Monday, June 01, 2009

Lei Rouanet - QUEM DEVE DEFINIR A POLÍTICA CULTURAL DO PAÍS?


A União Brasileira de Escritores, conforme decisão de sua diretoria neste dia 27 de abril, vem manifestar sua posição no sentido de apoiar mudanças na chamada Lei Rouanet, de incentivo à cultura.
Dados do IBGE indicam que 90% dos municípios brasileiros não possuem equipamentos culturais como salas de cinema, teatros, museus e bibliotecas. Ainda assim, a sistemática da lei atual de incentivo à cultura transfere para as empresas, privadas e estatais, o papel de deliberar sobre a política cultural do país. Estão excluídos dessa consideração os produtores de cultura, dentre eles os escritores e autores de obras literárias.
O fato mais grave, a exigir urgente correção, é que, pretextando dificuldades financeiras, 40% das empresas, inclusive as estatais, têm apresentado resistência a financiar atividades culturais sob a Lei Rouanet. É inconcebível esse desvio, dado que o dinheiro repassado para as atividades culturais sob a Lei Rouanet não provêm de lucros, dividendos ou sobras das empresas, mas é parte do imposto devido ao governo. Ou seja, as empresas estão negando repasse de um dinheiro que não lhes pertence, mas ao povo brasileiro – e que o governo apenas administra. O pretexto da crise não se sustenta, porque o compromisso de pagar impostos perdura, para as empresas. Não deveria caber aos empresários, nem aos seus prepostos das áreas comerciais e de marketing, definir que projetos devem ser apoiados ou mesmo se haverá ou não apoio.
O Brasil tem excelência autoral, muitas vezes oculta ou sufocada pela falta de fomento. Devemos mudar isto. Pela redemocratização do financiamento cultural, a UBE divulga esta sua posição e coloca-se ao lado do Ministério da Cultura na busca de uma solução que contemple também o trabalho de autor. O povo, a quem o governo serve, deve ser o beneficiado imediato e final dessa mudança.

Fonte: http://www.ube.org.br/lermais_materias.php?cd_materias=3103

Friday, May 29, 2009

Imagens do rompimento da barragem Algodões I, no Piauí

Imagens do rompimento da barragem Algodões 1, no Piauí
Vídeo gravado em telefone celular pelo internauta Ribamar Vilela na tarde de quarta-feira (27), enviado para o portal da TV Cidade Verde (http://www.cidadeverde.com/videos_txt.php?id=38508). Mais informações: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/05/28/ult5772u4170.jhtm

Tuesday, May 26, 2009

"O nono dia", de Volker Schlöndorff, no Kinosaal


O Departamento de Cultura da Embaixada da Alemanha dará sequência à programação mensal da Kinosaal nesta quinta-feira, 28.05, às 19h, com a exibição de „O nono dia“, do consagrado diretor Volker Schlöndorff.

No filme, Henri Kremer, um padre luxemburguense, recebe em fevereiro de 1942 nove dias de liberdade do campo de concentração em que se encontra. Gebhardt, um oficial da Gestapo, coloca-o então frente a decisão entre vida e morte: Kreme deve convencer a sua igreja a colaborar com os nazistas. De outra forma, não somente ele como também sua família e confrades presos estarão ameaçados de morte. Durante o período de liberdade ele leva diariamente uma disputa de discursos e pensamentos brilhantes com o oficial da Gestapo e luta com este conflito de conciência, onde não existe certo ou errado.

A produção será exibida em seu idioma original com legendas em português. A entrada é gratuita e os lugares limitados.

Sobre o diretor
Volker Schlöndorff foi um dos precursores do novo cinema alemão. Da década de 1960 para os dias de hoje, o cineasta dirigiu 28 filmes e escreveu quatro roteiros de sucesso.

Com a filmagem de „O tambor“, obra do escritor vencedor do Prêmio Nobel Günter Grass, ele deu à Alemanha a primeira Palma de Ouro do Festival de Cannes e o primeiro Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de Hollywood.

Kinosaaal (Sala de Cinema da Embaixada da Alemanha)
Filme: „O nono dia“ (Volker Schlöndorff, 2004, 97 min.)
Data: 28.05 (quinta-feira)
Horário: 19h

Fonte:
Embaixada da República Federal da Alemanha
Centro Alemão de Informação - Deutschlandzentrum
Brasília - DF
SES Av. das Nações, Q. 807 lt25
70.415-900
Tel. (61) 3442-7000
Fax. (61) 3443-7508
info@alemanJA.org
www.brasilia.diplo.de
www.alemanJA.org

Monday, May 25, 2009

Dialética da Exclusão ou A Coluna Prestes no Piauí

Crédito da Foto: Delmaria Ferreira

Menezes y Morais*

O poeta, professor e pesquisador Chico Castro examinou cuidadosamente as incursões da Coluna Prestes no Piauí. O cerco a Teresina durou nove dias (23/12/1925 a 1/1/26).

A CP entrou em Teresina por acaso, no encalço de tropas legalistas que fugiram de São Luis (MA). Depois passou pelos munícipios de Altos, Alto Longá, Campo Maior, Castelo, Piripiri, Pedro II, Valença, Oeiras, Picos, Pio IX, Simões, Jaícós e Uruçui, com entrada triunfal.

As incursões da CP em solo piauiense foram revistas por Chico Castro, que recolheu depoimentos de alguns sobreviventes e visitou municípios onde a Coluna se fez presente. O resultado é o livro A Coluna Prestes no Piauí, uma pesquisa histórica de fôlego, que tem o mérito de retirar fatos históricos dos porões do esquecimento e desmascarar algumas mentiras.

A CP era formada por remanescentes militares da segunda rebelião tenentista, que objetivava derrubar o governo Artur Bernardes, em nome da solução dos problemas sociais que afetavam a semifeudal República Velha (1889-1930).

O Estado de miséria (em todos os sentidos) gera a revolta, a revolta é o motor da revolução. Foi assim, por exemplo, na França monarquista e feudal de 1789.

O Brasil, da Colônia à Velha República, era um Estado sem educação, sem higiene e sem infra-estrutura. Os revoltosos da CP não aceitavam a miséria que as elites impunham às massas, nem a república dos bachareis, contra a qual também se insurgiram os poetas modernistas de 1922.

Ontem como hoje, o Brasil se embaralha numa espécie de cipoal jurídico, onde o excesso de leis reflete a carência da aplicação e na lentidão da justiça, que gera o sentimento de injustiça.

O protecionismo lusitano atrasou muito a economia brasileira. O capitalismo brasileiro ensaia os primeiros passos de modernização na década de 1850, quando o tráfico negreiros começa a decair e surgem instituições bancárias e as sociedades anônimas no Brasil.

A CP lutou contra dialética da exclusão, que tem raízes históricas: o Estado monarquico, por exemplo, era direto e objetivo: votava quem tinha uma quantidade razoável de dinheiro. E dinheiro é poder, não esqueçam. Os vícios do Estado não são eternos, mas crônicos. Os vícios do Estado são os vícios do homem.

Os tenentes conspiraram e se rebelaram (Forte de Copacabana,1922) e foram violentamente reprimidos, mas se reorganizaram em 24. Em 25 já estavam em duas Colunas, que se unificou. Depois os revoltosos saíram a pé e a cavalo pelo país, com apoio e adesão de setores da sociedade civil, utilizando a tática da "guerra em movimento", sempre acossados pelas tropas legalistas.

A rebelião dos tenentes ganhou apoio do povo. E uma certa simpatia velada junto aos altos escalões das Forças Armadas, quem duvidar, que leia o livro do Chico Castro.

Não se tratava de um movimento das Forças Armadas (impuseram uma ditadura no Brasil em 1964-85), mas encontrou eco dentro dos quartéis, obrigando o presidente Artur Bernarde a governar sob estado de sítio durante seu mandato, de 22 a 26.

Em 27, depois de percorrer 25 mil quilômetros (a Grande Marcha, 1934, na China, liderada por Mao Tsé-Tung foi de apenas 10 mil kms) a CP se dissolve e seus protagonistas, que ficaram ao lado de Luiz Carlos Prestes até o fim, pedem asilo político ao governo da Bolívia.

O livro de Chico Castro é riquíssimo em pesquisa. Existem mini-histórias pararelas nas notas de rodapé que o engrandecem sobremodo e dão outra dimensão à pesquisa histórica, para situar o leitor na gênese do estado de pobreza e de miséria sociais que levou os tenentes à revolta contra as mazelas da República Velha e a consequente criação da Coluna Prestes (1924-27).

O governoArtur Bernardes fez de um tudo para jogar os revoltos contra a opinião pública. O discurso político quer desqualificar o inimigo. Especialmente o discurso dos donos do poder com relação aos oposicionistas. Com a CP não foi diferente.

Lembrai-vos dos capitalistas do século XX, diziam que os comunistas comem criançinhas.

A mentira como arma política visa transformar-se em "verdade", especialmente nos tempos de guerra. Os nazistas foram doutores nesse tipo de infâmia, nessa banda podre da contra-informação. Jesus Cristo dizia, "a verdade liberta". Lênin, "a verdade é revolucionária".

O fato é que a história não é feita de mentiras.

A Coluna Prestes no Piauí é um livro cheio de mini-histórias piauienses paralelas comparadas, como grilagem de terra, fraudes documentais, abrangendo também a educação e a política. De qual livro paralelo falaremos?

Chico Castro recorreu até às fontes literárias. A boa literatura, aliás, é fonte de consulta, de pesquisa histórica. Karl Marx elogia os romances de Honoré Balzac, Friedrich Engels louva a obra de Dante Alighieri.

Devo dizer ainda: A Coluna Prestes no Piauí tem algumas bobagens semânticas: os termos "poetisa" e "imortal". Poesia não tem sexo. Em todas as línguas do mundo poeta é adjetivo comum de dois gêneros, só existem os termos poeta e poesia.

No Brasil, um acadêmico machista que não tinha nada importante para fazer (década de 1750, salvo engano) entendeu que a Poesia é importante demais para ser feita por mulheres e cunhou o termo "poetisa", contra o qual insurgiu-se a poeta Cecília Meireles no século XX e sua colega Adélia Prado, no século XXI, diz ser "uma palavra danada de feia".

Quanto ao "imortal da academia", nenhuma academia faz o homem ou mulher imortais, o que torna um escritor "imortal" é a sua obra, quando esta resiste às implacáveis intempéries do tempo.

Voltando ao livro do CC, o Exército brasileiro era o braço armado do Estado monarquico, um aparelho do latifundio e dos escravocratas. Os tenentes romperam com esse paradigma.

A CP foi um dos movimentos militares mais importantes da história do Brasil no século XX. Hoje, século XXI, com o Estado democrático de direito, é coisa do passado. O povo é o verdadeiro protagonista da história, mesmo que os políticos profissionais ricos falem e ajam no seu santo nome, movidos pelo capital.

Mas os falsos políticos têm os dias contados. Povo educado é povo culto, povo culto é povo livre, povo livre é povo civilizado, povo civilizado é povo desenvolvido, tem cidadania e, um belo dia no futuro, se libertará também dos políticos de araque, não lhes confiando mais o voto.

Serviço
A Coluna Prestes no Piauí, Chico Castro, Edições do Senado Federal, Brasília ( DF) 2008.

* Jornalista, professor, escritor e historiador piauiense. Contato: menezesymorais@gmail.com

Friday, May 22, 2009

Vozes do Clima mostra Desmatamento na Serra Vermelha


Mudanças climáticas

"Vozes do Clima" faz balanço das mudanças climáticas.

Desmatamento na Serra Vermelha está entre as inúmeras imagens do episódio da Rede Globo...

Antologia Enigmas do Amor

ESTRADA, PÓ E POEIRA

estrada, pó e poeira:
marcos
das estradas mineiras.

lua,
transpor de pontes:
banhos de cachoeiras.

milho verde:
verdes olhos
a refletir desejos.

estrada, pó e poeira:
ora-pro-nóbis
serras sem fim.


ZETÉTICA POESIA

a incessante busca
entre floridos flamboaiãs
da temática certa


DIÁLOGOS PÓS-MODERNOS

I – Sobre Bobes e Escovas

e ela disse assim:
querido, querido,
nosso amor ficou velho
como uma dúzia de bobes e uma grosa de grampos.
querido, querido,
eu agora faço escova de chocolate!


II - Estrutural

em teu belo corpo
- fatto a mano su misura –
deito beijos
- sem mesura –


III - Roupa & Pele

adoro ficar de molho
em seu coradouro
mas agora vem, querida,
estende todo seu amor,
pendura-o no meu varal.


ARAÃ

Ah! Quanta saudade do tempo que não vivi!
Quanta, quanta ...
Quantum de energia a correr nos terrenos baldios


ESTOICISMO, NÃO

emoção – sempre –
à flor da pele:
senão, Zenão.

ALUVIÃO

a-
mon-
toado de areia

unido a pá
lavra de terra
motor de mim

Thursday, May 21, 2009

Declaração de Bens à Brasilia, de Carlos Bivar e Menezes y Morais


Amigo e Parceiro Menezes, nossa música esta no link abaixo, do programa Garagem do Faustão, onde estou com um vídeo, uma canção em homenagem à Brasília. O título é "Declaração de Bens à Brasilia".
Abaixo da tela, estão dispostas na horizontal, cinco estrelinhas, cada qual correspondendo a uma nota de 1 a 5. Divulguem aos amigos, estamos representando Brasília.

Abraços
Carlos Bivar

Não deixem de votar em:
http://video.globo.com:80/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1002423-7822-CARLOS+EDUARDO+BIVAR+DECLARACAO+DE+BENS+A+BRASILIA,00.html

Wednesday, May 20, 2009

Participe da Seleção de Contos, Poesias e Crônicas de Autores Piauienses do Início do Século XXI


Participe da Seleção de Contos, Poesias e Crônicas

Você que é escritor e gosta de escrever participe da Seleção de Contos, Poesias e Crônicas.

A Seleção é uma oportunidade para os autores mostrarem seus talentos literários e darem vôos a sua imaginação na arte da escrita. Se você tem alguma crônica, conto ou poesia não publicado e quer mostrar ao público, você pode ter o seu trabalho publicado. Leia o regulamento da seleção e veja como participar. Os Contos, Poesias e Crônicas deverão ser lançados no Salão do Livro do Piauí - SALIPI.

Participe, enviando seu texto:

http://www.45graus.com.br/cultura/39478/participe_da_selecao_de_contos_poesias_e_cronicas.html

Tuesday, May 19, 2009

24ª edição da Noite Cultural T-Bone com Elba Ramalho


O Açougue T-Bone e a Petrobras apresentam a 24ª edição da Noite Cultural T-Bone que será realizada no próximo dia 28 de maio, na comercial da 312 norte, a partir das 19 horas, com a participação da cantora ELBA RAMALHO que celebra seus 30 anos de carreira com o álbum “Balaio de Amor”. O CD traz canções românticas que fazem reverência ao xote e ao baião, uma ode ao Nordeste de compositores pós-Luiz Gonzaga. O palco será dividido com a BANDA CAPITAL URBANA e com o músico GEORGE DURAND. Entrada franca!

Histórico

Realizada duas vezes por ano, na última quinta-feira do mês de maio e de setembro, a Noite Cultural T-Bone é projeto consolidado pelo público brasiliense. Desde 2003, faz parte do Calendário Cultural Oficial do Distrito Federal (LEI Nº 3.193/03).

Em 1998, ano da primeira edição do projeto, a Noite Cultural foi realizada dentro do açougue e contou com trinta pessoas. Desde então, já participaram mais de 150 mil pessoas e mais de 500 artistas como Moraes Moreira, Chico César, Guilherme Arantes, Célia Porto, Tom Zé, Manassés, João Donato, Flávio Venturine, Geraldo Azevedo, Jorge Mautner, Nelson Jacobina, Geraldo Azevedo, Belchior, Erasmo Carlos, Banda Blitz, Alceu Valença, entre outros, em celebração à arte na comercial da 312 da Asa Norte.

Artistas da 24ª Noite Cultural T-Bone:
Banda Capital Urbana
George Durand

Elba Ramalho celebra seus 30 anos de carreira com o álbum “Balaio de Amor” com canções românticas que fazem reverência ao xote e ao baião, uma ode ao Nordeste de compositores pós-Luiz Gonzaga.

Banda Capital Urbana – Banda brasiliense que homenageia o melhor do rock nacional, com maior ênfase nos anos 80/90, e presta homenagem à Brasília, cidade conhecida por lançar com mérito vários grupos de rock nas últimas duas décadas. É composta por Paulo Mesquita (vocal), Marcio Martins (baixo), Thiago Corteletti (guitarra) e Everton (bateria).

George Durand – Show “Brasileiramente” com cançoes dos seus três CD's: “GEORGE DURAND” (1998); “LIMIAR” (2002) e “QUATRO ELEMENTOS” (2007). Na essência deste trabalho uma perfeita combinação de influências: samba, repente, baião, bossa-nova, jazz e também com canções de Luiz Melodia, Gonzaguinha, Ednardo e Luiz Gonzaga.

Saxofonista João Maria apresentará repertório variado dos anos 60/70, jazz, blues e MPB. Já tocou na abertura de vários shows com astros da música nacional como Elza Soares, Wanderleia, Agnaldo Rayol, Fábio Junior, entre outros.

Patrocínio:
Petrobras
Apoio:
Secretaria de Cultura do Distrito Federal
Informações:
Apresentação: Miquéias Paz
Assessoria de Imprensa T-Bone: Francisca Azevedo 61 8432-3669
Data: 28 de maio de 2009
Horário: 19 horas
Local: Comercial da 312 Norte
Indicativa: livre

Contatos:
Elba Ramalho www.elbaramalho.com.br/
Capital Urbana: Paulo Mesquita.
http://www.capitalurbana.com.br
George Durand:
www.georgedurand.com.br/
ENTRADA FRANCA!

Thursday, May 14, 2009

Barca Poética com o Coletivo de Poetas

BARCA POÉTICA COM O COLETIVO DE POETAS
ÉZIO PIRES, MENEZES Y MORAIS, ARIOSTO TEIXEIRA E RENATO MATOS
Programa especial em homenagem a Patativa do Assaré

O Coletivo de Poetas presta tributo ao poeta Patativa do Assaré no sarau deste final de semana, sábado (16) e domingo (17), na Barca Brasília pela passagem do seu centenário de nascimento. Os poetas convidados são Ézio Pires, Menezes y Morais, Ariosto Teixeira e o cantor e compositor Renato Matos. Além de poemas próprios, os integrantes do CP farão rodas de leituras da obra do Patativa do Assaré (1909-2002).

Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, nasceu no Ceará. Antes de se tornar poeta popular, foi violeiro e cantador, cuja composição, A Triste Partida, foi gravada por Luiz Gonzaga, no LP homônimo. Aos quatro anos de idade, por falta de médico na cidade, Patativa perdeu o olho direito. Faz parte, portanto, da linhagem de poetas cegos como Homero, Camões, Jorge Luiz Borges, Cego Aderaldo e Glauco Matoso. Patativa aprendeu a ler com os folhetos de Literatura de Cordel, da qual tornou-se um dos maiores expoentes de todos os tempos. Os passageiros da Barca Brasília também serão convidados a participar da homenagem a Patativa, com rodas de leituras.

Ézio Pires é poeta, escritor e jornalista aposentado.Tem vários livros inéditos. Autor, entre outros, dos livros de poesia Anja e A Beleza Tem Fome. É ex-presidente do Sindicato dos Escritores no DF.

Ariosto Teixeira é jornalista, cientista político, contista e poeta. Entre os livros publicados, estão A Judicialização da Política no Brasil e Poemas do Front Civil.

Menezes y Morais é poeta, jornalista, escritor, professor e historiador. Ex-presidente do Sindicato dos Escritores, entre os livros publicados, estão a peça teatral Por Favor, Dirija-se a Outro Guichê e O Livro das Canções de Amor & Outros Cantares de Igual Teor.

Renato Matos nas palavras do jornalista e crítico de arte Luís Turiba, “é a voz mais importante, mais constante, mais polêmica, mais gritante e mais viva de Brasília. É fruto da mistura de ritmos e poesia desta Brasília já pós-futurista deste terceiro milênio.” Seu último trabalho registrado o CD MP-Tudo foi produzido pela “Incidental Percussiva” com o patrocínio da “ONG T-Bone” e conta com participações especiais: Clementina de Jesus, Cássia Eller, Natiruts, Vinícius de Moraes, Ananda Jyoti e Lila Roots.

O passeio na Rota Dom Bosco, no Lago Paranoá, além de proporcionar uma visão diferenciada da cidade de Brasília e dos vários atrativos naturais e arquitetônicos da orla, reaviva o sonho registrado em 30 de agosto de 1883, que faz relação ao projeto da nova capital como terra prometida. Para sua satisfação, a Barca Brasília oferece serviços de bar e cozinha e uma equipe preparada para lhe receber bem. Traga seus amigos e familiares. Estamos esperando por vocês!

A Barca Brasília garante, com sua equipe, segurança, conforto e um atendimento personalizado.

SERVIÇO
Barca Brasília, poesia do Coletivo de Poetas em homenagem Patativa do Assaré.

Dias 16 e 17 de maio - sábado e domingo
Saída da Barca: 17h com retorno às 20h30
Cais do Bay Park Hotel: SHTN Trecho 02 Lote 05.
Valor do passeio: R$ 40,00
(desconto especial para compra antecipada de 25% = R$30,00 por pessoa )
Couvert artístico: R$ 10,00
Consumo de alimentos e bebidas à parte.
Reservas e informações:
www.barcabrasilia.com.br
passeio@barcabrasilia.com.br
Telefones: 8419-7192 (Edmilson Figueiredo) e 8432-6234 (Amon Trajano).
Evento não indicado para menores de 16 anos desacompanhados.

Wednesday, May 13, 2009

Sonnen, de Cássio Amaral


CÁSSIO AMARAL
Professor de História e Filosofia. Tem três livros publicados: Lua Insana Sol Demente – 2001; Estrelas Cadentes – 2003; Sem Nome- 2005. Tem poemas publicados na Revista Literária. Vive em Araxá, Minas Gerais, Brasil

Germina: http://www.germinaliteratura.com.br/
Revista Lasanha: http://www.revistalasanha.cjb.net/
Diversos Afins: http://www.diversos-afins.blogspot.com/
Escreve no blog: http://cassioamaral.blogspot.com
Email: caodanado567@yahoo.com.br

Para Cássia Eller

voz talhada para o blues
no imprevisto da noite
alma vulcânica e stellar
vida que marcou favos
de cogumelos plutônicos
tudo que a lágrima dispersou
xará que rasgava as madrugadas
que brincam com o gato preto de Poe
chicote de Lou Reed
no samba da contramão
socorro
no passeio sentado só
a saudade frívola derramante
de sangue
me traz sua imagem
por enquanto


12/12/2007.



Malditos


Malditos! Malditos!
Poetas são como os bruxos em busca da poção mágica, inspiração
Vivem da noite e morrem nos dias
Numa existência mal interpretada.

A essência dispersada na realidade
Vistos como bêbados na vaidade
A demência de sentir, de ser
Não ligando se existe o verme marciano do dinheiro.

Contemplam o luar
Como quem contemplam uma ponte no espaço,
Destroem o aço da escuridão
E não praticam a escravidão do poder.

A leveza do caminhar das nuvens

Eu quero despir o seu pudor
Na embriaguez do seu suor,
No céu de Vênus
Camuflado e aclamado pelo teu calor,
Quero te extasiar de prazer,
Te fazer relaxar e viajar noutra dimensão
Quando o meu calor pisar o teu corpo
No torpor da explosão do gozo
Nossos corpos cansados virão as estrelas cadentes
E a lua será palco do nosso carinho e amor
E vamos satisfeitos admirar a leveza do caminhar nas nuvens.

Do Livro Lua Insana Sol Demente – 2001.

Fonte: http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/minas_gerais/cassio_amaral.html

Exposição Em Busca do Fim do Mundo, de Elias Luiz


A América do Sul pelas lentes de Elias Luiz
Em Busca do Fim do Mundo traz à BNB 17 imagens de viagens do fotógrafo paulista

Na próxima 6ª feira, 15, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) vai inaugurar às 20h30, no Espaço de Exposições do 2º andar, a mostra fotográfica Em Busca do Fim do Mundo, de Elias Luiz, que traz 17 fotos feitas durante suas viagens ao Chile, Peru, Argentina e Bolívia, entre 2004 e 2008. O evento inclui uma palestra do fotógrafo sobre o empreendimento de suas aventuras pela América do Sul, seguida da performance Uma homenagem a William Blake, das atrizes Tina Carvalho e Raquel Piantino.

Elias Luiz, 37 anos, paulista residente em Brasília há 18 meses, atua profissionalmente na área há 12 anos. Ao longo desse período vem publicando suas fotos em jornais, como O Estado de S. Paulo, e revistas, como IstoÉ e Moto Adventure. Em suas andanças pelos quatro países citados, o fotógrafo registrou cerca de cinco mil imagens, muitas das quais serão publicadas em livro de mesmo título da mostra, que ele pretende lançar no próximo ano. É também editor do portal de aventuras www.extremos.com.br.

A exposição Em Busca do Fim do Mundo dá continuidade ao projeto Mostra Contemporânea Arte Entre Livros, iniciado com Ciberpunk, em março último, na Biblioteca Nacional de Brasília, sob a produção de Rogério Quintão.

EM BUSCA DO FIM DO MUNDO – Exposição de 17 fotos de 75x50cm de Elias Luiz. Abertura às 20h30 de 15/05, com palestra do fotógrafo, seguida de performance de Tina Carvalho e Raquel Piantino. No Espaço de Exposições/Auditório da BNB, 2º andar. Visitação até 30 de maio, de 2ª a 6ª, de 9h a 21h; Sáb./Dom., de 9h a 18h. Contatos de Elias Luiz (61) 8479.0607; elias@extremos.com.br .

FOTOS Elias Luiz/ Divulgação

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3625-6257 Ramal 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br
http://www.bipbrasilia.unb.br

Monday, May 11, 2009

Beije-me, novo livro de Nicolas Behr

Teatro - Mãe É Tudo Igual, Só Muda de Cena


Você acha que mãe é tudo igual? Que só muda de endereço, ou melhor, de cena?

Uma delegacia. Um crime. Algumas mães são interrogadas pelo Delegado Filippo.
Alternando momentos de humor e drama, o monólogo coloca como centro - Dona Eulália - mãe de Filippo, que se encontra num asilo. O filho não a visita há anos, mas envia muitas cartas.
Ao narrar os interrogatórios, através da leitura das cartas, Dona Eulália também fala da sua própria experiência como mãe.
Os casos envolvem mães que vivem diferentes realidades e aos poucos o público compreende que existe uma ligação entre elas.
A peça tem uma rica trilha sonora e também alerta sobre o uso de drogas e suas conseqüências.
“Mãe é tudo igual, só muda de cena” diverte, emociona e provoca (em mães e filhos) reflexões sobre a vida, conceitos e relacionamentos.

Sobre a autora/atriz Eliane Rizk
Atriz profissional desde 1991, já atuou em várias produções teatrais como: “Pedro e Domitila”, de Enio Gonçalves, “Alice”, de Ismar Haischimam, “Nosso lar”, de Gabriel Catellani, “Grandes egos não cabem no avião”, de Alex Gennari, Direção de Reginaldo Nascimento, “Poucas e Boas”, de Luis Fernando Veríssimo, “Vereda da Salvação”, de Jorge Andrade, “Gran Circo Fluídico”, de Hamilton Saraiva e Alberto Centurião, “Belinda sou caipira, mas sou feliz”, de Ione Prado.
Alguns cursos: Construção do Personagem (Walter Stein) / Dança de salão (Celso Vieira / Dançare) / Dublagem (Guilherme Lopes) / Vídeo e TV (Luiz Antonio Rocha) / Máscara Neutra (Ricardo Napoleão) / Mímica e Teatro Físico (Cia. Luis Louis) / Afirmação da Potência do Ator I e II (Silvana Abreu) / Ecorporalidade - presença e Tensão cênica (Taanteatro).
Em1993 fundou a “Toque de Areia Produções Artísticas” produzindo e atuando em mais de 100 produções teatrais apresentadas em mais de 250 cidades. Em 2003 lançou o curso “Oficina Teatral para não ator”.

Ficha Técnica
Texto e atuação - Eliane Rizk
Direção e apoio dramatúrgico - Almir Marcelino
Luz - Vanderlei Conte
Arte – Kauê Rizk

Fotografia - Joffre Oliveira / Reinaldo Rizk
Produção - RSPA Produções Artísticas
Produção executiva - Reinaldo Rizk
Assessoria de Imprensa – Sonia Kessar
Realização - Toque de Areia (www.toquedeareia.com.br)

Serviço
“Mãe é tudo igual, só muda de cena”
Gênero - Comédia Dramática
Teatro União Cultural
R. Mario Amaral, 209 – Paraíso - (próximo ao Metrô Brigadeiro) – Fone - 11 2148-2904
Estréia - 05 de maio / Temporada até 28 de julho de 2009
Terças às 21h00
Recomendável a partir de 14 anos
Duração - 60 minutos
Lotação: 270 lugares
Ingressos: R$ 30,00 (meia-entrada para estudantes, aposentados, maiores de 60 anos)
Aceita todos os cartões de crédito, cheque e dinheiro / Acesso para portadores de deficiência /ar condicionado / café / Estacionamento - R$ 10,00.
Fonte: http://www.uniaocultural.com.br

Thursday, May 07, 2009

O Poty & O Pote, de Marcia Frazão


No fundo do jardim, um pote
de barro.
Lama que babava em dedos
enfiados,
escorregados numa trilha
de vacas e bois.
Cheiro de terra, estrume
e água.
No fundo do precipício, um rio
plácido, musguento,
sonolento de piabas.
Um rio pote
de sucuris douradas.
Sem começo nem fim,
sem vazio nem cheio.
Lá no fim onde canoas
boiavam estacionadas
aprendi a nadar canina,
quase afogada.
Do fundo da água pesada

em meio a bolhas
galhos
cipós
e areia
o rio se disse chamar Poty.
Ouvi, por ti.
E por mim Poty se fez meu
como um dia se fez para o Piauí
e para a sucuri que quase me comeu.


obs: esta história é verdadeira. Passei minha infância no Piauí, em Teresina, numa fazenda chamada Primavera. O Poty a atravessava. Majestoso ele caçoava da majestade da nossa casa empoleirada no cocoroco de um monte. De lá de baixo ele nos observava. Soberbo, matreiro, silencioso, ronronante como um tigre de Bengala. Para chegar até ele eu cruzava o jardim e descia por uma trilha de barro que dava num platô onde ficava a vacaria. Depois de ver Esperança, minha zebu mosquenta, era só descer mais um pouco e, lá na beira, ele me recebia rindo da minha figura bizarra,vestida num maiô com um ridículo babadinho. Levou algum tempo para que travássemos amizade, mas no fim, depois de me salvar de um afogamento (a sucuri fica por conta da minha fértil imaginação), ficamos amigos até debaixo d'água. E como amigo a gente não abandona nas horas difíceis (nem prazerosas), peço a todos que olhem para o Poty, para o Piauí e para aquela gente bonita que lá mora e os ajudem.

obs²: na foto, eu, tia Nazir segurando meu primo, Carlos Augusto Vinhais, tia Nazair abraçando a mim e a Guilherme Cavalcante de Mello, meu primo. Não éramos bonitinhos? Ah, a foto foi tirada na fazenda Primavera.

Fonte: www.marciarfrazao.blogspot.com.br

Wednesday, May 06, 2009

Poesia na Praça Sete - Belo Horizonte


O Escritor José Roberto Torero no T-Bone


Por Francisca Azevedo
03 de maio de 2009

O Açougue Cultural T-Bone traz a Brasília nesta quinta-feira, 07/05, o renomado escritor JOSÉ ROBERTO TORERO, autor de 16 livros (sendo 4 romances), roteirista de vários longas e do curta-metragem "Uma história de Futebol", que concorreu ao Oscar em 2001, e da série Retrato Falado, exibida no Fantástico. A apresentação musical ficará por conta de uma das bandas mais cultuadas da música de Brasília na década de 1990, a banda MATA HARI, com repertório que vai do blues ao rock, com letras que falam de sexo, amor, cinema e sociedade de consumo. Vale ressaltar que o evento começa às 19 horas e 30 minutos no Açougue Cultural T-Bone na comercial da 312 Norte.

Sobre o autor:
O paulista ROBERTO TORERO é escritor, roteirista e jornalista. Autor de 16 livros, sendo quatro romances: Terra Papagalli, Xadrez, Truco e Outras Guerras. Ganhou dois prêmios Jabuti. Foi roteirista de vários longas e do curta-metragem "Uma história de Futebol", que concorreu ao Oscar em 2001, e da série Retrato Falado, exibida no Fantástico, com casos interpretados por Denise Fraga.

Seu romance de estréia, "O Chalaça", publicada em 1994, foi escolhido como o livro do ano pela Câmara Brasileira de Letras. É um dos livros mais divertidos dos últimos tempos, segundo a revista Veja. Com a obra, Torero projetou seu nome em todo o país. Conquistou leitores (mais de 40 mil exemplares vendidos até hoje) e crítica (além dos elogios de toda a imprensa, o livro ganhou vários prêmios, como o Aplub e o Jabuti pela Câmara Brasileira do Livro). Cinco anos depois, Torero relança "O Chalaça", em edição revista, com nova capa e projeto gráfico, pela editora Objetiva.

O Chalaça contém as supostas memórias do conselheiro Francisco Gomes da Silva, o Chalaça, fiel secretário particular de D. Pedro I, personagem que viveu os mais importantes fatos do período do Primeiro Império. A ficção, portanto, se desenvolve a partir do suposto diário do Chalaça, que tem início durante a guerra de D.
Pedro I contra os miguelistas (1832) e segue até o ano de 1835.

Apresentação musical:
Depois de sete anos afastados dos palcos, a banda MATA HARI voltou a tocar em setembro de 2007 com a formação original: Jimi Figueiredo (guitarra e letras), Nelson Guimarães (bateria), Nelson Souza (baixo), Sylvio J. (guitarra) e Verônica Carriço (voz).
A primeira fita-demo do Mata Hari foi gravada em 1989, ano em que dividiam o palco em antológicos shows no bar Bom Demais, ao lado de Cássia Eller, Raimundos e Rubi. Duas músicas desta fase, “Febre” e “Medusa”, tocaram bastante nas rádios de Brasília e Recife. O segundo trabalho, “Olho da Madrugada”, veio em 1992, época em começaram a chamar a atenção da mídia e tocar em teatros no Rio e São Paulo.

Depois de gravar dois clips para a MTV, a banda participou de inúmeros projetos musicais, entre eles “Temporada Populares”, “Porão do Rock” e o “CEP20000”, no Rio de Janeiro. Em 1997, lançaram o primeiro CD, com a participação do guitarrista André Moraes, e que trazia uma regravação pelo avesso de “Domingo no Parque”, de Gilberto Gil, muito tocada pelas rádios alternativas. Em seguida, participaram da coletânea “Onde é que está meu rock and roll”, uma homenagem ao mutante Arnaldo Batista, gravando a música “El Justiciero”.

O grupo continuou tocando até o ano 2000, quando a vocalista Verônica foi morar no Rio de Janeiro. O retorno do Mata Hari traz de volta as músicas mais marcantes da banda, como “O Desejo”, “Lana Lang”, “Os olhos de Alice”, além das versões para “Glory Box”, do Portishead, e “Sunday Morning”, do Velvet Underground.

No T-Bone, o Mata Hari apresentará um show no formato acústico, com voz (Verônica) e dois violões (Jimi e Sylvio J.).

www.matahari.kit.net
www.bandamatahari.blogspot.com

Apresentação:
Mímico Miquéias Paz

Informações:
Data: 07/05
Horário: 19h 30min
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
ENTRADA FRANCA

Tuesday, May 05, 2009

O Amor de Mariano, lançamento do livro de M.P.Haickel

Lançamento do livro “O Amor de Mariano”, de M.P.Haickel

Confirmadíssimo para o dia 08/05 (sexta-feira), a partir das 20h30, no Bar Raízes, da 110 Norte, o lançamento do livro “O Amor de Mariano”, editado pela Thesaurus com o apoio do FAC-DF, do escritor M.P.Haickel, que também irá comemorar seu aniversário de 38 anos com os amigos e convidados especiais, entre eles a Banda de Reggae Jahman.

O livro “O Amor de Mariano”, já na Nova Ortografia da Língua Portuguesa, reúne os contos publicados inicialmente em jornais: O Funcionário, Jogo Duplo, O Segredo de um Mistério, A Procissão dos Ossos e Homem é Tudo Igual são alguns dos folhetins que esperam por você nesse pequeno compêndio, cheio de recursos cinematográficos dos quais o Autor lança mão para construir uma prosa encantadora e reflexiva.

M.P.Haickel é Professor de Literatura Brasileira, Língua Espanhola, voluntário no projeto O Livro na Rua e colabora na Revista Eletrônica Nós Fora dos Eixos.

Ficha Técnica:
Título: O Amor de Mariano
Autor: M.P.Haickel
Arte da Capa: Beto Paixão
Gênero: Contos
Editora: Thesaurus Editora de Brasília
Preço: R$ 25,00

Para saber mais acesse o link abaixo:
http://www.nosrevista.com.br/2009/04/20/historias-de-encantamento-aliada-as-tecnicas-do-cinema/

Monday, April 27, 2009

1º Sarau Ponta da Asa (SPA)


Release
1º SARAU PONTA DA ASA
Espaço Cultural Café Itália

Um espaço para a Poesia Brasiliense é a que se propõe o Espaço Cultural Café Itália, abrindo suas portas na primeira terça-feira de maio, dia 5, para o 1º SARAU PONTA DA ASA.
A música ficará a cargo da cantora e percussionista Nãnan Matos, acompanhada pelo violão de Diogo Cerrado, e o grupo instrumental Chorico, formado pelos músicos Herbert Cardoso, Dionísio Mizziara e Eurico.
O 1º SARAU PONTA DA ASA (1º SPA) apresenta em primeira edição o vídeo, dirigido por Antonio Cardoso Neto, sobre o poeta e engenheiro Marcos Freitas, piauiense, nascido no Barrocão, Teresina, com poemas do livro Staub und Schotter (poesias em alemão, inglês, português, espanhol, italiano e francês), oitavo livro do poeta.
A escritora Meireluce Fernandes, presidente do Sindicato dos Escritores do DF, apresentará a Antologia O Resgate da Palavra, em comemoração aos 30 anos de fundação do Sindicato, coordenada pelo poeta e escritor Elias Daher, reunindo 36 autores, plurais na arte de escrever, com seus poemas, crônicas e textos.
A Poesia Está na Roda, os presentes ao Espaço Cultural do Café Itália poderão recitar, ler, falar poema,...autoral ou não. Um espaço democrático que pretende tirar o poeta de dentro de você.
O 1º SARAU PONTA DA ASA (SPA) será realizado toda primeira terça-feira do mês, no Espaço Cultural Café Itália sito na ponta da Asa Norte – CLN 216 Bloco A, a partir das 19:30 horas.

Programação:
19:30 Abertura (10´)
19:40 Música – Nãnan Matos e Diogo Cerrado (20´)
20:00 Vídeo “Marcos Freitas – Staub und Schotter” – Direção: Antonio Cardoso Neto.
20:10 Poeta Marcos Freitas (15´)
20:25 A Poesia na Roda (15´)
20:40 Música – Grupo Chorico (20´)
21:00 Antologia O Resgate da Palavra – Sindicato dos Escritores do DF (15´)
21:30 Encerramento.

Serviço:
1º SARAU PONTA DA ASA (1º SPA)
Local: Espaço Cultural Café Itália
Endereço: CLN 216 Bloco A – Asa Norte
Horário: 19:30h.
Contato: +55 61 3340-1300
E-mail: saraupontadaasa@gmail.com
Coordenação: Jorge Amâncio e Marcos Freitas
ENTRADA FRANCA

Lançamento dos Livros:
Staub und Schotter: Der Wind des Frühlings & die Brise des Herbstes
Marcos Freitas. Ed. CBJE, Rio de Janeiro, 92p, 2008.
ISBN: 980-85-7810-223-4

O Resgate da Palavra: I Antologia do Sindicato do DF
Coordenador: Elias Daher. Ed. Thesaurus, Brasília-DF, 156p, 2009.
ISBN: 978-85-7062-847-3

Distribuição do libreto “Micro-Antologia - Marcos Freitas”
Série Escritores Brasileiros Contemporâneos, nº 44.
O Livro na Rua. Ed. Thesaurus, Brasília–DF, 2008.

Participantes do I SPA:

Nãnan Matos – cantora e percussionista. Apresentar-se-á acompanhada pelo violão de Diogo Cerrado. MPB Black e música afro-brasileira.

Grupo Chorico – composto pelos músicos Herbert Cardoso, Dionísio Mizziara e Eurico. O grupo apresentará clássicos do chorinho brasileiro.

Antonio Cardoso Neto – engenheiro profissional, contista amador e cinéfilo mais amador ainda. Autor de diversos contos publicados em revistas literárias e blogs. Diretor do vídeo “Marcos Freitas - Staub und Schotter”.

Meireluce Fernandes - formada em letras, com mestrado em Ciência da Informação pela UnB. É escritora, contista e presidente do Sindicato dos Escritores do DF. Publicou seis livros nos gêneros: romance, poesia, contos e técnico.

Elias Daher - economista, analista de sistema e professor universitário. Membro da Casa do Poeta, em São Paulo, organizador da 1ª Antologia do Sindicato dos Escritores – O Resgate dos Escritores. Tem seis livros publicados entre eles Fernando Pessoa, Editora Protexto, 2008

Jorge Amâncio – físico, pós-graduado em matemática e escritor. Teve sua primeira poesia publicada pelo jornal Raça do M.N.U. (Movimento Negro Unificado), no início dos anos 80s, além de dezenas de antologias. Publicou o livro de poemas Negrojorgen, pela Editora Thesaurus, Brasília-DF, 2007.

Marcos Freitas – engenheiro e escritor. Filiado à Associação Nacional de Escritores –ANE e à União Brasileira dos Escritores – UBE. Autor com oito livros publicados e participação em mais de 20 antologias. Editor da Revista Eletrônica “emverso&pros@” (http://emversoeprosa.blogspot.com) e da coluna Verdeveredas (http://www.45graus.com.br/verdeveredas).

Café Itália - CLN 216 Bloco A – Tel.: 33401300

Um ano de Verdeveredas !!!


Eu Sou Trezentos...

Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
As sensações renascem de si mesmas sem repouso,
Ôh espelhos, ôh! Pirineus! ôh caiçaras!
Si um deus morrer, irei no Piauí buscar outro!

Abraço no meu leito as milhores palavras,
E os suspiros que dou são violinos alheios;
Eu piso a terra como quem descobre a furto
Nas esquinas, nos táxis, nas camarinhas seus próprios beijos!

Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta,
Mas um dia afinal eu toparei comigo...
Tenhamos paciência, andorinhas curtas,
Só o esquecimento é que condensa,
E então minha alma servirá de abrigo.

(Mario de Andrade)

http://www.45graus.com.br/verdeveredas

Thursday, April 23, 2009

Barca do Cinema com Renato Barbieri em comemoração ao aniversário de Brasília


INVENÇÃO DE BRASÍLIA
Barca do Cinema com Renato Barbieri em comemoração ao aniversário de Brasília.

No dia 21 de abril, terça-feira, a cidade completa 49 anos de sua inauguração. Para comemorar em grande estilo a Barca Brasília do Cinema traz na sua programação ao filme “A Invenção de Brasília” de Renato Barbieri. A partida da Barca está prevista para as 17h30. Essa é uma grande oportunidade para fazer um lindo passeio no Lago Paranoá, assistir o filme e conversar com o diretor que estará presente para interagir com o público.

“A Invenção de Brasília” faz uma ampla abordagem sobre a história de Brasília desde a formação geológica do Planalto Central até a vida cotidiana nos atuais expondo a saga da construção da Capital. De acordo com o filme, em um curto período de três anos e dez meses, entre o start da construção e a inauguração, ocorreu um momento de aventura coletiva na história do Brasil. Nesse momento – raro e delimitado na vida de um povo – foi possível o encontro do trabalho com o prazer, do desejo de uma sociedade utópica com solidariedade, da técnica com a invenção.

O cineasta Renato Barbieri propõe ao expectador, conhecer Brasília através de um olhar amoroso, sensível, afirmativo, sem omitir suas mazelas, contradições e desafios. Vale conferir.

Além do privilégio de assistir o filme ao cair da tarde com uma qualidade digital do sistema de áudio e vídeo da Barca Brasília, o espectador realiza um belíssimo passeio com um forte apelo turístico. A equipe da Barca Brasília inventariou cinco rotas para mostrar a grande variedade de atrativos por toda a orla do Lago Paranoá bem como os tesouros históricos que se encontram submersos em suas águas. Para o conforto de seus passageiros a embarcação está abrigada da chuva e do vento com janelas transparentes que nada impedem da contemplação das paisagens. Conte também com o cenário de um entardecer multicolorido e um grandioso espetáculo natural do pôr do sol com um ingrediente privilegiado: o acender das luzes da cidade, prateando as águas plácidas do Lago Paranoá.

A Barca Brasília garante, com sua equipe, segurança, conforto e um atendimento personalizado.
Faça sua reserva, venha participar!

Serviço
Barca do Cinema em Homenagem a Brasília com o filme “A Invenção de Brasília” de Renato Barbieri.
Dias 21, 25 e 26 de abril – terça-feira, sábado e domingo
Saída da Barca: 17h30 com retorno às 21h
Cais do Bay Park Hotel: SHTN Trecho 02 Lote 05.
Valor do passeio: R$ 40,00, desconto 25% = R$30,00 por pessoa.
Couvert artístico: R$ 10,00 (consumo de alimentos e bebidas à parte).
Consumo de alimentos e bebidas à parte.
Reservas e informações:
www.barcabrasilia.com.br
passeio@barcabrasilia.com.br
Telefones: 8419-7192 (Edmilson Figueiredo) e 8432-6234 (Amon Trajano).
Evento não indicado para menores de 18 anos desacompanhados.

Ficha Técnica
Título: “A Invenção de Brasília”
Gênero: Filme-documentário
Duração: 55 minutos
Captação: Filme 16MM e Vídeo BETACAM
Formato Final para TV: BETA-DIGITAL
Direção: Renato Barbieri
Pesquisa e Roteiro: Victor Leonardi e Renato Barbieri
Narração: Fernanda Montenegro
Trilha Sonora Original: Paulo Sérgio dos Santos (UAKTI)
Direção de Fotografia: Jacques Cheuiche
Direção de Fotografia 2a Unidade: Waldir de Pina
Direção de Produção: Carmen Schenini
Som Direto: Chico Bororo
Direção de Arte: Marilda Donatelli
Montagem: Edu Jung
Produção de Pós: Andrea Fenzl
Edição de Som e Mixagem: Pauly di Castro
Abertura: Cécile Gautier e Marilda Donatelli
Produção Executiva: Renato Barbieri e Andrea Fenzl
Núcleo Documentários – TV Cultura: Mario Borgneth
Diretor de Jornalismo – TV Cultura: Marco Antônio Coelho Filho
Realização: VIDEOGRAFIA e TV CULTURA

A poesia de Ronaldo Costa Fernandes


A poesia de Ronaldo Costa Fernandes no palco da BNB
Tributo ao Poeta de abril reúne vozes de Paulo José Cunha, Luiz Turiba, Guilherme Reis e Ariosto Teixeira

Na próxima 6ª feira, 24, a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB) promoverá mais um Tributo ao Poeta, projeto lançado em 2008 e relançado com grande sucesso no mês passado, que em abril vai reunir no palco do auditório os poetas jornalistas Paulo José Cunha, Luiz Turiba e Ariosto Teixeira, além do ator e diretor teatral Guilherme Reis, para a homenagem à poesia de Ronaldo Costa Fernandes.

Na abertura do espetáculo, de uma hora de duração (de 19h a 20h), o diretor Antonio Miranda irá anunciar a doação à BNB de 50 filmes em DVD e VHS, pelo Pólo de Cinema e Vídeo do DF, ao acervo da Midiateca em montagem; a inauguração de cinco Esculturas Fáceis de Omar Franco, instaladas no jardim interno do 1º andar; e o lançamento oficial da Rede de Amigos da BNB pelo autor da iniciativa, Bruno Paranhos.

No segundo espetáculo da série Tributo ao Poeta que mensalmente vai contemplar escritores locais e nacionais, o piauiense-cariocandango jornalista, poeta, escritor, documentarista e professor, Paulo José Cunha, vai apresentar um resumo da trajetória literária de Costa Fernandes e chamar ao palco Guilherme Reis, Turiba e Ariosto Teixeira para recitarem uma seleção de seus poemas. Paulo José assina também a apresentação e antologia do homenageado para a publicação Livro na Rua, da Thesaurus Editora, que será lançada, com distribuição gratuita ao presentes, durante a sessão do Tributo.

Ronaldo Costa Fernandes, maranhense criado no Rio de Janeiro, vive hoje em Brasília. Doutor em Literatura pela UnB, estreou em poesia em 1997 com Estrangeiro; em 1998 lançou Terratreme, vencedor do Prêmio Bolsa de Literatura da Fundação Cultural do DF; em 2000, Andarilho; em 2004, Eterno Passageiro; e no mês passado, A máquina das mãos.

Em prosa é autor de O Morto Solidário, romance traduzido e publicado em Havana, Cuba, vencedor dos prêmios Casas de las Américas, Guimarães Rosa e Revelação de Autor da APCA. Publicou em 1996 o ensaio O Narrador do romance, prêmio Austreségilo de Athayde da UBE-RJ, e no final de 1997, Concerto para Flauta e Martelo, romance finalista do prêmio Jabuti-98. Costa Fernandes dirigiu por nove anos o Centro de Estudos Brasileiros da Embaixada do Brasil em Caracas e de 1995 a 2003, a Funarte/DF.

TRIBUTO AO POETA RONALDO COSTA FERNANDES – Às 19h de 24.04, 6ª feira, no auditório da BNB (2º andar). Apresentação por Paulo José Cunha; récitas por Ariosto Teixeira, Guilherme Reis e Luiz Turiba. Entrada Franca.

Biblioteca Nacional de Brasília
BNBcomunica / Assessoria de Imprensa
55 61 3625-6257 Ramais 107 / 109
Visite http://www.bnb.df.gov.br

Mirko Bonné lerá trechos do seu romance "Der eiskalte Himmel"



20 anos da queda do Muro de Berlim
60 anos da República Federal da Alemanha
A Alemanha celebra, em 2009 e 2010, um duplo aniversário, que remete aos anos de 1949 e 1989/90. Em 23 de Maio de 1949 foi promulgada a Lei Fundamental e, portanto, constituída a República Federal da Alemanha. No outono e inverno 1989/90 os alemães derrubaram a ditadura do Partido Socialista Unitário (SED) na República Democrática Alemã (RDA) com uma revolução pacífica, que permitiu a restauração da unidade
alemã. Ambos os eventos estão intimamente ligados. Eles formam a base da República Federal da Alemanha, tal como ela existe hoje. Há pela primeira vez na história a unidade nacional liberal-democrática e uma constituição confiável e amiga de todos os vizinhos na Europa e de muitos parceiros próximos e permanentes em todo o mundo.

Em 2009, os princípios constitucionais e a unidade democrática se concretizam em mais um histórico ano de eleição, quando os alemães escolherão seus representantes no Parlamento Europeu, no Parlamento Alemão e em diversos Estados Federados e Municípios.

A Embaixada reabre a sua SALA DE CINEMA
e por ocasião do 60° aniversário da fundação da República Federal
da Alemanha convida para participar de uma programação especial
a realizar-se de 23 a 26 de abril de 2009
SES – Av. das Nações, Quadra 807. Lote 25
Tel.: 3442 7000

Programa
5a FEIRA, 23 DE ABRIL:
19h00 „O Milagre de Berna“
6a Feira, 24 de abril:
18h30 Coquetel de abertura
19h00 Leitura do livro „Der eiskalte Himmel“
pelo autor Mirko Bonné
Sábado, 25 de abril:
19h00 „Black Box BRD“
Domingo, 26 de abril:
19h00 „Conexão Kebab“

A leitura será acompanhada de uma tradução consecutiva para o português.
Todos os filmes serão apresentados em alemão com legendas em português.
Entrada franca – Assentos limitados

O Milagre de Berna (Das Wunder von Bern)
Filme de ficção, 2003, colorido, 117'
Em 4 de julho de 1954 a seleção de futebol alemã joga a final pelo título mundial. A
vitória de Helmut Rahn por 3 a 2 contra os favoritos húngaros significava muito mais que somente ganhar um título no esporte: Muitos alemães vivem este triunfo como o
momento do renascer de uma nação. Apesar de ter perdido a segunda guerra mundial,
agora podem estar novamente entre os vencedores. A final ganha contribuiu tanto para
o sentimento de confiança em si como a reconstrução em andamento do país destruído;
o futuro milagre econômico começa a se cristalizar.

Black Box BRD
Documentário, 2000, colorido, 100'
Uma pesquisa sobre duas vidas opostas, porém, igualmente radicais e violentamente
interrompidas: Alfred Herrhausen, presidente do banco alemão Deutsche Bank, morreu
em 1989, vítima de um atentado à bomba supostamente cometido pela RAF (Fração do
Exército Vermelho). Quatro anos mais tarde, Wolfgang Grams, terrorista da RAF e
suposto autor do atentado contra Herrhausen, deveria ser preso na estação ferroviária
de Bad Kleinen. Após uma troca de tiros, ele morre sob circunstâncias nunca totalmente esclarecidas.

Conexão Kebab (Kebab Connection)Filme de ficção, 2005, colorido, 96'
Ibo, um hamburguês turco de 21 anos, é fascinado pelos filmes do Bruce Lee e sonha
em ser o primeiro diretor alemão em produzir um longa-metragen de kung fu, sendo
considerado no seu bairro o novo Steven Spielberg. Contudo, as coisas começam a
mudar quando a gravidez inesperada da sua namorada dá um freio em sua vida. A
transicão de Ibo, um tipíco adolescente que não ligava muito para as coisas para um ser humano mais responsável, é trazida de várias formas durante o tempo de projeção
nessa comédia de costumes.

O Céu Gelado (Der eiskalte Himmel)
Romance de Mirko Bonné, publicado em 2006
Agosto de 1914. Enquanto a „grande guerra“ cerra-se na Europa, Ernest Shackleton
inicia uma ousada expedição. Ele deseja ser o primeiro a atravessar o continente
antártico a pé. À bordo do seu navio „Endurance“ encontram-se 69 cães de trenó, um
gramofone, uma bicicleta e um passageiro clandestino. Como o verão antártico é de
curta duração, a passagem pelo continente mantem-se congelada e fechada e a
„Endurance“ permanece cercada durante meses no Mar de Wedell. A partir desse
momento o navio entra num destino incerto.
Mirko Bonné, autor de romances e tradutor de poesia lírica, nasceu em 1965 na
Alemanha e mora atualmente em Hamburgo.

Fonte:
Goethe-Zentrum Brasília
SEPS-EQ 707/907 Conj. F Salas 103 a 137
70390-078 Brasília-DF
Brasilien/Brasil
Tel. +55 61 32446776
Fax +55 61 32444884
diretor@brasilia.goethe.org
www.goethe.de/brasilia

Wednesday, April 22, 2009

Contos da Carrochinha de Cleideli Carrogi

Homenagem à Cassiano Nunes


A Diretora da Biblioteca Central -UnB, Dra. Sely Maria de Souza Costa e a Curadora do "Espaço Cassiano Nunes", Dra. Maria de Jesus Evangelista, têm a honra de convidar Autoridades e Amigos do Professor e Escritor Cassiano Nunes para as comemorações in Memoriam pelo 88o aniversário de seu nascimento (27.04.1921) com a Programação:
. Lançamento do Ex-Libris do Poeta:
. Lançamento do LIVRO NA RUA/ Cassiano Nunes/ Poesias inéditas (Thesaurus Editora);
. Lançamento do Prêmio Cassiano Nunes.
Local: Auditório Dr. Cassiano Nunes, BCE/UnB "Multimeios" - Subsolo
Data: 27 de abril de 2009 às 11.00h

Leia poemas de Cassiano Nunes em (também fonte da foto):
http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/distrito_federal/cassiano_nunes.html

O Enigma Vazio: Impasses da Arte e da Crítica por Affonso Romano de Sant’Anna

Palestra e lançamento do livro
O Enigma Vazio Impasses da Arte e da Crítica
Affonso Romano de Sant’Anna

Affonso se propõe a debater sobre arte contemporânea, sob um prisma interdisciplinar, enfocando a premência de se analisar a linguagem utilizada por alguns artistas e ensaístas. Afastando-se dos lugares-comuns e repetições registrados nos livros de história da arte, passa a pente-fino as alucinações críticas de brilhantes escritores como Octavio Paz, Jacques Derrida, Roland Barthes, Jean Clair e outros. Affonso traz, pela primeira vez para o espaço da crítica de arte, elementos da lingüística, da retórica e da filosofia, que são as mais eficazes para se analisar a “arte conceitual”. Este livro dá continuidade a um trabalho tornado mais visível com Desconstruir Duchamp e A cegueira e o saber.
Affonso Romano de Sant’Anna é teórico, poeta, cronista, professor, administrador cultural e jornalista. Publicou mais de 40 livros, ensinou em universidades estrangeiras e nacionais e foi presidente da Biblioteca Nacional no período de 1990-1996.

Evento coordenado pelo Prof. Sergio Rizo, do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília, telefone UnB - 33072318.

Data: Dia 23 de Abril, Quinta-feira.
Horário: 15h00 às 17h30.
Local: Auditório da Faculdade de Tecnologia (FT), Campus Universitário, Universidade de Brasília.

Monday, April 20, 2009

Aniversário de Shakespeare - 445 anos

Daniel Azulay, Jorge Amâncio e Angela Brandão no T-Bone

Autor da Turma do Lambe-Lambe no palco do Açougue T-Bone nesta quinta-feira
Por Francisca Azevedo
20 de abril de 2009

O Açougue Cultural T-Bone traz a Brasília nesta quinta-feira, 23/04, o escritor e desenhista carioca Daniel Azulay autor da “Turma do Lambe-Lambe”, lançada em 1975, e desde então conquistou o público infantil de todo o país. Atualmente em exibição no Canal Futura com o premiado “Azuela do Azulay” e na TV Cultura pela TV-Rá-Tim-Bum, Daniel é um artista com mais de trinta anos dedicados a desenvolver a arte e educação para crianças e jovens. Além disso, a noite terá ainda a participação dos escritores Nilson Oliveira e Jorge Amâncio, e apresentação musical da cantora Ângela Brandão acompanhada do violonista Marcus Moraes. Sempre às 20 horas no Açougue Cultural T-Bone na comercial da 312 Norte. Entrada Franca!

Bate-papo com o escritor DANIEL AZULAY
Daniel Azulay - Daniel nasceu no Rio de Janeiro em 30 de maio de 1947. Com um ano de idade já tirava a chupeta da boca para lambuzar "riscos" na parede, mas logo descobriu o lápis de cera e não parou mais de desenhar. Autodidata, aos onze anos fez seu primeiro curso de desenho por correspondência. As aulas vinham dos Estados Unidos, uma de cada vez, com texto em espanhol. Adolescente, pintava cartazes e letreiros para os comerciantes de Ipanema onde sempre morou.

Com dezoito anos, iniciou a publicação de cartuns e histórias em quadrinhos para jornais como o Correio da Manhã, Jornal dos Sports, "O Sol", Jornal do Brasil, O Pasquim, e as revistas O Cruzeiro, A Cigarra e Manchete. Em 1974 l ançou o Álbum “Jerusalém – Desenhos de Humor” com prefácio de Álvarus e exposição dos originais nas Galerias de Arte Ipanema (RJ) e Gabinete de Artes Gráficas (SP). Em sua crônica “Tudo ou nada na manga” de 19-3-74 no Jornal do Brasil, Carlos Drummond de Andrade escreveu:

(...) ”Já agora, sou tentado a chamar a atenção do Dr. Kissinger para outro brasileiro, Daniel Azulay. Fosse esse rapaz incumbido de colaborar com ele para o entendimento entre árabes e judeus, e os resultados positivos viriam mais rápidos. Daniel facilitaria a solução cordial, pelo desenho de humor. Seu álbum Jerusalém, lançado em edição jóia com entusiástica e justa apresentação de Álvarus, é prova disto. Lá estão fixados com igual mestria gráfica, e, direi, com a mesma simpatia narquoise, habitantes típicos – e conflitantes – da Cidade Santa. Artista antes de tudo, e em seguida observador atiladíssimo, Daniel capta o essencial da figura humana, da po stura da identidade física e sentimental do ser, e o faz com a graça filosófica de quem sabe contemplar o vário espetáculo do mundo, entre sorridente e comovido. Não há irreverência, antes um divertido sentimento poético, no tratamento que dá aos rabinos, por exemplo. Daniel, desenhista de humor, autor de histórias em quadrinhos ( que chegou a lançar em tecidos estampados, para envolver o corpo das mulheres na atmosfera lúdica dos comics), bacharel em Direito que fez do convite de formatura uma página de humor universitário, autor de bolações mil e engenhosas, não esconde nada na manga. Os verdadeiros mágicos são assim.”(...)

Em 1975, Daniel Azulay conquistou o Grande Prêmio da Exposição Internacional de Cartum em Atenas com a charge de um gorila fascista. Na época, a Grécia comemorava a volta de seu regime democrático. Por causa da ditadura militar no Brasil, a charge premiada ficou na gaveta do artista por um bom tempo. Em 1975 foi publicada com destaque na capa do Catálogo Oficial na Grécia mas no Brasil, só em 1985 no livro de Darcy Ribeiro “Aos Trancos e Barrancos – Como o Brasil deu no que deu”, abrindo o capítulo “O Golpe de 64”.

Hoje, o trabalho de Azulay é conhecido em todo o território nacional, além de Estados Unidos, Portugal, Grécia, Dinamarca, Suécia, Finlândia e outros países. Criou peças filatélicas para a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e cartazes para a Embratur, Embrafilme e campanhas sociais para o MEC e Ministério da Saúde com apoio do Unicef.
De todas suas criações, sem dúvida a que faz mais sucesso entre a criançada é a Turma do Lambe-Lambe. Criada em 1975 - ficou no ar durante dez anos consecutivos em duas redes de televisão, Bandeirantes e Educativa. Em 1996 retornou à Band-Rio por mais quatro anos apresentando seu programa de TV “Oficina de Desenho Daniel Azulay”.

A criação dos personagens da Turma do Lambe-Lambe surgiu como reflexo da multifacetada personalidade de Azulay: o sábio coruja Prof. Pirajá, inventor de máquinas birutas e defensor da Ecologia; a galinha Xicória, com sotaque caipira, exímia cozinheira e quituteira; Pita, o mágico; Gilda a exuberante e vaidosa vaquinha que adora cantar no banheiro; Damiana e Ritinha, amigas inseparáveis que estão sempre aprontando; Piparote e o palhaço Tristinho, astro do circo, completam a Turma.

Desde 1976 Daniel fazia seu programa na TV-Educativa quando Walter Clark ex-chefão da Globo lhe fez o convite em 1982 para também apresentar seu programa na Bandeirantes. Acumulando a apresentação de programas nas duas emissoras em rede nacional, Azulay passou a fazer merchandising (proibido na TV-E), a gravar discos e assinar centenas de produtos licenciados com sua marca em livros, revistas em quadrinhos, brinquedos, roupas e lancheiras. Durante anos seguidos, os finais de semana eram preeenchidos com uma maratona de shows p or todo o Brasil. Em 1989 inaugurou sua primeira Oficina de Desenho (www.danielazulay.com.br) na Casa de Cultura Laura Alvim como piloto de uma rede de unidades licenciadas do seu método audiovisual de desenho para crianças.

Durante uma década, Daniel Azulay influenciou a geração dos Anos 80 como pioneiro, ensinando muita gente pela TV, a fazer brinquedos de sucata, esculturas de bexiga “Bolamania”, a brincar e desenhar usando a imaginação. Compôs letras e músicas como “Algodão Doce”, “Olá Amiguinhos” e “Xicória”, “Prof. Pirajá”, “Nó em Pingo D’água” e “Raimundo Quer Voar” em parceria com Celso Fonseca. Como convidados de Azulay na TV-Educativa e na Rede Bandeirantes, muitos artistas se apresentaram lançando seus sucessos: Cazuza, Chacrinha, Moraes Moreira com Davi (aos nove anos), Olívia Hime, o Mágico Ramade, Paralamas do Sucesso (“Vital e Sua Moto”), Gabriel, o Pensador, Barão Vermelho e Roupa Nova, entre ou tros.

Em 2000 Daniel Azulay foi premiado pelo Instituto Kanitz como “Artista Voluntário do Ano” por seu trabalho social junto às Aldeias Infantis SOS. E também por seus trabalhos e campanhas sociais para o Ministério da Saúde/UNICEF, Ação Contra a Fome (Betinho/Ibase), Mc Donald’s (Mc Dia Feliz), Movimento SorRio, Fundação São Martinho, Sociedade Brasileira de Pediatria (Prevenção de Acidentes na Infância), HemoRio, Instituto Padre Severino, Oficinas de Desenho e Arteterapia com pacientes do Hospital do Câncer/INCA, Hospital Miguel Couto e Casa Ronald Mc Donald’s.

A partir de 2006 Daniel Azulay lançou novo site na internet (www.danielazulay.com.br/contemporaryart) e realizou exposições de pintura em galerias de arte no Brasil e no exterior, divulgando seu projeto social “Crescer com Arte” para menores carentes. Lançou pela Editora Vitale uma coletânea de todas as suas músicas no song-book “Para Ouvir, Cantar e Brincar” com pr efácio de Ricardo Cravo Albin e CD produzido por Fernando Moura.

Hoje, Azulay continua fazendo arte e recebe cartas de fãs por e-mail de todo o Brasil e do exterior, ídolo de nove comunidades no Orkut, incluindo os pais que escrevem para apresentar seus filhos “ao irmãozinho mais velho, que não é senhor, nem professor”.

E seguindo uma trajetória iniciada há pouco mais de trinta anos, Daniel Azulay e a Turma do Lambe-Lambe retornam à telinha para fazer a alegria das crianças do século XXI : no Canal Futura com o premiado “Azuela do Azulay” e na TV Cultura pela TV-Rá-Tim-Bum: os primeiros episódios de animação com a Xicória, Prof. Pirajá, Pita, Piparote e Damiana estão no ar desde Outubro de 2007.

Em 2009 Azulay está em fase de produção de um longa-metragem da Turma do Lambe-Lambe e uma Enciclopédia Ilustrada com seu trabalho dedicado às crianças em todo o Brasil e no exterior.

Lançamento literário:
Apenas Blanchot do escritor e ensaísta NILSON OLIVEIRA, publicado pela Editora Pazulin em 2008. O livro é uma reunião de textos críticos em torno do pensador francês Maurice Blanchot (1907-2003), que influenciou toda uma geração de pensadores da segunda metade do século XX.

Recital de poesias:
Leitura de trechos do livro de poesias Negrojorgen, publicado pela Editora Thesaurus em 2007, de autoria do poeta e escritor JORGE AMÂNCIO.

Apresentação musical:
ANGELA BRANDÃO acompanhada do violonista Marcus Moraes, um dos mais premiados instrumentistas do país, Angela apresentará alguns de seus sambas mais conhecidos, além de músicas inéditas e clássicos da MPB.

Apresentação:
Mímico Miquéias Paz

Informações:
Data: 23/04
Horário: 20 horas
Local: Açougue Cultural T-Bone: SCLN 312 Bl B Lj 27 Brasília-DF
Tel: (61) 3274-1665
ENTRADA FRANCA
Última Atualização ( 20 de abril de 2009 )

Friday, April 17, 2009

Schevchenko e Nicolau Gógol



Auto-retrato de Schevchenko



Nicolau Gógol

uma ótima oportunidade para conhecermos culturalmente a Ucrânia, recém-independente (1991) da URSS. É o 2º maior país da Europa com território maior que Minas Gerais, religião Cristianismo Ortodoxo oriental, tendo por capital Kiev. O Brasil foi um dos primeiros países a reconhecer a independência e a firmar relações diplomáticas, e, em 2003, assinou tratado de Cooperação de Longo prazo para a utilização de veículo de lançamento Cyclone-4, no Centro de lançamento em Alcântara. A independência da Ucrânia tem um fatídico vínculo com a palavra Holodomor, que se associa à expressão Meryty Golodon, que significa morrer pela fome. Este foi o holocausto imposto a milhões de ucranianos dissidentes pelo regime Stalinista.
Para prestar tributo a dois de seus maiores escritores, heróis nacionais, Taras Schevchenko (1814-1861) e Nicolau Gógol(1809-1852), a Embaixada da Ucrânia, em parceria com a UNB e à Academia Taguatinguense de Letras convida-nos para prestigiarmos o referido evento que ocorrerá no dia 24 de abril próximo, sexta-feira, das 14 às 16h30, no auditório (3º andar) do prédio da Reitoria, da Universidade de Brasília.
Fonte: Academia Taguatinguense de Letras.

Mais sobre os escritores:
Taras Hryhorovich Shevchenko
http://www.infoukes.com/shevchenkomuseum/bio.htm
http://www.recmusic.org/lieder/s/shevchenko/

Nicolau Vasilievich Gogol (russo: Николай Васильевич Гоголь) (Welyki Sorotschynzi, Poltawa, Ucrânia, 1 de abril de 1809 - Moscou, Rússia, 4 de março de 1852); escritor russo de origem ucraniana.
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://www.librarything.com/author/gogolnikolai&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3DNicolau%2BG%25C3%25B3gol%26tq%3DNicolas%2BGogol%26sl%3Dpt%26tl%3Den

Wednesday, April 15, 2009

Lançamento - "A prisioneira do espelho" - Nilza Amaral

Fonte: http://www.ube.org.br/home.php

1ª Semana de Arte Poética de Taguatinga

O SESC de Taguatinga está realizando a 1ª Semana de Arte Poética de Taguatinga, de 13 a 17 de abril, em sua unidade da CNB 12. Foi destinado o dia 17, às 19:30 para apresentação da ATL: Painel com foto e biobibliografia de vários poetas do DF, muitos dos quais integrantes da ATL, Exposição de livros e Sarau Poético aberto aos poetas convidados, dentre os quais: Antônio Muralha, Gustavo Dourado, Popó Magalhães, Avelino Moreira, Nara Nascimento, Menezes y Morais, Margarida Drummond, Newton Rossi (em memória), Antônio Carlos Sampaio, Carlos Augusto Cacá, Ildefonso Sambaíba, Hélio Soares Pereira, Aurora Martins Campos, Ronaldo Mousinho, Donzílio Luís, Marcos Freitas, Leão Sombra do Norte Fontes, Gacy Simas, Adison do Amaral, José Ferreira Simões, Moisés Paraguassu que serão prestigiados com exposição de suas fotos e biografia a curiosidade do público presente. encarecemos a presença dos senhores levando exemplares de suas obras para exposição e venda. A organização do evento esta a cargo de Graça Lima e de Eliane Silva.

Cordialmente,
Ronaldo Mousinho
Presidente da ATL

Monday, April 13, 2009

É tudo verdade - Festival Internacional de Documentários

Fonte: http://www.candango.com.br
Confira a programação da 14ª edição do É tudo verdade - Festival Internacional de Documentários:

Documentários brasileiros inéditos, entre longas, médias e curtas-metragens, e títulos internacionais premiados nos principais festivais do mundo são os destaques da safra da 14a edição do É tudo verdade – Festival Internacional de Documentários, que acontece de 14 a 26 de abril de 2009, no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília. O festival terá quatro sessões diárias e entrada franca.

Brasília recebe 36 filmes, dentre eles destaques como o recente Cartas ao Presidente, do tcheco Petr Lom. O longa, exibido no último Festival de Berlim, tem como eixo uma das principais políticas populistas do presidente do Irã: o estímulo para que a população lhe escreva, contando seus problemas; a prática já rendeu 9 milhões de cartas.

Outro grande atrativo para o público da cidade é a exibição de A Casa do Mortos, realizado pela antropóloga Debora Diniz, com apoio da UnB TV. Durante 24 minutos, internos que sobrevivem ou morrem em um presídio psiquiátrico de Salvador (BA) se tornam os narradores de um cotidiano feito de dor e exclusão. O roteiro é baseado no poema de Bubu, um homem que acumula sua 12ª internação. A diretora, Debora Diniz, participará de um debate com a platéia, na sexta-feira, dia 24 de abril, após a sessão das 20h30.

A exibição de Z32, do documentarista israelense Avi Mograbi, também promete. Mograbi tem marcado sua trajetória por filmes experimentais na forma, cujo conteúdo é sempre crítico ao tratamento dado por Israel ao povo palestino. Desta vez, ele volta suas lentes para o terrorismo e faz com que os próprios criminosos confessem seus crimes diante da câmera – com a condição de que seus rostos apareçam borrados.

Brasília ainda assistirá, em primeira mão, ao longa-metragem Domingos, recém-concluído pela atriz/diretora Maria Ribeiro. Durante vários meses, Maria acompanhou a rotina do cineasta, escritor e dramaturgo Domingos de Oliveira, para construir este retrato, que conta também com depoimentos de amigos e admiradores.


14/04 - terça-feira
14h30
- Problema é Comigo / Juliette Veber / 82min
16h30
- Segredo / Edgar Feldman / 25min
- Escravos / Hanna Heilborn, David Aronowitsch / 15min
- Segunda Vida / Anna Thommen / 19min
18h30
- Retorno a Fortin Olmos / Patricio Coll, Jorge Goldenberg / 104min
20h30
- Cartas ao Presidente / Petr Lom / 74min

15/04 quarta-feira
14h30
- Z32 / Avi Mograbi / 82min
16h30
- Chirola / Diego Mondaca / 25min
- Zietek / Bartosz Blaschke / 17min
- Arrancando a Alma / Barbara Klutinis / 18min
18h30
- Tias Duronas / Kim Longinotto / 104min
20h30
- Problema é Comigo / Juliette Veber / 82min

16/04 quinta-feira
14h30
- Cartas ao Presidente / Petr Lom / 74min
16h30
- Areias Vermelhas / David Procter / 25min
- Coração Negro / Ada Bligaard Søby / 23min
- Bem Longe de Casa / Marika Väisänen / 15min
18h30
- Além do Jogo / Jos de Putter/ 79 min
20h30
- Retorno a Fortin Olmos / Patricio Coll, Jorge Goldenberg / 104min

17/04 sexta-feira
14h30
- O Segredo / Edgar Feldman / 25min
- Escravos / Hanna Heilborn, David Aronowitsch / 15min
- Segunda Vida / Anna Thommen / 19min
16h30
- Tias Duronas / Kim Longinotto / 104min
18h30
- O Esquecimento / Heddy Honigmann / 94min
20h30
- Segundas Sangrentas & Tortas de Morango / Coco Schrijber / 87min

18/04 sábado
14h30
- Chirola / Diego Mondaca / 25min
- Zietek / Bartosz Blaschke / 17min
- Arrancando a Alma / Barbara Klutinis / 18min
16h30
- Além do Jogo / Jos de Putter/ 79 min
18h30
- Z32 / Avi Mograbi / 82min
20h30
- Segundas Sangrentas & Tortas de Morango / Coco Schrijber / 87min

19/04 domingo
14h30
- Areias Vermelhas / David Procter / 25min
- Coração Negro / Ada Bligaard Søby / 23min
- Bem Longe de Casa / Marika Väisänen / 15min
16h30
- VJs de Mianmar - Notícias de um País Fechado / Anders Høgsbro Østergaard / 85min
18h30
- Esquecido Papai / Rick Minnich, Matt Sweetwood / 84min
20h30
- O Esquecimento / Heddy Honigmann / 94min

21/04 terça-feira
14h30
- VJs de Mianmar - Notícias de um País Fechado / Anders Høgsbro Østergaard / 85min
16h30
- Esquecido Papai / Rick Minnich, Matt Sweetwood / 84min
18h30
- Domingos / Maria Ribeiro / 72min
20h30
- Sobreviventes / Miriam Chnaiderman e Reinaldo Pinheiro / 52min

22/04 quarta-feira
14h30
- O Cineasta da Selva / Aurélio Michiles / 87min
16h30
- Ser Tão / Luiz Guilherme Guerreiro / 20min
- Chapa / Tatiana Toffoli / 18min
- Samba de Quadra / Gustavo Mello, Luiz Ferraz / 16min
18h30
- Cidadão Boilesen / Chaim Litewski / 92min
20h30
- Corumbiara / Vincent Carelli / 117min

23/04 quinta-feira
14h30
- Ôri / Raquel Gerber / 91min
16h30
- Nello's / André Ristum / 25min
- No Tempo de Miltinho / André Weller / 18min
- Confessionário / Leonardo Sette / 15min
18h30
- Cildo / Gustavo Rosa de Moura / 84min
20h30
- Cidadão Boilesen / Chaim Litewski / 92min

24/04 sexta-feira
14h30
- Ser Tão / Luiz Guilherme Guerreiro / 20min
- Chapa / Tatiana Toffoli / 18min
- Samba de Quadra / Gustavo Mello, Luiz Ferraz / 16min
16h30
- A Chave da Casa / Paschoal Samora, Stela Grisotti / 60min
18h30
- Corumbiara / Vincent Carelli / 117min
20h30
- A Arquitetura do Corpo / Marcos Pimentel / 21min
- Leituras Cariocas / Consuelo Lins / 13min
- A Casa dos Mortos / Debora Diniz / 24min
- Sessão seguida de debate com a diretora brasiliense Débora Diniz

25/04 sábado
14h30
- Nello's / André Ristum / 25min
- No Tempo de Miltinho / André Weller / 18min
- Confessionário / Leonardo Sette / 15min
16h30
- Ôri / Raquel Gerber / 91min
18h30
- A Chave da Casa / Paschoal Samora, Stela Grisotti / 60min
20h30
- Cildo / Gustavo Rosa de Moura / 84min

26/04 domingo
14h30
- A Arquitetura do Corpo / Marcos Pimentel / 21min
- Leituras Cariocas / Consuelo Lins / 13min
- A Casa dos Mortos / Debora Diniz / 24min
16h30
- O Cineasta da Selva / Aurélio Michiles / 87min
18h30
- Sobreviventes / Miriam Chnaiderman e Reinaldo Pinheiro / 52min
20h30
- Domingos / Maria Ribeiro / 72min

http://www.candango.com.br/aplicacoes/materia/index.cfm?id_area=74&id_conteudo=9568

SHOW Banda Glória e Cristina Buarque lançam CD no SESC Vila Mariana

Mais info:

www.bandagloria.com.br
www.scubidu.com.br
Para escutar: Online Player
Para comprar: online ou lojas em todo o Brasil