Wednesday, May 23, 2007

Márcio Menezes divulga novo trabalho: 4º CD da sua carreira




Márcio Menezes, 44 anos, flautista, saxofonista, intérprete, compositor e arranjador e natural de Teresina-PI esteve na manhã desta quarta-feira (23) no 180graus.com divulgando o seu novo CD, Serra das Confusões.


Ele que já se apresentou em festivais universitários, shows no Theatro 4 de Setembro e bailes por toda Teresina e em 1996, iniciou sua carreira solo com o lançamento do CD "Eclipse", gravado em Brasília.


Com interesse exclusivo pela música instrumental, Márcio Menezes ainda participou de vários CDs e shows com artistas piauienses como Edvaldo Nascimento, Geraldo Brito, Júlio Medeiros, Lazaro do Piauí, João Cláudio.


Fez shows em Brasília, Roma, São Paulo, Fortaleza, Natal, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, destacando-se os realizados no Projeto Pixinguinha, com a banda de rock Transe em Transe junto com o guitarrista Renato Piau e Cássia Eller, dentre outros. Atualmente Márcio fundou o "Master Studio", equipado para gravação profissional e aberto comercialmente, sendo considerado pelos músicos o melhor estúdio de gravação do Piauí. No seu quarto trabalho, o artista traz doze composições com arranjos próprios e participações especiais de nomes como André Vasconcellos, Arthur Maia, Di Steffano, Filó Machado, Hamilton Pinheiro, Manuel das Confusão, Marco Brito, Michel Leme, Mike Soares e Sidney Linhares.




Friday, May 18, 2007

Geografia Poética do Distrito Federal

Brasília tem sido generosamente prestigiada nesse quase meio século de inaugurada. São exemplos as coletivas poéticas Poetas de Brasília, Antologia dos poetas de Brasília, Brasília na Poesia Brasileira e Poesia de Brasília, org. de Joanyr de Oliveira, Ao 21 de Brasília, org. de Mª de Lourdes Reis, Nem madeira nem ferro podem fazer cativo quem na aventura vive, org. de Santiago Naud, Planalto em poesia, Cronistas de Brasília, org. de Napoleão Valadares, Caliandra – A Poesia em Brasília, org. de Mário Hermes Vigiano Brasília: Vida em Poesia – 36 anos,36 poetas escolhidos,org. de Ronaldo Alves Mousinho.
Agora é a vez do Distrito Federal, o espaço físico que abriga Brasília – A Capital da Esperança, receber merecida homenagem, consubstanciada num amplo painel da poesia produzida no solo candango.
Em fevereiro último, o Distrito Federal completou seu cinqüentenário, desde a demarcação oficial de suas terras para a construção de Brasília e das cidades satélites, e agora será homenageada com a publicação da coletânia Geografia Poética do Distrito Federal, reunindo 50 poetas domiciliados no DF, editada pela Tesaurus Editora, organização do escritor Ronaldo Alves Mousinho*. Eis os poetas que compõem a presente homenagem:

Adison do Amaral, Aglaia Souza, Anderson Braga Horta, Ana Reis, Ângelo D’Ávila, Antônio Carlos Sampaio Machado, Antônio Miranda, Antônio Garcia Muralha, Augusto Cacá, Áureo Melo, Antônio Timóteo dos A. Sobrinho, Avelino Moreira, Anderson de Araújo Horta, Áurea Portilho, Cassiano Nunes, Clinaura Macedo, Donzílio Luiz, Denise Viana Toledo, Elton Skartazini, Erivaldo Soares, Ézio Pires, Fernando Mendes Viana, Hélio Pereira, Idelfonso Sambaíba, Isolda Marinho, Josélia da Costandrade, João Carlos Taveira, Joanyr de Oliveira, Joílson Portocalvo, João Henrique C. Azul, José Geraldo P. de Melo, José Peixoto Júnior, José Santiago Naud, Lina Tâmega Peixoto, Luiz Manzolillo, Lurdiana Costa, Maria de Jesus Evangelista, Maria Braga Horta, Maria Vanildes, Marcos Freitas, Miguel J. Malty, Newton Rossi, Nina Toledo, Nicolas Behr, Popó Magalhães, Da Costandrade, Ronaldo Alves Mousinho, Salomão Souza, Sônia Caroline, Terezy Fleury, e Xiko Mendes.

O lançamento está programado para 13/06/2007, 4ª feira, a partir das 19h, no Foyer da Sala Villa- Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília - DF.

O livro estará disponível na Livraria da Rodoviária ( Plano Piloto e Pistão Sul de Taguatinga ) e na livraria virtual: www.thesaurus.com.br.

JOANYR DE OLIVEIRA, PRESIDENTE DA ANE

Acaba de assumir a presidência da Associação Nacional de Escritores – ANE o poeta Joanyr de Oliveira, pioneiro de Brasília, autor de várias obras, entre as quais antologias de poetas e de contistas brasilienses.
O autor de Poemas para Brasília é detentor de importantes prêmios literários no Brasil e no exterior. É sócio-fundador da ANE e de outras entidades culturais, como o Instituto Histórico e Geográfico do DF, a Academia de Letras de Brasília e a Academia de Letras do Brasil. Chegou à nova Capital em 1960, como revisor concursado da Imprensa Nacional e depois, também por concurso público, passou, a integrar o quadro de funcionários da Câmara dos Deputados, até aposentar-se. Viveu alguns anos nos Estados Unidos. Em Boston e Los Angeles, manteve colunas culturais em que divulgava os escritores brasileiros.

NOVA DIRETORIA


Presidente: JOANYR DE OLIVEIRA
1º Vice-Presidente: FONTES DE ALENCAR
2º Vice-Presidente: JOSÉ GERALDO
Secretário-Geral: AFFONSO HELIODORO DOS SANTOS
1º Secretário: NONATO SILVA
2º Secretário: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA CERQUEIRA
1º Tesoureiro: FÁBIO COUTINHO
2º Tesoureiro: JOSÉ MARIA LEITÃO
Diretor de Biblioteca: JOSÉ SANTIAGO NAUD
Diretor de Cursos: CLÉA REZENDE
Diretor de Divulgação: ALAOR BARBOSA
Diretor de Edições: AFONSO LIGÓRIO PIRES DE CARVALHO
Conselho Fiscal: ALAN VIGGIANO, ANDERSON BRAGA HORTA, BRANCA BAKAJ, DANILO GOMES, JOSÉ JERONYMO RIVERA, NAPOLEÃO VALADARES e ROMEU JOBIM

Monday, May 14, 2007

Refletor aceso sobre Patrícia Mellodi



“Não me sinto concorrendo, mas fazendo parte da música brasileira”, diz cantora
Eugênio Rego

Para o Galeria
Ela deixou o Piauí no começo da década de 1990 para brigar pelo sonho de ser uma cantora reconhecida no concorridíssimo cenário musical do Rio de Janeiro (e Brasil). Muitos anos se passaram até que Patrícia Mellodi começasse a ter os olhos e ouvidos da crítica e mídia sobre si. Com indicação ao Prêmio Tim de Música, hoje um dos mais importantes no segmento, a piauiense vê seu trabalho começando a ter o destaque sonhado. Em entrevista por e-mail, a cantora fala de sensação de concorrer com nomes como Maria Bethânia, Alcione e Marisa Monte e conta que tem recebido muitas manifestações do Piauí e de outros estados.


DIÁRIO DO POVO: Qual foi a sua reação quando soube das indicações para o Prêmio Tim?

PATRÍCIA MELLODI: No dia 18 de abril eu recebi uma ligação do diretor do prêmio, Zé Mauricio Machline, dando a notícia, me parabenizando e convidando pra entrega do Prêmio no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (que acontece na quarta-feira, 16). Eu quase desmaiei, comecei a me tremer toda, fiquei agradecendo milhares de vezes a ele. Ele ria de mim e dizia : - Você merece! Todo dia olhava o site do prêmio pra saber se já havia saído o resultado, pois eu havia sido pré-selecionada, e quando isso acontece temos alguma chance. Mas eram tantos artistas e todos grandes e reconhecidos! Por isso foi aquele choque quando eu fiquei sabendo. Fiquei radiante! Aliás, ainda estou!
DP: Você está concorrendo com divas da MPB. O que lhe vem à cabeça quando pensa no páreo que está enfrentando?

PM: Fico orgulhosa demais por isso tudo. Mas não me sinto concorrendo e sim fazendo parte da festa da música brasileira. Estar ao lado de tantas divas maravilhosas do nosso país é um sonho pra qualquer artista e só de estar lá já me sinto premiadíssima.

DP: Você batalha no cenário musical do Rio de Janeiro desde a década de 90. Considera que essa seja sua grande chance para deslanchar como um cantora conhecida em todo o país?

PM: Não acredito mais em nada de um dia para o outro. Não acho que um evento isolado mude a carreira de ninguém. É o dia-a-dia, a luta, um conjunto de ações. Essa indicação no Prêmio Tim é o resultado de muita luta, é mais uma oportunidade, um reconhecimento pelo o que já foi feito. No dia seguinte (à premiação) eu voltarei à luta de sempre. Só acho que um refletor se acende sobre mim. Isso é muito bom pra iluminar melhor meu caminho.
DP: O que tem nesse novo disco que encantou os críticos? Foi preciso fazer lobby para que ele fosse ouvido?PM: Esse disco é a minha mais pura verdade. Fiz tudo o que podia, o que acreditava com a maturidade que adquiri em anos de carreira. Coloquei as canções que me definiam pessoal e artisticamente. Sinceridade é a palavra chave. Talvez isso conquiste os ouvidos, mesmo os mais exigentes. Não conheço absolutamente ninguém desse prêmio, nem seus critérios e interesses. Somente fiz o que tinha que fazer, mandei o CD pra seleção do prêmio como todo mundo faz.

DP: A mudança de no-me (de Mello para Mellodi) tem algo a ver com tudo o que está acontecendo com você? No que você acredita?

PM: Desde que mudei meu nome minha vida vem mudando o tempo todo e pra melhor.Acrescentei “DI” ao meu nome que quer dizer DIFERENTE, pois desejei muito a felicidade de me tornar mais alegre, mais família, mais espiritualizada e mais tranquila. Acredito no meu trabalho e tenho fé de que, mesmo sem conseguir fama ou dinheiro, devo fazer a minha parte no mundo. Talvez seja merecimento o que anda acontecendo, talvez numerologia...

DP: Como está a votação para o prêmio? Gostaria de dizer algo para os piauienses, afinal é a primeira vez que temos uma conterrânea concorrendo a um prêmio tão importante...

PM: Não sei como anda a votação pois ninguém tem acesso aos números. Mas tenho tido inúmeras manifestações de vários lugares e em especial do Piauí, meu esta-do. Peço a todos que votem, pois mais importante que ganhar é mostrar que existimos, que somos em grande número e merecemos ser levados em consideração. Agradeço muito e prometo de todo o coração representar a todos com beleza, dignidade e boa música.

Tuesday, May 08, 2007

O capitalismo pode ser verde?

Por Stephen Leahy*
Especialistas dizem que o crescimento econômico contínuo, intrínseco do capitalismo, não é viável em um planeta com recursos naturais cada vez mais escassos.

TORONTO, 7 de maio (IPS/IFEJ).- O capitalismo demonstrou ser ambiental e socialmente insustentável, por isso a prosperidade futura deverá surgir de um novo modelo econômico, afirmam alguns especialistas. O “como” é matéria de intenso debate. Uma corrente afirma que o crescimento contínuo é compatível com o meio ambiente se forem adotadas tecnologias mais limpas e eficientes e se as economias deixarem paulatinamente de elaborar bens materiais para passar aos serviços. A isto dão o nome de prosperidade sustentável. Instrumentos internacionais destinados a atacar problemas globais, como o buraco da camada de ozônio e o aquecimento global, adotaram princípios de mercado para conseguir o cumprimento pelo setor privado. No entanto, o problema é que “consumimos 25% mais do que a Terra pode nos dar por ano”, afirma William Rees, da Escola de Planejamento Comunitário e Regional da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá.
Rees e outros estudiosos calcularam que o consumo humano de recursos naturais excede, a cada ano, em 25% a capacidade da natureza em regenerá-los, uma proporção que cresce desde 1984, primeiro ano em que a humanidade passou essa marca. “Nosso planeta precisa de um capital natural, como árvores, para proporcionar serviços como água e ar puros, dos quais dependemos”, disse em uma entrevista Rees, que é um dos criadores da “pegada ecológica”, um indicador para conhecer a quantidade de território produtivo que uma determinada população humana necessita para obter recursos e para que seus resíduos sejam absorvidos. O capitalismo se baseia no acúmulo de riqueza pelo consumo de recursos naturais cuja disponibilidade é limitada, afirmou Rees. Também estamos excedendo a capacidade do planeta em absorver poluição e resíduos, como as emissões de dióxido de carbono vinculadas à mudança climática.
Os economistas de mercado não falam de contaminação, mas de “externalidades” que raramente incluem como fator em seus modelos econômicos, ressaltou o especialista. Por isso, a prosperidade sustentável é o uso global de recursos e a geração de dejetos que não superem a capacidade regenerativa do planeta. Igualmente importante é a dimensão social: a verdadeira prosperidade só é possível quando a diferença entre as rendas de ricos e pobres é pequena, disse Rees.
Entretanto, “os executivos dos Estados Unidos ganham entre 500 e mil vezes mais do que os trabalhadores de outras categorias e essa desigualdade está se agravando”, garantiu. Se todos vivessem como os norte-americanos, seriam necessários cinco planetas para proporcionar os recursos exigidos, segundo o Living Planet Report 2006, do Fundo Mundial para a Natureza. A solução não está em mais tecnologias limpas e eficientes. As sociedades industriais já usam os recursos de modo mais eficiente do que as nações em desenvolvimento, mas consomem muitos mais bens materiais e, portanto, mais recursos naturais, estimou Rees. A seu ver, os novos mantras - consumo de produtos orgânicos ou elaborados de modo sustentável e a desmaterialização das economias (gerar serviços, mais do que produtos) - não resolvem nada. A única solução é reduzir a poluição e o uso de recursos, afirmou. “Toda esta conversa sobre sustentabilidade significa que não queremos realmente mudar o que fazemos”, ressaltou Ress.
As compras responsáveis ou a responsabilidade social corporativa não farão muita diferença, coincidiu o ecologista Brian Czech, presidente do Centro para o Avanço de uma Economia de Fase Estável, um instituto de estudos com sede em Washington. “Temos de reduzir nosso crescimento econômico para nos estabilizarmos”, acrescentou em entrevista ao Terramérica. A maioria das nações em desenvolvimento precisa crescer, e os países ricos têm de reduzir seu uso de recursos para que isso ocorra, acrescentou. A idéia de que o crescimento contínuo pode se sustentar graças à desmaterialização “não tem sentido”, disse Czech. Produzir serviços requer usar recursos naturais como energia, e o dinheiro gerado será usado para comprar algo. “Os economistas neoclássicos do Banco Mundial e da Agência para o Desenvolvimento Internacional, dos Estados Unidos, entre outros, continuam acreditando que não há limites para o crescimento”, disse Czech.
É preciso redefinir o êxito econômico: em lugar de aumentar a riqueza, aumentar o bem-estar, afirmou Nic Marks, diretor do Centro para o Bem-Estar da Fundação Nova Economia, com sede em Londres. O governo britânico reconheceu que a economia deve caber em um único planeta e que já estamos além de seus meios, disse Marks em entrevista ao Terramérica. “Entretanto, é politicamente insustentável dizer que o caminho é um crescimento econômico menor”, prosseguiu. Portanto, um crescimento mais verde, mais limpo e desmaterializado é a solução, junto com importantes reduções no uso dos recursos, disse Marks.
O empresário norte-americano Peter Barns considera que o capitalismo deve passar da exploração de recursos naturais, como o ar e a água, para protegê-los como bens comuns da humanidade. Estes “fideicomissos da riqueza natural” seriam todos os seres humanos, que teriam poder para limitar o uso de recursos escassos, impor tributos e distribuir dividendos, afirma em seu livro Capitalismo 3.0.
Barnes imagina um mundo com muitos protetores de ecossistemas, administrados por pessoas que estarão proibidas de atuar em seu próprio interesse e só poderão fazê-lo em representação dos interesses dos cidadãos e das gerações futuras por igual. “Nem o governo nem as corporações representam as necessidades das gerações futuras, dos ecossistemas e das espécies não humanas. Os fideicomissos podem fazê-lo”, diz em seu livro.
* Este artigo é parte de uma série sobre desenvolvimento sustentável produzida em conjunto pela IPS (Inter Press Service) e a IFEJ (Federação Internacional de Jornalistas Ambientais).

http://www.tierramerica.org/portugues/2007/0505/pacentos.shtml

Friday, May 04, 2007

AQUECIMENTO GLOBAL

Mudança de hábitos pode reverter aquecimento global
Da France Presse
04/05/200712h11-BANGCOC - Cada indivíduo tem um papel importante na luta contra o aquecimento global. O problema não é um assunto apenas para os governos e as indústrias, afirmaram os especialistas mundiais do clima nesta sexta-feira em Bangcoc. Ir de trem para o trabalho ao invés de usar o carro, regular a temperatura de um escritório ou de uma casa climatizada e comer menos carne são algumas das atitudes que podem ser tomadas em favor do esforço mundial contra o aquecimento.

http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2706269&sub=Mundo



Relatório da ONU sobre aquecimento pede ações imediatas
Do CorreioWebCom Agências
04/05/200707h48-Representantes de mais de 120 países chegaram nesta sexta-feira a um acordo sobre o relatório final relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) em reunião em Bangcoc, na Tailândia. O documento, cujo tema é Mitigação das Mudanças do Clima, traz as conclusões de especialistas de todo o mundo, entre eles, brasileiros, sobre o aquecimento global.

http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2706241&sub=Mundo


Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC)
The Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) has been established by WMO and UNEP to assess scientific, technical and socio- economic information relevant for the understanding of climate change, its potential impacts and options for adaptation and mitigation. It is currently finalizing its Fourth Assessment Report "Climate Change 2007", also referred to as AR4. The reports by the three Working Groups provide a comprehensive and up-to-date assessment of the current state of knowledge on climate change. The Synthesis Report integrates the information around six topic areas.
http://www.ipcc.ch/

Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima - Mudança do Clima 2007 (Quarto Relatório de Avaliação do IPCC)
Sumário para os Formuladores de Políticas do Grupo I: a Base das Ciências FísicasSumário para os Formuladores de Políticas do Grupo II: Impactos da Mudança do Clima, Adaptação e Vulnerabilidade - (versão em revisão)

Status atual das atividades de projeto do MDL no Brasil e no mundo
Projetos aprovados nos termos da Resolução nº 1 - 132 projetos

http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/3881.html

Monday, April 30, 2007

SE TU SOUBESSES

Se tu soubesses, ó minha deidade,
Do que se passa pelos corações
Dos moços que não tem felicidade
Talvez sentisses minhas aflições...

Se tu soubesses que em meu peito invade
Um pranto enorme de desilusões,
Talvez tivesses de mim piedade
E me sorrissem tuas afeições...

Ai, do poeta assim desventurado
Que tanto ama e nunca foi amado!
Ai, do vivente que for como eu...

Se tu soubesses deste amor, querida,
Talvez me desses toda tua vida,
Porque sou teu, inteiramente teu!...

Alberto de Deus Nunes.

Leia mais poemas de Alberto de Deus Nunes em:

http://poemasdedeus.blogspot.com/

Monday, April 09, 2007

A hora e a vez do anjo torto

O poeta Torquato Neto será o grande homenageado da 5ª edição do Salipi - Salão do Livro do Piauí -, que acontece no período de 4 a 9 de junho. Para o idelizador do evento e um dos organizadores Cineas Santos, em vida, Torquato Neto "foi incômodo como um espinho fincado na carne ou, para ser mais preciso, "escorpião encravado na sua própria ferida". Iconoclasta, irreverente, provocador e, acima de tudo genial, viveu apenas o bastante para "desafinar o coro dos contentes"". Ainda de acordo com Cineas, "a passagem de Torquato Neto pela cultura brasileira foi rápida e fulgurante como a de um cometa. Desapareceu no breu da noite, deixando um rastro de luz que ainda hoje nos atordoa. Carece dizer mais?".
Para o professor Wellington Soares, também um dos organizadores do Salipi, a homenagem a Torquato Neto é mais do que justa, "porque Torquato contribuiu (continua contribuindo) para dar visibilidade à face luminosa do Piauí: nossa cultura. Sua arte desconcertante e arrojada nos insere no contexto da modernidade. Continua incomodamente atual", revela.
"Quando nos metemos nessa aventura de criar o Salão do livro do Piauí, uma das nossas preocupações era (continua sendo) justamente dar visibilidade à literatura Piauiense. Não me esqueço do desalento do prof. Wellington Soares, ao percorrer todos os estandes de uma bienal, em São Paulo, não encontrar um único livro de autor piauiense à vista. Foi dele a idéia de, a cada edição do Salipi, homenagear um autor piauiense de expressão. Assim, tem sido", argumenta Cineas Santos, citando nomes nesses cinco anos de vento: Mário Faustino, H. Dobal, O. G. Rego de Carvalho e Assis Brasil. "A proposta é simples: já que boa parte do Brasil insiste em nos ignorar, que sejamos conhecidos e amados pelo menos em nossa aldeia", observa.
"Torquato, estejam certos, não será apenas um "rótulo" ilustrando o Salipi; será uma presença viva entre nós. Sua obra multifacetada será discutida, avaliada, criticada e, com certeza, aplaudida. Esperamos que, ao sair do 5º Salipi, o público piauiense tenha mais uma boa razão para se orgulhar de ter nascido na Terra de Torquato Neto. Assim seja", argumenta Cineas Santos.

Um poeta que desafiava todas as convenções

Nascido em Teresina, no Piauí, filho de um promotor público e de uma professora primária, estudou em Salvador, no mesmo colégio de Gilberto Gil, de quem se aproximou aos 17 anos nas rodas artísticas de Salvador, onde conheceu também os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia. Mais tarde, em 1962, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fez alguns anos de faculdade de jornalismo, sem se formar.
No entanto, Torquato exerceu a profissão de jornalista em diversos periódicos, como o Correio da Manhã (no suplemento Plug), O Sol (suplemento do Jornal dos Sports) e Última Hora, quando nos anos de 1971 e 72 escreveu sua badalada coluna Geléia Geral, em que defendia as manifestações artísticas de vanguarda na música, artes plásticas, cinema, poesia etc.
Torquato Neto também fundou jornais alternativos, o Presença e o Navilouca, que só teve um número, mas fez história. Em 1968, com o AI-5 e o exílio dos amigos e parceiros Gil e Caetano (além de outros emigrados), viajou pela Europa e Estados Unidos com a mulher, Ana Maria, morando algum tempo em Londres.
De volta ao Brasil, no início dos anos 70, Torquato ligou-se à poesia marginal e aos ícones do cinema marginal, Julio Bressane, Rogério Sganzerla e Ivan Cardoso. Também era amigo dos poetas concretistas, Décio Pignatari, os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, e do artista plástico Hélio Oiticica. É considerado um dos vértices do movimento tropicalista, ao lado de Gil, Caetano e Capinam. Entre suas parcerias mais famosas estão Louvação (com Gil), Pra Dizer Adeus e Lua Nova (com Edu Lobo), Let's Play That (com Jards Macalé), Geléia Geral (com Caetano), Mamãe Coragem, Marginália 2. Participou da famosa foto da capa do disco Tropicália ou Panis Et Circensis, em que estão incluídos suas músicas Mamãe Coragem e Geléia Geral.
O suicídio do poeta, um dia depois de seu 28º aniversário, provocou espanto. Torquato voltou de uma festa com a mulher - que foi dormir -, trancou-se no banheiro e ligou o gás, sendo encontrado morto no dia seguinte pela empregada. Deixou um bilhete de despedida que dizia: "Tenho saudade, como os cariocas, do dia em que sentia e achava que era dia de cego. De modo que fico sossegado por aqui mesmo, enquanto durar. Pra mim, chega! Não sacudam demais o Thiago, que ele pode acordar". Thiago era o filho de três anos de idade. Artigos da coluna Geléia Geral e poesias inéditas foram reunidos no livro "Os Últimos Dias de Paupéria", organizado por Waly Salomão e a viúva Ana Maria, em 1973. Além disso, o cineasta Ivan Cardoso produziu o documentário Torquato Neto, o Anjo Torto da Tropicália. Os Titãs musicaram seu poema Go Back, que deu nome ao disco da banda de 1988.


Torquato, um ser singular, ícone de uma geração

Um artigo de quatro páginas, com fotos coloriadas, na revista Nossa História - já fora de circulação - chamou a atenção de muitos leitores: o artigo contava um pouco da tragetória de Torquato Neto, levando a assinatura do professor Edwar Castelo Branco, do Departamento de História da Universidade Federal do Piauí.
Doutor em História pela Universidade Federal de Pernambuco, com a tese "Todos os Dias de Paupéria: Torquato Neto e a invenção da Tropicália", Edwar escreveu um texto primoroso, passeando pela vida do poeta - com familiaridade surpreendente. Este foi o primeiro artigo, escrito por um piauiense, a ser emplacado na revista editada pela Biblioteca Nacional. Embora tenha talento reconhecido nacionalmente, Torquato Neto ainda é um desco-nhecido para boa parte do público brasileiro, daí a importância do artigo de Edwar Castelo Branco.
Intitulado "O Anjo Torto da Tropicália", o texto é um misto de narrativa e citações do poeta, dando uma mostra da vida e da arte de Torquato.
"Ao lado do pessimismo, é possível perceber na idealização da infância outra marca evidente na poesia de Torquato Neto. Ele parece querer capturar, com seus poemas, um instante mágico, onde o tempo não passe. São constantes, na poética torquateana, as refrências a uma infância ensolarada, distante e desejável", diz o autor no artigo, acrescentando que "historicamente, o que fez de Torquato uma espécie de ícone de sua geração foi a sua singular de ser ao mesmo tempo único e plural".
Estudioso da obra de Torquato, Edwar Castelo Branco lançou a obra "Todos os Dias de Paupéria/Torquato Neto e a Invenção da Tropicália" - proporcionando aos admiradores do poeta uma obra de primeira linha.
Publicado em 9/4/2007 13:33:54Portal O Dia - Marco Vilarinho

Monday, April 02, 2007

Show e exposições marcam lançamento do Salipi

Reunindo grandes nomes da literatura nacional, a quinta edição do Salipi (Salão do Livro do Piauí) será lançada oficialmente nesta quarta-feira, dia 4, a partir das 19h, no Clube dos Diários. Este ano, o grande homenageado do Salão, que tem parceria com o jornal O DIA, será Torquato Neto. Numa prévia do que vem por aí, o lançamento contará com show de Roraima, apresentação de palestrantes, retrospectiva das primeiras quatro edições do evento e exposição das composições e poesias do homenageado. A presença de Tiago, filho de Torquato, será mais um detalhe que abrilhantará a noite. De acordo com o professor Wellington Soares, um dos organizadores do evento, o Salipi tem memória. "Vamos resgatar as quatro primeiras edições do Salão através de fotos e recortes de jornal. Será uma retrospectiva em forma de exposição", afirma. Autores de renome já confirmaram presença no Salipi, dentre eles Ana Miranda, romancista e cronista; Roberto DaMatta, professor e sociólogo; Regina Lins, psicanalista e escritora; Flávio Braga, romancista e ensaísta; Gilberto Teles, ensaísta, poeta e professor; Vera Ferreira, jornalista e neta de Lampião; José de Nicola e Audemaro Taranto, professores e autores de livros didáticos; Lorena Ménon, autora de livros didáticos; Antônio Carlos Secchin, crítico literário e membro da Associação Brasileira de Letras; Itamar Filgueiras, gramático, e Salgado Maranhão, poeta e letrista. O Salão do Livro do Piauí, já consagrado no calendário cultural do Estado, será realizado novamente no Centro de Convenções de Teresina, de 4 a 9 de junho. Torquato Neto, com seu espírito camaleônico, tornou-se referência por sua participação durante o tropicalismo, além de contribuições e trabalhos que desenvolveu como músico, poeta, compositor, ator e cinematógrafo. Realizado anualmente pela Fundação Quixote, o Salipi é coordenado pelos professores Cineas Santos, Wellington Soares, Luiz Romero e Nilson Ferreira.

Leia mais sobre Torquato Neto na edição desta terça-feira do Jornal O DIA.

Publicado em 2/4/2007 19:38:48Portal O Dia - Biá Boakari


Entrevista de Marcos Freitas, no V SALIPI:

http://www.45tv.com.br/45tv/video.php?id=2&p=&idcoluna=1&tab=3&n=3

Thursday, March 29, 2007

POESIA NA RODA - SARAU DO COLETIVO DE POETAS

Rayuela Livraria & Bistrô e o Coletivo de Poetas, convidam @s amig@s da cultura para assistir POESIA NA RODA, 4ª edição, nesta quinta-feira, 5 de abril de 2007, às 19h, no SCLS 412 - Bloco B loja 3 - fone 3345.4335. Ingresso artístico: R$ 3,00.

Poetas convidados: Aline Maria; João Baiano e Wanderson Mendes Machado.
Homenagens Especiais: Aniversário de Brasília;
Dia do Índio, por Nando Potiguara;
Poetas da Inconfidência - Tomás Antônio Gonzaga (1744-1768); Cláudio Manuel da Costa (1729-1789) e Alvarenga Peixoto (1744-1792) - pelo Coletivo de Poetas.

Lançamento do livro: Revistas Literárias Brasileiras - 1970 -2005 - de Paco Cac. "É um resgate da memória das revistas literárias e poéticas contemporâneas," diz o Autor.
Leitura de minicontos: O Matador; e O Outro, de Lucky de Oliveira.
Minipalestra: Como Transformar, em Gravura, um Patrimônio da Humanidade como Brasília? Por Manuela Afonso, professora e gravurista Músicos convidados:
Myriam Eduardo e Fernando Conde, voz e violão;
Daniel Kirjner, compositor, faz da cidade musa inspiradora.
Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público do Rayuela.

POESIA NA RODA acontece na primeira quinta-feira. Em maio será dia 3. Em março, Ruli fez abertura, cuidou do som e Marina Andrade saudou o público, pelo Coletivo de Poetas. O sarau teve como mestre-de-cerimônias André Xingu, que homenageou o saudoso poeta José Godoy Garcia. Deram canja os poetas Alceu Brito Corrêa; Larissa Marques; Rossini Neto; Ivan Monteiro; Rodrigo Bertone; Teófilo Silva; Além Guimarães; Menezes y Morais; Jason Tércio; Nando Potiguara e Antônio Carlos Sampaio. Myriam Eduardo e Fernando Conde tiveram suas apresentações transferidas para esta quinta-feira, 5.

Friday, March 23, 2007

Itararé – A República dos Desvalidos


Itararé – A República dos Desvalidos


O diretor e dramaturgo Afonso Lima recorta um curioso momento da época da ditadura militar para compor seu novo espetáculo, Itararé – A República dos Desvalidos. A montagem satiriza o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), responsável pelo gerenciamento da habitação popular no País, criado no ano do Golpe de 64.Musicado pelo compositor e maestro Aurélio Meio, o espetáculo fala, sempre de forma jocosa, sobre um assunto sério: a real situação do extinto SFH. Com o aumento exarcebado da migração do campo para as cidades, o governo criou conjuntos habitacionais (leia-se casas minúsculas, enfileiradas aos montes) para tentar remediar o inchamento das cidades.É neste clima, entre comédia e crítica, que ocorre a trama, focada na vida de uma família moradora desses núcleos habitacionais. Fala-se de seus dramas e aspirações, de seus amores e medos. Texto e música passeiam pela cultura popular (folclore piauiense); pela influência norte-americana (rock'n'roll); pela cultura caribenha (rumba); e por Luiz Gonzaga (baião). (Da redação do Jornal de Brasília)

De 23 a 25 de março, sexta e sábado, às 21h; domingo, às 20h. A peça conta a história da evolução industrial de Itararé e as conseqüências que isso trouxe para a população. Ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Teatro Garagem do SESC
End.: SEPS 713/913, bloco F
Brasília – DF
Tel.: (61) 3445-4400

Friday, March 16, 2007

Menezes Y Morais, Lilia Diniz e Anand Rao no Feitiço Mineiro


Menezes Y Morais, Lilia Diniz e Anand Rao homenageiam a mulher no Feitiço Mineiro nesta terça, dia 20, às 21 hs

Março é o mês da mulher e o Feitiço Mineiro convocou os poetas Menezes Y Morais e Lília Diniz e o músico Anand Rao para num dia só realizarem uma elegia à mulher. O show será dia 20 de março, couvert R$ 12,00, com início previsto para as 21 h.

Menezes Y Morais é o pseudônimo de José Menezes de Morais, jornalista e professor. Nasceu e viveu a infância em Altos, Piauí. Está em Brasília desde 1980. Sua estréia literária foi em 1975 com Laranja Partida ao Meio. Já publicou dez livros, oito de poesia, sendo o último Na Micropiscina da Lágrima Feliz (Brasília, 1999) e Por Favor, Dirija-se a Outro Guichê (teatro, 2001). É promotor cultural e coordenador do Coletivo de Poetas, criado em 1990, que faz saraus em bares, escolas, residências, shoppings etc. Menezes é jornalista, professor e ex-presidente do Sindicato dos Escritores no DF. Tem 20 livros inéditos.

Lilia Diniz é maranhense. Como atriz e poeta tem participado de várias performances teatrais poéticas em Congressos, Seminários e outros eventos. É membro do Proyecto Cultural Sur, movimento de intercâmbio que abriga poetas, artistas plásticos, atores e músicos da América latina e América central. Participou do IX e do X Congresso Brasileiro de Poesia realizado em Bento Gonçalves-RS. Com dois títulos publicados, Lília costuma dizer que se alfabetizou nas letras a e artisticamente por meio da literatura de cordel. Miolo de pote da cacimba de beber, é o segundo lançamento da autora, recebe ilustrações de Manoela Afonso (arte-educadora e gravurista Curitibana) e Bia de Melo, professora do Instituto de Artes da Universidade de Brasília-UnB) ambas do grupo de gravuras Xiloucos, contém 104 páginas e um visual rústico a partir da utilização do papel craft, trazendo no acabamento ao invés de grampo ou cola, uma corda de sisal amarrando o livro e ainda uma embalagem para o livro, feita de talo da palmeira de Buriti confeccionada pelo agricultor/carpinteiro José F. Diniz. Passeiam pelos versos de Lília um cheiro de terra mato e fulô.Lília Diniz também já foi do Conselho dos Direitos da Mulher no distrito federal e tem espalhado versos que discutem as questões de gênero, enaltecem a luta das mulheres, bem como ressalta as mulheres “anônimas”. Com o espetáculo “TODAS AS MULHERES”, tem circulado em várias cidades do país.

Anand Rao tem 04 CDs gravados e 20 livros de poesia publicados. Desenvolve um trabalho que intitula de MPBJazz que são músicas, letras, melodias, e ritmos feitos na hora, na frente do público, provocando uma empatia com a platéia que geralmente propõe o tema. Também faz composições tradicionais, cifradas e etc, que chama de pré-prontas, onde os letristas são poetas brasileiros como Fabrício Carpinejar, Maurício Mello Jr, Menezes Y Morias, Lilia Diniz, Turiba, Rossini, Edson Cruz, Wilmar Silva, Antonio Mariano entre outros. No show fará músicas para todas as mulheres presentes.
Anand Rao Multiempreendimentos
Produção e Assessoria de Imprensa
E-mail: producaoanandrao@terra.com.br

Tuesday, March 13, 2007

Plano Nacional de Cultura

Plano Nacional de Cultura
O deputado Frank Aguiar foi convidado pelo presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Gastão Vieira a ser o relator do Plano Nacional de Cultura durante a visita que o Ministro da Cultura Gilberto Gil fez hoje, dia 07/03, à Comissão. A regulamentação do Plano Nacional de Cultura será um dos projetos prioritários para a Comissão de Educação e Cultura em 2007 e prevê um planejamento de dez anos para o setor. Em sua fala, Aguiar disse que ser o relator significa trabalhar a favor da cultura brasileira em um projeto que prevê um planejamento de dez anos para o setor. Destacou também que o plano é uma iniciativa inédita no País, e disse que pretende se empenhar para aumentar os recursos voltados às atividades culturais e que a cultura é também economia e portanto neste campo, temos muito a aprender. Durante a reunião, Gilberto Gil explicou as ações desenvolvidas pelo seu ministério nos últimos quatro anos e pediu o empenho dos parlamentares em cinco pontos considerados por ele estratégicos para esse ano. O primeiro é a criação de comissão especial para analisar as Propostas de Emenda à Constituição 150/03 e 324/01, que vinculam receitas orçamentárias para a cultura. A primeira vincula 2% do orçamento e a segunda, 6%. O segundo ponto listado pelo ministro é a aprovação do Plano Nacional de Cultura que "chega para inaugurar uma sólida parceria entre o ministério e a Comissão de Educação e Cultura". Esse plano traz o planejamento para os próximos 10 anos com a participação da sociedade e de todos os entes do Poder Público. Em terceiro lugar, Gilberto Gil pediu empenho dos deputados para avançar na implementação de políticas públicas para o setor. Ele pediu que os parlamentares apresentem mais emendas individuais destinando recursos que permitam a ampliação das ações do ministério. O quarto ponto listado pelo ministro pede a reaproximação da cultura e da educação. Gilberto Gil disse que os ministérios da Cultura e da Educação criaram uma câmara interministerial para promover essa aproximação. "Essa é uma pauta que eu gostaria de ver ser discutida por essa Casa", disse o ministro. "A cultura tem papel importante na qualificação da educação." A criação do plano está prevista na Emenda Constitucional 48, em vigor desde agosto de 2005. De acordo com a emenda, o plano terá caráter plurianual e deverá integrar as ações do poder público destinadas a valorizar o patrimônio cultural brasileiro; a ampliar a produção e a difusão de bens culturais; e a formar gestores para a área de cultura. Na próxima semana, o deputado Frank Aguiar e os autores do Projeto se reunirão para determinar uma pauta de trabalho para os próximos dias.
Frank Aguiar participa de reunião com o ministro Fernando Haddad O deputado Frank Aguiar participou hoje, dia 08/03, da reunião com o ministro da Educação, Fernando Haddad e integrantes da Comissão de Educação e Cultura que discutiu as emendas à medida provisória que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Essa reunião faz parte do ciclo de debates que a comissão vem promovendo sobre o assunto. De acordo com o Ministro, um dos pontos que considera mais importantes na regulamentação do Fundeb é a definição dos coeficientes para distribuição de recursos entre os diferentes níveis de ensino e que essa definição poderá ser revista de acordo com as metas do Plano Nacional de Educação. Ele ressaltou, no entanto, que as etapas da educação básica são interdependentes, e o investimento em um dos níveis beneficia os demais.Publicado em 12/3/2007 17:44:42Portal O Dia - Gabinete do Deputado

Monday, March 05, 2007

A POESIA DE HELVÍDIO NETO

A DIMENSÃO AMOROSA

Ciúme doentio é loucura,
Ciúme é ódio sem cura
E de ódio, o amor sempre está vazio,
Não importa se o corpo está no cio...

Amor de verdade é um privilégio.
Acabar um amor é impossível!
Apenas o pseudo-amor é permissível
acabar; pois viver de apego é sacrilégio.

O amor não pede sacrifício,
O amor não pede benefício,
O amor pede virtude em vez de vício.

O amor não pede definição,
O amor pede empatia e compaixão,
O amor não tem fim nem início.

Helvídio Neto (musicado por Roraima)

Helvídio é artista (poeta, cantor e compositor) e economiário, já estudou Filosofia, Pedagogia, Comunicação e Direito. Atualmente tenta ingressar em Artes Cênicas na UnB e cursar um MBA na FGV. Sua produção atual consiste em um CD independente, nos livros de poesia "Renata: Ethos Anthropo Daimon" (Câmara Brasileira de Jovens Escritores, 84 págs - já na segunda edição) e "Contra-Regra das Utilidades" (Edição independente), além de mais três livros inéditos. Primo de Torquato Neto, poeta-letrista tropicalista, Helvídio anseia comunicar sua poesia através da música popular, introjetá-la na cultura de massa brasileira.

Primeiro livro
Renata: Ethos Anthropo DaimonColetânea de poemas do autor. Neste seu primeiro livro, Helvídio Neto reuniu poemas como "Renata" e "Lendas da saudade" que bem expressam sua veia eminentemente romântica, de forma intensa e bastante lúdica. Trata-se de um desses raros talentos da nova poesia brasileira e que merecem ser lidos e admirados.

84 páginas - formato 13,5x21cm Edição: Câmara Brasileira de Jovens Escritores Contatos com o autor:http://www.camarabrasileira.com/lanc9.htm

Monday, February 26, 2007

POESIA NA RODA – SARAU DO COLETIVO DE POETAS

Rayuela Livraria & Bistrô e o Coletivo de Poetas, convidam @s amig@s da cultura para assistir POESIA NA RODA, 3ª edição, nesta quinta-feira, 1° de março de 2007, às 19h, no SCLS 412 - Bloco B loja 3 - fone 3345.4335. Ingresso artístico: R$ 3,00.
Poetas convidados: Antônio Miranda; Heitor Humberto; Helvídio Neto e Nicolas Behr.
Homenagem especial: Luiz Gonzaga e ao Dia Internacional Mulher. O "Rei do Baião" será homenageado por Edvandro Pessoato, da Malta de Poetas Folhas & Ervas. E o 8 de Março pelo Coletivo de Poetas.
Músicos convidados: Marina Andrade. Marina vai tocar, ao violão, a série de poemas de Augusto dos Anjos, que ganhou música de sua autoria. Miriam Pereira e Fernando Conde, voz e violão.
Lançamento do livro: Máscaras e Codinomes - Política Brasileira - 1961-1984 - crônicas políticas de José Carlos Oliveira, organizadas por Jason Tércio. É o quarto volume da obra completa de Carlinhos Oliveira organizado pelo Autor. Lançamento do CD O Cosmo Está a Nosso Favor, de Mônica Sobral, com 18 poemas da flautista. Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público do Rayuela.
POESIA NA RODA acontece na primeira quinta-feira. Em abril será dia 5.
O sarau do dia 1° de fevereiro foi aberto pelo Ruli, que também cuidou do som, e teve como mestres-de-cerimônias Rodrigo Berttone e Menezes y Morais; também deram canja os poetas Rossini Neto; Nicolas Behr. Jeanne Maz; Edvandro Pessoato; Jorge Amâncio; Araken; Genaro; Chico Porto e Paulo Macedo. Foram sorteados os livros Latitude Zero, de Ray Cunha; Estilhaços no Lago de Púrpura, de Wilmar Silva; e Despertar do Agreste, de Antônio Miranda.

Wednesday, February 07, 2007

A Carne Seca é Servida

ZÓZIMO TAVARES


Torquato Neto ou a Carne Seca é Servida, publicação do jornalista Kenard Kruel recém-editada pelo Instituto José Eduardo Pereira, tem apenas 42 páginas, mas é um bom começo para quem pretende conhecer a breve e frenética vida do autor de "Geléia Geral". Em linguagem despojada, Kenard reúne as principais informações biográficas e artísticas sobre nosso "Anjo Torto", apoiado em depoimentos de pessoas que conviveram com o poeta.

Kenard Kruel é um apaixonado pela obra torquatiana. Foi ele a primeira pessoa que ouvi falar sobre Torquato Neto, no final dos anos 70. E falava com tanta empolgação e tanta emoção que foi aos prantos, comovendo a mim, este "rapaz latino-americano vindo do interior" e a tantos outros estudantes imberbes que assistiam a sua palestra.

O entusiasmo daquele jovem macérrimo vindo de Parnaíba e exibindo na camiseta um poemeto despertou meu interesse pelo poeta. Não demorou muito e consegui folhear o livro "Os Últimos Dias de Paupéria" na biblioteca da Universidade Federal do Piauí, depois de procurá-lo em vão em outras bibliotecas da cidade.

Pois bem, faço essa divagação para enfatizar que, em Torquato ou a Carne Seca é Servida Kenard consegue seu libertar do seu notório passionalismo e entrega ao público uma obra absolutamente isenta. Ela é construída no formato de um mosaico, a partir de impressões, sentimentos e testemunhos dos que conheceram de perto o poeta e sua obra.

O material foi recolhido ao longo de 20 anos, em fontes esparsas, com predominância de jornais e revistas.

O autor refaz os últimos passos de Torquato Neto rumo à viagem derradeira, informa sobre a publicação de Os Últimos Dias de Paupéria, uma edição pós morte, e dá conta de dois livros até hoje inéditos: Pesinho Pra Dentro, Pesinho Pra Fora (pesinho assim mesmo, com "s") e O Fato e a Coisa. Também relata a sua participação na única edição da revista Navilouca. Da mesma forma, mostra as incursões de Torquato Neto pelo cinema e pela televisão. O destaque, evidentemente, é para a poesia de suas letras, o ponto alto de sua produção artística, sempre "desafinando o coro dos contentes na condição de fundador do movimento Tropicália.

A publicação de Kenard, que eu não ousaria chamar de livro, é fundamental para iniciados e iniciantes em Torquato Neto, pois reúne a essência de sua curta vida e de sua pequena mas significativa obra. Há, ainda, outro mérito: além de Os Últimos Dias... nada foi publicado até agora de mais robusto sobre Torquato Neto, daí porque o leitor pode servir-se à vontade de A Carne Seca...



Poema do Aviso Final

(torquato neto)

É preciso que haja alguma coisa
alimentando meu povo:
uma vontade
uma certeza
uma qualquer esperança
É preciso que alguma coisa atraia
a vida ou a morte:
ou tudo será posto de lado
e na procura da vida
a morte virá na frente
e abrirá caminho

É preciso que haja algum respeito
ao menos um esboço:
ou a dignidade humana
se firmará a machadadas.

Três em um são Quatro

Kenard Kruel

Há algum tempo, não folheava os jornais de Teresina. Para que?, dizia eu, de mim para mim mesmo! Pela idade, estou cansado das mortes, dos escândalos, dos assaltos, das politiquices, das fofoquinhas sociais, dos artigos bestas (como este) que povoam os nossos impressos. Há tempo também não saio do que passei a chamar Kenard Kaverna, a não ser para almoçar com dona Genu Moares, visitar o Dr. Djalma Martins Veloso ou conferir as últimas novidades artísticas e culturais na Oficina da Palavra, do professor Cineas Santos. E muito raramente!

Pois bem!, estando na Oficina da Palavra, adentrou uma garota (por sinal, uma bela representante do sexo feminino) com o jornal O Dia na mão, para ser entregue ao professor Cineas Santos que, gentilmente, passou o exemplar para mim. Até mesmo porque ele, naquele momento, estava navegando pela internet, sob os ensinamentos básicos do Amaral, um dos mais talentosos artistas da minha geração. O Donizette Adalto morreu e não viu isso!, um cabôco das brenhas de Caracol navegando pela internet. Mas, deixemos isso pra lá! Quem fica parado é poste e não um sujeito inquieto como o Cineas Santos.

Segurei o jornal, com uma má vontade danada de passar a vista por suas páginas. Porém, por sorte, abri numa página contendo colaborações assinadas por Cineas Santos, André Gonçalves e Rogério Newton. O primeiro levanta a bola, o segundo mata no peito e passa para o terceiro fazer aquele gol de placa, deixando-me na torcida como se estivesse em pleno fla-flu no Maracanã (em seus melhores tempos). Passada a euforia, fiquei com dó de mim! Por conta da minha rabugice desconhecia a arte e o engenho desses três grandes cronistas que, aos domingos, neste jornal, mostram que, apesar de tudo, ainda há vida inteligente em nosso jornalismo.

Além dos três, como nos Mosquiteiros, ainda nos aparece o Jota A. na ilustração das crônicas. Para se ter uma idéia do talento desse jovem desenhista, basta que se diga que ele é o maior ganhador dos Salões de Humor do Piauí. Todos os anos, ele sobe o palco do Theatro 4 de Setembro para receber o prêmio pelo primeiro lugar conquistado, entre as principais feras do humorismo mundial.


Estou juntando uns trocados para, na primeira oportunidade, fazer assinatura do jornal O Dia porque, editando Cineas Santos, André Gonçalves e Rogério Newton não posso mais deixar de lê-lo, ainda que só aos domingos. Quem sabe, os outros dias da semana me conquistem... Por isso que nunca se deve dizer: "Dessa água nunca beberei". Basta ter sede de belas crônicas, que se tem, no jornal O Dia, a fonte da mais pura e cristalina água. Como dizia Torquato Neto, é louvando o que bem merece, que se deixa o que é ruim de lado...

Monday, January 29, 2007

Marcos Freitas ganha prêmio e lança livros novos em Brasília

POESIA E PROSA
Marcos Freitas ganha prêmio e lança livros novos em Brasília

Menezes y Morais*

O poeta piauiense Marcos Freitas tem livros novos na praça. Lançados na 7° Bienal Internacional do Livro, em Fortaleza (CE), no dia 20 de agosto/06, Quase um Dia - poesia - e Na Curva de um Rio, Mungubas - prosa, ambos independentes, com ilustrações de Manoela Afonso. Em Fortaleza, os lançamentos contaram com a participação dos parceiros musicais Rinaldo Barros e Anand Rao. Em Brasília, os livros serão autografados na Rayuela Livraria & Bistrô, nesta quinta-feira, 1° de fevereiro de 2007, às 19h, no SCLS 412 - Bloco B loja 3 - fone 3345.4335.
Quase um Dia e Na Curva de um Rio, Mungubas, são o quarto e o quinto livro do poeta, respectivamente. O escritor piauiense, por outro lado, ganhou o 3° lugar no Prêmio SESC de Poesia Carlos Drummond de Andrade. Marcos nasceu em Teresina, Piauí­, em 1963. Engenheiro Civil (UFPI), é mestre em Engenharia Civil - Recursos Hí­dricos (UFC). Professor e pesquisador na área de Recursos Hí­dricos, Meio Ambiente e Computação Aplicada da Universidade de Fortaleza, desde 1990.
VIDA
Para o escritor Marcos Freitas, Poesia é sinônimo de vida. “O que é poesia para mim? Tenho um poema que responde: ‘A poesia/é o diálogo da vida/em forma de poema /e meus poemas /são lágrimas de alegria e tristeza/ em gozo pleno’. Sem poesia, eu acho, não conseguiria viver.” E é em nome da vida que o poeta realiza a sua obra, que, segundo ele, vê com bons olhos os prêmios literários. “Todo poeta sabe da dificuldade que é publicar poesia no Brasil. Um prêmio em dinheiro, portanto, é sempre bem-vindo, porque serve para financiar a edição de outros livros.”
Os dois livros novos representam uma nova etapa na obra de Marcos Freitas. “Quase um Dia brotou rápido, mas existia enquanto projeto. O livro é composto de poemas curtos, carregados de emoção. Tem a participação especial da artista gráfica Manoela Afonso, com 10 imagens digitalizadas. O meu quinto livro, Na Curva de um Rio, Mungubas, tem apresentação do poeta Fred Maia, é o meu único livro de prosa, quer dizer, tem um lado de poesia e o outro de prosa poética, também com ilustrações de Manoela Afonso,” informou.
ARTIGOS
Marcos coordenou e ministrou cursos de Pós-graduação em Engenharia de Software (UNIFOR), Gestão Ambiental (UNIFOR) e em Gestão de Recursos Hí­dricos e Meio Ambiente (UFPI). Publicou mais de 60 artigos em revistas e anais de congressos nacionais e internacionais. Consultor na área de meio ambiente e recursos hí­dricos. Atualmente, ocupa o cargo de Especialista em Recursos Hí­dricos da Agência Nacional de Águas - ANA, e ex-diretor técnico-cientí­fico da Associação dos Servidores da Agência Nacional de Águas.
Marcos Freitas também é contista e tradutor. Participa, em Brasí­lia-DF, do Coletivo de Poetas, movimento criado em 1990 pelo poeta e escritor Menezes y Morais. Lançou, em 2003, o livro de poesia A Vida Sente a Si Mesma. Marcos tem poemas publicados na Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Livre Pensador, da Scortecci Editora, e na Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos nº 4, da Câmara Brasileira do Jovem Escritor, dentre outras.

* Menezes y Morais é escritor, jornalista, professor e historiador piauiense.

Serviço
Quase um Dia - poesia - e Nas Curvas de um Rio, Mungubas – prosa/poesia, apresentação de Fred Maia, ambos ilustrados por Manoela Afonso. Contatos com o Autor: mfreitas_pi2@yahoo.com.br

POESIA NA RODA – SARAU DO COLETIVO DE POETAS Rayuela Livraria & Bistrô e o Coletivo de Poetas, convidam @s amig@s da cultura para assistir POESIA NA RODA, 2ª edição, nesta quinta-feira, 1° de fevereiro de 2007, às 19h, no SCLS 412 - Bloco B loja 3 - fone 3345.4335. Ingresso artístico: R$ 3,00. Poetas convidados: Maria Maia; Theodoro Gontijo; Ivan Monteiro e J.R.Martins. Participação especial: Wilmar Silva, direto de Belo Horizonte. Poeta homenageado: Augusto dos Anjos, por Marina Andrade e o Coletivo de Poetas. Lançamento dos livros: Quase um Dia; e Na Curva de um Rio, Mungubas, de Marcos Airton de Sousa Freitas. Músicos convidados: Anand Rao e Flora Matos. Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público do Rayuela. Leitura de minicontos: Latitude Zero, pelo autor, Ray Cunha. POESIA NA RODA acontece na primeira quinta-feira. Em março será dia 1°. O sarau do dia 4 de janeiro foi aberto por Juliana Monteiro e teve Anabe Lopes de Sousa como mestre-de-cerimônias. Ruli deu uma força no som. Houve sorteio dos livros Ekinox, de Alceu Brito Corrêa; e O Lema de um Nordestino e Outros Cordéis do Amigão, de Alberto Rodrigues da Silva. Deram canjas os poetas J.R. Martins; Anabe Lopes de Sousa; Jorge Augusto; Yonaré Flávio de Melo; Bete Jardins; Jônatas Caloro; Nando Potiguar; Menezes y Morais; Rossini Neto; Rodrigo Bertone; Marcos Freitas; e Ivan Monteiro.

Wednesday, January 17, 2007

SOS MOCHA OU “SONHOS NÃO ENVELHECEM...”

O meu sonhar Bárbara,
nasceu banhado na porca vergonha do Mocha,
misturou-me o sangue à poeira do Canela e Oiteiro,
dançando uma bandoleira valsa possidônica.

O meu sonhar Bárbara,
resiste ao tempo:
paralelepípedos
de ruelas estreitas de meus antepassados em Oeiras.

O meu sonhar Bárbara,
quase explode na Casa da Pólvora,
no Fogaréu de nossas vidas.

O meu sonhar Bárbara,
são muitos sonhos
- ultrapassa o Gaturiano, ganha o mundo -
e alinham-se aos que crêem
e acreditam na Nossa (Senhora da) Vitória!

Marcos Freitas.

Monday, January 08, 2007

3º FESTIVAL NACIONAL DE VIOLÃO DO PIAUÍ

Realização: Oficina da Palavra Empreendimentos Culturais e Jornal O Dia
Coordenação: Erisvaldo Borges - Supervisão: Cineas Santos.
O número de inscritos estará limitado a 120, sendo estes selecionadosmediante análise curricular e ordem de chegada. A inscrição, que serágratuita, será feita mediante a apresentação de fotocópia da carteira deidentidade e breve Currículo.

Durante o 3º FESTIVAL NACIONAL DE VIOLÃO DO PIAUÍ, será realizado IIICONCURSO NACIONAL DE INTERPRETAÇÃO VIOLONÍSTICA, onde serão premiados, em dinheiro, os três primeiros colocados.
A premiação será a seguinte: 1ºColocado: R$ 2.000,00 (dois mil reais) – PRÊMIO TURÍBIO SANTOS, 2º Colocado:R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) – PRÊMIO RAPHAEL RABELLO, 3º Colocado:R$ 1.000,00 (mil reais) – PRÊMIO BADEN POWELL
As inscrições poderão ser feitas pessoalmente ou por carta registrada, até o dia 25 de janeiro de 2007, no seguinte endereço: OFICINA DA PALAVRA - Rua Benjamin Constant, Nº 1.400, CEP: 64280-010, Centro, Teresina-PI.Contato: erisvaldoborges@uol.com.br - (86) 3222-7251.

Fonte: http://www.anandraobr.com/noticiasler.asp?id=150

Wednesday, January 03, 2007

POESIA NA RODA – SARAU DO COLETIVO DE POETAS

Dia 4 de janeiro de 2007. Local: Rayuela Livraria e Bistrô (SCLS 412 - Bloco
B loja 3 - fone 3345.4335). Horário: às 19h. Ingresso artístico: R$ 3,00. Rayuela Livraria e Bistrô e o Coletivo de Poetas, convidam amig@s da
cultura para assistirem POESIA NA RODA, 1ª edição.
Poetas convidados: Maria Cecília Lima de Oliveira Castro; José Edson dos
Santos e Francisco Kaq.
Poetas homenageados; Carlos Drummond de Andrade, por Francisco Cruz; e
Murilo Mendes, por José Edson dos Santos. O Coletivo de Poetas participará
das duas homenagens.
Lançamento do livro: Poemas do Front Civil, de Ariosto Teixeira.
Minipalestra: A Palavra no Palco – O Texto Teatral em Verso – por Fernando
Marques.
Músico convidado: Máximo Mansur.
Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público do Rayuela. POESIA NA RODA acontece na primeira quinta-feira. Em fevereiro será dia primeiro. O
último sarau de 2006 teve canjas de Rodrigo Bertone; Rossini Neto; Ivan
Monteiro; Alex; Isolda Marinho; Lilia Diniz; Jeanne Mas; Hilan Bensusan e
Theodoro Gontijo.

Wednesday, December 13, 2006

Monday, December 11, 2006

Na Curva de um Rio, Mungubas

"Na Curva de um Rio, Mungubas - apresenta um virtuoso experimento literário de um autor que faz do mundo e cidades uma geografia em prosa - quase memória – capaz de revelá-lo, nas suas andanças e latitudes, sem que o leitor precise lançar mão de oráculos, mapas astrológicos ou cartografias. Marcos Freitas é professor universitário, formado em engenharia civil, com especialização em recursos hídricos e meio ambiente, mas antes de tudo, é poeta. Nasceu em Teresina e passou a infância/adolescência no Barrocão - a mesma rua que o poeta Torquato Neto imortalizou em verso e canção: “Toda rua tem seu curso/Tem seu leito de água clara/Por onde passa a memória/Lembrando histórias de um tempo/Que não acaba...Ê, São João, ê, Pacatuba/Ê, rua do Barrocão/Ê, Parnaíba passando/Separando a minha rua/Das outras, do Maranhão”. Dos fragmentos da sua prosa arma-se a tessitura de achados em alfarrábios, postais e viagens. Estaria sua alma perdida? nos provoca - o autor -, do labirinto da sua linguagem e, espera da nossa parte, que nos achemos com ele nestas ciladas. Ele sabe que das palavras nos afeiçoamos e, por meio delas, passamos a gostar com a alma, que tudo desvela. Garimpando sua oficina-lavra Marcos Freitas extrai de si e da sua vivência uma imanência capaz de transcendê-lo e nos tocar. Cá estamos com o seu inventário de mil e uma noites - remontados os moinhos e cruzadas - atravessamos pontes no Vltava, guerreamos cavalos de paus nos baldios, quintais e barrancos de rio. Ele exige que seja preenchida a página de nossas vidas. O que podemos esperar de um poeta? Que dê nome às mulheres – Sabrine com uma bicicleta -, por exemplo. Que dê forma a pássaros em revoadas e deixe pegadas. Rememore pedaços de tardes vagas e indique vestígios de cidades. Na Curva de um Rio, Mungubas, deixamos para trás a identidade perdida ou não definida e nos reinventamos personagens aos trancos de narrativa – à deriva – sob o signo da poesia. Seguimos de improviso por rotas imprevistas e paragens iniciáticas, só com o troco da passagem, conjugados na primeira pessoa do plural: autor e leitor." (Fred Maia, Brasília-DF, 30 de julho de 2006)
118 páginas - formato 13,5x21,0 cmEdição: Câmara Brasileira de Jovens Escritores

Monday, December 04, 2006

Sertão faz apresentação única em Teresina

Amanhã, dia 5, o Teatro João Paulo II trará um dos espetáculos mais esperados do ano: o Sertão, um projeto de teatro dança e música de concepção e coreografia de Marcelo Evelin e Demolition Inc. A apresentação será única e começa às 20h, com ingressos vendidos na portaria do Teatro à R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Além disso, serão distribuídas algumas entradas na sede do Setut. Sertão é um projeto de teatro + dança + música inspirado no umbigo do Brasil, o sertão, o vasto deserto de terra no interior do país, campo de batalha do eterno combate entre o homem e a natureza.Extensamente descrito pela literatura mundial, o sertão é apresentado no espetáculo como metáfora do corpo, e o corpo como mapa topográfico dessa terra interior.A música é tocada ao vivo, em uma rabeca, um cavaquinho e um bandolim, mixados com beats eletrônicos especialmente compostos. Desfazendo as fronteiras entre música e movimento, bailarinos e músicos interagem lançando-se em território alheio. A concepção e coreografia do espetáculo são de Marcelo Evelin.A música, sendo um elemento vital em Sertão, foi composta e é apresentada ao vivo pelos talentosos Sérgio Matos, Josh S. e Fábio Crazy da Silva, levados de Teresina para Amsterdã para a montagem do espetáculo. Para a direção de Sertão foi convidado o diretor brasileiro Gilberto Gawronski. A estréia aconteceu dia 6 de outubro de 2003 no Bellevue Theater, de onde partiu para apresentações pela Holanda e seguiu para estados brasileiros.Sertão é uma realização do Hetveem Theater Amsterdam, uma colaboração entre Demolition inc./Holanda e Art in Obra/Brasil, em co-produção com o Grand Theatre Groningen. Foi realizado com subvenção da Fundação para as Artes de Amsterdam (Amsterdams Fonds voor de Kunst), a Fundação VSB, Fonds voor Amateurkunst en Podiumkunsten.Marcelo Evelin (1962, Brasil) viveu e trabalhou na Holanda de 1987 a 2005, quando recebeu o convite para assumir a direção do recém-inaugurado Teatro-Escola João Paulo II, localizado no Grande Dirceu--um dos bairros de índices sócio-econômicos mais preocupantes de sua cidade-natal Teresina/Piauí. Bailarino, coreógrafo e professor, ele já criou mais de 20 peças, entre solos e espetáculos de grupo. Ele trabalhou no Brasil, na Holanda, Alemanha, Itália, Inglaterra, Estados Unidos, Moçambique e Uruguai. Na Europa trabalhou com Arthur Rosenfeld, Ton Lutering, Raimund Hoghe, Desiree Delaunay, Pieter C. Scholten e Rob List. Em 1995 ele recebeu o Prêmio de Prata para Teatro - Dança do VSCD por seu solo "ai,ai,ai" e em 1993 o Prêmio da Fundação de Artes de Amsterdam pelo espetáculo "trilogy of desire".Esta será a única apresentação do Sertão em Teresina. Em seguida, os artistas embarcam para São Paulo a convite do Itaú Cultural. Lá, farão 04 apresentações, de 08 a 10 dez, dentro do projeto Primeira Pessoa, que tem como mote a forma como os artistas enxergam a si mesmos e o contexto onde se inserem. Exposições de artes plásticas, instalações e exibição de filmes também fazem parte da programação deste projeto, que na área de dança e teatro contou com a curadoria de Christine Greiner.
Publicado em 4/12/2006 17:48:28 Portal O Dia

Wednesday, November 29, 2006

XIV Festvídeo começa segunda

Tudo pronto para o XIV Festival de Vídeo de Teresina que começa nesta segunda, dia 04 de dezembro e vai até sábado (09/12), com exibições na Sala de Vídeo da Casa da Cultura e no Teatro do Boi a partir das 18 horas. A realização é da Prefeitura de Teresina/Fundação Cultural Monsenhor Chaves e visa divulgar os trabalhos dos participantes e premiar os melhores nas categorias: Documentário, Ficção, Experimental (vídeo-poemas, clips musicais etc.) e Animação.
Nesta edição, o Festvídeo bate novo recorde de inscrições. Foram 195 trabalhos inscritos de praticamente todos os Estados Brasileiros. Desse total, a coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Fundação Monsenhor Chaves selecionou 85 vídeos que estarão concorrendo ao prêmio de R$ 2 mil para o 1º Lugar do Festival, troféus para 2º e 3º lugares e ainda prêmio estímulo de R$ 2 mil para o Melhor Vídeo Piauiense.
O XIV Festival de Vídeo de Teresina oferece ainda três oficinas que acontecem no mesmo período do Festival (de 04 a 09 de dezembro): Produção de Baixo Custo, ministrada pelo Coordenador de Vídeo do Senac do Rio de Janeiro, Josias Pereira, que será realizada em dois locais: pela manhã no Teatro João Paulo II, no Bairro Dirceu I, e à tarde do Teatro do Boi (vagas esgotadas); e a de Criação Cinematográfica Experimental, ministrada pelo cineasta pernambucano Camilo Cavalcante nos turnos manhã e tarde, na Sala de Vídeo da Casa da Cultura. Para cada oficina serão disponibilizadas 15 vagas. Os interessados podem procurar a Coordenação de Cinema e Vídeo, na Casa da Cultura de Teresina. O resultado do que foi produzido durante as oficinas serão exibidos no último dia do Festival, na Casa da Cultura.

14º FESTIVAL DE VÍDEO DE TERESINA – FESTVÍDEOExibições: Casa da Cultura de Teresina e Teatro do BoiPeríodo: 4 a 9 de dezembro de 2006.Horário: 18hOficinas: Produção de Vídeo com Baixo Custo, Josias Pereira, no Teatro João Paulo II (manhã), Teatro do Boi (tarde)

- Oficina Coletiva de Criação Cinematográfica, Camilo Cavalcante, na Casa da Cultura de Teresina (manhã e tarde)- Encerramento do Festvídeo – 9/12/2006, Casa da Cultura, 18 horas:- Exibição dos trabalhos produzidos nas Oficinas- Homenagem Cineasta Piauiense Arnaldo Albuquerque - Premiação do 14º Festival de Vídeo de Teresina
Total de Inscrições Recebidas: 195 InscriçõesVídeos Selecionados na Pré-Seleção: 85 VídeosEstados Participantes:Piauí, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Espírito Santo, Paraíba, Bahia, Pernambuco, Ceará.
Confira programação geral:Data: 04 a 12 de 2006

Dia 04 – 18 horas1. BRASIL (GO), de Ângelo Lima (Documentário – 8’)2. CARNE DE PROCEDÊNCIA, de Diego Agnes (Experimental – 10’)3. A CONDIÇÃO HUMANA, de Flavio Leandro (Ficção – 14’)4. CRISÁLIDAS (MG), de Fernando Mendes (Animação – 7’15’’)5. FINAL FELIZ (SC), de Thiago Machado (Ficção – 15’)6. SALADA SONORA, de Ernani Nunes (Documentário – 9’15’’)7. DOCE AMARGO INFINITO, de Cássio Araújo (Ficção – 15’)8. CORRIDA DE JERICO, de Maria Gabriela (Animação – 3’36’’)9. ESQUADRO (RS), de Dirnei Prates (Experimental – 3’15’’)10. MARIA LEONTINA – GESTO EM SUSPENSÃO, de Alexandre da Costa (Documentário – 15’)11. HORA EXTRA, de Davi Kolb (Ficção – 19’)12. QUEM VAI CHORAR QUANDO EU MORRER (RJ), de Álvaro Furloni (Ficção – 7’)13. DURVALINO (RJ), de Patrícia Regadas (Ficção – 19’)
Dia 05 – 18 horas14. HOJE, POR VOZES CANTAMOS (SP), de Carol Tomé (Documentário – 14’)15. A VINGANÇA DA BIBLIOTECÁRIA (RS), de Santiago Dellope (Experimental – 5’)16. TERRA PROMETIDA, de Gulherme Castro (Ficção – 11’’)17. ESTAÇÃO PEDERNEIROS (SP), de Gustavo Camilo (Documentário 16’)18. PARA CHEGAR ATÉ A LUA (SP), de José Guilermo L. Hiertz (Animação – 10’)19. A CARPIDEIRA, de Ricardo Granito (Ficção – 1’52’’)20. CRISPIN (PI), de Lívio Bastos (Experimental – 3’)21. LÓTUS, de Cristiano Trein (Ficção – 15’)22. NA CORDA BAMBA, de Marcos Buccili (Animação – 5’)23. ONDE COMEÇA ONDE TERMINA (RJ), de Raul Grecco (Documentário – 12’)24. DESVIADOS, de Alexandre da Costa (Ficção – 15’)25. LEMBRANÇAS (SP), de Eduardo Camaraú (Ficção – 9’26’’)26. ZINEMA (SP), de Carol Tomé (Documentário – 18’)27. MONTANHA RUSSA DE POBRE (PI), de Radamés Araújo (Animação – 2’30’’)28. SUITE NOIR (SP), de Cid Machado Jr. (Ficção – 18’20’)29. PELA METADE, de Rafael de Almeida (Ficção – 4’35’)30. EU SOU COMO O POLVO (MG), de Sávio Leite (Experimental – 4’)
Dia 06 – 18 horas31. SAUDOSA, de Erly Vieira Jr. (Ficção – 11’)32. YANSAN, de Carlos Eduardo Nogueira (Animação – 17’)33. BRAVOS (PI), de André Vinicius (Documentário – 16’)34. POR ACASO GULLAR (RJ), de Rodrigo Bittencourt (Documentário – 11’)35. KILOMBO KILOMBOLA, de França Vilarinho (Documentário – 20’’)36. QUASE TODAS AS MULHERES DO MUNDO, de Jair Santana (Ficção – 18’’)37. PRIMEIRA VEZ, de Fabrício Bittar (Ficção – 15’48’’’)38. UM DRAGÃO NO MEU BAÚ (RJ), de Rosaria (Animação – 1’’)39. É R$ (PI), de Luís Carlos Sales (Ficção – 1’’)40. O CARRO (RJ), de Cristina Pinheiro (Experimental – 2’ 28’’)41. GRINALDA (ES), de Erly Vieira Jr. (Ficção – 11’)42. PRIMEIRO MOVIMENTO, de Érica Valle (Animação – 6’)43. DENTE POR DENTE, de Davi Moori (Documentário – 06’33’’)44. ARQUITETOS DO MAR, de Marcelo Abreu Gois (Documentário – 20’)45. ELES NOS ENGOLIRAM, de Éder de Oliveira (Documentário – 19’59’’)
Dia 07 – 18 horas46. A GAROTA (MG), de Fernando Pinheiro (Animação – 4’03’’)47. VISITA ÍNTIMA (BA), de Issac Donato (Documentário – 4’46’’)48. ENGOLE DUAS ERVILHAS (RJ), de Marão, Stoliar (Animação – 8’)49. O CINE REX E NÓS (PI), de Alan Sampaio (Experimental – 12’)50. O NOSSO LIVRO (RJ), de Luciana Alcaraz (Ficção – 15’)51. 180 ANOS DO DIÁRIO DE PE.(PE), de Alexandre Jordão (Animação – 3’29’’)52. A FLOR DA PELE (RJ), de Cristina Pinheiro (Ficção – 7’)53. VOSSA EXCELÊNCIA O CORRUPTO, de Andressa Furletti (Ficção – 6’52’’)54. O VIOLINISTA DE DANÚBIO (BA), de Caó Cruz Alves (Animação – 5’)55. ILUSÃO DE ÓTICA, de Marcelo Marques (Ficção – 12’)56. BANHEIRO MASSA, de Romero da Fonte (Animação – 2’50’’)57. SANTA CRUZ DOS NAVEGANTES (SP), de Daniel Lobo (Documentário – 15’)58. O CADERNO ROSA DE LORI LAMBY, de Sung Sfai (Ficção – 19’)59. DOS RESTOS E DAS SOLIDÕES (CE), de Petrus Cariri (Documentário – 13’)60. TYNGER (SP), de Guilherme Marconorte (Animação – 4’30’’)61. ÚLTIMO ADEUS (PI), de Willame Francisco Costa Santos (Ficção – 14’04’’)62. OS 3 PORQUINHOS, de Cláudio Roberto (Animação – 4’)63. É DE LEI (RJ), de Carlos Elino Bochat (Ficção – 20’)
Dia 08 – 18 horas64. A MORTE DO REI DE BARRO, de Plínio Uchoa M. Buccini (Animação – 4’10’’65. AGORAS (SP), Marcos Luporini (Experimental – 5’18’’)66. ARMAÇÃO DOS BÚZIOS – MAGICA PENISSULA (RJ), Paulo Costa (Documentário, 16’)67. COLAPSO, de Nelton Pellenz (Experimental – 0’50’’)68. REVERSO (BA), de Gabriel Teixeira (Ficção – 5’)69. MEU MUNDO, de Fernando Amaral (Ficção – 3’26’’)70. É DANDO QUE SE RECEBE, de Bruno Santori (Ficção – 6’29’’)71. PEIXE FRITO (GO), de Ricardo de Podesta (Animação – 19’)72. SYNC (SP), de Thomas Larson (Animação – 1’15’’)73. A ÚLTIMA DO AMIGO DA ONÇA (RJ), de Terêncio Porto – (Ficção, 18’)74. CAIXA POSTAL (MG), de Vanderlei Timoteo (Ficção – 3’15’’)75. CLIMAX (SC), de Gurcius Gewdner (Animação – 3’)76. MUIRAQUITÃ (CE), de Jeane Ramos (Animação – 5’)77. O BURACO (PB), de Tarciano Valério (Documentário – 13’30’’)78. PALAVRAS GRAVADAS E MENTES INVADIDAS (PR), de Cristiano Balzan (Experimental – 4’27’’)79. RESPEITÁVEL PÚBLICO (SP), de Ana Laura (Documentário – 13’54’’)80. 8:45 (RS), de Daniele Cony (Experimental – 8’45’’)81. A POPULAÇÃO DA AMÉRICA ESPANHOLA COLONIAL (SC), de Gurcius Gewdner (Animação – 18’)82. O MURAL (RJ), de Amanda Santana (Ficção – 16’17’’)83. OUTRAS NOTAS, de Amadeu Carlos Penzin (Animação – 2’ 37’’)84. SABÁ (SP), de Teresa Menezes (Documentário – 15’)85. SEM DENTE E MEU BICO (RJ), de Marão (Animação – 1’)Publicado em 29/11/2006 18:38:02 Portal O Dia - FCMC

Thursday, November 16, 2006

Poemas......



dos livros publicados....

INDO

sou / na medida do perecível / o incompreendido / que sou / sou / e sou /sol sino sonoro som / sau- / dade / gota vento brisa / casa / copa / capela /pelas ruas sem-fim / assim / como sou /vou

marcos freitas. Do livro "A Vida Sente a Si Mesma", 2003.

POESIA

a poesia / é o diálogo da vida / em forma de poema / e meus poemas / são lágrimas / de alegria e tristeza / em gozo pleno

marcos freitas. Do livro "A Terceira Margem Sem Rio", 2004.

FOTO TABOCA

quem não deixou / sua alma aprisionada / em 3X4 / no lambe-lambe / do Seu Chiquinho / na Praça da Bandeira?

marcos freitas. Do livro "Moro do Lado de Dentro", 2006.

FINA LAVRA

ante tua reboante beleza / meus atalhos e palavras: /rebotalho de terras lavradas

marcos freitas. Do livro "quase um dia", 2006.

NECTÁRIO

faço circular / minha seiva abundante - / qual a de umparenquimático arvoredo - / (cromoplastas lembranças) / e de meu ápice caulinar / dou origem ao floema, ao xilema / e ao poema

marcos freitas. Do livro "na curva de um rio, mungubas", CBJE, 2006.

Wednesday, November 15, 2006

Participação em antologias....


Antologias:

ANTOLOGIA DE POESIAS, CONTOS E CRONICAS LIVRE PENSADOR (Editora Scortecci, São Paulo, 2003);
ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS Nº 04 (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2004);
PANORAMA LITERÁRIO BRASILEIRO 2004/2005: As 100 Melhores Poesias de 2004 (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2004).
ANTOLOGIA DE CONTOS DE AUTORES CONTEMPORÂNEOS 13º VOLUME (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2005);
ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS Nº 24 (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2006);
ANTOLOGIA DE POETAS PIAUIENSES, Wilson Carvalho Gonçalves (org.), Teresina, 2006.
ANTOLOGIA POÉTICA “OS DONOS DA VIDA” (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2006);
ANTOLOGIA POÉTICA “OS MAIS BELOS POEMAS DE AMOR” (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2006);
COLETÂNIA PRÊMIO SESC CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE (SESC, Brasília, 2006);
PANORAMA LITERÁRIO BRASILEIRO 2006/2007: As 100 Melhores Poesias de 2006 (Câmara Brasileira de Jovens Escritores – CBjE, Rio de Janeiro, 2006).
FOI LEGAL! Lembranças de ex-bolsistas na Alemanha, DAAD, Rio de Janeiro, Setembro de 2006.

Monday, November 06, 2006

Salão Internacional do Humor do Piauí

Salão Internacional do Humor do Piauí começa nesta segunda-feira06/11/2006 - 08:35:00 - Adriana Cláutene Lemos

O 24 º Salão Internacional do Humor do Piauí tem início nesta nesta segunda, 06,com exposições, shows de humor, música, oficinas e palestras. Neste ano o tema do salão de humor é a bicicleta e as atividades se concentam na Praça Pedro II, Theatro 4 de setembro, Clube dos Diários e Central de Artesanato Mestre Dezinho.Segundo o organizador do Salão de Humor, Albert Piauí, o tema proposto para os trabalhos deste ano é uma homenagem a Teresina, já que a cidade concentra um núemro expressivo de pessoas que optam por este meio de transporte. A exposição de charges e cartuns já podem ser apreciados na praça Pedro II, a bertura oficial só acontece as 20h.Confira a programação artística do evento, no Theatro 4 de setembro:Segunda-feira (6) - a partir das 20hAbertura com show de João Cláudio MorenoTerça-feira (7)Apresentação do espetáculo "Esculhambação" com Bid Lima e Franklin PiresQuarta-feira (8)Show com o Grupo Cultural Ápice com seu espetáculo "Black Shit"Quinta-feira (9)Apresentação de humor com Amauri Jucá e Dirceu Andrade na peça "Show de Humor No Stress"Sexta-feira (10)Musicais com "Itararé-A República dos Desvalidos" do diretor e autor AfonsoLimaSábado (11)Show "Mente Insana" com a versatilidade de NetinhaDomingo (12)"Branca de Neve e os 700 Anões" com Carmen Campelo
http://www.portalaz.com.br/novoazz/default.asp

Friday, November 03, 2006

Thursday, October 26, 2006

PRIMEIRA EDIÇÃO - Sarau do Coletivo de Poetas

Dia 2 de novembro – Local: Rayuela – Livraria e Bistrô (SCLS 412 – Bloco B loja 3 - fone 3345.4335).
Horário: a partir das 19 horas.
Ingresso artístico: R$ 3,00.
Rayuela Livraria e Bistrô e o Coletivo de Poetas convidam as amigas e os amigos da cultura para assistirem a PRIMEIRA EDIÇÃO 5, quinta-feira, 2 de novembro/06.
Poetas homenageados: Cecília Meireles, por Alceu Brito Corrêa; Patativa do Assaré, por Lilia Diniz e Rossini Neto; e Torquato Neto, por Ivan Monteiro e Menezes y Morais.
Homenagem especial: Zumbi dos Palmares, pelo cantor e compositor Máximo Mansur; Jorge Amâncio e o Coletivo de Poetas.
Relançamento do livro de Marcelo Shaea, LEVE poesia.
Lançamento do CD H²Olhos e do DVD 1° Festival da Canção Brasileira, do poeta, cantor e compositor Paulo Tovar.
Vídeo: Lampião, de Maria Maia, com um mini-debate com a autora.
Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público do Rayuela.
O sarau PRIMEIRA EDIÇÃO acontece na primeira quinta-feira. Em dezembro, será dia 7.

Monday, October 23, 2006

Classe literária ganha o Sindicato dos Escritores

No Dia do Piauí, a classe literária local ganhou uma entidade voltada para os interesses mais imediatos do segmento. O Sindicato dos Escritores do Piauí, segundo o presidente Kenard Kruel, visa “discutir assuntos como a edição e distribuição de livros, direitos autorais, a utilização melhor da Comepi (Companhia Editora do Piauí), o cumprimento na totalidade dos concursos literários promovidos pelo Estado e pelo município - nos quais os ganhadores às vezes não recebem a premiação em dinheiro ou não têm os seus livros publicados, como determina o regulamento - o preconceito com relação aos autores piauienses nas escolas públicas e, principalmente, privadas de Teresina e do interior, ou seja, queremos uma entidade que trate da profissionalização do escritor e é isso que faremos”. Ele explica faz um contra-ponto para explicar a necessidade da criação da entidade lembrando que “nós temos várias entidades que abrigam os escritores no Piauí, como a Academia Piauiense de Letras, as Academias de Letras regionais e a União Brasileira de Escritores – Secção Piauí, contudo, estas agremiações tratam mais da vida social do escritor” O presidente do Sindicato dos Escritores do Piauí antecipa que uma das primeiras ações do será a promoção do curso “Como editar um livro e fazer sucesso”, cuja programação visa ensinar todas as fases da feitura de uma obra, desde a pesquisa, ditoração eletrônica, revisão, diagrama-ção, capa, impressão, contrato com a editora, lançamento, distribuição e venda, prestação de conta com os vendedores e outros.A posse da presidência da entidade, que tem ainda em seus cargos nomes com Aci Campelo, Lizete Napoleão, Genu Moraes, Herculano Moraes, Hardi Filho, entre outros, acontece no dia 5 de novembro, às 18h, na sede do Sindicato dos Jornalistas. Os interessados podem obter maiores informações pelo e-mail: kenardkruel@yahoo.com.br
http://www.diariodopovo-pi.com.br/cultura_materia.php

Thursday, September 28, 2006

POEMA COM CHEIRO DE CHUVA E TERRA MOLHADA

o poema
vem sem medida
(meu coração quase explode
um dia
de dentro do peito
na torre de tv)

calma porém é a minha voz
ao declamar meus poemas/quadros/músicas
sob o sorriso de teus lábios e olhos

o poema
vem sob medida
(repisado enlevo azul cor do céu)
alquebrada voz, meu canto retido
ante tua branda pele de jambo

o poema
vem quase sempre sem medida:
é festa, é lindo, é meigo, é simples:
qual teu ser

Marcos Freitas. Do livro: Raia-me fundo meu sonho tua fala.

ARREBATA-ME



arrebata-me
toma-me pra ti
como a um copo de água pra matar tua sede
se não mais procuro cogumelos pelos campos,
se perco sempre o último trem na estação fria,
se a imagem refletida no espelho já não é a minha,
se meu corpo pede descanso do labor diário,
se minha voz desafinada não canta a música certa,
nada disso importa:
arrebata-me
toma-me pra ti
como a um copo de água pra matar tua sede

Marcos Freitas. Do livro: Raia-me fundo meu sonho tua fala.

Tuesday, September 26, 2006

LIÇÃO DE TEMPO E CLIMA

- Diga não!
- Não...
Fecharam-se o tempo e o clima. E as lágrimas choveram em mim todo o final de semana.

Marcos Freitas. Do livro: Raia-me fundo meu sonho tua fala.

Tuesday, September 19, 2006

Bicicletas de Göttingen

Parti, eu, uma meia dúzia de brasileiros e alguns colegas de diversas nacionalidades, do prédio centenário do Instituto Goethe, em Göttingen, localizado na Merkelstrasse 4, em direção à nova prefeitura. Era já abril, de uma linda primavera, mas ainda fazia frio. Ao menos, para quem vinha abaixo da linha do equador. Tinha ouvido falar de um leilão, que a prefeitura, de quando em vez, realizava, de bicicletas usadas. Seria uma ótima oportunidade de adquirir uma, a bom preço, e conhecer, então, a cidade de Göttingen. Saí do porão do lindo prédio, onde havia inúmeras máquinas de café, chocolate e outras guloseimas. Cruzei o grande salão com piso de madeiras e lareira ao fundo. Salão reservado para as grandes solenidades, como concertos e excepcionalmente uma quadrilha de São João, organizada por mim e outros brasileiros. Mas, isso já é uma outra estória... No leilão, vendo aquelas centenas de bicicletas, imaginei-me conhecendo um monte de lugares vistos nas fotos de Göttingen. A famosa Gänseliesel, em frente à velha prefeitura. A praça Wilhem e a Universidade. O observatório de estrelas, local de trabalho do genial Carl Friedrich Gauß. O grande moinho, no canal do Leine. O Junges Theater, encontro de gente alegre e festeira. A torre de Bismark, alcançada pelas trilhas da floresta. O lago Kies, ao sul de Göttingen. E muitos e muitos outros lugares. Todos esses pensamentos passavam em segundos na minha mente, como passavam os lances do leilão. E aí até entender, processar na mente e traduzir os números ditos em alemão, já tinham sido feitos, no mínimo, mais dois ou três outros lances. Explicando: para se falar “vinte e cinco” em alemão, diz-se “cinco e vinte”. Resultado: nenhum de nós conseguiu comprar bicicleta alguma. Fiquei imensamente triste e já quase indo embora, ouvi alguém, que havia adquirido uma bicicleta, levantar a mesma e gritar algumas palavras a mim incompreensíveis. Daí, um outro alemão, meio em tom de brincadeira, gritou “um centavo”, o que consegui entender. Como num impulso, gritei, em seguida: “dez marcos”. Como ninguém mais se pronunciou, o dono da bicicleta veio falar comigo. Com grande esforço compreendi que havia arrematado a bicicleta e que a mesma tinha apenas um pequeno defeito: um ponto no quadro estava quebrado e precisava de uma pequena solda, coisa simples, pensei. O restante aparentava bom estado de conservação. Em seguida, percorri, empurrando a bicicleta, a cidade quase toda, à procura de uma oficina que a consertasse. Fui informado nessa busca, que havia uma loja próxima à estação principal de trem. Ao chegar mostrei, todo orgulhoso, a bicicleta que tinha comprado, e perguntei da possibilidade de conserto. Qual não foi minha surpresa, quando o dono da loja falou em alta voz: “Müll, total kaputt!”. Não conseguia entender como uma bicicleta quase nova, tinha que ir para o lixo. Pensei em todas as crianças pobres do Brasil. Só descobri a resposta quando vi que o lojista tinha algumas bicicletas usadas para vender. Perguntei o preço de uma que me pareceu interessante. Custava trinta marcos. Comprei-a, então, e deixei a outra “de presente” na loja. Com certeza, o destino imediato dela não foi o lixo. Depois, de posse da bicicleta pude conhecer todos aqueles lugares vistos nos cartões postais, além, é claro, de compreender melhor o significado da expressão: “Müll, total kaputt!”.
(Marcos Airton de Sousa Freitas, Brasília, 30.07.2006).

Publicado em: Foi Legal! Lembranças de ex-bolsistas na Alemanha, DAAD, Rio de Janeiro, Setembro de 2006.

Tuesday, September 05, 2006

O escritor Marcos Freitas lança livros e ganha prêmio em Feira

Marcos Freitas lançou seus livros "Quase um dia" e "Na curva de um rio, Mungubas", editados pela CBJE, no domingo, dia 20 de agosto, das 18 às 19h, na 7ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, no Centro de Convenções, em Fortaleza-CE, com a participação dos parceiros musicais Rinaldo Barros e Anand Rao.

Marcos Freitas autografou seus livros "Quase um dia" e "Na curva de um rio, Mungubas", editados pela CBJE e ilustrados por Manoela Afonso, no sábado, 02 de setembro, das 20 às 21h, na 25ª Feira do Livro de Brasília, no Pátio Brasil, Brasília-DF.

Marcos Freitas foi agraciado com o 3º lugar, no Prêmio SESC de Poesia Carlos Drummond de Andrade e participou do lançamento da Coletânea de Poesias editada com os finalistas do prêmio, dia 04 de setembro, durante a 25ª Feira do Livro de Brasília, no Pátio Brasil, Brasília-DF.

Detalhes: http://www.camarabrasileira.com/marcosfreitas.htm

Confira algumas poesias e imagens em: http://manoelaafonso.zip.net/index.html

Para adquirir os livros:

na curva de um rio, mungubas:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041236&sid=97511819711128520958824711&k5=17E6F00E&uid=

quase um dia:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9041237&sid=97511819711128520958824711&k5=2A58BE4A&uid=

Friday, September 01, 2006

SEU TEMPO

setembro, dia primeiro, amada!
ipês brancos de Brasília,
(minhas lágrimas secaram,
foram calados minha alegria e voz)
agora, só vós
chorardes brancas lágrimas
- pétalas ao chão -
dialogando com o tempo:
grãos de areia, ampulheta de Aedo

Wednesday, August 30, 2006

A SAUDADE E O AGORA

a saudade e o agora
fazem hora,
tripudiam de mim

Marcos Freitas.

NÃO-FLORESTAL

do amor puro quase nada sei
será mel ou resquícios
dos doces beijos seus?

Marcos Freitas.

Tuesday, August 22, 2006

Anand Rao entrevista Marcos Freitas e toca no seu lançamento

Anand Rao entrevistou o músico Marcos Freitas, poeta que está lançando Na Curva de um Rio, Munguba seu quinto livro e Quase um Dia, o quarto.

http://www.anandraobr.com/mat_anand/agosto/20/anand3.html

Marcos Freitas nasceu em Teresina, Piauí, em 1963. Engenheiro Civil (UFPI). Mestre em Engenharia Civil - Recursos Hídricos (UFC) e doutorando pela Universidade de Hanôver, na Alemanha. Professor e pesquisador na área de Recursos Hídricos, Meio Ambiente e Computação Aplicada da Universidade de Fortaleza, desde 1990. Coordenou e ministrou cursos de Pós-graduação em Engenharia de Software (UNIFOR), Gestão Ambiental (UNIFOR) e em Gestão de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (UFPI). Publicou mais de 50 artigos em revistas e anais de congressos nacionais e internacionais. Consultor na área de meio ambiente e recursos hídricos. Atualmente, ocupa o cargo de Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas - ANA e de Diretor Técnico-científico da Associação dos Servidores da Agência Nacional de Águas - ASÁGUAS. Contista. Poeta. Tradutor. Participa, em Brasília - DF, do Coletivo de Poetas (Café com Letras). Lançou, em 2003, o livro de poesia "A Vida Sente a Si Mesma". Tem poemas publicados na Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Livre Pensador, da Scortecci Editora, e na Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos nº4, da CbjE.

Thursday, August 10, 2006

7ª Bienal Internacional do Livro do Ceará

Lançamento dos livros "quase um dia" e "na curva de um rio, mungubas", de Marcos Freitas, com imagens de Manoela Afonso.
Dia 20 de agosto de 2006, domingo, às 18 horas, no Centro de Convenções Édson Queiroz, Fortaleza - Ceará...

Tuesday, August 08, 2006

CURTO CIRCUITO DE POESIA


Dia 12 da agosto de 2006 às 10 da manhã no Quiosque Cultural
SDS Bl. N Sub-solo 22 Ed. Acropol. ENTRADA FRANCA

Thursday, August 03, 2006

MADUREZA

maduro o fruto que antes floriu
antes o vento e a chuva
antes a sina cumprida de cada estação,
para além da porteira da fazenda

a paisagem, de pedras e espanto,
arrebanha das alamedas os sonhos:
no curral, o mugir do gado preso
ao raiar do dia, por trás dos montes

a fina névoa de descampados assombros
antecipa a impaciência dos cavalos no estábulo
depois, o calor do sol no coração dos homens
e o dia interminável de labuta, sem glória

marcos freitas: do livro 'Raia-me fundo o sonho tua fala", 2006.

Monday, July 31, 2006

PRIMEIRA EDIÇÃO - Sarau do Coletivo de Poetas

Dia 3 de agosto – Local: Rayuela – Livraria e Bistrô (SCLS 412 – Bl. B loja 3 - fone 3345.4335).
Horário: a partir das 19 horas.
Ingresso artístico: R$ 3,00.
Rayuela Livraria e Bistrô e o Coletivo de Poetas, convidam as amigas e os amigos da cultura para assistirem a PRIMEIRA EDIÇÃO, quinta-feira, 3 de agosto/06.
Poetas homenageados: Oswald de Andrade (1890-1954) e William Shakespeare (1564-1616). Osvald será homenageado por José Edson dos Santos; Rossini Neto e Menezes y Morais. Shakespeare, por Teófilo Silva e Menezes.
Poetas convidados: Francisco Kaq; Solimar Cunha e Hilan Bensusan.
Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público do Rayuela.
Músicos convidados: Anand Rao e Tim Martins. Tim Martins também estará autografando a Coletânea de Poesias, volume l, da Usina de Letras, da qual faz parte, e que tem poesias de mais 17 poetas de outros Estados.
Participação especial de As Margaridas, grupo de dança moderna.
Vídeos: O Labirinto Experimental, do poeta Theodoro Gontijo. E: Tradição e Modernidade, a Música do Maestro Jorge Antunes, de Carlos Del Pino.
Mini-palestras: Josiane Osório: Existe Memória Cinematográfica em Brasília? Pedro César Batista: O Romance Histórico. E Jason Tércio: Carlinhos Oliveira e a Crônica Contemporânea.

Friday, July 21, 2006

"20 X POESIA", do poeta e músico TIMM MARTINS

SHOW de Lançamento do Livro
"20 X POESIA", do poeta e músico
TIMM MARTINS
107 X POESIA
Apresenta sua 8ª edição próxima terça-feira, 25 de julho de 2006
na Praça da Comercial da 107 Norte- ARMAZÉM DO BRÁS, Bl B
das 19 às 22 horas!
poesia x música x artes
Show com Participação Especial de
ANAND RAO, MENEZES Y MORAIS,
e DANIEL SOBREIRA (violão)
(bossa-nova, mpb, jazz).
E mais: exposição dos artistas plásticos e artesãos:
HEBERT, ALESSANDRA ROSSI,, MELINA PEDROSO, TERTÚLIA,entidade assistencial
Coopravs , Apae-DF: Rodrigo Noronha, Paulo Roberto, Solange Vidal e outros.
A noite promete música, muita poesia, (roda aberta no final) além de
exposição de artes plásticas e artesanato!
107 X POESIA acontece sempre uma vez por mês!
Seja pontual: a programação começa às 19h e se encerra às 22h!
Evento: SHOW de Lançamento do Livro de
TIMM MARTINS no 107 X POESIA
Data: 25/07/2006
Hora: das 19 às 22 horas
Local: Praça da Comercial da 107 Norte
Preço do Livro Autografado: R$20,00
PRODUÇÂO: Cristina Moysés
9279.7332 ou 9975.7508
telefax: 61.3226.3588
TIMM MARTINS é escritor, músico e ator por formação. Um artista múltiplo que
tem entre seus mais conhecidos trabalhos, sua participação no filme "Ugly"
(60 min, direção: Maria Lúcia Leal-1997), seu livro "BAM! Poesia pra quem
tem, entre um par de ouvidos, cérebro!" (Litteris Editora- RJ-1998), os
CD´s: na banda A CRISMA, "Orgasmo Místico" (Brasília-DF,1989), na banda
BAM!, (Rio de Janeiro-RJ-1999), na banda CASA-GRANDE, "Volume 2.0"
(Brasília-DF, 2004), entre outros. Neste evento, apresenta show com poemas e
músicas deste livro além de outras composições inéditas!

Monday, June 26, 2006

PRIMEIRA EDIÇÃO - Sarau do Coletivo de Poetas

Dia 6 de julho – Local: Rayuela – Livraria e Bistrô (SCLS 412 – Bl. B loja 3) fone 3345.4335).
Horário: a partir das 19 horas.
Ingresso artístico: R$ 3,00

Rayuela Livraria e Bistrô e o Coletivo de Poetas, convidam os amigos e as amigas da cultura para assistirem PRIMEIRA EDIÇÃO, que estréia quinta-feira, 6 de julho/06.
Poeta homenageado: Mário Quintana (centenário de nascimento 30/7/1906) por Adeilto Lima e Menezes y Morais.
Rodas de poesia: Coletivo de Poetas e o público interessado.
Poetas convidados: Lilia Diniz; Alceu Brito Correa; Sonia Carolina e Marcos Freitas.
Músico convidado: Anand Rao, cantor, compositor, poeta e jornalista..
O Labirinto Experimental, vídeos do poeta Theodoro Gontijo.
Mini-palestras. Jorge Antunes: Música Eletrônica no Brasil; e Antônio Freitas Jr.: O Atual Momento da Integração Latino-Americana.
Lançamento dos livros de poesia Moro do Lado de Dentro, de Marcos Freitas; e o ensaio Manual do Mercosul, de Antônio Freitas Jr. Relançamentos dos livros de poesia Equinox, de Alceu Brito Correa; Miolo de Pote da Cacimba de Beber, 2ª edição, de Lilia Diniz; e Poesia, de Sonia Carolina.
O PRIMEIRA EDIÇÃO acontece na primeira quinta-feira. Em agosto será dia 3.

Wednesday, June 21, 2006

INSTANTES, APENAS

que sabemos nós do tempo,

se a cada momento deixamos

de ser o que somos?



do silêncio nada sabemos.

a cada instante somos, apenas.


Marcos Freitas. Do livro: "Raia-me fundo o sonho tua fala".

CONCURSO ABERTO DE POESIAS CORA CORALINA RESULTADO E PREMIAÇÃO

SARAU CORA CORA VIVA
Venha se deliciar com poesia e música

Dia 23 de junho sexta-feira
19:30 horas (pontualmente)
Auditório do Centro de Ensino Médio Paulo Freire
610 Norte – Via L2 Norte (próximo ao IESB)


Do perdido tempo.
Do passado tempo
escuto a voz das pedras:

Volta... Volta... Volta ...
E os morros abriam para mim
imensos braços vegetais.
...
E a água do rio que corria
chamava... chamava...

Vestida de cabelos brancos
voltei sozinha à velha casa, deserta.

Cora Coralina



Participe da programação
E divulgue!!!
Maiores informações: Lília Diniz – 8136-6406 ou 3348-8020

Wednesday, June 07, 2006

MARACATU NOTURNO

Quando a madrugada chega
Que vontade, que saudade...
Teu riso solto, teu baque solto
Teu jeito despojado de ser!
Engana a mim? Engana a ti?
A quem quer que seja?
Ah, vem, me beija!
Quando a madrugada chega
Que vontade, que saudade...
Vem, deixa meu riso solto...
Vem, deixa meu baque solto...
Ah, vem, me beija!
Vem, deixas teu riso solto...
Vem, deixas teu baque solto...
Por fim, me deixa... (sem queixa)
Mas, vem, me beija!

Do livro: "Raia-me fundo o sonho tua fala", 2006.

Thursday, June 01, 2006

Assis Brasil abre o 4º Salipi lembrando Fernando Pessoa

01/06/2006 13:06
por Francisco Viana

O escritor piauiense Assis Brasil, autor de mais de cem livros entre os quais o premiado Os que bebem como os cães, explicou, nesta quinta-feira, 1º, que sua literatura é regional porque o "regional é universal", sobre a temática de sua obra nas quais explora o seu Estado natal. Por isso começou o seu discurso na abertura do 4º Salão do Livro, lembrando Fernando Pessoa e Fiodor Dostoievski. Ele é um dos escritores homenageados pelo evento, que foi aberto com a presença de uma platéia de mais 600 pessoas e mais de 50 expositores. Mário Quintana, gaúcho e ex-morador em hotéis, é o outro homenageado em seu centenário de nascimento.

O 4º Salão do Livro do Piauí tem o apoio do Governo do Estado, e na sua quarta versão se apresenta como promoção com visão mais organizada, comercial ao lado de um evento de público seleto e interessado nas obras expostas em vários estandes. A abertura oficial contou com apresentação de artistas da terra apresentando os hinos do Piauí e do Brasil. O professor Wellington Soares, um dos organizadores, sintetizou: "a finalidade é incentivar a leitura e formar novos leitores."

Soares esclareceu que se trata de uma promoção vitoriosa e que tem enfrentado muitas dificuldades, mas se torna na sua quarta edição em evento com inclusão no calendário turístico da capital. O organizador disse que as dificuldades têm sido enfrentadas com coragem por ele e os colegas Cineas Santos, Luís Romero e Nilson Ferreira.

A quarta edição do Salipi lembra e homenageia um dos maiores ficcionistas da literatura brasileira, o piauiense Francisco de Assis Almeida Brasil, autor de mais de uma centena de títulos e ganhador de vários prêmios, dentre o Walmap (Waldomiro Magalhães Pinto) em duas oportunidades com os livros Beira Rio Beira Vida (1965) e, com Os que bebem como os cães (romance de 1975).

Segundo os organizadores, outro autor homenageado é Mário Quintana porque ao associar-se às comemorações do centenário de nascimento, o Salão do Livro do Piauí reverencia não apenas o poeta, mas a poesia em sua expressão mais verdadeira. O programa desta quinta-feira, 1º, inclui palestras e exposições, 9ª edição do Seminário Língua Viva, fóruns temáticos, sessões de autógrafos, atividades especiais para o público infantil, bate-papo literário, lançamento de livros, feiras, exposições e shows.

Para o período da tarde, estão previstas as palestras: O corpo e a mídia, pela professora Malu Fontes (médica e pesquisadora baiana); Crônicas de um gay assumido pelo historiador e antropólogo Luiz Mott; e Aula espetáculo, pelo escritor pernambucano Ariano Suassuna, às 19 horas.

http://www.piaui.pi.gov.br/materia.php?id=19191