand Rao.

Nesta entrevista exclusiva Antônio Miranda fala da performance que fará, sua vida poética e posicionamentos diversos.

Porque poesia e não contos, crônicas, romance, ou o senhor é um escritor que milita em todos os gêneros literários?
Prof. Miranda - Escrevo sobre tudo: artigos científicos, romances, roteiros, conferencias, crônicas, xonoa, poemas... Mas é a poesia que oupa efetivamente o meu artesanato verbal, meu tempo de leitura e de criação. Aí também sou eclético pois vou do soneto ao videopoema. Cada tema exige uma forma própria, sem preconceito. Já pubiquei uns 40 livros e centenas de artigos e espero continuar produzindo por um bom tempo...

Poesia no Brasil tem valor, o público valoriza a poesia?
Prof. Miranda - Acho que sim, em diferentes níveis, desde o poemeto romântico ao mais confessional que hoje povoa milhares de blogs... Poesia exige uma tipo de iniciação formal, e as pessoas vão por onde se interessam:pelo cordel, pelo verso erótico, pelo visual, tem pra todo mundo. E se lê muita poesia. O meu portal de peosia iberoamericano tem mais de um milhão de visitas por ano, a maioria constituída por estudantes.

E essa farra que Anand Rao faz com a poesia, tornando-a letra de música, há uma distância entre poesia e letra de música ou podemos dizer que se confundem?
Prof. Miranda - Eu adora a diversidade de situações... Já li em presídios, andando na rua, num trem urbano na Colômbia para um público transeunte, para platéias universitárias e saraus em casa de amigos. O mais difícil é escolher que tipo de poema para cada situação...

E participar no palco com um maluco como Anand Rao que bebe seu vinho ou uísque no palco, musica poemas na frente de todos, é um perfeito farrista, é bem verdade que tem ocupado espaço no Brasil e no exterior com seu trabalho mas, participar com ele de um show, o senhor que é diretor da Biblioteca de Brasília não acha que minimiza o seu trabalho ou desvaloriza, como o senhor vê isso?
Prof. Miranda - Há tempos venho manifestando meu interesse pelo estilo ditirâmbico e improvisado de Anand Rao, uma especie de cordelista culto e anarquista, de improvisos poético-musicais que parecem efêmeros mas que calibram o autor... Como aqueles músicos que ensaiam nos corredores do metrô de Nova Iorque, de Paris, de Londres... Anand Rao ensaia no palco do café concert... e assim avança, desenvolve sua arte que, em vez de solitária, é de compartilhamento. É um caso em que a intuição, a esponteneidade e a capacidade de vencer o desafio e o inusitado qualificam e amadurecem sua arte... Não é um caso único, mas é raro e merece admiração e respeito, mais do que isso, público para acompanhar o seu trabalho...

E a biblioteca tem inovado ou tem feito eventos padronizados, dentro dos padrões literários brasileiros. O senhor inovou na internet colocando informações sobre diversos escritores radicados no Brasil e mundo, esse senhor que inovou na internet, tem inovado à frente da direção da Biblioteca de Brasília?
Prof. Miranda - A biblioteca do século 20 é híbrida, como a sereia, metade anfíbia metade terrestre... Uma parte navega na weba, a outra é de salão de leitura e livros. Antigamente as bibliotecas acreditavam poder atender seus usuários com os prórprios acervos, entre 40% e 60%, coisa medida e testada... Com o crescimento exponencial da literatura, hoje a capacidade de atendimento dependa cada vez mais do acesso a outras bibliotecas, em rede, e aos imensos repositórrios digitais via internet... Tecnologia, tecnologia...

E os artistas, o senhor que dispensou sua parte no couvert que será cobrado no show, não acha que os artistas devem ser remunerados por suas apresentações? Como viveria sem remuneração um Caetano, Gilberto Gil (que mesmo enquanto era ministro cobrava por suas apresentações), como viveriam os artistas menos famosos como Lilia Diniz se não cobrassem por suas apresentações, é certo os artistas serem remunerados?
Prof. Miranda - O artista deve ser remunerado, segundo as circunstâncias... Eu cobro por muitas das palestras e apresentações que faço por aí, mas estou sempre disposto a fazê-lo de graça, dependendo do lugar e ocasião... Sou até capaz de pagar para apresentar-me, em último caso... Importante para o artista é o reconhecimento de seu trabalho e, se ele vive disso, é importante que o reconhecimento seja proporcional ao rendimento e vice-versa. Ou não, como diria o Caetano...

Alguma questão ficou pendente que o senhor gostaria de colocar nesta entrevista?
Prof. Miranda - Conjugar poesia e música, numa amálgama criativa é sempre bom para o público e para os artistas. A poesia vive dessas oportunidades para ampliar seus horizontes e seu público. Espero rever e fazer amigos em sua companhia, quem sabe reapresentando aquele trabalho que já fizemos juntos e ampliar esta parceria.

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Produção Anand Rao
www.anandraobr.com
producaoanandrao@gmail.com

Sunday, January 31, 2010

Poemação 6 volta à cena na BNB com homenagem a Mangueira Diniz


Uma homenagem ao criador do Teatro Oficina Perdiz, Mangueira Diniz (1954- 2009); a presença de três poetas performáticos brasilienses e da poesia de Ceilândia e Gama; o lançamento do novo livro da escritora e atriz Cristiane Sobral; e um recital musical são os destaques do projeto Sarau Videoliteromusical - Poemação 6, de volta à cena este ano no próximo dia 2 de fevereiro, às 19h, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB).

A homenagem ao diretor de teatro Mangueira Diniz é do irmão, Dijair, que vai recitar poemas de Pompilho Diniz. Os poetas performáticos são Paco Cac (O Menor Espetáculo da Terra) e Celso Araújo (ex-Akenaton) e Marina Mara (também produtora cultural), que vão mostrar um pouco de seus trabalhos, individualmente. Das satélites participam Fernando Freire (Gama), autor do livro de poesias Zoomboomzungu, e o grupo Poeme-se (Ceilândia), comandado por Margô Oliveira e Rego Jr. A poeta Cristiane Sobral vai dramatizar "Cauterização", um dos contos da coletânea Cadernos Negros Volume 32, a ser lançada durante o evento.

A parte musical do sarau traz Gilson Alencar com canções do seu cd mais recente Que Som é Esse?, e a sessão Poesia na Platéia abre espaço aos espectadores, para mostrarem o que vêm produzindo do tripé poesia, canção e vídeo, que compõe o evento. O projeto é uma iniciativa dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio, também coordenadores das apresentações.

ORIGENS - O Sarau Videoliteromusical teve início no segundo semestre de 2009, ao ser proposto por Marcos Freitas ao diretor da BNB, poeta e professor Antonio Miranda. A aprovação foi imediata.

Miranda viu na proposta uma forma de manter acesa a flama do "poema em ação" - o Poemação, projeto lançado por ele durante a I Bienal Internacional de Poesia de Brasília (I BIP), em 2008, e realizado com sucesso em bares, cafés, bistrôs, espaços culturais do SESC-DF e Barca Brasília, no Lago Paranoá.

O formato do Poemação prevê apenas uma apresentação por vez de um poeta, um músico e um videasta, sequencialmente. Mas na forma como vem sendo realizado nos saraus comandados por Freitas e Amâncio, permite um tempo maior em cena aos artistas convidados. O Poemação Sarau Videoliteromusical tem agenda mensal garantida até setembro próximo, quando a Biblioteca Nacional de Brasília vai realizar a segunda edição da Bienal Internacional de Poesia de Brasília (II BIP). (Angélica Torres)

Foto Mangueira Diniz: Divulgação

POEMAÇÃO 6 (Sarau Videoliteromusical) - Com Celso Araújo, Dijair Diniz, Fernando Freire, Gilson Alencar, Marina Mara, Paco Cac, POEME-SE e mais a sessão Poesia na Platéia e o lançamento de Cadernos Negros, de Cristiane Sobral. No Auditório da Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), 2 de fevereiro, 3ª, às 19h. Coordenação e informações: Marcos Freitas (061 81297116) e Jorge Amâncio (61 81453630). http://poemacao.blogspot.com.

Fonte: http://www.bnb.df.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/item/369-poemação-6-volta-à-cena-na-bnb-com-homenagem-a-mangueira-diniz

Friday, January 22, 2010

Ana Reis homenageia Clodo Ferreira no Café Cultural da Caixa


Compositor piauiense radicado em Brasília desde a década de 1960, Clodo Ferreira construiu toda a sua obra na capital, onde iniciou a carreira há quase 40 anos. Autor de músicas gravadas por Fagner, Simone, Zizi Possi, Dominguinhos, Milton Nascimento, MPB-4 e Engenheiros do Hawaii, ele ganha homenagem também nesta sexta, às 19h, no projeto Outras Bossas, no Café Cultural (anexo do Teatro da Caixa).

Quem o homenageia são a cantora Ana Reis e o violonista João Ferreira, filho do artista. "Conheci o Clodo por meio do João, com quem desenvolvo um trabalho há quatro anos. Aos poucos fomos incorporando músicas do Clodo ao nosso repertório. Depois fui convidada para participar de alguns shows deles, que também tomou parte de shows meus", lembra Ana.

Foi da cantora a ideia de celebrar a obra do compositor no Outras Bossas. "Havia proposto o show ao Leonel Laterza (coordenador do projeto) no ano passado e agora, finalmente, surgiu a oportunidade de levá-lo ao palco", comenta. “Para a construção do repertório, partimos de músicas que eu já cantava em outros shows, como Mentira da saudade, a única só de Clodo; Carece de explicação (feita com Domiguinhos) e Conterrâneos (parceria com os irmãos Clésio e Climério Ferreira)”.

No roteiro não vão faltar canções marcantes na carreira de Clodo, compostas com parceiros como Petrúcio Maia (Cebola cortada), Fagner (Meio-dia), Zeca Bahia (Ave coração) e, claro, Revelação (Clésio). "O Clodo tem uma obra imensa, mas seu trabalho ainda não foi devidamente valorizado”, afirma a cantora. "Me sinto lisonjeado quando vejo o trabalho que desenvolvo há quase 40 décadas ser reconhecido por artistas da nova geração, como a Ana Reis", devolve os confetes o homenageado.

Outras bossas com Ana Reis
Show de Ana Reis (voz) e João Ferreira (violão) em homenagem a Clodo Ferreira
Local: Café Cultural - SBS Qd. 4, Lote 3/4, anexo à sede da Caixa Econômica Federal -Setor Bancário Sul - 3322-8164
Data: Quinta e sexta-feira, às 19h
Preço inteira: Entrada franca
De: 21/01/2010
Até: 22/01/2010

Thursday, January 21, 2010

Filme "Verão em Berlim“, de Andreas Dresen


O longa conta a história da enfermeira Nike e sua melhor amiga, Katrin, que têm por hábito observar a vida passar da sacada (balcão) de seu apartamento, esperando que alguma coisa aconteça com elas. Em um dia qualquer, o calor típico do verão põe em movimento as suas vidas e a de todos ao redor. Max, o filho adolescente de Katrin, tenta em vão conquistar uma amiga de colégio, Nike entra em uma arriscada relação com o caminhoneiro Ronald, e Katrin tem um colapso mental após uma tentativa de estupro frustrada.

Apesar de possuir Berlim no título, o diretor Andreas Dresen opta por não mostrar pontos turísticos óbvios da cidade, mas sim um cenário cotidiano em Prenzlauer Berg, bairro da antiga Berlim Oriental e que hoje concentra muitas famílias jovens. O balcão do edifício em que as amigas vizinhas se encontram para conversar (e que está presente no título em alemão, „Sommer vorm Balkon“), também faz parte do dia a dia de Berlim. Segundo Dresen, „além de ser uma característica cultural da cidade, o balcão tem a ver com a solidão das pessoas, que se fecham e observam o mundo de cima“.

A produção será exibida em seu idioma original com legendas em português no dia 28 de janeiro, às 19h, na Sala de Cinema da Embaixada da Alemanha. A entrada é franca e os lugares limitados.

Sobre o diretor
Andreas Dresen nasceu em 1963, na Alemanha. Na década de 1980 começou a trabalhar com teatro e fazer curtas-metragens. Estudou direção no HFF Konrad Wolf Postdam-Babelsberg e desde 1992 trabalha como roteirista e diretor de cinema e televisão. Ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim 2002 com „Entre Casais“ (2001) e o prêmio de Melhor Roteiro no Festival de San Sebastián 2005 com „Verão em Berlim“ (2005).
KINOSAAL (Sala de Cinema da Embaixada da Alemanha)
Filme: „Verão em Berlim“ (2005, Andreas Dresen).
Data: 28.01 (quinta-feira).
Horário: 19h.
Local: Embaixada da Alemanha (SES-Avenida das Nações, Qd. 807, Lt. 25).
Classificação etária: 12 anos.

Embaixada da República Federal da Alemanha
Centro Alemão de Informação - Deutschlandzentrum
Brasília - DF
SES Av. das Nações, Q. 807 lt25
70.415-900
Tel. (61) 3442-7000
Fax. (61) 3443-7508
info@alemanJA.org
www.brasilia.diplo.de
www.alemanJA.org

Wednesday, January 13, 2010

Resultado da Primeira Etapa dos Pontos de Cultura


Foi publicado nesta quarta-feira (13), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o resultado dos recursos de Análise Documental do Edital dos Pontos de Cultura do Distrito Federal. Esta foi a primeira etapa para a seleção das propostas. As próximas duas etapas serão as de Avaliação Técnica do Projeto e Análise do Mérito.

A Avaliação Técnica será realizada por membros da Secretaria de Cultura, Ministério da Cultura e especialistas em cultura da Sociedade Civil. A Análise de Mérito caberá a uma comissão tripartite, ou seja, partida em três partes, composta por dois representantes do Ministério da Cultura, dois do GDF e dois de instituições da Sociedade Civil atuantes no setor cultural ou membros da classe artística de notória especialização, com seus respectivos suplentes.

Os membros da Sociedade Civil que participarão da Comissão Técnica e da Comissão de Mérito são de instituições representativas e movimentos culturais do DF, convidados a participar do processo de seleção.

Vinte e seis projetos estão aptos a participar das fases seguintes. São eles:

1. A Arte na Escola e a Cultura Popular – Centro de Cultura Mamãe Taguá;
2. Academia Itinerante do Riso – Grupo de Teatro Oceano Nox;
3. Ação Periferia – Educação em Foco;
4. Artes da Tribo – Associação Cultural Tribo das Artes;
5. Atitude Jovem – Organização Atitude;
6. Caminhos Áudio-Visuais –Associação Cultural Claudio Santoro;
7. Centro de Difusão Educação de Artes Visuais Patrimonial e Memória - Fundação Athos Bulcão;
8. Cinema a Céu Aberto – Tantri Arte e Cultura;
9. Comunicarte – Coletivo Gente Brasil;
10. Cultura Avessa – Grupo Vídeo Avesso;
11. Cultura de Canto a Canto – Centro Cultural Ferrock;
12. Espaço Cultural Bagagem – Bagagem Cia de Bonecos;
13. Garatuja – Associação, Assistência, Cultura e Educação Humana;
14. Incubadora de Palhaços – Grupo Olimpo Investigações de Técnicas Teatrais;
15. Informação Popular – Instituto de Ação Comunitária- IAC/DF;
16. Ludocriarte Editora – Associação Ludocriarte;
17. Ponto de Cultura Congo Nya – Instituto Cultural Congo Nya;
18. Ponto de Cultura Invenção Brasileira – Grupo de Teatro Mamulengo Presepada Invenção Brasileira;
19. Ponto de Cultura Mediateca – Mediateca – Organização para Inclusão Social e Digital;
20. Ponto de Cultura Tamnoá – Organização Cultural e Ambiental Tambores do Paranoá;
21. Profissão Arte Ponto de Cultura Mapati – Associação Artística Mapati.
22. Expressão e Arte – Top Speed;
23. Giz no Teatro em Rede de Cultura – Resgate da Vida;
24. Mandacaru – Favela Produção e Promoção Artística – Culturais;
25. Ponto de Cultura Rede Candanga – Artheria – Cultura e Cidadania;
26. Ponto de Cultura Seu Estrelo e o Fuá de Terreiro – Associação Cultural Acesa.

Fonte: http://www.sc.df.gov.br/?sessao=materia&idMateria=2696&titulo=RESULTADO-DA-PRIMEIRA-ETAPA-DOS-PONTOS-DE-CULTURA

Monday, January 11, 2010

Jorge Amancio no Projeto MúsicaPoética nesta sexta-feira (15 de janeiro)


O idealizador do Projeto MúsicaPoética que está sendo realizado às sextas (15 de Janeiro) no Café com Letras, 203 Sul, Brasília-DF, 21 h, com couvert a R$ 10,00 (todo revertido para os artistas) é o músico Anand Rao e a realização da Anand Rao Multiempreendimentos. Em todos os shows o músico faz músicas no palco, musica poemas, textos em guardanapos de papel, falas, enfim, na sua parte do show ele usa o seu dom que é o de compor músicas na hora onde diversos professores de música definiram como MPBJazz e cativa o público. Mas, em todas as apresentações ele leva um poeta convidado e nesta sexta o MúsicaPoética apresenta Jorge Amancio.

Jorge é aquariano nascido em 1953. Veio para Brasília em 1976 e licenciou-se em Física pela Univesidade de Brasília. Desde 1981 leciona na Secretaria Educacional do DF sendo pós-graduado em matemática, ativista de movimentos sociais na luta contra o preconceito racial tendo Brasília como sua cidade de crescimento e amadurecimento. Sua primeira poesia foi publicada no jornal Raça do Movimento Negro nos anos 80 e de lá para cá em 1985 ganhou o prêmio Sinpro-DF de Contos e Poemas, em 86 participou do Fala Satélite, em 87 do poemas e mais alguns dilemas, em 92 do Coletivo de Poetas e participou do 2. Concurso de Poesia da Rádio Jornal, em 95 participou do Zumbi pela Editora Omo Ayê, em 2000 do VIII Concurso Literário da Asefe e lançou em 2007 o livro NegroJorgen pela editora Thesaurus.

Nesta entrevista exclusiva ele fala do show que fará com Anand Rao intitulado Saravarás:

Apesar da introdução da matéria, informe a público leitor, porque poesia e não contos, romance, porque este gênero literário foi o que te cativou?
Jorge - Quando adolescente existia um suplemento no Jornal do Brasil que discutia poesia, por ali transitava Mario Quintana, Carlos Drummond, Ferreira Gullar, os irmãos Campos, e outros. Na rádio existia um programa de poesia romantica de J.G. de Araujo Jorge, foi a paixão total. Estorou a Tropicália, Chico Buarque e grandes letristas da MPB e cada dia torno-me cativo da poesia pelas suas mils formas de se apresentar, com suas novas leituras a cada dizer, emocionando ao ouvir.

Anand Rao, é um músico farrista que compõe no palco, e você, o seu poema, engajado num luta, porque fazer este show com Anand Rao?
Jorge - Anand é livre de preconceito "músico-poético", pertence ao meu universo cultural há um bom tempo. Músico inquieto pela descoberta, pelos novos sons, ele é uma orquestra percurssiva. Para mim é uma farra que tenho sempre o maior prazer de participar. Tenho um poema musicado por ele, Zumbiteiro.

O que estará apresentando no show, o show terá espaço para improvisos ou você obedecerá rigidamente ao que aqui responder?
Jorge - Anand é sinonimo de improviso. Eu improverso.

Poesia no Brasil tem valor?
Jorge - Valor tem, não tem é reconhecimento. O número de sites voltado à poesia, o número de poeta que emprestam sua poesia a outras artes, as inúmeras formas da poesia visual, da poesia sonora, valor a poesia tem, não tem é um reconhecimento.

Desenvolveste um projeto não remunerado no ano passado segundo fontes diversas, achas correto um artista trabalhar sem remuneração?
Jorge - Poemação é um projeto que realizamos juntos com o poeta Marcos Freitas e a Biblioteca Nacional de Brasília, tomou uma dimensão maior do que esperávamos, temos a chance de mostrar a poesia brasiliense num espaço, a BNB, privilegiado, propício a literatura, propício as artes, sem remuneração, mas com grande satisfação. Estamos indo para o Poemação 6. Trabalhar sem remuneração não é bom para ninguém, remunerados atrairíamos poetas, escritores, artistas em geral, dando não só uma dignidade a sua arte como valorizando e reconhecendo o artista. Hoje os poetas, escritores, artistas em geral participam do Poemação sem qualquer tipo de remuneração, o que se dependesse de nós coordenadores e da Biblioteca seria diferente, pois comunhamos do mesmo pensamento.

Quais os livros que publicou, os prêmios que ganhou, além do que abriu nossa matéria, se é que há e quais os projetos para 2010?
Jorge - Tenho um livro publicado pela Thesaurus em 2007, Negrojorgen. Várias paticipações em antologias, alguns prêmios e ideias.

Você tem outra profissão, dá para viver de poesia no Brasil?
Jorge - Pouquíssimos escritores vivem unicamente da literatura. De poesia propriamente dita existe mais dificuldade, a política do governo educacional e cultural não contribui para isto. Um dos caminhos da poesia é sair do papel então outras linguagens começam a aparecer que podem favorecer o poeta, integrá-lo a uma realidade no mercado, para muitos o poeta é um sonhador, para outros um fingidor, mas na verdade o poeta é um batalhador, um trabalhador.
Enquanto isto leciono Física e Matemática para a Secretária de Educação do DF.

Brasília é a capital do panetone, cueca e meia, ou existe cultura na cidade, o que os artistas de Brasília devem fazer para melhorar a imagem da cidade?
Jorge - Quando uma cidade quer mudar o nome do estádio de futebol de Mané Garrincha, retira as caixas do Teatro Nacional, ainda Claudio Santoro nos assusta em matéria de política cultural. Creio na arte denúncia e cabe aos artistas denunciarem tais fatos.
Veja o site: http://literaturaperiferica.ning.com/profiles/blogs/o-grande-relogio-solar-1
Quem mora em Brasília há mais de trinta anos como eu e viu a politização de uma cidade a conquista de eleição e deixou-se cair na cilada do coronelismo, dos políticos filhos de ditaduras de coronéis, se apossarem territorial e politicamente da cidade. Deu no que deu, ou no que está dando. Mas creio que se pelas urnas nos fudemos, pelas urnas nos salvaremos.


--
Produção Anand Rao
www.anandraobr.com
producaoanandrao@gmail.com

Thursday, January 07, 2010

Máximo Mansur no Água de Beber MPB Bar


Hoje, quinta feira no Água de Beber MPB Bar, antigo Zé Ricardo em frente ao Carrefour do Pistão Sul de Taguatinga, a partir das 21h, tocando o melhor do rock pop, mpb, musica regional, forró pé de serra, reggae, além de muita música autoral.

Serviço:
Onde: Água de Beber MPB Bar
Quando: dia 07/01/10
Quanto: R$ 5,00
Hora: 21h

www.maximomansur.com.br

Tuesday, January 05, 2010

Mostra retrospectiva reúne porcelanas e pinturas de Iá Oberlaender na BNB


No próximo dia 15 de janeiro, o Hall de Exposições da Biblioteca Nacional de Brasília apresenta a mostra retrospectiva 800º de energia e delicadeza, com cerca de 40 peças de Iá Oberlaender, entre pinturas em porcelana e telas a óleo. Desde os anos 70, essa artista plástica vem trabalhando e requintando sua maestria sobre a “arte do fogo” e com ela produzindo pratos, porta-jóias, vasos, jarros e bandejas, queimados a temperaturas que atingem 800º, com a mesma disciplina e bom-humor com que sempre levou a vida. Com 94 anos feitos em dezembro, Dona Iá recebe esta homenagem do filho, o também artista plástico e fotógrafo Márcio Oberlaender. A curadoria é de Nando Cosac.

Leia mais em: http://www.bnb.df.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/item/360-mostra-retrospectiva-reúne-porcelanas-e-pinturas-de-iá-oberlaender-na-bnb

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3325-6257 Ramais 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br
http://www.bipbrasilia.unb.br

Monday, January 04, 2010

Carla Andrade e Anand Rao estreiam o projeto MúsicaPoética


08 de janeiro de 2010
Carla Andrade e Anand Rao

Na próxima semana, na sexta-feira dia 08 de janeiro, a poeta Carla Andrade e o músico Anand Rao abrem o projeto MúsicaPoética que se realizará todas as sextas de janeiro e fevereiro de 2010 no Café com Letras em Brasília na 203 Sul.

O projeto foi idealizado pela Anand Rao Multiempreendimentos, e apresenta o músico Anand Rao musicando poemas no palco na frente de todos toda sexta-feira sempre acompanhado por um poeta diferente.

Nesta entrevista exclusiva a poeta Carla Andrade fala sobre sua participação no projeto e assuntos diversos:

Porque escreves poesia e não contos, romance, porque este gênero literário foi o que te cativou?

Carla - A poesia me traduz, gosto de escrever contos e crônicas, mas é na poesia que me encontro, é uma gostosa terapia que me faz enxergar o mundo de forma mais lúdica. Com meus poemas, posso explorar as palavras com mais carinho, sem uma preocupação muito grande com a realidade e a coerência de um texto, tão exigida na profissão que escolhi, a de jornalista. É apenas uma cadência de imagens que tento ordenar de forma desordenada.

Anand Rao, é um músico farrista que compõe no palco, e você, o seu poema, feito em casa, nada no improviso, porque fazer este show com Anand Rao?

Carla - A poesia precisa dessa interação com outras expressões artíticas como a música , artes plásticas, entre outras. Essa combinação torna o poema mais acessível a todos, ele ganha mais vida e toca os sentidos do público.

O que estará apresentando no show, o show terá espaço para improvisos ou você recitará rigidamente o que aqui divulgar?
Carla - Apresentarei umas 10 poesias do meu livro "Conjugação de Pingos de Chuva", com temas sobre a natureza, vida, morte, tempo, e poesias inéditas como Artesanato de Perguntas, Novelo, Capoeira, Arquitetura do Rio, entre outras.

Poesia no Brasil tem valor?

Carla - Eu acho que a poesia no Brasil não está valorizada ainda. Ferreira Gullar, que é um dos poetas mais vendidos do Brasil, tem uma expressão pequena no mercado editorial quando comparamos com gêneros como romance e contos. A própria Bienal de Poesia que a capital realizou em 2008 contou com uma cobertura fraquíssima da imprensa. Muitas pessoas têm um certo preconceito com a poesia, acham que ela não tem utilidade prática nesse mundo onde todo mundo anda tão apressado e valoriza cada vez menos a contemplação, a reflexão. A poesia também é considerada, por muitos, como um produto pouco vendável, hermético. Há um ano, o jornal Correio Braziliense tirou de circulação o caderno Pensar, que trazia uma boa cobertura literária, com críticas e contextualizações históricas, além de dar espaço para a poesia. O caderno foi distribuído entre os diversos segmentos da cultura sucumbindo-se às pressões do mercado.

Você tem outra profissão, dá para viver de poesia no Brasil?

Carla - Sou jornalista concursada da Anac, como estou trabalhando meio período, sobra tempo para escrever poesia. É necessário ter outra profissão, principalmente se você mesma tem que distribuir seus livros e divulgar seu trabalho.

Brasília é a capital do panetone, cueca e meia, ou existe cultura na cidade, o que os artistas de Brasília devem fazer para melhorar a imagem da cidade?

Carla - A cultura nos mostra sentido e beleza na vida, apesar de toda essa corrupção.Devemos resgatar o que há de mais original na arte brasiliense. Não somos o reflexo de uma cultura pasteurizada, tão mostrada e esvaziada de opiniões nas telas de uma tv. Somos um caldo de expressões, sotaques, regionalismos, lendas, História. Isso tudo é muito rico para deixar de ser mostrado, recuperado. E Brasília é isso, é essa nossa imagem. Contextualizar esse sincretismo cultural é compreender nosso povo, nossas raízes e ter orgulho disso.

Serviço:O que: sarau de Anand Rao e Carla Andrade.
Onde: Café com Letras, 203 Sul, Brasília (DF).
Quando: sexta-feira, 9 de janeiro.
Hora: 21h.
Quanto: R$ 10 (dez).
--
Produção Anand Rao

Fonte: http://www.anandraobr.com/

Mais informações e matérias sobre o Projeto e os participantes:
http://www.nosrevista.com.br/

Friday, December 18, 2009

Lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos" , em Teresina


A Editora CBJE e o escritor Marcos Freitas convidam para o lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”.

Local: CENAJUS - Centro Nacional de Cultura da Justiça
Data: 22 de dezembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 19:00 às 20:30 horas.


APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor


Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)


Apoio: ABRH - Associação Brasileira de Recursos Hídricos - Regional Piauí

Para a aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

O livro foi lançado recentemente na 28ª Feira do Livro de Brasília, no Shopping Pátio Brasil – Estande-Espaço Mangueira Diniz, em 24 de novembro de 2009.


“Se tratti di acqua anteponi l'esperienza alla teoria.”
Leonardo da Vinci


"Chuu-á ! Chu-áa ! - ruge o rio, como chuva deitada no chão"
“ O Burrinho Pedrês, primeiro conto de Sagarana - João Guimarães Rosa

Mais artigos do autor em:

http://www.scribd.com/mfreitas_pi

http://emversoeprosa.blogspot.com/

Tuesday, December 15, 2009

Monday, December 07, 2009

Terapoética, como transformar problemas em poemas, de Alessandro Uccello


Uccello toca a vida com palavras
Alessandro Uccello é um caso de resistência explícita, teimosia evidente, flor insistentemente brotada de seus atuais abismos, que me faz perguntar: quem de nós, à beira de tantas limitações – neurais, musculares e físicas – se preservaria combatente, tendo como instrumento e bandeira a poesia? É ela a vela, é ela a proa.
Tenho interesse em vos situar nos bastidores, nos cenários do nascedouro deste novo livro do Uccello, não para que vos apiedeis dele e do que nele avança e cujos mistérios a medicina ainda se esforça para decifrar. Não! Estou contextualizando a vida e a lida deste valente poeta que, mesmo golpeado pelas garras da esclerose lateral amiotrófica, faz brotar o “Terapoética – como transformar problemas em poemas”, porque aí todos vós compreendereis melhor o título do livro.
Inteligente, amoroso, puto, divertido, sem autopiedades mas realista e sonhador, outra vez Alessandro Uccello nos brinda com sua coletânea de filosóficas e cotidianas observações masculinas. Estão aqui os olhos de um homem inteiro, com o seu tesão, seu raio curioso, moderno e paterno de observação, seu coração luminoso digitando sem parar, teclando, por cardíacos batimentos, a construir uma poesia que todo mundo gosta de provar: jovens, maduros, homens e mulheres; todo mundo quer Uccello recitar.
Não é por acaso que no trabalho que fizemos, eu e minha equipe de professores da Escola Lucinda de Poesia Viva, o pessoal da Casa Poema, numa comunidade vulnerável de S. Pedro 1, no antigo lixão da cidade de Vitória, no Espírito Santo, a poesia deste poeta danado tenha feito tanto efeito e sucesso. Foi muito emocionante ver escolherem, entre Mário Quintana, Drummond, Manoel de Barros e outros bambas, os poemas tão claros do Uccello. Como pode um homem, habitante da capital federal, agrônomo, servidor público, pai de família e poeta, ser a voz de um menino lá dessas impossibilidades de um outro Brasil? Dar voz a ele? Ser por ele escolhido para em seu nome discursar? : “Deus Eu - Andei colhendo as flores / que a vida deu para mim / mas nunca fiz jardim / Venho comendo as frutas / à beira do pomar / mas nada de plantar / Tenho amado as mulheres que me querem / e aceitado os amores que me vêm / quando elas partem, não me ferem / se elas morrem, não me têm / Serei um dia agente de mim mesmo / Deus Eu, dono do próprio destino? / Ou passarei a vida amando a esmo / vivendo só de amores inquilinos? ”. O impressionante é que o refrão “Deus eu” virou uma vinheta, um rap arrepiante que a turma toda afirmava junto com o dizedor. Vale esclarecer que este poema que citei pertence ao seu trabalho anterior, “Eu com verso”.
Então é assim: a poesia, forma milenar de preciosíssima autoajuda, faz um serviço, um refinamento sem nome, sem medida para qualquer lado, dentro do coração do ser humano. Basta que ela encontre uma porta para entrar. A poesia prolongou a vida de Fernando Pessoa. Ainda que ele nos tenha deixado cedo, aos 47, duvido que sem a poesia tivesse até ali chegado. Eu mesma, talvez fosse uma pessoa perdida, se de poesia não tivesse sido cedo medicada.
Mergulhando nesta obra de Alessandro Uccello, vejo sua coragem, provo de sua valentia, admiro seu sofisticado jeito de falar, mesmo que paralisado pela filha da puta da esclerose que atingiu este homem de ouro, que pegou o cara errado, considerando que tanta gente existe só para produzir guerras e outras aberrações. Que outra alma humana, nestas adversas condições, se manteria assim tão viva? Caminhante, apesar da atrofia? Realizadora, apesar da limitação neuromuscular? Faladora, apesar da impossibilidade de pronunciar palavras?
Mesmo angustiado, em versos como “de nada me adiantaram alimentação saudável / esporte com frequência / casamento estável / ética amor e paciência / A Kriptonita está dentro de mim” ou em “Renato Russo morreu aos trinta e seis / Ayrton Senna morreu aos trinta e quatro / Jesus Cristo morreu aos trinta e três / Eu? Sou o mais morto dos quatro”; mesmo triste muitas vezes, vendo sua bela e querida Sonia, amada, dedicada e valente companheira, cujo coração de quase viuvez ele avista com sua visão de raio X, mesmo assim seu livro é de altíssimo astral e a leitura destes versos nos fortalece e diverte, dando-nos uma dimensão concreta da finitude.
O poeta, corajoso que é, nos oferece seu natural bom humor e irreverente lirismo, mesmo estando com uma bomba dentro de si (bomba que todos trazemos, mas que, no seu caso, ganha em terror por conta das ignorâncias que a ciência tem desta enfermidade veloz e daninha). Alessandro não desperdiça as alegrias vividas, não as despotencializa; ao contrário, com sua sensibilidade, estende a fértil memória dos dias felizes como águas do passado movendo os moinhos de agora. Por meio de sua verve poética, o autor nos atinge, iguais mortais, com uma saúde literária indiscutível, toca numa certa eternidade, visto que o que ele fala vale para todos que estamos sempre às portas da morte, moribundos ou não, quem saberá? Ainda assim, ele cria novos futuros para si e para nós, seus privilegiados leitores.
É com este coquetel de palavras diárias que Alessandro Uccello vem driblando as intempéries de sua vida presente, mandando ver na veia poética como nunca. E o remédio que era só dele, agora está, com este “Terapoética”, disponível a todos, ajudando-nos a transformar nossos próprios problemas em poemas ou a diluí-los através de seus versos.
Você tem razão, Uccello, meu querido: “tudo é relativo pra quem está vivo”. E, enquanto a ciência não realiza seu oficio por meio das células-tronco, a poesia vai produzindo seus milagres.

Elisa Lucinda, primeiro de novembro, primavera bela e chuvosa de 2009.


Serviço:
Sarau de lançamento do livro de poesias - Terapoética.
Data: 13 de dezembro (domingo)
Horário: 18 h
Local: Restaurante El Paso Texas, no Terraço Shopping.
http://eucomverso.blogspot.com/

Tuesday, December 01, 2009

POEMAÇÃO CINCO (Uma Homenagem a Cassiano Nunes)


A Biblioteca Nacional abre suas portas para o quinto POEMAÇÃO privilegiando a poesia brasiliense, trazendo de volta o projeto de grande sucesso da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, em 2008.
Sob a coordenação dos poetas Marcos Freitas e Jorge Amâncio, o quinto Sarau Videoliteromusical será realizado no dia 2 de dezembro de 2009 no auditório da BNB sito no 2º andar.
O Poemação 5 prestará uma homenagem ao poeta santista brasiliense universal Cassiano Nunes Botica (1921-2006)
Música e Poesia com Paulo Djorge, o acordeom de João Nascentes e o violão do cantor e compositor Márcio Bomfim estarão presentes no Sarau Videoliteromusical.
A poeta mineira, multifacetária, Brenda Mar(que)s Pena lança Poesia Sonora: história e desdobramentos de uma vanguarda poética.
O jornalista, escritor e documentarista Paulo José Cunha lançou recentemente, em terras piauienses, "Perfume de Resedá", uma poesia épica que conta a estória afetiva da Nação do Phyauí.
Nicolas Behr nos traz o seu recente La Brasíliada edição bilíngue traduzida pelo poeta cubano Jesús J. Barquet.
O livro “O Amor de Mariano” reúne os contos publicados inicialmente em jornais, do maranhense Marco Paulo Haickel.
A poesia do criador do Coletivo dos Poetas, patrono da feira do livro da cidade de Alto no Piauí neste ano Menezes y Morais, e o poeta e engenheiro Marcos Freitas, piauiense, nascido na rua do barrocão mostram seus versos, prosas e algumas idéias.
O público apresenta a sua poesia em Poesia na Plateia.

PROGRAMAÇÃO

Abertura Marcos Freitas e Jorge Amâncio
Homenagem a Cassiano Nunes
Nicolas Behr
Brasíliada Poesia
Brenda Marques
Poesia Sonora
Paulo Djorge
Poesia e música brasileira
Paulo José Cunha
Livro Perfume de Resedá poesia
Menezes y Morais
Poesia
Marcos Freitas
Poesia
Márcio Bomfim & João Nascentes
Música e Poesia
M. P. Haickel
Amor de Mariano
Poesia na Roda

LOCAL: Auditório da Biblioteca Nacional ( 2º Andar)
Data : 02 de Dezembro de 2009
Horário: das 19h00min às 21h00min
Entrada Franca

Encontro de Escritores no T-Bone

Por Francisca Azevedo
30 de novembro de 2009

Livro apresenta a evolução política de Brasília em meio século de vida
O Açougue Cultural T-Bone recebe nesta quinta-feira, 03/12, para participar de bate-papo literário o escritor e jornalista, editor-chefe do Observatório da Imprensa, Luiz Egypto, sobre o livro Memórias do Distrito Federal: a Luta pela Autonomia Política. A noite terá ainda apresentação musical de Tonicesa Badu, lançamentos literários de Manoel Augusto Marques Lima e Wellington Lavareda, apresentação do coral “Coral da melhor idade – Brilhantes de Formosa-GO” e da peça de teatro “Detalhes do nosso cotidiano”, com direção e textos de Gilson Montblanc. O evento começa às 20 horas e a entrada é de graça.

Bate-papo literário:
Memórias do Distrito Federal: a Luta pela Autonomia Política.
Livro apresenta a evolução política de Brasília em meio século de vida

Publicação reúne histórias de personalidades que participaram de episódios que ajudaram a construir a identidade e autonomia política na capital do país

O livro foi construído a partir de depoimentos de 30 personalidades, de diversos segmentos sociais, que participaram da luta pela autonomia política do Distrito Federal, resgatando o papel das organizações de moradores, dos sindicatos e dos partidos políticos nesse processo.

É a partir da voz desses atores e de suas experiências individuais que se constrói o relato de um processo histórico político e social. Isso foi possível a partir da adoção de uma metodologia desenvolvida pelo Museu da Pessoa. A publicação é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil e da Abravídeo e faz parte do Programa Memória Documental da Fundação Banco do Brasil.

Luiz Egypto de Cerqueira, um dos coordenadores da obra, é bacharel em Jornalismo (Universidade Federal de Juiz de Fora, 1976), mestre em História (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1983). Editor-chefe do Observatório da Imprensa (www.observatoriodaimprensa.com.br), coordenador de projetos do Museu da Pessoa (www.museudapessoa.net). Atividades exercidas: professor do Departamento de Jornalismo da PUC-SP (1979-2006), editor da revista Comunicação Empresarial (1992-1999), editor da revista Imprensa (1989-1991) e (1992-1994), repórter de O Estado de S.Paulo (1991-1992); repórter e editor de texto do caderno “Folhetim” (Folha de S.Paulo) (1978-1979), editor do jornal Versus (1977-1979); colaborador das revistas Goodyear, Ícaro e Unibanco; do jornal Leia Livros; do suplemento “Livro” e do “Caderno B” (Jornal do Brasil).

Apresentação musical:
Tonicesa Badu - Natural de Goiânia, cantor e compositor, tem origem nas folias, congadas, catiras que passavam pelas ruas da capital goiana. Apresentará no palco do Açougue T-Bone repertório diversificado: choro, samba, bossa nova. Interpretando os grandes compositores brasileiros de todos os tempos e suas canções, o canto afro-soul-brasileiro, em sintonia com o que há de melhor na música nacional. O artista já á dividiu o palco com grandes músicos de renome nacional e como Gilberto Gil, Tim Maia, Martinho da Vila e outros.

Lançamento literário:
ECOS INFINDÁVEIS do escritor paraense Manoel Augusto Marques Lima. A obra é resultado de 236 crônicas escritas no período de nove anos, publicadas no jornal O Liberal de Belém do Pará, sobre os mais variados assuntos: educação, violência, idosos, aposentados, corrupções, drogas, e as administrações públicas, etc.

Livro PEÇA DE MUSEU, aborda situações cotidianas descrita de forma irreverente com a intenção de fazer o leitor refletir sobre o dia a dia, e O BEIJO, publicado pela Ed. Thesaurus do escritor Wellington Lavareda. O autor já morou em várias cidades brasileiras e hoje reside em Taguatinga/DF, onde se dedica a ler, escrever e a divulgar seu trabalho. Já recebeu dois prêmios literários pelo conto “A cigana”, pela Academia de Letras de Araguari e pela Associação Niteroiense de Escritores. Seus livros têm sido adotados como paradidáticos em escolas no DF.

Teatro:
Peça “Detalhes do nosso cotidiano”, com direção e textos do ator Gilson Montblanc, encenada pelo o grupo teatral BlefArts de Taguatinga. O espetáculo é composto por várias esquetes com situações engraçadas do nosso dia a dia, com temas que abordam o convívio de muitos casais brasileiros, tais como; convenções, política, reforma ortográfica, aposentadoria, sexo, saúde, dinheiro, enfim, fatos que ocorrem diariamente nas nossas vidas.

Coral:
“Coral da melhor idade – Brilhantes de Formosa-GO”. Fundado há 5 anos, o grupo apresenta canções natalinas, em alemão, entre outras. O grupo já se apresentou em vários eventos nacionais, inclusive na Octoberfest e na abertura da Semana Farroupilha no Rio Grande do Sul.

Informações:
Data: 03/12
Horário: 20 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA

Monday, November 30, 2009

O Bagaço da Laranja, de Nicolas Behr

25 poetas atuam no lançamento da II BIP na Feira do Livro


Com a participação de cinco grupos de poesia que levaram 25 poetas brasilienses ao palco do Café Literário da 27ª Feira do Livro de Brasília, o poemação Esquentando os Tamborins marcou, na noite de 26 de novembro, o lançamento da II Bienal Internacional de Poesia de Brasília (II BIP). Auditório repleto, platéia atenta e calorosa aos recitais de poetas a um só tempo espontâneos e performáticos, foram os sinais que levaram o diretor da Biblioteca Nacional de Brasília, mentor da II BIP e anfitrião da noite, Antonio Miranda, a reconhecer o êxito do evento.

“Fiquei feliz com o êxito do ato de lançamento da 2ª Bienal”, disse Miranda, que abriu o poemação relatando ao público as propostas de atividades e os nomes confirmados para o projeto, que será realizado na primeira semana de setembro de 2010. Em seguida, a poesia ocupou a cena por duas horas seguidas. Várias pessoas manifestaram encantamento com o que viram e ouviram e se disseram surpresa com a quantidade de grupos de poesia que Brasília já conta, em apenas meio século de existência.

O poeta e ministro da Justiça do Trabalho, Alberto Bresciani, por exemplo, fez o seguinte comentário: “Foi muito bom o evento. Acho fantásticos todos esses falares tão diversos e, em especial, o tom de graça que lança ramos para a felicidade”. Os temas abordados foram a ecologia, a metalinguagem, o protesto social e político, os embates amorosos, a cultura brasiliense e a popular nordestina, e os lamentos existenciais e filosóficos.

OS POETAS - Sids Oliveira foi o primeiro a entrar no palco para mostrar um pouco do trabalho que realiza de com O Grande Barco, espetáculo em que mescla versos, rap e outros ritmos, com efeitos sonoros tecnológicos. O Oi Poema participou com Nicolas Behr, Luiz Turiba, Bic Prado e Marina Mara, jovem poeta convidada do grupo. Primeira a recitar, Bic Prado agradou a platéia com dois poemas ecológicos de protesto às agressões praticadas no meio ambiente de Brasília. O Coletivo de Poetas com suas apresentações anárquicas arrancou aplausos e ovações; participaram do grupo Menezes y Morais, Isolda Marinho, Zé Edson dos Santos, Marcos Freitas e Jorge Amâncio.

O VivoVerso deu o tom profissional da noite, ao apresentar a íntegra do espetáculo Fale-me de Amor, baseado na poesia lírica de Affonso Romano de Sant’Anna, que abriu, em 2008, a I Bienal de Poesia, no auditório do Museu Nacional. A criadora do grupo e diretora do espetáculo, poeta e professora Sylvia Cyntrão (UnB), apresentou o grupo de nove integrantes à platéia e anunciou o lançamento, na Feira, do livro Poesia: o lugar do contemporâneo, que traz encartado o cd com a récita de Fale-me de Amor – ambos os projetos empreendidos por ela.

Última a entrar em cena, a Tribo das Artes, grupo de Taguatinga, apresentou a poesia de Augusto Cacá, Máximo Mansur, Deliane Leite e Daniel Pedro. Máximo Mansur fez também um pequeno show de voz e violão, com as canções de sua autoria que compõem o cd independente, recém-lançado. Movimento cultural importante no DF hoje, a Tribo distribuiu à platéia a revista que o grupo publica com o dinheiro que arrecada em seus recitais, e apresentou o livro de sua trajetória de 20 anos, que será lançado em dezembro. Por fim, extra-programa, subiu ao palco a violonista Letícia Fialho, integrante do Vivoverso, para mostrar o seu talento como compositora, em recital solo.

OS GRUPOS – Conheça um pouco sobre os grupos convidados por Antonio Miranda para alardear e dar a largada na jornada de preparação do evento para 2010.

O GRANDE BARCO – Vem navegando desde 1997 pela experimentação da poesia com a música, a “poemúsica”. Tem um cd gravado, que acompanha o livro Um dedo de prosa, uma mão de poesia, de Sids Oliveira, com vários ritmos mesclados a novas tecnologias. Com Sids Oliveira (voz e programações) e Davi Abreu (flauta e programações).

OIPOEMA
Criado há 10 anos para comemorar o Dia da Poesia, em 14 de Março, o OIPOEMA deu origem à Barca Poética, ao fazer uma série de recitais na Barca Brasília, e se apresentou também durante a I BIP. É formado por Nicolas Behr, Luis Turiba, Cristiane Sobral, Amneres, Bic Prado, Paulo Djorge e Angélica Torres Lima.

COLETIVO DE POETAS
Pioneiro na realização de saraus em Brasília, o Coletivo existe desde 1990 com a filosofia de levar a Poesia para todos. Publicou cinco coletâneas independentes: Contos, Poemas, Outros Poemas, Ibirapitanga, Mais Uns, e prepara Fincapé para lançamento no cinquentenário de Brasília.

VIVOVERSO
Grupo de pesquisa e performance, o VivoVerso é coordenado pela poeta e professora Sylvia Cyntrão e formado por alunos, ex-alunos e professores da UnB. Recentemente, o grupo lançou o CD Fale-me de Amor, do espetáculo que vão assistir agora. Com Brunna Guedes, Deliane Leite, Julliany Mucury, Maxçuny Alves, Mateus Alves, Patrícia Corrêa, e os músicos Felipe Corrêa, Letícia Fialho, Darlan Carvalho.

TRIBO DAS ARTES
Surgiu em 2000, em Taguatinga, fazendo saraus mensais no Botiquim Blues e publicando a revista Tribo das Artes com o dinheiro da bilheteria. Hoje a Tribo é um movimento cultural de militantes de todo o DF e sua atuação abarca teatro, cinema, música, exposições, lançamentos. As apresentações agora são feitas no Teatro da Praça, onde, em 8 de dezembro lançam o livro de sua história Não basta fazer arte.

(Angélica Torres)

Friday, November 27, 2009

Homenagem mais que justa a Menezes y Morais


PRIMAVERA DE SI


a usina do tempo

turbina a aurora

no cio de si a felicidade se renova


Extraído de Na micropiscina da lágrima feliz. Brasília: Ed. do Autor, 1999.

Lilia Diniz, acompanhada de Maximo Mansur, na 28ª Feira do Livro de Brasilia


Dia 27 de Novembro, no Café Literário da 28ª Feira do Livro de Brasilia, das 18h as 20h, contaremos com a presença da Poeta maranhense Lilia Diniz, acompanhada pelo músico baiano Maximo Mansur.
Após um ano fora dos palcos de Brasília a poeta e também atriz tras para a Feira do Livro o espetaculo poético Miolo de Pote em Cantigas e Versos, permeado de personagens dos interiores do Brasil e com enfase na cultura maranhense.
Lília Diniz comemora a 4ª Ediçao do Livro Miolo de Pote, o que segundo ela "é uma vitória para uma artista do circuito alternativo". Na verdade Lília Diniz já é bastante conhecida dos palcos do Brasil e recentemente foi citada na revista TRIP como "voz de trovão" que declama patativa do assaré.
Vá a Feira do Livro de Brasilia e se embriague de poesia e cantigas com "cheiro de terra, mato e fulô" e confira a força da poesia feminina, maranhense e cheia de brasileirismos.
Fátima Flores

RELEASE ARTISTICO
Lília Diniz é maranhense, nascida no povoado de Creoli do Bina, Município de Tuntum-MA. Faz teatro desde 1992 e escreve poesias desde 1995, costuma dizer que foi alfabetizada (tanto nas letras como no meio artístico) pela literatura de cordel e pelos repentistas.
Desenvolve pesquisa constante em cultura popular, circulando por vários eventos ligados à temática e tem três títulos publicados: Babaçu, Cedro e outras poéticas em Tramas, Miolo de Pote da Cacimba de Beber(4ª Ed) e Ao que vai chegar..
Circula em vários estados brasileiros com o espetáculo poético musical chamado: Miolo de Pote em Cantigas e Versos. No qual canta e interpreta poemas de sua autoria e de outros poetas populares como Patativa do Assaré e Louro Branco. Passeiam pelos versos de Lília Diniz as lavadeiras, as quebradeiras de coco e um cheiro de mato que permeia toda a obra.

Tuesday, November 24, 2009

Lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”


A Editora CBJE e o escritor Marcos Freitas convidam para o lançamento do livro “A Regulação dos Recursos Hídricos”.
28ª Feira do Livro de Brasília
Local: Shopping Pátio Brasil – Estande-Espaço Mangueira Diniz
Data: 24 de novembro de 2009 (terça-feira)
Horário: 11 às 12 horas.

APRESENTAÇÃO

Este livro trata da análise do modelo vigente de gestão de recursos hídricos, com seus avanços e problemas de implementação, visando apresentar proposições ao seu aprimoramento. Tem como objetivo geral discutir o atual modelo de gestão da água com ênfase nos aspectos de regulação e de controle social (busca da eficiência e melhoria da qualidade e resgate da esfera pública como instrumento do exercício da cidadania, dentre outros aspectos). Para a consecução dos objetivos expostos, procurou-se analisar a temática a partir de uma abordagem teórico-histórica da regulação (modelos de administração da água implantados no Brasil e gênese das agências reguladoras) e da gestão participativa dos recursos hídricos, envolvendo a relação do Estado e da esfera pública, em especial, no âmbito dos comitês de bacias hidrográficas e agências de água. Conclui-se, destarte, que a participação efetiva e qualificada da sociedade civil nos conselhos e nos comitês de bacias necessita ser aprimorada, sendo de suma importância para o aperfeiçoamento da gestão integrada de recursos hídricos e da democracia deliberativa brasileira.
O Autor

Catalogação na fonte
F8665a Freitas, Marcos Airton de Sousa
A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de
recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e
proposições/ Marcos Airton de Sousa Freitas. — 1. ed. — Rio de Janeiro:
CBJE, 2009. 21cm - 174p. : Il.
ISBN: 978-85-7810-278-4
1. estado 2. esfera pública 3. regulação 4. recursos hídricos, gestão
5. sociedade civil
I. Marcos Airton de Sousa Freitas II. Título
CDU 556.18:35 (81)

Para aquisição do livro:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041234&sid=97511819711128520958824711&k5=2A945339&uid=

Tributo ao Poeta Oswaldino Marques encerra projeto que durou três anos


Após quase três anos em cartaz homenageando mês a mês poetas brasileiros, o projeto Tributo ao Poeta chega ao último da série de 2009, dedicado à obra do maranhense Oswaldino Marques (1916-2003), que atuou também como crítico, ensaísta e professor de literatura, por 38 anos, em Brasília. Aberto ao público, o Tributo ao Poeta Oswaldino Marques será realizado no dia 1º de dezembro, 3ª feira, às 19h, no auditório da Biblioteca Nacional de Brasília, com apresentação da escritora Margarida Patriota e recital com a participação de Cristiane Sobral (atriz e poeta) e de José Humberto Fagundes e Menezes y Moraes (jornalistas e poetas).

O Tributo ao Poeta se despede do público brasiliense por determinação de Antonio Miranda, diretor da BNB e poeta, que o idealizou e o lançou em 2007, quando a Biblioteca ainda era apenas um prédio inacabado para o propósito ao qual deveria servir. Ou seja, foi o primeiro evento cultural da história da BNB (que, mesmo em processo de construção e acabamento, foi oficialmente aberta à comunidade em 12 de dezembro de 2008). Nesses quase três anos na ativa, os tributos atraiam por sessão um público médio de 60 pessoas, que não se importavam com a precariedade das instalações, levando em conta a oferta da poesia de bons nomes nacionais e locais – em formato de aula literária, mas também de espetáculo, ainda que despojado como tal.

Leia mais em: http://www.bnb.df.gov.br/index.php/noticias/364-tributo-ao-poeta-oswaldino-marques-encerra-projeto-que-durou-tres-anos-

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3325-6257 Ramal 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br
http://www.bipbrasilia.unb.br

O amor de Mariano e outros folhetins, de M. P. Haickel


O livro “O Amor de Mariano”, já na Nova Ortografia da Língua Portuguesa, reúne os contos publicados inicialmente em jornais: O Funcionário, Jogo Duplo, O Segredo de um Mistério, A Procissão dos Ossos e Homem é Tudo Igual são alguns dos folhetins que esperam por você nesse pequeno compêndio, cheio de recursos cinematográficos dos quais o Autor lança mão para construir uma prosa encantadora e reflexiva.

Publicado em 2009, ilustrado, formato 14x21cm, 120 páginas.

O amor de Mariano e outros folhetins
Autor: M. P. Haickel
Editado por Thesaurus Editora
ISBN: 9788570928169

Lançamento:
Dia 24/11
Local: Feira do Livro de Brasília
Pátio Brasil, no Espaço Mangueira Diniz,
Horário: às 18h

http://www.thesaurus.com.br/livro/1921/o-amor-de-mariano-e-outros-folhetins

Monday, November 23, 2009

Ecologizar - Princípios, Métodos e Instrumentos para a ação ecológica


Editora Universa lança a 4ª edição do livro Ecologizar, de Maurício Andrés, no dia 23 de Novembro, às 20h40 na Feira do Livro de Brasília, no espaço Mangueira Diniz. A obra é uma compilação da trilogia do autor, mas pode ser comprada separadamente. Ao todo são 18 capítulos nos quais se agrupam cerca de 200 textos que refletem sobre a ação ecológica, definem os vários princípios, abordam a questão dos métodos de gestão participativos em várias escalas. O livro conta ainda com os prefácios de Pierre Dansereau, professor emérito da universidade de Quebec em Montreal e de Pierre Weil, da Unipaz.
A trilogia é dividida em volumes, sendo o primeiro sobre os princípios para a ação no qual cinco capítulos abordam o tema a partir das perspectivas da cultura, consciência, ecologia e evolução, valores humanos e economia, realçando a abordagem histórica das questões ecológicas e sua relação com a evolução. O segundo volume é um relato sobre os métodos para a ação, possui oito capítulos sobre a ação estratégica, gestão colegiada e sobre os temas setoriais da gestão da segurança, do clima, das águas, da cidade e da saúde. Já o ultimo volume trata dos instrumentos para a ação, tem cinco capítulos sobre os instrumentos de ordenamento territorial, regulatórios, econômicos, socioculturais e instrumentos educacionais.
Em 2007 houve uma explosão de interesse sobre os temas ambientais a partir da divulgação de relatórios sobre a influência humana nas mudanças climáticas. Desde então há uma necessidade perceptível de agir diante das mudanças climáticas e de exercer a consciência ecológica. O livro também enfatiza a perspectiva temporal e evolucionista da história humana como parte da história da vida, que por sua vez é parte da história do planeta e assim por diante. Ele oferece subsídios para se formar uma visão integral, sistêmica e ecológica.
Segundo o autor, hoje há um déficit de informação sobre o que é a ecologia e o livro procura organizar e sistematizar conhecimentos voltados para a ecoalfabetização. Da mesma forma ele aborda as questões ligadas à consciência ecológica. “O livro coloca em foco a questão ecológica. Defende a necessidade de superarmos a ecoalienação, de nos ecoalfabetizarmos e de conhecermos o que são as ciências ecológicas, fundamentais para orientar a ação. É um livro com abordagem cultural da ecologia, do ser humano, sua vida e consciência”, afirma Maurício Andrés.
O livro se destina ao público em geral, considerado pelo autor como gestores da evolução e aos gestores públicos e privados para que participem conscientemente da evolução, bem como aos gestores ambientais proporcionando visão panorâmica do contexto em que desenvolvem sua atividade, municiando-os com ferramentas conceituais e operacionais para desenvolverem sua atuação.


Sobre o autor
Maurício Andrés Ribeiro foi presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil-MG, Secretário do Meio Ambiente de Belo Horizonte, Presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais - FEAM, diretor do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e vice-presidente da Fundação Cidade da Paz - Brasília. Foi pesquisador visitante do Instituto de Administração de Bangalore, na Índia e militante de movimentos pacifistas pelo federalismo mundial. Foi professor de Gestão Ambiental Urbana na Universidade Católica de Brasília, na FUMEC-MG e na UNIPAZ-RJ. Atualmente é assessor na Agência Nacional de Águas.


Serviço
Lançamento da 4ª Edição do livro Ecologizar
Autor: Maurício Andrés
Local: Feira do Livro de Brasília – Espaço Mangueira Diniz
Área externa do Shopping Pátio Brasil.
Onde Comprar:
Estande 04 – Editora Universa (61) 3356-9030
www.editorauniversa.ucb.br
Preços:
Volume 1 - R$ 38,00
Volume 2 - R$ 48,00
Volume 3 – R$ 32,00

Friday, November 20, 2009

Música clássica na rua: T-Bone traz Orquestra de Viena a Brasília

Música clássica na rua: T-Bone traz Orquestra de Viena a Brasília
Por Francisca Azevedo
12 de novembro de 2009
A Orquestra Johann Strauss Capelle fará apresentação única em Brasília no próximo 11 de dezembro no Açougue Cultural T-Bone

Dezembro é um mês importante para o T-Bone. O Açougue Cultural trará uma das orquestras mais importantes do mundo: a Orquestra "Johann Strauss Capelle", de Viena. A apresentação é no dia 11 de dezembro, de graça, às 19h. Com 23 músicos selecionados entre orquestras austríacas, a filarmônica abre, em Brasília, uma série de apresentações em todo País.

Sob a regência do maestro Rainer Ross, viloncelistas, violinistas, contrabaixistas e outros membros da camarata vão interpretar composições de Johann Strauss, o “pai da valsa”. Com trajes do século XIX, os músicos usarão partituras originais e não deixarão de proporcionar ao público brasiliense o tão famoso “Danúbio Azul” – uma das obras mais conhecidas de Strauss.

Outras composições dos filhos de Strauss (Johann Strauss e Eduard) também farão parte do repertório da Orquestra. Pela primeira vez em 12 anos, o T-Bone recebe um concerto tão importante para a música clássica no mundo. Essa iniciativa inovadora do Açougue Cultural privilegia o DF como primeira apresentação no País a receber a turnê que passará por Pernambuco, Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e depois segue para Xangai.

A Noite Cultural T-Bone será de muita música clássica de qualidade. Quem abre o concerto é o Quarteto de Brasília. Já conhecido pelo público há 17 anos, o grupo já se apresentou em várias cidades do Brasil, EUA, Europa, Ásia e América Latina. O quarteto, que já levou alguns Prêmios Sharp e outros pelo País, levará ao palco do T-Bone composições populares e eruditas.

O T-Bone já é conhecido por trazer para a capital nomes importantes da arte local e nacional. Os shows começaram em 1998 e desde então já passaram pelo palco do açougue artistas de peso na MPB como Tom Zé, João Donato, Geraldo Azevedo, Erasmo Carlos e Elba Ramalho, entre outros.

Informações:
Data do concerto: 11 de dezembro
Local: Comercial da 312 Norte
Patrocínio: BRB e SESI
Apoio: Petrobras e Secretaria de Cultura do DF
Hora: 20 horas
Entrada de Graça
Indicativa LIVRE
Contatos: Francisca Azevedo – (61) 8432-3669
Ivana Sant’Anna – (61) 9212-7401
e-mail: imprensatbone@gmail.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Cláudio Gadotti - 0043-676-5347040
e-mail: claudio@matogrosso.atEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
http://www.strausscapelle.at/lang/en/download/bilder/
Foto: Wiener Johann Strauss Capelle/Divulgação

Monday, November 16, 2009

Maratona Poética em Divinopólis, Minas Gerais


No dia 21.11.2009 ocorrerá em DV a maratona poética BARKAÇA, aos moldes da Festa Cultural |EM|BARKAÇÃO. O evento terá início às 10hs da matina na Livraria Boutique do Livro, com apresentações musicais, recital e lançamento de 10 edições do jornal DEZFACES (BH) + Livro de Papel - Adriana Versiani (BH) + CD da banda Drublic.
Às 14hs levantaremos velas e nos direcionaremos para o Bar da Claudete para nos confraternizarmos com mais apresentações musicais, performances poéticas, mostras e exposições de artistas independentes. Todos estão convidados.

Fonte: http://www.barkaca.blogspot.com/